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	<title>Comentários em: Muito à frente. Muito atrás.</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
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		<title>Por: Arrastão: Quem disse que não?</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/muito-a-frente-muito-atras/comment-page-1/#comment-22124</link>
		<dc:creator>Arrastão: Quem disse que não?</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Dec 2007 13:49:08 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Aproveito este post para esclarecer a minha posição, respondendo a este post do Nuno Teles: não considero o proteccionismo inaceitável em qualquer circunstância. Considero-o apenas autista quando é usado por países mais ricos para a defesa de direitos sociais perante a competição dos países mais pobres. E inaceitável de um ponto de vista de esquerda. Porque ergue uma fortaleza económica e de bem-estar que perpetua a miséria para lá do muro. E será incapaz de o fazer, porque o que não nos entra pela porta entrará pela janela. Neste sentido, concordo com o o que João Rodrigues diz sobre o proteccionismo neste post em resposta ao meu. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Aproveito este post para esclarecer a minha posição, respondendo a este post do Nuno Teles: não considero o proteccionismo inaceitável em qualquer circunstância. Considero-o apenas autista quando é usado por países mais ricos para a defesa de direitos sociais perante a competição dos países mais pobres. E inaceitável de um ponto de vista de esquerda. Porque ergue uma fortaleza económica e de bem-estar que perpetua a miséria para lá do muro. E será incapaz de o fazer, porque o que não nos entra pela porta entrará pela janela. Neste sentido, concordo com o o que João Rodrigues diz sobre o proteccionismo neste post em resposta ao meu. [...]</p>
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		<title>Por: Luis</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/muito-a-frente-muito-atras/comment-page-1/#comment-22123</link>
		<dc:creator>Luis</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 16:41:37 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Muito à frente. Muito atrás&quot;? De esguelha, como é costume.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Muito à frente. Muito atrás&#8221;? De esguelha, como é costume.</p>
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		<title>Por: Luis Moreira</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/muito-a-frente-muito-atras/comment-page-1/#comment-22122</link>
		<dc:creator>Luis Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 00:15:39 +0000</pubDate>
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		<description>É isso DO.eu diria até que em Portugal defendo serviços públicos que não defenderia se estivesse inserido numa sociedade mais justa.

E um conceito fundamental é que os serviços públicos não têm que ser prestados pelo Estado .A melhor forma de os defender é prestá-los com qualidade e o Estado não tem que ser o melhor prestador.

Porque há uma questão que muito mal tem feito á credibilidade do Estado,como seja a concentração monstruosa de meios (financeiros,poder,humanos)
á volta dos quais se montam as mais desvairadas ambições e prepotências.

É por aí que se defende o Estado no que é fundamental e que  ninguem pode substituir!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É isso DO.eu diria até que em Portugal defendo serviços públicos que não defenderia se estivesse inserido numa sociedade mais justa.</p>
<p>E um conceito fundamental é que os serviços públicos não têm que ser prestados pelo Estado .A melhor forma de os defender é prestá-los com qualidade e o Estado não tem que ser o melhor prestador.</p>
<p>Porque há uma questão que muito mal tem feito á credibilidade do Estado,como seja a concentração monstruosa de meios (financeiros,poder,humanos)<br />
á volta dos quais se montam as mais desvairadas ambições e prepotências.</p>
<p>É por aí que se defende o Estado no que é fundamental e que  ninguem pode substituir!</p>
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		<title>Por: O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; Enquanto isso à esquerda</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/muito-a-frente-muito-atras/comment-page-1/#comment-22121</link>
		<dc:creator>O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; Enquanto isso à esquerda</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 20:18:31 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Oliveira. Com toda a autoridade que tenho para o fazer (absolutamente nenhuma), e depois de ler isto, gostaria de o convidar a escrever nO Insurgente. Senão vejamos: Descendo à terra. Há uma [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Oliveira. Com toda a autoridade que tenho para o fazer (absolutamente nenhuma), e depois de ler isto, gostaria de o convidar a escrever nO Insurgente. Senão vejamos: Descendo à terra. Há uma [...]</p>
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		<title>Por: pma</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/muito-a-frente-muito-atras/comment-page-1/#comment-22120</link>
		<dc:creator>pma</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 17:56:07 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Comunitarismo&quot;?!

não estamos sempre a ouvir falar, esquerda e direita, da importância do envolvimento das populações( e não apenas através do voto) na vida da comunidade.?

não se ouvem criticas (neste caso talvez mais à esquerda) aos condominios fechados, pelo que eles diminuem a vivencia de bairo, a interligação de vizinhos, no fundo, o espírito de comunidade!?

é assim tão grave crime usar este termo, ou apenas o é por se tratar de algo comummente associado à direita!?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Comunitarismo&#8221;?!</p>
<p>não estamos sempre a ouvir falar, esquerda e direita, da importância do envolvimento das populações( e não apenas através do voto) na vida da comunidade.?</p>
<p>não se ouvem criticas (neste caso talvez mais à esquerda) aos condominios fechados, pelo que eles diminuem a vivencia de bairo, a interligação de vizinhos, no fundo, o espírito de comunidade!?</p>
<p>é assim tão grave crime usar este termo, ou apenas o é por se tratar de algo comummente associado à direita!?</p>
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		<title>Por: Os Tempos Que Correm &#187; Melhorismo</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/muito-a-frente-muito-atras/comment-page-1/#comment-22119</link>
		<dc:creator>Os Tempos Que Correm &#187; Melhorismo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 17:17:56 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Ler o post todo aqui. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Ler o post todo aqui. [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Daniel Oliveira</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/muito-a-frente-muito-atras/comment-page-1/#comment-22118</link>
		<dc:creator>Daniel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 17:12:52 +0000</pubDate>
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		<description>Rick, se tivesse carta de condução e muito dinheiro ia para um Volvo. Mais social-democrata, mais elegante e mais quadrado. Por enquanto tenho de me contentar com uma Vespa 50cc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rick, se tivesse carta de condução e muito dinheiro ia para um Volvo. Mais social-democrata, mais elegante e mais quadrado. Por enquanto tenho de me contentar com uma Vespa 50cc.</p>
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		<title>Por: Patricia</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/muito-a-frente-muito-atras/comment-page-1/#comment-22117</link>
		<dc:creator>Patricia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 17:12:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/esquerda/muito-a-frente-muito-atras/#comment-22117</guid>
		<description>Nestas discussões teóricas que eu tenho alguma dificuldade ficam-me muitas dúvidas.Falar do papel do Estado em relação á prestação de serviços públicos de qualidade mais ou menos gratuitos para mim faz sentido,contudo os serviços públicos podem e devem ser objecto de analise porque com os mesmos recursos talvez seja possível melhorar a qualidade.Não estou a falar nas reorganizações como acontece no privado em que se pensa logo em despedir pessoal,mas com o pessoal que existe a mais nuns serviços seria possível melhorar outros,quando falo nisto penso logo nos serviços administrativos no sector da justiça.Mas o Estado Democrático que cobra os impostos tem um papel muito importante na redistribuição dos rendimentos.Em relação a questão do Estado Nação já estamos noutra,já perdemos porque achámos bem faze-lo uma grande parte da soberania,que aliás tambem tem muitos reflexos na economia,e em quase todos os sectores da vida nacional.Nesta questão muito falada do que é politica de direita e politica de esquerda acho que temos que acrescentar outro conceito,sem deixar de nos locais apropriados lutar por melhores soluções para o nosso País,que é o da politica possível.Portugal na União Europeia é um pais com pouco peso para mudar as decisões que já assumiu durante os últimos vinte anos,e porque me parece ser consensual em todos os sectores ninguém está interessado em sair da UE ou da zona euro.Estou em crer que se houver referendo ao tratado reformador ele é aprovado.Nós sabemos cada um a sua maneira aquilo que queriamos para os portugueses,mas quanto aos caminhos para lá chegar temos sempre de ter em linha de conta a situação de que partimos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nestas discussões teóricas que eu tenho alguma dificuldade ficam-me muitas dúvidas.Falar do papel do Estado em relação á prestação de serviços públicos de qualidade mais ou menos gratuitos para mim faz sentido,contudo os serviços públicos podem e devem ser objecto de analise porque com os mesmos recursos talvez seja possível melhorar a qualidade.Não estou a falar nas reorganizações como acontece no privado em que se pensa logo em despedir pessoal,mas com o pessoal que existe a mais nuns serviços seria possível melhorar outros,quando falo nisto penso logo nos serviços administrativos no sector da justiça.Mas o Estado Democrático que cobra os impostos tem um papel muito importante na redistribuição dos rendimentos.Em relação a questão do Estado Nação já estamos noutra,já perdemos porque achámos bem faze-lo uma grande parte da soberania,que aliás tambem tem muitos reflexos na economia,e em quase todos os sectores da vida nacional.Nesta questão muito falada do que é politica de direita e politica de esquerda acho que temos que acrescentar outro conceito,sem deixar de nos locais apropriados lutar por melhores soluções para o nosso País,que é o da politica possível.Portugal na União Europeia é um pais com pouco peso para mudar as decisões que já assumiu durante os últimos vinte anos,e porque me parece ser consensual em todos os sectores ninguém está interessado em sair da UE ou da zona euro.Estou em crer que se houver referendo ao tratado reformador ele é aprovado.Nós sabemos cada um a sua maneira aquilo que queriamos para os portugueses,mas quanto aos caminhos para lá chegar temos sempre de ter em linha de conta a situação de que partimos.</p>
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		<title>Por: Rick Dangerous</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/muito-a-frente-muito-atras/comment-page-1/#comment-22116</link>
		<dc:creator>Rick Dangerous</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 17:09:22 +0000</pubDate>
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		<description>Daniel,
por enquanto quero apenas dizer que não estou em desacordo com a defesa de direitos sociais. E como tu, penso que o direito a aprender também passa pela crítica da actual escola pública.
Deixo o resto para uma comentário mais longo no spectrum. Mas não me parece que os únicos debates interessantes sejam aqueles para os quais há respostas  inquestionáveis. Até prova em contrário, os debates interessantes são aqueles para os quais não existe uma resposta satisfatória.
E o problema da correlação de forças parece-me estar precisamente na «naturalização» do Estado e da lei, como se não fizessem parte da correlação de forças e fossem um terreno neutro onde cada um se move à sua vontade.
E se continuas com as caricaturas tipo «deprimentes esperanças revolucionárias em putos de cara tapada a mandar pedras à bófia» vou ter de falar do teu porche ; )</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel,<br />
por enquanto quero apenas dizer que não estou em desacordo com a defesa de direitos sociais. E como tu, penso que o direito a aprender também passa pela crítica da actual escola pública.<br />
Deixo o resto para uma comentário mais longo no spectrum. Mas não me parece que os únicos debates interessantes sejam aqueles para os quais há respostas  inquestionáveis. Até prova em contrário, os debates interessantes são aqueles para os quais não existe uma resposta satisfatória.<br />
E o problema da correlação de forças parece-me estar precisamente na «naturalização» do Estado e da lei, como se não fizessem parte da correlação de forças e fossem um terreno neutro onde cada um se move à sua vontade.<br />
E se continuas com as caricaturas tipo «deprimentes esperanças revolucionárias em putos de cara tapada a mandar pedras à bófia» vou ter de falar do teu porche ; )</p>
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	<item>
		<title>Por: inthelimbo</title>
		<link>http://arrastao.org/esquerda/muito-a-frente-muito-atras/comment-page-1/#comment-22115</link>
		<dc:creator>inthelimbo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 16:35:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/esquerda/muito-a-frente-muito-atras/#comment-22115</guid>
		<description>Daniel eu também não digo que o estado se deve demitir das suas obrigações sociais entregando-as ao mercado (aliás, nem utilizaria a palavra mercado; antes sociedade civil).
No entanto penso que o estado apenas deve intervir quando na sociedade civil não haja respostas &quot;voluntárias&quot;, e que essa intervenção estatal passe o mais possível pelo encorajamento da soc. civil do que pela substituição da mesma através de cobranças coercivas para prestar esses serviços (muitas vezes mal e cheia de desperdícios) .

Deixo aqui um exemplo que assisti de solidariedade voluntária da comunidade da aldeia onde nasci: uma familia de baixos recursos, ficou ainda em piores condições quando faleceu o marido e pai de 4 crianças. A restante familia ficou sem o único parco salário mensal e casa velha em péssimas condições. O que assisti e participei a seguir, foi a ajuda na remodelação da casa, no recheio da mesma, apoio na vida escolar das crianças e arranjando pequenas tarefas remuneradas para a mãe. Tudo sem a intervenção do estado, tudo feito de forma voluntária. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel eu também não digo que o estado se deve demitir das suas obrigações sociais entregando-as ao mercado (aliás, nem utilizaria a palavra mercado; antes sociedade civil).<br />
No entanto penso que o estado apenas deve intervir quando na sociedade civil não haja respostas &#8220;voluntárias&#8221;, e que essa intervenção estatal passe o mais possível pelo encorajamento da soc. civil do que pela substituição da mesma através de cobranças coercivas para prestar esses serviços (muitas vezes mal e cheia de desperdícios) .</p>
<p>Deixo aqui um exemplo que assisti de solidariedade voluntária da comunidade da aldeia onde nasci: uma familia de baixos recursos, ficou ainda em piores condições quando faleceu o marido e pai de 4 crianças. A restante familia ficou sem o único parco salário mensal e casa velha em péssimas condições. O que assisti e participei a seguir, foi a ajuda na remodelação da casa, no recheio da mesma, apoio na vida escolar das crianças e arranjando pequenas tarefas remuneradas para a mãe. Tudo sem a intervenção do estado, tudo feito de forma voluntária. <img src='http://arrastao.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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