Grunhos sem dúvida.
As praxes nunca tiveram razão de ser, só para humilhar @s jovens que ingressam na sua nova vida universitária. É aberrante ao que são sujeit@s.
Este post devia ficar sem comentário algum. É mesmo no comment. Atrasados mentais a libertar o Hitler que há em si, é o que os doutores da treta são…. Muito triste
Isto agora chama-se praxe a tudo, mas parece-me que em nenhum dos casos a culpa é das habituais praxes que os doutores, engenheiros, etc. impingem aos caloiros.
Até não acho que os casos referidos nesse noticias tenham muito por onde se pegar e que não faz grande sentido, nem a tag “violência” no post, nem a capa do DN (onde fala em “praxe violenta”).
Num caso, temos um caloiro que ficou completamente bébado no “rally das tascas” e caiu do castelo.
No outro temos um aluno do terceiro ano que saltou para um lago de água e palha e talvez tenha ficado tetraplégico.
Sinceramente, não vejo onde está a violência neste casos (só se no caso de Elvas a participação no “rally das tascas” tiver sido forçada )
A triste ocorrência não tem nada a ver com “praxes”, no sentido usual do termo (veteranos a humilharem caloiros). E nota que ninguém é mais contra a praxe do que eu! Mas isto nem sequer tem nada a ver com serem “doutores” (tu hoje dás a ideia de estares a escrever à pressa). A passagem à idade adulta dá origem a isto. Tem que se educar a malta, e depois contra casos destes não há mais nada que se possa fazer.
O Miguel Madeira tem toda a razão. A notícia do DN é absolutamente facciosa (até entrevistam alguém do MATA vá-se lá saber porquê, e sem contraditório).
Independentemente do que achemos sobre as praxes, os casos referidos não têm rigorosamente nada a ver com elas.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Grunhos sem dúvida.
As praxes nunca tiveram razão de ser, só para humilhar @s jovens que ingressam na sua nova vida universitária. É aberrante ao que são sujeit@s.
é o habitual… quando socializar passa por acções degradantes como as que vemos nas praxes está tudo dito acerca do carácter desses grunhos…
Este post devia ficar sem comentário algum. É mesmo no comment. Atrasados mentais a libertar o Hitler que há em si, é o que os doutores da treta são…. Muito triste
Isto agora chama-se praxe a tudo, mas parece-me que em nenhum dos casos a culpa é das habituais praxes que os doutores, engenheiros, etc. impingem aos caloiros.
Até não acho que os casos referidos nesse noticias tenham muito por onde se pegar e que não faz grande sentido, nem a tag “violência” no post, nem a capa do DN (onde fala em “praxe violenta”).
Num caso, temos um caloiro que ficou completamente bébado no “rally das tascas” e caiu do castelo.
No outro temos um aluno do terceiro ano que saltou para um lago de água e palha e talvez tenha ficado tetraplégico.
Sinceramente, não vejo onde está a violência neste casos (só se no caso de Elvas a participação no “rally das tascas” tiver sido forçada )
O Daniel Oliveira leu a notícia do link? Não parece… Ou nunca foi a um rally das tascas e/ou não sabe que um aluno do 3º ano não é caloiro?
grunhos é favor!!!!!! na minha terra chamam-se “atlêmades”
Nem todas as praxes são iguais! Por exemplo, este ano em Beja foi feito algo bem bonito! Com data venia do dono do Blogue, deixo um link http://ireflexoes.blogspot.com/2007/09/praxes-parte-ii.html
A triste ocorrência não tem nada a ver com “praxes”, no sentido usual do termo (veteranos a humilharem caloiros). E nota que ninguém é mais contra a praxe do que eu! Mas isto nem sequer tem nada a ver com serem “doutores” (tu hoje dás a ideia de estares a escrever à pressa). A passagem à idade adulta dá origem a isto. Tem que se educar a malta, e depois contra casos destes não há mais nada que se possa fazer.
O mais dramático é que a carneirada até leva a mal se não é “praxada”, seja lá isso o que for.
A mediocridade está por todo o lado.
O Miguel Madeira tem toda a razão. A notícia do DN é absolutamente facciosa (até entrevistam alguém do MATA vá-se lá saber porquê, e sem contraditório).
Independentemente do que achemos sobre as praxes, os casos referidos não têm rigorosamente nada a ver com elas.