Por Daniel Oliveira
John Thain, CEO da Marril Lynch: 10, 6 milhões de euros de bónus em 2007
Richard Fuld, CEO da Lehman Brothers: 3 milhões de euros de bónus em 2007
Martin Sullivan, CEO da AIG: 2,7 milhões de euros de bónus em 2007
Daniel Mudd, CEO da Fannie Mae: Um milhão e seiscentos mil de euros de bónus em 2007
Richard Syron, CEO da Freddie Mac: Um milhão e meio de euros de bónus em 2007
Fonte: Público
11 comentários 17 Set 08 em EUA, Mercado e Liberais



Aqui já foca um aspecto muito importante e interessante: Os responsáveis por decisões que se revelaram prejudiciais são responsabilizados ?
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Sem querer politizar a coisa, não posso deixar de o fazer: esse mesmo John Thain é apoiante de John “lower taxes, less government” McCain.
(ou http://video.marketwatch.com/m/20931686/merrill_s_john_thain_on_mccain_vs_obama.htm?pageid=15969 )
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É realmente escandaloso esta questão dos prémios aos orgãos de gestão.
Interessante e ainda mais escandaloso era saber o que se passa aqui na Praia Lusitana…..
Algum jornalista que não faça só jornalismo copy/paste por ai? Tipo…TAP…CP…Águas de Portugal…EPUL…todas essas empresas municipais que gravitam por ai…
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Tarzam:
Parece que vão responsabilizar os porteiros.
Porque permitiam que esses senhores entrassem nas instalações. Voilá.
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Pobres accionistas. Estou cheio de pena deles.
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Mas isso foi em 2007. A crise, supostamente, foi em 2008. Pelo menos há quem queira fazer-nos acreditar que sim.
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E o CEO da EPAL? E os Oliveira e Costa (pai e filho) do BPN? E o Jardim Gonçalves? Bem mais do que tudo aquilo que aqui está somado? E o gajo da REN? E da CP? E da ANA? E da GALP? E da PT? Aqui são gajos. Muitos!! E, e, e, e…
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Mas esses milhões se lhes fossem entregues a eles eram entregues aos accionistas. Que diferença faz? Pensar que esses milhões pudessem ser distribuídos pelos trabalhadores é de louco. Isso seria profundamente injusto.
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Os de 1929 tinham vergonha na cara.
Atiravam-se do quinquagésimo sexto andar.
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Só nos resta consolar-mo-nos a nós mesmos, como estes:
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Se há país em que os gestores são responsabilizados é os EUA. Lá é-se preso anos por crimes fiscais, gestão danosa, crimes de uso de informações preveligiadas, fraudes, etc. É claro que estas pessoas são muito bem pagas, mas deve ser o país onde são mais responsabilizados.
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