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	<title>Comentários em: A escola ouviu as exigências do país</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
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		<title>Por: Adriana Castro</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/a-escola-ouviu-as-exigencias-do-pais/comment-page-3/#comment-34392</link>
		<dc:creator>Adriana Castro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 May 2008 00:01:30 +0000</pubDate>
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		<description>A colega não precisava se comportar desta forma. Mas acredito sinceramente que os pais é que deveriam ser punidos pelos atos tresloucados e de mau gosto de seus filhos. Afinal são eles que os &quot;educam&quot; ou pelo menos tentam.
Esses dias vi uma cena pavorosa no Shoping.
Uma criança de mais ou menos uns oito anos dizendo para a mãe aos gritos: Você vai comprar. Você vai comprar agora o que eu estou pedindo...
Me digam sinceramente, são os filhos ou os pais que devem ser punidos?  Será que os pais dessa criança não esqueceram de nada?
Gente!! Aonde é que foi parar o limite??????</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A colega não precisava se comportar desta forma. Mas acredito sinceramente que os pais é que deveriam ser punidos pelos atos tresloucados e de mau gosto de seus filhos. Afinal são eles que os &#8220;educam&#8221; ou pelo menos tentam.<br />
Esses dias vi uma cena pavorosa no Shoping.<br />
Uma criança de mais ou menos uns oito anos dizendo para a mãe aos gritos: Você vai comprar. Você vai comprar agora o que eu estou pedindo&#8230;<br />
Me digam sinceramente, são os filhos ou os pais que devem ser punidos?  Será que os pais dessa criança não esqueceram de nada?<br />
Gente!! Aonde é que foi parar o limite??????</p>
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		<title>Por: FuckItAll</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/a-escola-ouviu-as-exigencias-do-pais/comment-page-3/#comment-31525</link>
		<dc:creator>FuckItAll</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 23:08:10 +0000</pubDate>
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		<description>JLS, eu queria referir-me a poder e voz perante os centros de debate de onde emanam decisões sobre o sistema.

E o ensino não existe em abstracto, existe nas relações entre os vários agentes do processo educativo. E nessas relações, parece-me a mim, o aluno tem que ser o centro.

Tirando isso, suspeito que estamos de acordo quanto à necessidade de reformar profundamente objectivos, conteúdos e métodos de ensino. Três exemplos só, para confirmar se estamos ou não, grosso modo,de acordo:

1. É inaceitável que se tenha tornado o processo de avaliação (dos alunos) em algo que muda todos os anos e que visa apenas melhorar as estatísticas de sucesso escolar, impedindo com estas mudanças que os alunos percebam como estão (ou não) a progredir ou que façam qualquer planeamento dos estudos a mais do que o curto prazo. É também uma forma de tornar irreparável o insucesso real da aprendizagem, que só é detectado tarde demais para ser corrigido.

2. Acho igualmente inaceitáveis as alterações de conteúdo programático constantes, sobretudo as que seguem lógicas como aquela que retirava a leitura dos clássicos da literatura portuguesa para substitui-la por textos de jornais, internet, etc. O argumento era que os alunos estavam mais familiarizados com estes últimos. Então a escola está lá para lhes ensinar o que eles já sabem?! Para isso deixem-nos ir brincar, não vale a pena. Mas há outras lógicas igualmente perversas, como a de querer inserir constantemente novidades (como se o ensino básico e secundário servisse para criar cientistas de ponta, e não cidadãos com bases de formação sólidas).
3. Por fim, claro que é indispensável que haja formas rápidas e expeditas (desde que se garanta que sejam justas) de um aluno ser punido disciplinarmente quando pisa o risco. No meu tempo de liceu, se bem me lembro, as queixas eram processadas com muita rapidez e as sanções aplicadas em tempo útil. E era dissuasor (embora não se vá nunca evitar completamente problemas, e felizmente: são miúdos, não são robots). Desconfio que isto deve variar de escola para escola; e que agora há mais entraves, mas também que há uma enorme demissão dos professores em actuarem. Pode haver razões para isto, mas não se pode também aceitar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JLS, eu queria referir-me a poder e voz perante os centros de debate de onde emanam decisões sobre o sistema.</p>
<p>E o ensino não existe em abstracto, existe nas relações entre os vários agentes do processo educativo. E nessas relações, parece-me a mim, o aluno tem que ser o centro.</p>
<p>Tirando isso, suspeito que estamos de acordo quanto à necessidade de reformar profundamente objectivos, conteúdos e métodos de ensino. Três exemplos só, para confirmar se estamos ou não, grosso modo,de acordo:</p>
<p>1. É inaceitável que se tenha tornado o processo de avaliação (dos alunos) em algo que muda todos os anos e que visa apenas melhorar as estatísticas de sucesso escolar, impedindo com estas mudanças que os alunos percebam como estão (ou não) a progredir ou que façam qualquer planeamento dos estudos a mais do que o curto prazo. É também uma forma de tornar irreparável o insucesso real da aprendizagem, que só é detectado tarde demais para ser corrigido.</p>
<p>2. Acho igualmente inaceitáveis as alterações de conteúdo programático constantes, sobretudo as que seguem lógicas como aquela que retirava a leitura dos clássicos da literatura portuguesa para substitui-la por textos de jornais, internet, etc. O argumento era que os alunos estavam mais familiarizados com estes últimos. Então a escola está lá para lhes ensinar o que eles já sabem?! Para isso deixem-nos ir brincar, não vale a pena. Mas há outras lógicas igualmente perversas, como a de querer inserir constantemente novidades (como se o ensino básico e secundário servisse para criar cientistas de ponta, e não cidadãos com bases de formação sólidas).<br />
3. Por fim, claro que é indispensável que haja formas rápidas e expeditas (desde que se garanta que sejam justas) de um aluno ser punido disciplinarmente quando pisa o risco. No meu tempo de liceu, se bem me lembro, as queixas eram processadas com muita rapidez e as sanções aplicadas em tempo útil. E era dissuasor (embora não se vá nunca evitar completamente problemas, e felizmente: são miúdos, não são robots). Desconfio que isto deve variar de escola para escola; e que agora há mais entraves, mas também que há uma enorme demissão dos professores em actuarem. Pode haver razões para isto, mas não se pode também aceitar.</p>
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		<title>Por: Patricia</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/a-escola-ouviu-as-exigencias-do-pais/comment-page-3/#comment-31524</link>
		<dc:creator>Patricia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 16:56:50 +0000</pubDate>
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		<description>José Luis Sarmento as leis que se aplicam em relação ao uso da força são iguais para todos os cidadãos,ninguem pode utilizar a força fisica ou psiquica em relação a outra pessoa,se o fizer fica sujeito a procedimento criminal.O que me parece é que há uma certa confusão entre violencia e indisciplina.Os actos de violencia devem ser participados ás autoridades.Para os actos de indisciplina,cada escola colectivamente deve decidir qual a punição a aplicar nestes casos com regras claras do conhecimento tanto de alunos como de professores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>José Luis Sarmento as leis que se aplicam em relação ao uso da força são iguais para todos os cidadãos,ninguem pode utilizar a força fisica ou psiquica em relação a outra pessoa,se o fizer fica sujeito a procedimento criminal.O que me parece é que há uma certa confusão entre violencia e indisciplina.Os actos de violencia devem ser participados ás autoridades.Para os actos de indisciplina,cada escola colectivamente deve decidir qual a punição a aplicar nestes casos com regras claras do conhecimento tanto de alunos como de professores.</p>
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		<title>Por: José Luiz Sarmento</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/a-escola-ouviu-as-exigencias-do-pais/comment-page-3/#comment-31517</link>
		<dc:creator>José Luiz Sarmento</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 16:02:44 +0000</pubDate>
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		<description>FuckItAll, duas pequenas observações: concordo que o aluno deve ser o objectivo da escola, mas acrescento que o «eduquês» não pretende fazer dele o &lt;b&gt;objectivo&lt;/b&gt;, mas o centro; e o centro não deve ser, nem o aluno, nem o professor, mas sim o ensino.
A segunda observação tem a ver com o seu pressuposto (parece uma evidência, não parece?) de que o aluno é quem tem menos poder na escola. Isto não é verdade: nas escola quem tem mais poder objectivo são os alunos; estejamos gratos pelo facto de a maior parte deles optarem por não fazer uso de todo o poder que têm. E quem tem mais voz junto dos media e do poder político são os pais, pelo menos enquanto os professores não começarem a mover-lhes processos cíveis e a exigir-lhes indemnizações avultadas sempre que tiverem razão para isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>FuckItAll, duas pequenas observações: concordo que o aluno deve ser o objectivo da escola, mas acrescento que o «eduquês» não pretende fazer dele o <b>objectivo</b>, mas o centro; e o centro não deve ser, nem o aluno, nem o professor, mas sim o ensino.<br />
A segunda observação tem a ver com o seu pressuposto (parece uma evidência, não parece?) de que o aluno é quem tem menos poder na escola. Isto não é verdade: nas escola quem tem mais poder objectivo são os alunos; estejamos gratos pelo facto de a maior parte deles optarem por não fazer uso de todo o poder que têm. E quem tem mais voz junto dos media e do poder político são os pais, pelo menos enquanto os professores não começarem a mover-lhes processos cíveis e a exigir-lhes indemnizações avultadas sempre que tiverem razão para isso.</p>
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		<title>Por: FuckItAll</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/a-escola-ouviu-as-exigencias-do-pais/comment-page-2/#comment-31523</link>
		<dc:creator>FuckItAll</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 12:52:49 +0000</pubDate>
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		<description>João, a propósito da sua adenda, era sempre bom lembrarmo-nos que, no que toca à violência na escola, os alunos são por definição os primeiros a ser agredidos, mais e mais continuadamente (uns pelos outros, sim, nem é preciso ir para casos de maus tratos por professores). O que me leva ao segundo comentário: em toda a conversa sobre &quot;o estado a que isto chegou nas escolas&quot; tem-me parecido sempre largamente esquecido que o objectivo do sistema escolar são (deviam ser) os alunos; e que se tem tendido a fazer recair sobre eles a responsabilidade de todos os problemas. Isto desconcerta-me, que nenhuma das categorias de adultos envolvidos (pais, professores, funcionários, administrações escolares e ministerial) se responsabilize por absolutamente nada, e que as crianças/jovens sejam vistos como uma espécie de &quot;demónios no seio de nós&quot;. Volte-se ao patético caso do telemóvel: porque é que se assume que o único adulto presente não deve ser responsabilizado também pela situação? Como é que isto não foi processado disciplinarmente dentro da escola, e o tem que ser através da comunicação social e dos tribunais? Não estou a desculpar, é claro, a histeria mal-educada da criança. Mas todo este sacudir da água do capote para cima de quem menos voz e poder tem, numa matéria que os afecta sobretudo a eles, me faz muita confusão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João, a propósito da sua adenda, era sempre bom lembrarmo-nos que, no que toca à violência na escola, os alunos são por definição os primeiros a ser agredidos, mais e mais continuadamente (uns pelos outros, sim, nem é preciso ir para casos de maus tratos por professores). O que me leva ao segundo comentário: em toda a conversa sobre &#8220;o estado a que isto chegou nas escolas&#8221; tem-me parecido sempre largamente esquecido que o objectivo do sistema escolar são (deviam ser) os alunos; e que se tem tendido a fazer recair sobre eles a responsabilidade de todos os problemas. Isto desconcerta-me, que nenhuma das categorias de adultos envolvidos (pais, professores, funcionários, administrações escolares e ministerial) se responsabilize por absolutamente nada, e que as crianças/jovens sejam vistos como uma espécie de &#8220;demónios no seio de nós&#8221;. Volte-se ao patético caso do telemóvel: porque é que se assume que o único adulto presente não deve ser responsabilizado também pela situação? Como é que isto não foi processado disciplinarmente dentro da escola, e o tem que ser através da comunicação social e dos tribunais? Não estou a desculpar, é claro, a histeria mal-educada da criança. Mas todo este sacudir da água do capote para cima de quem menos voz e poder tem, numa matéria que os afecta sobretudo a eles, me faz muita confusão.</p>
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		<title>Por: Scolari</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/a-escola-ouviu-as-exigencias-do-pais/comment-page-2/#comment-31522</link>
		<dc:creator>Scolari</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 09:30:47 +0000</pubDate>
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		<description>Àqueles que agora cantam vitória sobre o que realmente se passou na escola do Salgueiral: será que ainda não perceberam que o facto relevante neste post não é a notícia mas a caixa de comentários?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Àqueles que agora cantam vitória sobre o que realmente se passou na escola do Salgueiral: será que ainda não perceberam que o facto relevante neste post não é a notícia mas a caixa de comentários?</p>
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		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/a-escola-ouviu-as-exigencias-do-pais/comment-page-2/#comment-31521</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 04:42:23 +0000</pubDate>
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		<description>A proposito desse facto, inventado por bruxos ou nao a verdade e que muita gente se uniu num coro lastimavel em favor de mais insultos aos pais e familiares, de mais bofetadas e puniçoes as criancinhas .
Tivessem elas a idade que tivessem.E essa demonstraçao de falta de respeito
por crianças jovens e pais foi o ponto alto
( embora de um ponto de vista bastante baixo ) o
que mostrou as relidades onde certas pessoas se movem.Portanto respirar de alivio porque afinal nao era nada nao basta.

O resultado foi mauzinho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A proposito desse facto, inventado por bruxos ou nao a verdade e que muita gente se uniu num coro lastimavel em favor de mais insultos aos pais e familiares, de mais bofetadas e puniçoes as criancinhas .<br />
Tivessem elas a idade que tivessem.E essa demonstraçao de falta de respeito<br />
por crianças jovens e pais foi o ponto alto<br />
( embora de um ponto de vista bastante baixo ) o<br />
que mostrou as relidades onde certas pessoas se movem.Portanto respirar de alivio porque afinal nao era nada nao basta.</p>
<p>O resultado foi mauzinho.</p>
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	<item>
		<title>Por: Minhoto</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/a-escola-ouviu-as-exigencias-do-pais/comment-page-2/#comment-31520</link>
		<dc:creator>Minhoto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 22:45:53 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;ouviu as exigências do país&quot; se acha que este metodo de tortura são as exigências do país então percebo porque está o bloco de esquerda tão pindericamente representado na AR.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;ouviu as exigências do país&#8221; se acha que este metodo de tortura são as exigências do país então percebo porque está o bloco de esquerda tão pindericamente representado na AR.</p>
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	<item>
		<title>Por: j. ricardo</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/a-escola-ouviu-as-exigencias-do-pais/comment-page-2/#comment-31519</link>
		<dc:creator>j. ricardo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 21:18:10 +0000</pubDate>
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		<description>o que escrevi sobre isto no meu blogue:

ver para crer

Uma auxiliar de acção educativa queixou-se aos pais dos alunos que o professor da escola básica de Lagos, em Vila Nova de Gaia, maltratava os alunos. Consistia o procedimento do docente em colocar, na boca dos alunos - todos com necessidades educativas especiais e epilépticos -, pedaços de papel, com o fim último de os calar. Como consequência (natural), os pais apresentaram, em Março, uma queixa-crime. O professor, encontra-se, assim, afastado da escola, apesar da decisão definitiva do tribunal ainda não ser conhecida.
Uma outra queixa do mesmo teor, manifestada pelos pais de três crianças, agora na escola básica do Salgueiral, em Guimarães, foi também apresentada no tribunal, acusando a professora de maus tratos, ao proceder ao fechamento da boca dos alunos através duma fita adesiva, impedindo, portanto, os discentes de falarem ou mesmo bocejarem.
Posto isto, é caso para dizer a falta que um telemóvel faz nestas ocasiões.


um abraço,

j. ricardo
www.rescivitas.blogspot.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o que escrevi sobre isto no meu blogue:</p>
<p>ver para crer</p>
<p>Uma auxiliar de acção educativa queixou-se aos pais dos alunos que o professor da escola básica de Lagos, em Vila Nova de Gaia, maltratava os alunos. Consistia o procedimento do docente em colocar, na boca dos alunos &#8211; todos com necessidades educativas especiais e epilépticos -, pedaços de papel, com o fim último de os calar. Como consequência (natural), os pais apresentaram, em Março, uma queixa-crime. O professor, encontra-se, assim, afastado da escola, apesar da decisão definitiva do tribunal ainda não ser conhecida.<br />
Uma outra queixa do mesmo teor, manifestada pelos pais de três crianças, agora na escola básica do Salgueiral, em Guimarães, foi também apresentada no tribunal, acusando a professora de maus tratos, ao proceder ao fechamento da boca dos alunos através duma fita adesiva, impedindo, portanto, os discentes de falarem ou mesmo bocejarem.<br />
Posto isto, é caso para dizer a falta que um telemóvel faz nestas ocasiões.</p>
<p>um abraço,</p>
<p>j. ricardo<br />
<a href="http://www.rescivitas.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.rescivitas.blogspot.com</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: José Luiz Sarmento</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/a-escola-ouviu-as-exigencias-do-pais/comment-page-2/#comment-31518</link>
		<dc:creator>José Luiz Sarmento</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 20:33:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/educacao/a-escola-ouviu-as-exigencias-do-pais/#comment-31518</guid>
		<description>Patrícia, as leis a que se referiu são as que regulam as relações entre todos os cidadãos, mas as leis a que eu me referi são as que regulam especificamente o poder dos professores sobre os alunos. E das duas, uma: ou recusamos que tais leis existam, como a Joana Amaral Dias nos Prós e Contras, por acreditarmos que o carisma do professor deve ser sempre sempre suficiente para lhe assegurar a autoridade sejam quem forem os alunos e sejam quais forem as circunstâncias, ou atribuímos aos professores poderes específicos, para que ele saiba até onde pode ir no uso da força.
O que não podemos é ter leis vagas, contraditórias e ambíguas emanadas de um legislador que não se quer comprometer com nenhuma posição concreta. Nem podemos dizer, como você diz, que o problema é do professor e ele é que tem que o resolver. Seria assim se o professor não estivesse vinculado ao cumprimento de leis; mas uma vez que está o problema é do Estado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Patrícia, as leis a que se referiu são as que regulam as relações entre todos os cidadãos, mas as leis a que eu me referi são as que regulam especificamente o poder dos professores sobre os alunos. E das duas, uma: ou recusamos que tais leis existam, como a Joana Amaral Dias nos Prós e Contras, por acreditarmos que o carisma do professor deve ser sempre sempre suficiente para lhe assegurar a autoridade sejam quem forem os alunos e sejam quais forem as circunstâncias, ou atribuímos aos professores poderes específicos, para que ele saiba até onde pode ir no uso da força.<br />
O que não podemos é ter leis vagas, contraditórias e ambíguas emanadas de um legislador que não se quer comprometer com nenhuma posição concreta. Nem podemos dizer, como você diz, que o problema é do professor e ele é que tem que o resolver. Seria assim se o professor não estivesse vinculado ao cumprimento de leis; mas uma vez que está o problema é do Estado.</p>
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