A montanha pariu um cherne, por Ricardo Paes Mamede, nos inevitáveis Ladrões de bicicletas.

O planinho Barroso, por João Pinto e Castro, no Jugular.


7 respostas ao post “Leitura recomendada”  

  1. 1 1  spartakus

    Que horror!!! Acordar, mal, vir aqui e apanhar lçogo esta gente? Pela manhã? Bahhhhhhhhhhhhh…não se faz.

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  2. 2 2  Maria

    Afinal de contas não somos só nós que andamos tesos; os que mandam tambem parecem um bocado aflitos,olha para eles á procura dos tostões…..

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  3. 3 3  spartakus

    Vá que já me ri.
    O Daniel anda por aí? Os gajos do Pêcê atazinam um gajo. E querem Vocês ” convergências “…com aquilo? Eu sei que a ideia de Estado vos une mas mesmo assim…
    http://bandeiranegra1.wordpress.com/2008/12/02/por-muito-sentido-que-faca-e-a-corporacao-tenha-razao/
    Abraços.

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  4. 4 4  balburdio

    o que acontece quando lorpas do marketing como o João Pinto e Castro se imiscuem em seara alheia e começam a falar de economia, é a mesma coisa que acontece quando o homem do talho começa a falar de zoologia! um chorrilho de disparates de todos os calibres!

    o homem ou mente à exaustão ou é um perfeito ignorante, um desses analfabetos esclarecidos que pensa que sabe mas nem sequer percebeu o pouco que leu!
    Este plano de investimento de 1,5% é equilibrado, dado que não condiciona outras iniciativas, é um plano e não O plano, outros podem seguir-se
    E na realidade esta crise é bastante mais moderada que a grande depressão, já que os tempos de reacção foram muito menores.
    Na prática baixar impostos e aumentar a despesa não são alternativas mas sim complementares na óptica keynesiana de reação a uma crise.

    Baixar os impostos é de facto uma solução, já que as empresas perderam uma parte substancial do seu capital e precisam de o recuperar. Se uma empresa pode contar com parte do dinheiro que entregaria ao fisco pode gastar mais e terá uma menor tendência para “amealhar”.
    Apoiar a industria automóvel é fundamental já que é um sector de charneira. A sua queda arrastaria muitos outros sectores, principalmente os tecnológicos ligados precisamente às empresas mais inovadoras e de quem muito se espera na luta contra esta crise. Tendo que investir é óbvio que devemos aproveitar para introduzir num sector de certo modo conservador, uma nova mentalidade pró-ambiente, aliás é forçoso, dado o cenário catastrófico, que tal seja feito e só um mentecapto poderia defender o contrário!

    Quanto ao investimento, é um erro normal para um leigo achar que um determinado investimento por só ter retorno ao fim de um tempo relativamente grande seja de evitar.
    Antes de mais, convém perspectivar a crise: o João Pinto e Castro fala de retorno em produtividade ao fim de vários anos, mas quantos anos acha ele que esta crise vai durar???
    E, como leigo, ignora que o investimento por sí só gera produtividade. Um investimento com retorno a 10 anos, após ter sido implementado (+/-1- 2 anos) já gerou retorno para muitos agentes intervenientes: gerou emprego, atraiu investidores, pagou a fornecedores, criou conhecimento e mais valias que podem ser aplicadas noutros sítios, injectou capital na economia real e capacitou vário intervenientes.
    Tudo isto, 8 ou 9 anos antes de ter efectivamente um retorno produtivo!
    Depois apela ao investimento rápido, com impacto apenas no emprego, ou seja aquele tipo de investimento que em pouco ou nada se distingue de pagar subsídio de desemprego, já que não haverá grande retorno no futuro nem há grande dinamização no presente. Já o conhecemos, foi o que afundou o país na época do Guterres!
    Convém ainda dizer que a recomendação de keynes foi guardada na secretária de roosevelt, que apenas gastou no que valia a pena.
    felizmente, ao contrário destes líricos, os nossos govrnantes estão cada vez mais atentos!

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  5. 5 5  Luis Moreira

    É verdade que há muita gente a falar de economia e muito pouca a dizer algo de novo.O que se lê por aqui (na blogosfera) pode ler-se em qualquer revista da especialidade.O pior é quando começam a inventar.E porra, eu não invento com o que me custou uma vida a aprender.É mais fácil ser treinador de bancada.

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  6. 6 6  Luis Moreira

    mas já agora,deixe tambem que lhe diga que estes investimentos são uma desgraça para o país. Não são precisos (TGV e autoestradas) e o aeroporto é muito discutivel.E as vantagens que lhes vê caem por terra quando sabemos que o dinheiro vem lá de fora,que os juros vão atingir 100% do PIB, que os grandes fornecimentos de tecnologia e “Know How” vêm lá de fora (logo, pedimos dinheiro que vai voltar) e vamos ter aqui ,por arrasto,a montante,uma ajuda às PMEs. Se me falasse em barragens (problema central do futuro,a água), em tecnologia de energia alternativas,e em apoio ao consumo,apoiando assim a produção nacional,o caminho seria bem mais seguro.Assim, é mais do mesmo.Infelizmente,já sabemos no que dá.Estamos sempre atrazados em relação a quem não “vai” em investimentos megalómanos. Há aí um grande mau exemplo.A Madeira. Agora está a preparar-se para fazer obras em duplicado porque economia,fora o turismo, não tem!

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  7. 7 7  balburdio

    Mais uma coisa, convém não idolatrar estes novos “new deal”, com estes modernos “roosevelts” versão afro à cabeça!!

    O original foi um rotundo falhanço, os EUA acabariam por sair da depressão ao entrarem na 2ª guerra mundial.
    Aliás foi uma das razões que levou Roosevelt a querer entrar na guerra, no fim não passou de um grande negócio!!

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