Por Daniel Oliveira
«Em 2005, fui ao Congresso do PSD e apresentei uma moção onde me disponibilizei para ajudar o PSD a ter uma oposição mais activa em relação ao Governo. O congresso teve lugar no fim-de-semana e na segunda-feira, logo de manhã, fui chamado ao gabinete do ministro Manuel Pinho, que me comunicou que todos os contratos com a GS estavam cancelados a partir daquele momento.»
António Borges (“Público” de hoje)




Temos um país muito pequeno e um Estado muito grande!
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Antes de tirar tal conclusão, não seria melhor ouvir a outra parte? Ou o Dr. António Borges já ganhou direito a que tudo o que diz se transforma em verdade?
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Quem se mete com o PS leva! E quanto aos milhões para consultores?Quem são os ditos? Como se reparte o bolo? Por exemplo o Vitorino leva quanto? O Júdice? Não se pode saber?
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é verdade. é certo. e a verdade, doa a quem doer, deve ser sempre dita. devemos dizer sempre a verdade e esta é como o azeite vem sempre ao de cima. ouvi na tv o ministo mp e li o ab. é verdade que um deles está a mentir.
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Que nível tem o Sr. Borges.
Apetece parafrasear o Eça: que fatos, que talento!
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Se é verdade, foi uma ignomínia do Governo e uma cobardia de António Borges que a não denunciou logo.
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ouvi a réplica de Manuel Pinho na televisão. o homem não sabe mentir.
(nota: por outro lado, também não simpatizo com o auto-encapotado-sebastianismo que a personagem António Borges cultiva sempre que lhe dão oportunidade para isso. aliás, os jornalistas, de uma maneira geral, adoram o boneco…)
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Este caso é simples, a decisão de Manuel Pinho deve ser bem justificada, caso contrário a assunção de que este tomou uma decisão anti-democrática ganha legitimidade. Mesmo justificando a decisão, ele pode sempre esconder os verdadeiros motivos da decisão, nomeadamente o timing pode revelar que a decisão foi impulsionada por motivos pouco éticos e não por gestão cuidadosa do “bem público”. Por outro lado, António Borges podia já saber dessa decisão e, antecipando-se, toma uma posição pública que permita fazer este joguinho de vitimização.
Quando duas pessoas pouco sérias discordam, a “verdade” é um entrave que salta de protagonista para protagonista, mas raramente a verdade aparece translúcida para ser alvo de escrutínio público.
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Meu caro Daniel, virou anjinho ? Isto é o Borges desesperadamente a querer aparecer.
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Simples. É perceber para onde foram os contratos que existiam com a GS e, se foram para onde imagino que foram, é chamar o PGR, que deve andar distraído atrás dos meliantes de 15 anos.
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Porque é que tudo isto cheira a trapalhada?
Porque os banqueiros não foram “feitos” para confrontar os politicos, mas sim para mandar neles…
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