«Em 2005, fui ao Congresso do PSD e apresentei uma moção onde me disponibilizei para ajudar o PSD a ter uma oposição mais activa em relação ao Governo. O congresso teve lugar no fim-de-semana e na segunda-feira, logo de manhã, fui chamado ao gabinete do ministro Manuel Pinho, que me comunicou que todos os contratos com a GS estavam cancelados a partir daquele momento.»
António Borges (“Público” de hoje)


11 respostas ao post “Governo Sócrates e uma visão muito particular da democracia”  

  1. 1 1  Pedro Baltazar

    Temos um país muito pequeno e um Estado muito grande!

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  2. 2 2  Pedro Sousa

    Antes de tirar tal conclusão, não seria melhor ouvir a outra parte? Ou o Dr. António Borges já ganhou direito a que tudo o que diz se transforma em verdade?

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  3. 3 3  Luis Moreira

    Quem se mete com o PS leva! E quanto aos milhões para consultores?Quem são os ditos? Como se reparte o bolo? Por exemplo o Vitorino leva quanto? O Júdice? Não se pode saber?

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  4. 4 4  jb45

    é verdade. é certo. e a verdade, doa a quem doer, deve ser sempre dita. devemos dizer sempre a verdade e esta é como o azeite vem sempre ao de cima. ouvi na tv o ministo mp e li o ab. é verdade que um deles está a mentir.

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  5. 5 5  Manuel Leão.

    Que nível tem o Sr. Borges.

    Apetece parafrasear o Eça: que fatos, que talento!

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  6. 6 6  Carlos Esperança

    Se é verdade, foi uma ignomínia do Governo e uma cobardia de António Borges que a não denunciou logo.

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  7. 7 7  j. ricardo

    ouvi a réplica de Manuel Pinho na televisão. o homem não sabe mentir.

    (nota: por outro lado, também não simpatizo com o auto-encapotado-sebastianismo que a personagem António Borges cultiva sempre que lhe dão oportunidade para isso. aliás, os jornalistas, de uma maneira geral, adoram o boneco…)

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  8. 8 8  joão Dias

    Este caso é simples, a decisão de Manuel Pinho deve ser bem justificada, caso contrário a assunção de que este tomou uma decisão anti-democrática ganha legitimidade. Mesmo justificando a decisão, ele pode sempre esconder os verdadeiros motivos da decisão, nomeadamente o timing pode revelar que a decisão foi impulsionada por motivos pouco éticos e não por gestão cuidadosa do “bem público”. Por outro lado, António Borges podia já saber dessa decisão e, antecipando-se, toma uma posição pública que permita fazer este joguinho de vitimização.

    Quando duas pessoas pouco sérias discordam, a “verdade” é um entrave que salta de protagonista para protagonista, mas raramente a verdade aparece translúcida para ser alvo de escrutínio público.

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  9. 9 9  Pedro Sá

    Meu caro Daniel, virou anjinho ? Isto é o Borges desesperadamente a querer aparecer.

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  10. 10 10  tonibler

    Simples. É perceber para onde foram os contratos que existiam com a GS e, se foram para onde imagino que foram, é chamar o PGR, que deve andar distraído atrás dos meliantes de 15 anos.

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  11. 11 11  Jagunço

    Porque é que tudo isto cheira a trapalhada?
    Porque os banqueiros não foram “feitos” para confrontar os politicos, mas sim para mandar neles…

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