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	<title>Comentários em: Uns têm, outros não</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 00:01:09 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Daniel Oliveira</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/uns-tem-outros-nao/#comment-30126</link>
		<dc:creator>Daniel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 13:31:10 +0000</pubDate>
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		<description>Oceano, como deve imaginar não ando a angariar fãs. Não é isso que faz um comentador. Ainda assim, gostava de perceber qual é a contradição de defender os direitos dos professores e poder ser crítico em relação aos professores. Ser solidário é uma coisa, ser corporativo é outra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oceano, como deve imaginar não ando a angariar fãs. Não é isso que faz um comentador. Ainda assim, gostava de perceber qual é a contradição de defender os direitos dos professores e poder ser crítico em relação aos professores. Ser solidário é uma coisa, ser corporativo é outra.</p>
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		<title>Por: Oceano</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/uns-tem-outros-nao/#comment-30125</link>
		<dc:creator>Oceano</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 12:23:12 +0000</pubDate>
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		<description>Como é que o BE quer ser opção de esquerda quando tem pessoas com opiniões como a sua e da Joana A.Dias?! Quase me filiei em Janeiro... Eu votei BE desde que surgiu,...respeito a sua opinião...mas não voto mais em vcs. Não há uma consistência de posições no partido. Não se pode ter a Ana Drago que tanto admiro a tomar uma posição e alguns comentadores associados ao BE a partir louça no sentido contrário. Organizem-se! Sou livre de escolher por enquanto. Relativamente ao programa Eixo do Mal...tb vou deixar de ver por me ter esgotado a paciência com os seus comentários livres....mas dos quais discordo. Cumprimentos,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como é que o BE quer ser opção de esquerda quando tem pessoas com opiniões como a sua e da Joana A.Dias?! Quase me filiei em Janeiro&#8230; Eu votei BE desde que surgiu,&#8230;respeito a sua opinião&#8230;mas não voto mais em vcs. Não há uma consistência de posições no partido. Não se pode ter a Ana Drago que tanto admiro a tomar uma posição e alguns comentadores associados ao BE a partir louça no sentido contrário. Organizem-se! Sou livre de escolher por enquanto. Relativamente ao programa Eixo do Mal&#8230;tb vou deixar de ver por me ter esgotado a paciência com os seus comentários livres&#8230;.mas dos quais discordo. Cumprimentos,</p>
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		<title>Por: O Que Isto Precisa É De Um Daniel Oliveira Em Cada Esquina &#171; A Educação do meu Umbigo</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/uns-tem-outros-nao/#comment-30124</link>
		<dc:creator>O Que Isto Precisa É De Um Daniel Oliveira Em Cada Esquina &#171; A Educação do meu Umbigo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 11:39:31 +0000</pubDate>
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		<description>[...] blogue, Daniel Oliveira foi dos primeiros a publicar o vídeo do Youtube com o episódio em causa. Depois retirou-o, mas percebeu-se que a cedência à facilidade e ao voyeurismo sensacionalista foi a sua primeira [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] blogue, Daniel Oliveira foi dos primeiros a publicar o vídeo do Youtube com o episódio em causa. Depois retirou-o, mas percebeu-se que a cedência à facilidade e ao voyeurismo sensacionalista foi a sua primeira [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Sandra Cardoso</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/uns-tem-outros-nao/#comment-30123</link>
		<dc:creator>Sandra Cardoso</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 21:32:57 +0000</pubDate>
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		<description>Não concordo com a sua opinião. Os professores não têm de ser especialistas em controlar motins. Os professores têm de estar na sala para instruir e ter condições para isso: menos alunos, alunos mais respeitosos, melhores instrumentos de trabalho, serem apoiados pelos pais, etc. Talvez com o texto seguinte consiga ter uma melhor ideia de quem é esta professora.

"...Os professores contam com uma retaguarda que lhes atira pedras.

Mesmo que fosse exequível dar a 143.000 professores o mesmo treino em gestão de conflitos que se dá aos Grupos de Operações Especiais, duvido muito que isso fosse desejável. E creio que qualquer pessoa de bom senso duvidará comigo. A professora que aparece no vídeo não exibiu o auto-controlo sobre-humano que se espera, noutros grupos profissionais, apenas de uma elite. Ainda bem: no dia em que esse nível de auto-controlo for exigível aos professores o projecto educativo de toda a nossa sociedade terá falido.

II.

Não tenho a certeza, mas julgo que conheço a professora que aparece no vídeo. Se é quem eu penso, gostava de dizer aqui algumas coisas sobre o seu percurso profissional, que está ligado, como é quase inevitável com os professores, a um particular modo de ser. A pessoa em que estou a pensar é aquilo a que ainda hoje se chama uma senhora. Um modelo de cortesia, de saber estar e em termos de idiossincrasia pessoal - de doçura. Nos últimos anos dedicou-se ao Parlamento Europeu dos Jovens, contribuindo com o seu trabalho e esforço para que centenas de jovens portugueses aprendessem como funciona a máquina da democracia e se treinassem, com colegas de todas as nacionalidades europeias, nas regras do debate racional sobre todos os temas imagináveis da cidadania.

Antes disso ensinou, e bem, gerações de alunos. A doçura do seu carácter nunca a impediu de o fazer com competência, antes pelo contrário. Tratava-se maioritariamente, é certo, e como diria o F.J. Santos, de jovens da classe média; mas também havia entre eles muitos alunos provenientes de famílias com dificuldades económicas e isto nunca foi obstáculo a que entre professora e alunos se estabelecessem relações de afecto e respeito mútuo.

A infelicidade desta professora foi estar muitos anos afastada da escola, que entretanto mudou. Durante estes anos o poder político tirou o tapete de debaixo dos pés aos professores. Os que viveram este tempo na escola foram-se adaptando, mesmo em termos de idiossincrasia e carácter, às novas circunstâncias e aos novos alunos. Esta professora não teve oportunidade de se adaptar e caiu de chofre numa escola que não era a que ela conhecia: uma escola em que se tinha invertido a relação de poder entre professores e alunos, uma escola frequentada por jovens provenientes do mundo real, muito diferentes daqueles para quem o actual sistema de ensino foi feito e que só existem na cabeça dos teóricos da educação. Se é a professora que eu conheço, a estas horas deve estar desfeita, enquanto a aluna que a brutalizou se está provavelmente a rir. E isto, não tenho vergonha de o dizer, revolta-me até às entranhas.

Se esta professora falhou, falhou com mérito. Se na escola de hoje a doçura é vício e a dureza virtude, então o falhanço é honroso e o «sucesso» que nos exigem é vergonha."

retirado de http://legoergosum.blogspot.com/2008/03/professora-brutalizada.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não concordo com a sua opinião. Os professores não têm de ser especialistas em controlar motins. Os professores têm de estar na sala para instruir e ter condições para isso: menos alunos, alunos mais respeitosos, melhores instrumentos de trabalho, serem apoiados pelos pais, etc. Talvez com o texto seguinte consiga ter uma melhor ideia de quem é esta professora.</p>
<p>&#8220;&#8230;Os professores contam com uma retaguarda que lhes atira pedras.</p>
<p>Mesmo que fosse exequível dar a 143.000 professores o mesmo treino em gestão de conflitos que se dá aos Grupos de Operações Especiais, duvido muito que isso fosse desejável. E creio que qualquer pessoa de bom senso duvidará comigo. A professora que aparece no vídeo não exibiu o auto-controlo sobre-humano que se espera, noutros grupos profissionais, apenas de uma elite. Ainda bem: no dia em que esse nível de auto-controlo for exigível aos professores o projecto educativo de toda a nossa sociedade terá falido.</p>
<p>II.</p>
<p>Não tenho a certeza, mas julgo que conheço a professora que aparece no vídeo. Se é quem eu penso, gostava de dizer aqui algumas coisas sobre o seu percurso profissional, que está ligado, como é quase inevitável com os professores, a um particular modo de ser. A pessoa em que estou a pensar é aquilo a que ainda hoje se chama uma senhora. Um modelo de cortesia, de saber estar e em termos de idiossincrasia pessoal - de doçura. Nos últimos anos dedicou-se ao Parlamento Europeu dos Jovens, contribuindo com o seu trabalho e esforço para que centenas de jovens portugueses aprendessem como funciona a máquina da democracia e se treinassem, com colegas de todas as nacionalidades europeias, nas regras do debate racional sobre todos os temas imagináveis da cidadania.</p>
<p>Antes disso ensinou, e bem, gerações de alunos. A doçura do seu carácter nunca a impediu de o fazer com competência, antes pelo contrário. Tratava-se maioritariamente, é certo, e como diria o F.J. Santos, de jovens da classe média; mas também havia entre eles muitos alunos provenientes de famílias com dificuldades económicas e isto nunca foi obstáculo a que entre professora e alunos se estabelecessem relações de afecto e respeito mútuo.</p>
<p>A infelicidade desta professora foi estar muitos anos afastada da escola, que entretanto mudou. Durante estes anos o poder político tirou o tapete de debaixo dos pés aos professores. Os que viveram este tempo na escola foram-se adaptando, mesmo em termos de idiossincrasia e carácter, às novas circunstâncias e aos novos alunos. Esta professora não teve oportunidade de se adaptar e caiu de chofre numa escola que não era a que ela conhecia: uma escola em que se tinha invertido a relação de poder entre professores e alunos, uma escola frequentada por jovens provenientes do mundo real, muito diferentes daqueles para quem o actual sistema de ensino foi feito e que só existem na cabeça dos teóricos da educação. Se é a professora que eu conheço, a estas horas deve estar desfeita, enquanto a aluna que a brutalizou se está provavelmente a rir. E isto, não tenho vergonha de o dizer, revolta-me até às entranhas.</p>
<p>Se esta professora falhou, falhou com mérito. Se na escola de hoje a doçura é vício e a dureza virtude, então o falhanço é honroso e o «sucesso» que nos exigem é vergonha.&#8221;</p>
<p>retirado de <a href="http://legoergosum.blogspot.com/2008/03/professora-brutalizada.html" rel="nofollow">http://legoergosum.blogspot.com/2008/03/professora-brutalizada.html</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Soares Carneiro</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/uns-tem-outros-nao/#comment-30122</link>
		<dc:creator>Tiago Soares Carneiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 18:54:51 +0000</pubDate>
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		<description>Cheguei agora da Páscoa em Família e não me posso dar ao luxo (nem tenho paciência) de ler todos os comentários anteriores.

Caro Daniel,

não concordo com a sua opinião neste post.
E porquê?

Em 1º lugar porque sou Professor e vejo o que se passa nas escolas.
Vejo o que se passa em casa (sou pai de 3).
Lembro-me como era quando era aluno.

Quando diz que a professora não devia ter "lutado" pelo telemóvel com a aluna concordo. Mas o que eu (como professor) vejo neste caso é uma professora FARTA de desrespeito, farta de má educação... É óbvio que estava descontrolada... Mas tb é óbvio (para quem é professor) que simplesmente "mandar" a aluna para a rua não resolveria NADA.
Não há punições para quem vai para a rua!!!
NÃO HÁ!!!! Digam o que disserem os entendidos. O que se passa nas escolas é uma vergonha.

Eu não tenho problemas de indisciplina (1,90m e 110kg LOL) mas já estou fartinho de aturar os "meninos". Nós professores, andamos sempre a mandar calar, a chamar à atenção, a parar conflitos, a parar insultos entre alunos, etc...

Eu sou disciplinador mas tenho muita pena de não ser professor no tempo em que era aluno. E eu só tenho 32 anos!!! Não foi antes do 25 de Abril!!!
Quando eu era aluno nós levantávamos-nos sempre que entrava um Professor na sala. Tb éramos crianças, fazíamos asneiras mas éramos EDUCADOS.

Eu já AVISEI as Professoras das minhas filhas!!!! Elas podem fazer asneiras - para isso há os castigos para as corrigir. Mas... MÁ EDUCAÇÃO????? Nunca!!! Não admito. Foi assim que fui educado.
Todas as crianças fazem asneiras. É normal.
Mal educadas só são aquelas que os pais deixam ser.

Se alguma vez uma professora me disser que as minhas filhas foram mal educadas eu EDUCO-AS.

Este é o grande mal!!!

Os professores não têm todos que ser disciplinadores!!! A disciplina tem que ter regras. LEIS!!! E quem não cumprir com elas é punido.

Há figuras que são mais facilmente caricaturadas mas não significa que tenham que ser banidas.
Uma professora desmotivada (e andamos quase todos), desautorizada, desrespeitada, leva ao que todos vimos no youtube.

Se houvesse LEIS (não há) para punir os faltosos isto mudava.
Agora que se lixa é esta menina que servirá de exemplo, e bem, mas rapidamente tudo voltará ao normal:
- meninos mal educados;
- pais ausentes da escola;
- professores desrespeitados;
- pais que fazem tudo para defender a má educação dos seus filhos PORQUE A CULPA É DELES!!!!

Abraço
Tiago

P.S. - peço desculpa pelo mau texto mas nem olhei para o que escrevi. Fui soltando as teclas... Vejam mais vídeos aqui: http://democraciaemportugal.blogspot.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cheguei agora da Páscoa em Família e não me posso dar ao luxo (nem tenho paciência) de ler todos os comentários anteriores.</p>
<p>Caro Daniel,</p>
<p>não concordo com a sua opinião neste post.<br />
E porquê?</p>
<p>Em 1º lugar porque sou Professor e vejo o que se passa nas escolas.<br />
Vejo o que se passa em casa (sou pai de 3).<br />
Lembro-me como era quando era aluno.</p>
<p>Quando diz que a professora não devia ter &#8220;lutado&#8221; pelo telemóvel com a aluna concordo. Mas o que eu (como professor) vejo neste caso é uma professora FARTA de desrespeito, farta de má educação&#8230; É óbvio que estava descontrolada&#8230; Mas tb é óbvio (para quem é professor) que simplesmente &#8220;mandar&#8221; a aluna para a rua não resolveria NADA.<br />
Não há punições para quem vai para a rua!!!<br />
NÃO HÁ!!!! Digam o que disserem os entendidos. O que se passa nas escolas é uma vergonha.</p>
<p>Eu não tenho problemas de indisciplina (1,90m e 110kg LOL) mas já estou fartinho de aturar os &#8220;meninos&#8221;. Nós professores, andamos sempre a mandar calar, a chamar à atenção, a parar conflitos, a parar insultos entre alunos, etc&#8230;</p>
<p>Eu sou disciplinador mas tenho muita pena de não ser professor no tempo em que era aluno. E eu só tenho 32 anos!!! Não foi antes do 25 de Abril!!!<br />
Quando eu era aluno nós levantávamos-nos sempre que entrava um Professor na sala. Tb éramos crianças, fazíamos asneiras mas éramos EDUCADOS.</p>
<p>Eu já AVISEI as Professoras das minhas filhas!!!! Elas podem fazer asneiras - para isso há os castigos para as corrigir. Mas&#8230; MÁ EDUCAÇÃO????? Nunca!!! Não admito. Foi assim que fui educado.<br />
Todas as crianças fazem asneiras. É normal.<br />
Mal educadas só são aquelas que os pais deixam ser.</p>
<p>Se alguma vez uma professora me disser que as minhas filhas foram mal educadas eu EDUCO-AS.</p>
<p>Este é o grande mal!!!</p>
<p>Os professores não têm todos que ser disciplinadores!!! A disciplina tem que ter regras. LEIS!!! E quem não cumprir com elas é punido.</p>
<p>Há figuras que são mais facilmente caricaturadas mas não significa que tenham que ser banidas.<br />
Uma professora desmotivada (e andamos quase todos), desautorizada, desrespeitada, leva ao que todos vimos no youtube.</p>
<p>Se houvesse LEIS (não há) para punir os faltosos isto mudava.<br />
Agora que se lixa é esta menina que servirá de exemplo, e bem, mas rapidamente tudo voltará ao normal:<br />
- meninos mal educados;<br />
- pais ausentes da escola;<br />
- professores desrespeitados;<br />
- pais que fazem tudo para defender a má educação dos seus filhos PORQUE A CULPA É DELES!!!!</p>
<p>Abraço<br />
Tiago</p>
<p>P.S. - peço desculpa pelo mau texto mas nem olhei para o que escrevi. Fui soltando as teclas&#8230; Vejam mais vídeos aqui: <a href="http://democraciaemportugal.blogspot.com" rel="nofollow">http://democraciaemportugal.blogspot.com</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Arrastão: Sumário</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/uns-tem-outros-nao/#comment-30121</link>
		<dc:creator>Arrastão: Sumário</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 23:39:34 +0000</pubDate>
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		<description>[...] em A autoridadepedro oliveira em A autoridadeAditamentos. &#171; A verdade da mentira! em Uns têm, outros nãoDaniel Oliveira em A autoridadetonibler em A autoridadenuno castro em A autoridadeIsabel em A [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] em A autoridadepedro oliveira em A autoridadeAditamentos. &laquo; A verdade da mentira! em Uns têm, outros nãoDaniel Oliveira em A autoridadetonibler em A autoridadenuno castro em A autoridadeIsabel em A [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Aditamentos. &#171; A verdade da mentira!</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/uns-tem-outros-nao/#comment-30120</link>
		<dc:creator>Aditamentos. &#171; A verdade da mentira!</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 23:02:23 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Liberalismo de esquerda;  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Liberalismo de esquerda;  [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: João Cerqueira</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/uns-tem-outros-nao/#comment-30119</link>
		<dc:creator>João Cerqueira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 03:13:13 +0000</pubDate>
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		<description>Daniel Oliveira

Provavelmente está cansado e não consegue responder como gostaria a todos os que o criticaram. É natural_ está a ser bombardeado.
Porém, afirmar que o que escrevi é «desonestidade intelectual» e «das coisas mais machistas ...» é risível e ridículo.
Contudo, uma vez que joga este jogo do confronto de ideias_ há que respeitar as regras!
E isso, Daniel Oliveira, não o fez!
A sua táctica foi a seguinte: à falta de melhor argumento, tentou tornar abjecto um comentário que não lhe agradou com despudorada deturpação (o que escrevi foi lido via email por dezenas de pessoas (muitas mulheres, algumas professoras, da direita à esquerda) e, concordando ou discordando, nenhuma encontrou «a  coisa mais machista»). Enfim, é fácil fazê-lo, lança uma cortina de fumo, afirma que tal nem merece resposta, mas pouco dignificante.
Assim, na tentativa de diminuir quem de si discorda, esqueceu-se contudo o Daniel Oliveira de responder à ideia central do que escrevi_ ou seja,
legitimar, desculpar ou  compreender a brutalidade de uma turma inteira sobre uma professora constitui um péssimo serviço à democracia. Pela simples razão de que o aumento da violência, da insegurança, do medo leva muitos cidadãos a serem seduzidos pelas promessas da extrema direita.
Por muito que lhe custe, o seu comentário desculpabilizou o agressor e culpou a vítima_ e tal, vindo de alguém com a sua exposição mediática pode ter consequências muito mais sérias do que supõe.
E para terminar, gostaria mesmo de jogar este jogo com as devidas regras _ fair play_, sem golpes baixos ou lama. Digo-o sem ironia!
Um homem inteligente como o Daniel Oliveira (e que acredito sinceramente possuir princípios e ideais nobres) certamente é capaz de rebater os argumentos dos «adversários» sem recurso à demagogia barata. Brandir o opróbio de ser «machista», «racista», «populista», nem sempre resulta e constitui um insulto à inteligência das centenas de pessoas que consultam esta página.
Francamente Daniel Oliveira, espero (e certamente «eles» também) muito mais de si.
Por isso, gentilmente, lhe peço que dê luta.

Cordialmente
João Cerqueira</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel Oliveira</p>
<p>Provavelmente está cansado e não consegue responder como gostaria a todos os que o criticaram. É natural_ está a ser bombardeado.<br />
Porém, afirmar que o que escrevi é «desonestidade intelectual» e «das coisas mais machistas &#8230;» é risível e ridículo.<br />
Contudo, uma vez que joga este jogo do confronto de ideias_ há que respeitar as regras!<br />
E isso, Daniel Oliveira, não o fez!<br />
A sua táctica foi a seguinte: à falta de melhor argumento, tentou tornar abjecto um comentário que não lhe agradou com despudorada deturpação (o que escrevi foi lido via email por dezenas de pessoas (muitas mulheres, algumas professoras, da direita à esquerda) e, concordando ou discordando, nenhuma encontrou «a  coisa mais machista»). Enfim, é fácil fazê-lo, lança uma cortina de fumo, afirma que tal nem merece resposta, mas pouco dignificante.<br />
Assim, na tentativa de diminuir quem de si discorda, esqueceu-se contudo o Daniel Oliveira de responder à ideia central do que escrevi_ ou seja,<br />
legitimar, desculpar ou  compreender a brutalidade de uma turma inteira sobre uma professora constitui um péssimo serviço à democracia. Pela simples razão de que o aumento da violência, da insegurança, do medo leva muitos cidadãos a serem seduzidos pelas promessas da extrema direita.<br />
Por muito que lhe custe, o seu comentário desculpabilizou o agressor e culpou a vítima_ e tal, vindo de alguém com a sua exposição mediática pode ter consequências muito mais sérias do que supõe.<br />
E para terminar, gostaria mesmo de jogar este jogo com as devidas regras _ fair play_, sem golpes baixos ou lama. Digo-o sem ironia!<br />
Um homem inteligente como o Daniel Oliveira (e que acredito sinceramente possuir princípios e ideais nobres) certamente é capaz de rebater os argumentos dos «adversários» sem recurso à demagogia barata. Brandir o opróbio de ser «machista», «racista», «populista», nem sempre resulta e constitui um insulto à inteligência das centenas de pessoas que consultam esta página.<br />
Francamente Daniel Oliveira, espero (e certamente «eles» também) muito mais de si.<br />
Por isso, gentilmente, lhe peço que dê luta.</p>
<p>Cordialmente<br />
João Cerqueira</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: isabel</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/uns-tem-outros-nao/#comment-30118</link>
		<dc:creator>isabel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 01:59:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/educacao/uns-tem-outros-nao/#comment-30118</guid>
		<description>Retirou o meu comentário, porque sei demais e não interessa divulgar... podem escarafunchar...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Retirou o meu comentário, porque sei demais e não interessa divulgar&#8230; podem escarafunchar&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: who let the dogs out?</title>
		<link>http://arrastao.org/educacao/uns-tem-outros-nao/#comment-30117</link>
		<dc:creator>who let the dogs out?</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 22:21:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/educacao/uns-tem-outros-nao/#comment-30117</guid>
		<description>O comentador que postou isto
"João Cardoso  21 Mar 2008 às 16:23

Não sou treinador desta bancada, e tenho imensas saudades de trabalhar nesta divisão." tocou no osso. Sabe lindamente onde dói e onde arde o sistema.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O comentador que postou isto<br />
&#8220;João Cardoso  21 Mar 2008 às 16:23</p>
<p>Não sou treinador desta bancada, e tenho imensas saudades de trabalhar nesta divisão.&#8221; tocou no osso. Sabe lindamente onde dói e onde arde o sistema.</p>
]]></content:encoded>
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