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	<title>Comentários em: Debate à esquerda (actualizado)</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
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		<title>Por: cinco dias &#187; Que Fazer?</title>
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		<dc:creator>cinco dias &#187; Que Fazer?</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 14:36:01 +0000</pubDate>
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		<description>[...] debatidas, há cerca de dois anos, numa discussão que o Daniel fez, então, o favor de centralizar aqui no Arrastão. Entretanto, imagino que esta demissão da problemática do Poder possa ser [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] debatidas, há cerca de dois anos, numa discussão que o Daniel fez, então, o favor de centralizar aqui no Arrastão. Entretanto, imagino que esta demissão da problemática do Poder possa ser [...]</p>
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		<title>Por: Arrastão: Dois anos</title>
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		<dc:creator>Arrastão: Dois anos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2008 00:12:41 +0000</pubDate>
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		<description>[...] da escolha do momento para a fazer e as greves em Portugal Tudo como antes: O congresso da CGTP Debate à esquerda e Muito à frente. Muito atrás.: Polémica entre blogues sobre a esquerda e o Estado Voltar atrás [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] da escolha do momento para a fazer e as greves em Portugal Tudo como antes: O congresso da CGTP Debate à esquerda e Muito à frente. Muito atrás.: Polémica entre blogues sobre a esquerda e o Estado Voltar atrás [...]</p>
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		<title>Por: O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; Enquanto isso à esquerda</title>
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		<dc:creator>O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; Enquanto isso à esquerda</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 07:32:23 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Oliveira. Com toda a autoridade que tenho para o fazer (absolutamente nenhuma), e depois de ler este post, gostaria de o convidar a escrever nO Insurgente. Senão vejamos: Descendo à terra. Há uma [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Oliveira. Com toda a autoridade que tenho para o fazer (absolutamente nenhuma), e depois de ler este post, gostaria de o convidar a escrever nO Insurgente. Senão vejamos: Descendo à terra. Há uma [...]</p>
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		<title>Por: Debate à esquerda &#171; Foice dos dedos</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/debate-a-esquerda/comment-page-1/#comment-22086</link>
		<dc:creator>Debate à esquerda &#171; Foice dos dedos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 23:49:07 +0000</pubDate>
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		<description>[...] A série de debates está aqui. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] A série de debates está aqui. [...]</p>
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		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/debate-a-esquerda/comment-page-1/#comment-22085</link>
		<dc:creator>Miguel Madeira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 21:47:55 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Aqueles que veneram Chávez contra aqueles que apenas adoram Chávez (neste debate o Daniel Oliveira representa a ala direitista)&quot;

Só por curiosidade - quem é a &quot;ala esquerda&quot; e a &quot;ala direita&quot;? Os que &quot;veneram&quot; ou os que &quot;adoram&quot;?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Aqueles que veneram Chávez contra aqueles que apenas adoram Chávez (neste debate o Daniel Oliveira representa a ala direitista)&#8221;</p>
<p>Só por curiosidade &#8211; quem é a &#8220;ala esquerda&#8221; e a &#8220;ala direita&#8221;? Os que &#8220;veneram&#8221; ou os que &#8220;adoram&#8221;?</p>
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		<title>Por: Muito à frente. Muito atrás. at Arrastão</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/debate-a-esquerda/comment-page-1/#comment-22084</link>
		<dc:creator>Muito à frente. Muito atrás. at Arrastão</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 21:00:17 +0000</pubDate>
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		<description>[...] em Chegou Muammar Abu Minyar al-GaddafiDaniel Arruda em A linha editorial da MadeiraAmilcar em Debate à esquerda (actualizado)carlos pinto em Debate à esquerda (actualizado)Lutz em Nem na morte a liberdadeTárique em Viola no [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] em Chegou Muammar Abu Minyar al-GaddafiDaniel Arruda em A linha editorial da MadeiraAmilcar em Debate à esquerda (actualizado)carlos pinto em Debate à esquerda (actualizado)Lutz em Nem na morte a liberdadeTárique em Viola no [...]</p>
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		<title>Por: The Studio</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/debate-a-esquerda/comment-page-1/#comment-22083</link>
		<dc:creator>The Studio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 19:48:20 +0000</pubDate>
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		<description>Debates à Esquerda: Aqueles que veneram Chávez contra aqueles que apenas adoram Chávez (neste debate o Daniel Oliveira representa a ala direitista). Eu por mim também gosto do Chávez. Cada vez que aparece na televisão consegue fazer-me rir sempre. Depois do fuso horário de horas completas ser coisa de capitalista, ontem apareceu a imitar o presidente da Colômbia... genial. Força Chávez!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Debates à Esquerda: Aqueles que veneram Chávez contra aqueles que apenas adoram Chávez (neste debate o Daniel Oliveira representa a ala direitista). Eu por mim também gosto do Chávez. Cada vez que aparece na televisão consegue fazer-me rir sempre. Depois do fuso horário de horas completas ser coisa de capitalista, ontem apareceu a imitar o presidente da Colômbia&#8230; genial. Força Chávez!</p>
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		<title>Por: Pedro Rodrigues</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/debate-a-esquerda/comment-page-1/#comment-22082</link>
		<dc:creator>Pedro Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 19:31:35 +0000</pubDate>
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		<description>Também tenho acompanhado o debate e  reconheço que neste momento é difícil entrar nele até porque já  saltou à muito as fronteiras (também elas muito pouco estanques num debate deste tipo)  o tema do estado e da democracia.
No entanto penso que chegou a um ponto que é identificável as questões levantadas sobre a ausência de propostas politicas concretas e objectivas apresentadas  (sobretudo pelo João Rodrigues) a um modelo não estatizante na regulação das relações económicas e sociais. Num mundo todo ele institucionalizado pelo modelo sistémico e ideológico vigente num estado de desenvolvimento e aprofundamento sem paralelo, onde o processo de aculturação dos povos se faz à escala planetária não se torna plausível  que sejam as mesmas receitas revolucionárias de à cem anos atrás sejam elas soluções para os novos paradigmas. Do ponto de vista da análise em muitos casos permanecem actualíssimas,  com algumas diferenças de sujeito e conceito (o capitalismo industrial deixou de ser o principal explorador para ser agora o financeiro, a luta de classes aos olhos das classes assalariadas foi esvaziada pois a tercearização e especialização do  trabalho, o aparecimento das classes médias, acesso a bens de consumo etc, etc, etc, dificulta a consciência de classe, a luta faz-se cada vez mais através do seu internacionalismo em vez das fronteiras nacionais, e poderíamos continuar). Claro que para quem se move dentro do modelo sistémico actual o  debate e a argumentação torna-se menos difícil pois concentra-se em reformar, talvez por vezes até em encontrar formas originais e inovadoras de relação das estruturas, mas sempre  com a matriz da super-estrutura existente, mais complicado é para quem pretende lutar contra ele, destruí-lo e ao mesmo tempo ter que mover-se nos corredores sombrios da pseudo-democraticidade, do direito e das legitimidades do modelo, do sistema e da ideologia. Sendo então o actual  processo de construção social tão complexo comecemos talvez por democratizá-lo e descapiltalizá-lo. Como? Todos temos que pensar e, como estamos em época disso temos que inovar. O  que é que isto quer dizer? Não sei, mas nos últimos tempos também ninguém o conseguiu nem os mais ou menos estatizantes. Mais que um programa de transição neste momento precisamos de um programa de comunicação.
Sobre a esta última questão em concreto penso que brevemente voltarei e voltaremos a ela.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também tenho acompanhado o debate e  reconheço que neste momento é difícil entrar nele até porque já  saltou à muito as fronteiras (também elas muito pouco estanques num debate deste tipo)  o tema do estado e da democracia.<br />
No entanto penso que chegou a um ponto que é identificável as questões levantadas sobre a ausência de propostas politicas concretas e objectivas apresentadas  (sobretudo pelo João Rodrigues) a um modelo não estatizante na regulação das relações económicas e sociais. Num mundo todo ele institucionalizado pelo modelo sistémico e ideológico vigente num estado de desenvolvimento e aprofundamento sem paralelo, onde o processo de aculturação dos povos se faz à escala planetária não se torna plausível  que sejam as mesmas receitas revolucionárias de à cem anos atrás sejam elas soluções para os novos paradigmas. Do ponto de vista da análise em muitos casos permanecem actualíssimas,  com algumas diferenças de sujeito e conceito (o capitalismo industrial deixou de ser o principal explorador para ser agora o financeiro, a luta de classes aos olhos das classes assalariadas foi esvaziada pois a tercearização e especialização do  trabalho, o aparecimento das classes médias, acesso a bens de consumo etc, etc, etc, dificulta a consciência de classe, a luta faz-se cada vez mais através do seu internacionalismo em vez das fronteiras nacionais, e poderíamos continuar). Claro que para quem se move dentro do modelo sistémico actual o  debate e a argumentação torna-se menos difícil pois concentra-se em reformar, talvez por vezes até em encontrar formas originais e inovadoras de relação das estruturas, mas sempre  com a matriz da super-estrutura existente, mais complicado é para quem pretende lutar contra ele, destruí-lo e ao mesmo tempo ter que mover-se nos corredores sombrios da pseudo-democraticidade, do direito e das legitimidades do modelo, do sistema e da ideologia. Sendo então o actual  processo de construção social tão complexo comecemos talvez por democratizá-lo e descapiltalizá-lo. Como? Todos temos que pensar e, como estamos em época disso temos que inovar. O  que é que isto quer dizer? Não sei, mas nos últimos tempos também ninguém o conseguiu nem os mais ou menos estatizantes. Mais que um programa de transição neste momento precisamos de um programa de comunicação.<br />
Sobre a esta última questão em concreto penso que brevemente voltarei e voltaremos a ela.</p>
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		<title>Por: Amilcar</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/debate-a-esquerda/comment-page-1/#comment-22081</link>
		<dc:creator>Amilcar</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 17:31:36 +0000</pubDate>
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		<description>E a des-cronologia:

http://obitoque.blogspot.com/2007/12/diz-que-disse.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E a des-cronologia:</p>
<p><a href="http://obitoque.blogspot.com/2007/12/diz-que-disse.html" rel="nofollow">http://obitoque.blogspot.com/2007/12/diz-que-disse.html</a></p>
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		<title>Por: carlos pinto</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/debate-a-esquerda/comment-page-1/#comment-22080</link>
		<dc:creator>carlos pinto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 17:25:06 +0000</pubDate>
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		<description>Francamente, parece-me que as discussões daqueles gajos são a conseqência de falta de namoradas(os) ou de outra qualquer coisa mais interessante que a história do pensamento económico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Francamente, parece-me que as discussões daqueles gajos são a conseqência de falta de namoradas(os) ou de outra qualquer coisa mais interessante que a história do pensamento económico.</p>
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