Nunca vi nem ouvi ninguém do Governo, a dizer uma palavra que fosse a denegrir um professor que seja, e se o Daniel souber de uma frase que seja que prove o contrário que o diga.
O que o Governo anda é a exigir rigor, qualidade dos professores, combate ao absentismo, e uma avaliação do trabalho deles. É para isso que o Governo lá está.
Anda também a pôr as Fenprofs deste mundo no lugar que lhes compete, que não é de certeza o de ditar as politicas educativas deste país, e menos ainda o de impedir que elas se concretizem.
Agora, os professores que acham que são uma classe à parte, com um estatuto especial e imutável para todo o sempre, sem avaliações nem exigência, em que todos são óptimos por decreto, enfim, uma verdadeira corporação no pior sentido do termo, ah esses devem de andar ofendidíssimos, isso acredito.
«Nunca vi nem ouvi ninguém do Governo, a dizer uma palavra que fosse a denegrir um professor que seja, e se o Daniel souber de uma frase que seja que prove o contrário que o diga.» (Lino José)
“O que o Governo anda é a exigir rigor, qualidade dos professores, combate ao absentismo, e uma avaliação do trabalho deles. É para isso que o Governo lá está.” - Lino José
O Lino de certa forma tem razão. Tudo leva a crer que teve maus professores. Nenhum lhe terá dito que devemos pensar pela nossa cabeça, por isso, ele repete a mesma cassete que ouviu aos dirigentes do ME.
Infelizmente, os professores continuam e continuarão a ser classe aparte neste país.
Não da forma como o Lino José diz..mas sim porque estão em contacto directo com a realidade e essa está lá nua, crua e dura. ali não à como tapar o sol com a peneira, e não há maneira de oferecer papas e bolos a… tolos.
«a equipa do ministério considerou que os deputados estavam a dar voz a “professorzecos”,» in «Contestação à “arrogância” do Governo cresce no PS» Leonete Botelho Público (25/01/08)
Interessante. Eu estava justamente a pensar que as boas notícias são para o Sócrates. Em resultado da acção desenvolvida no domínio da educação e das medidas tomadas pelo Ministério da Educação, os professores viram reforçado o seu prestígio. Pela minha parte, que sou encarregado de educação de um aluno do Complementar, daria hoje uma melhor nota a um professor do que há dois ou três anos atrás. E posso dizer que falo com conhecimento de causa. O absentismo diminuiu mais de 50%, a disponibilidade para os alunos aprece-me maior e a informação que me veicula tem muito maior qualidade. Prova-se, assim, que os sindicatos não tinham qualquer razão quando diziam que o Ministério andava a “denegrir a imagem dos professores” …Os resultados estão à vista.
Cumps
Realce-se que os resultados são semelhantes aos dos outros paises europeus.
A campanha não foi só contra os professores, mas sim contra toda a função pública, naquele estilo típico do sócrates, dividir para reinar.
Não tenhamos dúvidas, Portugal tem um número significativo de excelentes professores, bastantes bons ou razoáveis, mas alguns incompetentes, resultado da ausência mecanismo de selecção de professores, de governantes fracos e incompetentes (entre os quais a actual ministra e secretários de estado) e do má gestão de muitas escolas.
E ao contrário do que alguma esquerda pensa não é agradando aos sindicatos que a qualidade dos professores melhora, mas sim com respeito e exigência - no ingresso da profissão, seleccionando os melhores e no cumprimento dos deveres profissionais. Dar-lhes um estatuto digno, e não empobrecê-los, como faz este estatuto.
O José Manuel Dias tem razão, algumas das alterações introduzidas por estes governo, nomeadamente as substituições e a nova organização dos horários, melhorarem em muito a qualidade do serviço público
prestado pelas escolas, particularmente, a Assiduidade e Estabilidade Docente
Conheço várias escolas onde, actualmente, o incumprimento da actividade lectiva anda nos 2-3 %, quando há 3 anos atrás era de 10%.
Nota:
O Autor deste comentário para além de Professor numa Escola Secundária é Encarregado de Educação de 2 alunos.
Eu acho é que isto é uma má notícia para toda a gente que ainda tinha alguma confiança nos portugueses em geral. Pela minha parte, eu confio mais nos arrumadores de carros aqui da minha rua do que nos profs das escolas portuguesas.
Sou um “professorzeco”, nas palavras dos responsáveis do ME. Claro que só tenho visto o governo a dizer mal dos professores. Quem vê o contrário anda tolo.
Caro Lino
Os sindicatos não têm uma palavra a dizer sobre o assunto? Lamento que pense assim, mas eles representam a classe que mais sabe de ensino e pedagogia: os professores.
Sem me alongar muito, digo-lhe só que se o congelamento das carreiras, o não aumento de ordenado em consonância com a inflação, a novo regime de avaliação dos professores (ridículo, por sinal) e, claro, o completo autismo do governo perante as suas opiniões sobre uma política que lhes diz respeito são mais do que uma simples afronta. É hostilidade aberta.
os profs são muito boas pessoas, tanto que por isso Sócrates lhes pôs à frente aquela irínia de maldade, coisa que mais ninguém suportaria… e a cobra ela mantém-se fera, denodada no prazer de massacrar os seus antigos colegas, porque os profs são boas pessoas.
Não é só Paulo Portas que acha que o primeiro ministro não tem os pés na realidade, até eu, mero agricultor, técnico de contas, sem futuro, vejo que o nosso caminho não se faz caminhando como diz Mário Soares, mas sim colocando o dedo na ferida, para poder estancar a hemorragia, é que o sanque já começa a correr e não se vislumbra quaisquer melhoras para o nosso povo a todos os níveis, quer no ensino, quer nas restantes pastas deste governo, que cada vez estão mais empastadas:
Como a normalização contabilística não avança, o Fisco entende que ele e só ele, pode forjar estratégias no sentido de roubar o contribuinte, como é o caso do famigerado sistema simplificado;
se uma empresa ao constituir-se optou pelo regime de contabilidade organizada e o fez em posteriores alterações de actividade, atendendo ao princípio da continuidade, essa empresa terá de ter contabilidade organizada até à sua dissolução. Sim, porque o objectivo do Fisco não é mais do que arrecadar uns milhões para fazer pontes e TGV e os seus fins sempre justificam os meios. Consulte-se o INE e veja-se o número de pequenas e médias empresas que se dissolveram. Não interessa que os contribuintes, apesar da crise que já dura há vários anos, gastem dinheiro para melhorar as suas instalações, para aumentar o volume de negócios e criar emprego; o que interessa na óptica do Fisco não é o desenvolvimento da Economia, mas sim o satisfazer de certos caprichos de quem pouco sabe de de Fiscalidade como é o caso de Pina Moura e a sua contabilidade de café. Também não interessa ao Fisco que já tenham sido efectuados alguns pagamentos que ainda mantém na sua base de dados; nada mais interessa ao Fisco do que arrecadar uns milhões com o aumento do ISP. Que importa que não haja trabalho para os jovens licenciados, que interessa o aumento do desemprego que assustadoramente coloca sem meios de sobrevivência milhares de trabalhadores; que interessa ao Fisco não ter revisto o IMI, como diz a actual presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite. Uma única estratégia interessa ao actual ministro das finanças, é sugar o dinheiro dos contribuintes, como os vampiros sugam os outros seres e ter o seu subsídio de deslocação, muito superior aos milhares de reformas que existem pelo País fora. Em nome do défice, cometem-se atrocidades a que os pescadores estão a responder, quando deviam ser os militares, que impedidos de passear e limitados nos seus benefícios, deviam colocar alguém à frente dos destinos da Nação para melhorar o nosso futuro e o dos nossos filhos. Não se fazem penhoras ilegais, como é o caso de penhorar créditos de quem nada tem a ver com a “dívida” de certos impostos, não se penhora B, porque A “deve” dinheiro ao Fisco e esses créditos só se vencem daqui a cinco anos? Que não se tenha presente a noção de penhora é de esperar, de pessoas que têm conhecimentos de “contabilidades de cafés”. Leia-se o que dizem certos autores sobre a inconstitucionalidade do PEC, Regime Simplificado e outras questões similares. As empresas dissolvem-se, isto é morrem porque não têm condições de laborar e os governantes cessam as suas funções porque só têm uma obcessão, baixar o défice, nem que todo o País se tenha de prostituir, já agora porque não paga a economia paralela os seus impostos com o tal sistema da contabilidade de café? Porque é necessário que os contribuintes façam declarações de IRC e de IRS, se isso pode ser evitado com os elementos que são fornecidos pelas mais variadas entidades, há que utilizar esses dados e a “olho”, calcular o imposto que cada um tem a pagar. Esperando que as minhas sugestões tenham de algum modo servido, para que vejam que estão no caminho errado, aspiro por uma melhoria nos serviços do Fisco para bem do Povo, como por exemplo um plano de pagamento da “dívida” em prestações. Para acabar gostaria de falar um pouco sobre os professores que a mim me ensinaram algo do que qualquer português de cultura média pode saber, mas que actualmente devido às exigências da actual ministra, vêem o seu tempo ocupado com questões burocráticas que a nada conduzem, em detrimento do ensino que cada vez se degrada mais porque a maior parte dos alunos não têm motivação para andar na escola, nem concluir uma licenciatura para ficarem no desemprego, já agora um desabafo:
Não “gosto” de si Manuela,
que já esteve na Educação;
será que nos poderá ela,
livrar-nos duma revolução!?
-
Do Vinte e Cinco de Abril,
seus efeitos estamos vendo;
é como pólvora dum barril,
cujo cordão já vai ardendo!
-
A Ferreira Leite é teimosa,
mas agora com o seu João;
verá um azul não um rosa:
-
verá o País de azul celeste,
qu’é o Céu de nossa Nação;
contra os rosas ela investe!?
-
Pisco
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Essa não percebi.
Porque é que essa sondagem é uma má noticia para o Sócrates ?
Porque anda há dois anos a fazer campanha contra a imagem dos professores.
Isso é o que eles dizem.
Nunca vi nem ouvi ninguém do Governo, a dizer uma palavra que fosse a denegrir um professor que seja, e se o Daniel souber de uma frase que seja que prove o contrário que o diga.
O que o Governo anda é a exigir rigor, qualidade dos professores, combate ao absentismo, e uma avaliação do trabalho deles. É para isso que o Governo lá está.
Anda também a pôr as Fenprofs deste mundo no lugar que lhes compete, que não é de certeza o de ditar as politicas educativas deste país, e menos ainda o de impedir que elas se concretizem.
Agora, os professores que acham que são uma classe à parte, com um estatuto especial e imutável para todo o sempre, sem avaliações nem exigência, em que todos são óptimos por decreto, enfim, uma verdadeira corporação no pior sentido do termo, ah esses devem de andar ofendidíssimos, isso acredito.
E qual é a percentagem de confiança dos portugueses nos governantes? Certamente nem merece ser publicada.
«Nunca vi nem ouvi ninguém do Governo, a dizer uma palavra que fosse a denegrir um professor que seja, e se o Daniel souber de uma frase que seja que prove o contrário que o diga.» (Lino José)
Resposta: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=242128&visual=26
Ainda bem que os portugueses pensam assim: há esperança no País.
“O que o Governo anda é a exigir rigor, qualidade dos professores, combate ao absentismo, e uma avaliação do trabalho deles. É para isso que o Governo lá está.” - Lino José
O Lino de certa forma tem razão. Tudo leva a crer que teve maus professores. Nenhum lhe terá dito que devemos pensar pela nossa cabeça, por isso, ele repete a mesma cassete que ouviu aos dirigentes do ME.
Infelizmente, os professores continuam e continuarão a ser classe aparte neste país.
Não da forma como o Lino José diz..mas sim porque estão em contacto directo com a realidade e essa está lá nua, crua e dura. ali não à como tapar o sol com a peneira, e não há maneira de oferecer papas e bolos a… tolos.
«a equipa do ministério considerou que os deputados estavam a dar voz a “professorzecos”,» in «Contestação à “arrogância” do Governo cresce no PS» Leonete Botelho Público (25/01/08)
http://terrear.blogspot.com/2008/01/contestao-arrogncia-do-governo-cresce.html
Interessante. Eu estava justamente a pensar que as boas notícias são para o Sócrates. Em resultado da acção desenvolvida no domínio da educação e das medidas tomadas pelo Ministério da Educação, os professores viram reforçado o seu prestígio. Pela minha parte, que sou encarregado de educação de um aluno do Complementar, daria hoje uma melhor nota a um professor do que há dois ou três anos atrás. E posso dizer que falo com conhecimento de causa. O absentismo diminuiu mais de 50%, a disponibilidade para os alunos aprece-me maior e a informação que me veicula tem muito maior qualidade. Prova-se, assim, que os sindicatos não tinham qualquer razão quando diziam que o Ministério andava a “denegrir a imagem dos professores” …Os resultados estão à vista.
Cumps
Realce-se que os resultados são semelhantes aos dos outros paises europeus.
A campanha não foi só contra os professores, mas sim contra toda a função pública, naquele estilo típico do sócrates, dividir para reinar.
Não tenhamos dúvidas, Portugal tem um número significativo de excelentes professores, bastantes bons ou razoáveis, mas alguns incompetentes, resultado da ausência mecanismo de selecção de professores, de governantes fracos e incompetentes (entre os quais a actual ministra e secretários de estado) e do má gestão de muitas escolas.
E ao contrário do que alguma esquerda pensa não é agradando aos sindicatos que a qualidade dos professores melhora, mas sim com respeito e exigência - no ingresso da profissão, seleccionando os melhores e no cumprimento dos deveres profissionais. Dar-lhes um estatuto digno, e não empobrecê-los, como faz este estatuto.
O José Manuel Dias tem razão, algumas das alterações introduzidas por estes governo, nomeadamente as substituições e a nova organização dos horários, melhorarem em muito a qualidade do serviço público
prestado pelas escolas, particularmente, a Assiduidade e Estabilidade Docente
Conheço várias escolas onde, actualmente, o incumprimento da actividade lectiva anda nos 2-3 %, quando há 3 anos atrás era de 10%.
Nota:
O Autor deste comentário para além de Professor numa Escola Secundária é Encarregado de Educação de 2 alunos.
Eu acho é que isto é uma má notícia para toda a gente que ainda tinha alguma confiança nos portugueses em geral. Pela minha parte, eu confio mais nos arrumadores de carros aqui da minha rua do que nos profs das escolas portuguesas.
Sou um “professorzeco”, nas palavras dos responsáveis do ME. Claro que só tenho visto o governo a dizer mal dos professores. Quem vê o contrário anda tolo.
Caro Lino
Os sindicatos não têm uma palavra a dizer sobre o assunto? Lamento que pense assim, mas eles representam a classe que mais sabe de ensino e pedagogia: os professores.
Sem me alongar muito, digo-lhe só que se o congelamento das carreiras, o não aumento de ordenado em consonância com a inflação, a novo regime de avaliação dos professores (ridículo, por sinal) e, claro, o completo autismo do governo perante as suas opiniões sobre uma política que lhes diz respeito são mais do que uma simples afronta. É hostilidade aberta.
os profs são muito boas pessoas, tanto que por isso Sócrates lhes pôs à frente aquela irínia de maldade, coisa que mais ninguém suportaria… e a cobra ela mantém-se fera, denodada no prazer de massacrar os seus antigos colegas, porque os profs são boas pessoas.
Não é só Paulo Portas que acha que o primeiro ministro não tem os pés na realidade, até eu, mero agricultor, técnico de contas, sem futuro, vejo que o nosso caminho não se faz caminhando como diz Mário Soares, mas sim colocando o dedo na ferida, para poder estancar a hemorragia, é que o sanque já começa a correr e não se vislumbra quaisquer melhoras para o nosso povo a todos os níveis, quer no ensino, quer nas restantes pastas deste governo, que cada vez estão mais empastadas:
Como a normalização contabilística não avança, o Fisco entende que ele e só ele, pode forjar estratégias no sentido de roubar o contribuinte, como é o caso do famigerado sistema simplificado;
se uma empresa ao constituir-se optou pelo regime de contabilidade organizada e o fez em posteriores alterações de actividade, atendendo ao princípio da continuidade, essa empresa terá de ter contabilidade organizada até à sua dissolução. Sim, porque o objectivo do Fisco não é mais do que arrecadar uns milhões para fazer pontes e TGV e os seus fins sempre justificam os meios. Consulte-se o INE e veja-se o número de pequenas e médias empresas que se dissolveram. Não interessa que os contribuintes, apesar da crise que já dura há vários anos, gastem dinheiro para melhorar as suas instalações, para aumentar o volume de negócios e criar emprego; o que interessa na óptica do Fisco não é o desenvolvimento da Economia, mas sim o satisfazer de certos caprichos de quem pouco sabe de de Fiscalidade como é o caso de Pina Moura e a sua contabilidade de café. Também não interessa ao Fisco que já tenham sido efectuados alguns pagamentos que ainda mantém na sua base de dados; nada mais interessa ao Fisco do que arrecadar uns milhões com o aumento do ISP. Que importa que não haja trabalho para os jovens licenciados, que interessa o aumento do desemprego que assustadoramente coloca sem meios de sobrevivência milhares de trabalhadores; que interessa ao Fisco não ter revisto o IMI, como diz a actual presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite. Uma única estratégia interessa ao actual ministro das finanças, é sugar o dinheiro dos contribuintes, como os vampiros sugam os outros seres e ter o seu subsídio de deslocação, muito superior aos milhares de reformas que existem pelo País fora. Em nome do défice, cometem-se atrocidades a que os pescadores estão a responder, quando deviam ser os militares, que impedidos de passear e limitados nos seus benefícios, deviam colocar alguém à frente dos destinos da Nação para melhorar o nosso futuro e o dos nossos filhos. Não se fazem penhoras ilegais, como é o caso de penhorar créditos de quem nada tem a ver com a “dívida” de certos impostos, não se penhora B, porque A “deve” dinheiro ao Fisco e esses créditos só se vencem daqui a cinco anos? Que não se tenha presente a noção de penhora é de esperar, de pessoas que têm conhecimentos de “contabilidades de cafés”. Leia-se o que dizem certos autores sobre a inconstitucionalidade do PEC, Regime Simplificado e outras questões similares. As empresas dissolvem-se, isto é morrem porque não têm condições de laborar e os governantes cessam as suas funções porque só têm uma obcessão, baixar o défice, nem que todo o País se tenha de prostituir, já agora porque não paga a economia paralela os seus impostos com o tal sistema da contabilidade de café? Porque é necessário que os contribuintes façam declarações de IRC e de IRS, se isso pode ser evitado com os elementos que são fornecidos pelas mais variadas entidades, há que utilizar esses dados e a “olho”, calcular o imposto que cada um tem a pagar. Esperando que as minhas sugestões tenham de algum modo servido, para que vejam que estão no caminho errado, aspiro por uma melhoria nos serviços do Fisco para bem do Povo, como por exemplo um plano de pagamento da “dívida” em prestações. Para acabar gostaria de falar um pouco sobre os professores que a mim me ensinaram algo do que qualquer português de cultura média pode saber, mas que actualmente devido às exigências da actual ministra, vêem o seu tempo ocupado com questões burocráticas que a nada conduzem, em detrimento do ensino que cada vez se degrada mais porque a maior parte dos alunos não têm motivação para andar na escola, nem concluir uma licenciatura para ficarem no desemprego, já agora um desabafo:
Não “gosto” de si Manuela,
que já esteve na Educação;
será que nos poderá ela,
livrar-nos duma revolução!?
-
Do Vinte e Cinco de Abril,
seus efeitos estamos vendo;
é como pólvora dum barril,
cujo cordão já vai ardendo!
-
A Ferreira Leite é teimosa,
mas agora com o seu João;
verá um azul não um rosa:
-
verá o País de azul celeste,
qu’é o Céu de nossa Nação;
contra os rosas ela investe!?
-
Pisco