
Obama teve 55% dos votos na Carolina do Sul. Hillary apenas 27%. E Edwards 18%.
Publicado por Daniel Oliveira 27 de Janeiro de 2008 em EUA
Obama teve 55% dos votos na Carolina do Sul. Hillary apenas 27%. E Edwards 18%.
Publicado por Daniel Oliveira 27 de Janeiro de 2008 em EUA
Uau!… 60% de votos de mulheres de 40% de homens. E ganhou com essa vantagem toda. Grande vitória.
Ontem ao ver o “eixo do mal”, tive sérias dúvidas
se o programa não datava de há vários anos.
Felizmente que há boas notícias hoje.
Um viva para Obama.
Um viva para Marinho Pinto.
E um viva para si também, tem o melhor blogue cá do burgo.
Não entendo o frisson com Obama,do analista politico.Ou é naíf,ou é é crente da nªsrª de fátima
eu, já expliquei neste blogue a minha simpatia por Obama
The danse macabre of US-style democracy
John Pilger
«The former president of Tanzania Julius Nyerere once asked, “Why haven’t we all got a vote in the US election? Surely everyone with a TV set has earned that right just for enduring the merciless bombardment every four years.”»
…
«Nothing has changed. Barack Obama is a glossy Uncle Tom who would bomb Pakistan. Hillary Clinton, another bomber, is anti-feminist. John McCain’s one distinction is that he has personally bombed a country.»
http://www.johnpilger.com/page.asp?partid=471
Estou convencido que Mr. Obama teve uma vitória de Pirro.
Esta vitória mostrou que, independentemente da sua vontade, tem como principal suporte o voto étnico. Isto vai polarizar as divisões étnicas e assim, julgo que será vencido nas próximas votações pelos votos das outras etnias.
Os EUA têm problemas étnicos independentemente das nossas posições ideológicas!
Se por razões que não conjecturo (mas em política devemos admitir todas as possibilidades) Mr. Obama conseguir a nomeação, penso que pelos mesmos motivos acima apontados, qualquer candidato republicano tem o caminho para a Presidência enormemente facilitado.
Jam
Don’t be so excited!
8 votos em cada 10 negros 1 voto em cada 4 brancos.
Foi na Carolina do Sul.
Claro, ganhe quem ganhar, no fim da legislatura (eventualmente de 10 anos) estaremos novamente desiludidos. É a política. Mas o Obama também me entusiasma.
Há coisas que o meu limitado cérebro não atinge: jornalistas, comentadores, “comentadores”, políticos, e etc, andaram a impingir-nos (a facturar com) a inquestionável importância, primeiro do Iowa, depois de New Hampshire, quando afinal a sua insignificância era total e absoluta.