Soubemos esta semana que o CDS não tem vice-presidente há um ano e que o facto permaneceu na clandestinidade. Sejam quais forem as razões que levaram à saída de Nobre Guedes, este episódio é um excelente retrato da liderança de Paulo Portas. Com ele tudo se passa nos bastidores. E sendo hoje o CDS um deserto povoado por cadáveres políticos, nem o desaparecimento de um dos seus principais dirigentes levantou suspeitas. É natural: parecendo que está na penumbra, o CDS já morreu. A notícia é que ainda não chegou aos jornais.