«If there was a ‘No’ in Ireland or in another country, it would have a very negative effect for the EU. We will all pay a price for it, Ireland included, if this is not done in a proper way.»
José Manuel Barroso, ex-Durão Barroso
«If there was a ‘No’ in Ireland or in another country, it would have a very negative effect for the EU. We will all pay a price for it, Ireland included, if this is not done in a proper way.»
José Manuel Barroso, ex-Durão Barroso
chantagem? é o novo adjectivo para realidade?
O cherne voador poderia explicar exactamente que preço é esse em vez de dizer esta verborreia, como que a querer meter medo! Chame os bois pelos nomes porra! Que preço é esse, que efeitos negativos são esses: Talvez ajudasse à sua própria credibilidade.
Falando em credibilidade já agora podia tb explicar o que se passou com o financiamento ilegal qdo foi eleito PM e quais foram as contrapartidas dadas à Somague, o caso Estoril Sol e os voos da CIA para Cuba.
In related news, cientistas fazem chantagem com o Mundo dizendo que a queda de um asteroide ou o aquecimento global terão efeitos negativos no planeta.
…canalhas!
Quando um tratado, que é de uma forma e podia ser de outra qualquer, passa a ser comparado com a natureza, chegámos ao grau zero da política. Quem quer defender o tratado tem de defender o seu conteúdo.
E quando esse tratado é uma fraude, que ao menos nos valha S. Patrício da Irlanda.
Gostava de saber como se sentem os franceses e os holandeses que já disseram NÃO à versão original deste “tratado”.
Se é esta da “democracia europeia”, vou ali e já volto.
Alguém sabe como é que se acede a uma petição que parece que anda a circular pela europa inteira, a pedir aos irlandeses que chumbem esta aldrabice.
Se alguém souber, peço que ponha aqui o link. Há muita gente que o quer subscrever.
Quem vota “Não” é traidor e deve ser imediatamente expulso da UE.
Já nos bastavam os emplastros da GB, para termos agora os ingratos irlandeses, que em vinte anos passaram da cauda (eram connosco, a Espanha e a Grécia os pobrezinhos que partilhavam os fundos de coesão) da Europa para a segunda posição logo a seguir ao Luxemburgo.
Nunca o conseguiriam fora da UE. Se morderem a mão do dono devem ser imediatmente expulsos…
“O cherne voador poderia explicar exactamente que preço é esse em vez de dizer esta verborreia, como que a querer meter medo!”
Ora nem mais! Sempre fui a favor de uma Europa forte e unida. Mas faz-me confusão que nos ultimos tempos, sempre que se põe em causa o tratado vêm logo uns senhores a falar do Papão que é muito mau mas não dizem exactamente porquê.
De todas as maneiras o Barroso é um cão. Faz o que os donos lhe mandam.
Só existe democracia se votarem no que nós queremos! Senão deixaremos de fazer eleições
A democracia existe sempre. A vontade dos que aproveitam as vantagens da UE e se baldam às obrigações de solidariedade que constituem a respectiva contrapartida deve sempre ser respeitada: mas daí não se segue que os outros 26 países (500 milhões de cidadãos europeus contra 4 milhões de irlandeses)devam ficar empatados com isso. Devem avançar e suspender temporariamente o estado que vote “não”, ou mesmo expulsá-lo definitivamente.
E se há chantagem essa seria a de 4 milhões de bandalhos que pretendessem empatar 500 milhões que querem avançar… Essa chantagem deve ser recusada, correndo a pontapés no cu os “nonnistes”. PQOP.
Quem fez a tropa sabe que um pelotão deve marchar no mesmo passo, e não ao ritmo de cada um. Bandalhos egoistas e irresponsáveis vão para a rua. Na educação como na UE… Mainada. Por respeito à sua vontade democrática, é claro.
Euroliberal,
Parece-me que estás a confundir as coisas.. Aparentemente foram 26 (chefes de estado) que decidiram por 500 milhões (de europeus).
E isto, depois de a Constituição Europeia ter sido referendada e chumbada na França (65 milhões de pessoas) e na Holanda (17 milhões de pessoas). Se calhar também devíamos expulsar a França e a Holanda.. Bandalhos! Ah! Espera.. Esses não é preciso expulsar. Como o referendo da primeira vez correu mal desta vez não se fez e já foi ractificado por via parlamentar.
De qualquer das maneiras não sei para que estás tão preocupado.. Se a Irlanda chumbar este provavelmente os Senhores da Europa arranjam-lhe outro nome (ex: Convénio de Bruxelas) e maneira de passar aquilo sem ractificação nenhuma.
Cumprimentos,
Um bandalho egoísta e irresponsável português
“Quem vota “Não” é traidor”
TRAID0R é quem aliena soberania que reside no Povo e não nos deputados;
TRAIDOR é quem promete um referendo e não o faz.
TRAIDOR é quem vende a Pátria por um prato de lentilhas.
O que pensam os portugueses sobre as coisas da europa, ninguém sabe. Porque os portugueses NUNCA foram consultados.
Portugal só existe porque durante quase nove séculos, sempre defendeu a sua independência. Sobretudo contra os ricos e poderosos, e os seus interesses privados.
Onde estão os tanoeiros e alfaiates do tempo do Mestre de Avis? Onde estão os conjurados de 1640? Onde está o povo humilde que, sem dinheiro e sem armas investiu contra os franceses há 200 anos?
O povo português é o mesmo. Quem tem medo de o consultar?
Medo deviam ter os “euroliberias” e quejandos quando o povo acordar e os atirar pela janela como fez ao Miguel de Vasconcelos.
MORTE AOS TRAIDORES!
VIVA PORTUGAL!
Confundido estás tu. O Tratado foi aprovado peloConselho Europeu em que têm assento os Chefes de Governo dos estados-membros (eleitos democraticamente) e pelo Parlamento Europeu eleito democraticamente pels cidadãos europeus. Foi igualmente ratificado por todos os parlamentos dos Estados membros, que também são eleitos democraticamente: Logo é legitimo segundo as regras democráticas.
Porque ao contrário do que certos bandalhos pensam, a democracia È REPRESENTATIVA, e não directa ou soviética. O povo elege elites que sabem do que fazem e dirigem os sedtinos colectivos. Porque nem todos têm capacidade e conhecimentos par se ocuparem da res publica. È isso a democracia. Aquele regime em
O Tratado Europeu foi aprovado pelos Governos eleitos democraticamente de TODOS os estados-membros, ratificado pelo Parlamento Europeu, eleito pelos cidadãos europeus e, dentro de cada estado-membro, pelo Parlamento Nacional, eleito democraticamente pelos respectivos cidadãos.
Porque a DEMOCRACIA é representativa, não directa. O povo escolhe os seus representantes e estes decidem segundo o interesse colectivo. Não é a populaça ululante burra, abandalhada e ignorante que decide em referendos, RGA ou sovietes: isso é nas escolas eduquesas e nos países comunas. Não em DEMOCRACIA, percebido ? Se bandalhos traidores à Europa (A NOSSA PÁTRIA) e com cérebro de galinha é que tivessem de decidir asssuntos sérios do estado, então Portugal já estaria ao nível do Império do Bokassa.
Quem é anti-europeu é burro que fala de barriga cheia, é cão que morde a mão do dono… E na Europa há cada vez menos paciência para bardamerdas que não têm onde cair mortos, que disfrutam da solidariedade europeia ao mesmo tempo que cospem na sopa…
Deviam ser deportados para Cuba para terem 10 dólares por mês e onde nem sequer há eleições…
Euroliberal,
A maneira como trata o povo (ou “populaça” como lhe chama) demonstra o desprezo que tem por ele. Chama-o de tudo: bandalho, traidor, cérebros de galinha, ignorante, burro, cão que morde da mão do dono(!), gente que “não tem onde cair morta”. Além de outros epítetos que me recuso a reproduzir. Mas não sabe escrever “desfrutam”, e escreve “assuntos” com 3 esses. Além de outras desculpáveis gralhas.
Isto só mostra que está de cabeça perdida.
Vamos lá com calma:
Nem os Chefes de Estado, nem os deputados do Parlamento Europeu ou dos Parlamentos Nacionais (pelo menos do nosso) têm normalmente poderes constituintes. Para isso existem Assembleias Constituintes, propositadamente eleitas para esse fim, na base de programas em que as suas intenções são claramente expressas.
A Democracia mesmo representativa tem limites. Que estão consignados na Constituição. A nossa Constituição diz claramente que a Soberania reside do povo. Sem distinção entre “elites” e “outros”. Todos os cidadãos são iguais, têm os mesmos direitos e deveres. Entre estes últimos está a obrigação de defender a Independência Nacional. E entre os primeiros está previsto o Referendo.
A solidariedade não obriga à submissão.
Para seu conhecimento a “nossa Pátria” chama-se PORTUGAL e não EUROPA.
Portugal é Estado soberano geograficamente definido por fronteiras históricas. Isto também está na Constituição. Pode abrir ou fechar as fronteiras, nas não pode eliminá-las.
A Soberania assenta em três pilares históricos, a saber:
1 – Defender as fronteiras (independência política)
2 – Fazer Justiça (independência jurídica)
3 – Cunhar moeda (independência económica)
Pode haver acordos internacionais, desde que não desmoronem estes pilares. Se o fizerem o Estado deixa de existir. E com ele deixam de existir Portugal e Portugueses.
A Europa é uma realidade geográfica que vai do Atlântico aos Urais. Não é uma realidade política. Mesmo que 26 homens o queiram.
Portugal está geograficamente localizado no continente europeu. Mais nada.
Quem quiser é livre de mudar de nacionalidade, mas para outra. Nacionalidade europeia é coisa que não existe: a Europa não é uma Nação.
Mas existem apátridas. Se o Euroliberal quiser ser um deles, faça favor. Mas não pode obrigar ninguém a sê-lo.
E sobretudo não pode insultar e injuriar o povo português.
“Nacionalidade europeia é coisa que não existe”…
…diz uma ignorante que não reparou ainda que o passaporte dela tem “União Europeia” bem alto no cabeçalho, que nas cerimónias e edifícios oficiais a bandeira federal está sempre ao lado da portuguesa, que a moeda que utiliza é federal, que os tribunais portugueses estão submetidos à jurisdição do Tribunal Europeu visando impedir que a legislação interna viole a legislação comunitária, que todos os dias entram no país milhões de euros dos fundos comunitários que permitem fazer autoestradas, caminhos de ferro, escolas, auxiliar agricultores, fazer formação profissional, etc, que são utilizados sem protestos pelos anti-europeus…pudera…
Não repara que um português já não é estrangeiro no território da UE, porque tem a cidadania europeia (art. 17 do Tratado CE: “É instituida a cidadania da União. É cidadão da União qualquer pessoa que tenha a nacionalidade de um Estado-membro…”. Que um português pode mover-se dentro da Pátria Europeia com a mesma liberdade com que se move do Minho ao Algarve, com um simples bilhete de identidade e sem ter que pedir autorização para circular ou estabelecer-se… Porque tem a nacionalidade e passaporte europeu, é claro.
Enfim, são ignorantes e ingratos destes que acham que a populaça estúpida deve poder decidir se a construção europeia (que criou um espaço de paz onde antes só havia guerras) deve ou não continuar…é claro que isso não seria democracia (que é REPRESENTATIVA), mas bandalheira de sovietes ou anarcas.
A aprovação do Tratado não requer poder constituinte. E a integração na Europa já foi aprovada dezenas de vezes desde 1996, e a constituição emendada várioas vezes para o permitir. Os partidos do poder, europeistas confessos, têm mais de 85% dos votos. Se as pessoas não quiserem a Europa só têm que votar na comunada e nos berloques… e depois arrependerem-se.
Finalmente, ninguém permanece contrariado na UE. O direito de secessão existe e deve mesmo ser utilizado por empatas que se enganaram na porta… Porque a fila dos candidatos à entrada dá a volta ao quarteirão…