Confesso que hesitei se postava ou não este vídeo. Em princípio, não publico aqui propaganda de extrema-direita. Defendo a liberdade de expressão que o senhor Geert Wilders, um deputado da extrema-direita holandesa (sobre o qual já tinha escrito no Expresso), não aceita para os outros (propondo que o Corão seja proibido na Holanda). Defendo que o homem tem direito à palavra. Não obrigatoriamente no meu blogue, claro. Mas ver este vídeo pode ser muito elucidativo do que é e a quem serve a islamofobia. Posto aqui este inenarrável vídeo de propaganda racista, onde se misturam imagens chocantes, frases soltas e declarações incendiárias não identificadas. No vídeo quase amador, mas que foi divulgado hoje e já corre o mundo, o deputado não hesita em mostrar a imagem de um decapitado, que as televisões, por respeito à sua família, não exibiram.
Quem daria crédito a frases assim retiradas da Bíblia ou da Tora? E não faltaria por onde pegar em textos que lidos literalmente e sem contexto histórico só podem dar disparate. Ninguém decente. Mas a ignorância é sempre amiga do racismo. E a táctica do racismo é sempre a mesma: colar a todo um povo e a toda uma cultura os crimes de alguns para pôr o medo a render poder.
Geert Wilders não quer saber nada sobre o Islão ou sobre o Mundo muçulmano. Wilders nem sequer nos quer dar uma imagem do fundamentalismo islâmico. Geert Wilders quer nos dizer que o Islão é, ele mesmo, criminoso. Quer chafurdar no medo e assim ganhar poder. Exactamente como os nazis queriam explicar ao povo que os judeus eram culpados de tudo o que de mal lhes acontecia.
Nada distingue o senhor Wilders dos pais da criança que, no vídeo, repete que os judeus são uns porcos. São feitos da mesma massa estúpida e ignorante que nos levou, ao longo da história, para todas as tragédias. Uma diferença: Wilders é deputado e sabe muito bem porque faz o que faz e porque diz o que diz.
O que aqui vemos não é assim tão diferente da propaganda que o anti-semitismo espalhou e espalha sobre os judeus e a sua história. Nem da propaganda que radicais muçulmanos (mesmo os que não optam pelo terrosimo) espalham sobre os judeus e os ocidentais. Geert Wilders faz parte dessa velha família de incendiários, que na sede de poder espalha o medo do outro e ódio pela diferença. Este “documentário” é apenas um retrato do senhor Wilders, um dos mais populares políticos holandeses.
Mas aqui fica. Porque vivemos em sociedades livres e não daremos a este senhor o gosto da vitimização. Não será silenciado. Ao oriente diremos: sabemos que a maior parte dos muçulmanos não são isto. Saibam que a maior parte dos europeus não são Geert Wilders.
Como ateu e laico (os únicos que foram sempre perseguidos por todos os fanáticos de todas religiões), não respeito nenhuma religião mais do que outra. Apenas sei de uma coisa: aquele que me disser que há um povo, uma religião e uma cultura criminosa por natureza será seguramente o que não hesitará em matar em nome da sua autoproclamada superioridade cultural. Sempre foi assim, sempre assim será. O que assusta? É que também por cá esta gente começa a ser levada a sério. Olhem para a história e vejam onde isto acaba.
Que ninguém se engane: estes homens que usam a defesa dos direitos de umas minorias para expulsar da Europa outras minorias serão os primeiros a esmagar qualquer minoria se acharem que isso lhes dará popularidade e poder. O princípio é sempre o mesmo. Só mudam as personagens.
PS: o facto de ter postado este vídeo não abre a porta da caixa de comentários a insultos racistas, sejam contra quem forem.
144 comentários 27 Mar 08 em Extrema-direita, Islão, Liberdade Expressão, Racismo, Religião144 respostas ao post “Chafurdar no medo”
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Existem extremistas em qualquer quadrante, seja este político, religioso ou outro.
Os muçulmanos moderados (99% dos praticantes da fé do Islão) repudiam veemente os actos terroristas. Tive oportunidade de conhecer muçulmanos de Marrocos e da Síria que são pessoas exemplares.
Tomar a parte pelo todo não pode ser outra coisa que não um desejo de obter algum tempo de antena. Condenar todo o Islão pelas acções da Jihad é vergonhoso.
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E assim se incita à guerra religiosa e ao ódio entre os “Human Beings”…
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De uma coisa não o podemos acusar, de falta de coragem.
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Não vi o video nem vou perder tempo com isso, mas considerando a frase inserida no texto fica o aviso: Qualquer debate sobre a influência de Israel e dos judeus no mundo fica logo inquinado à partida porque a arma de arremesso que vem logo como resposta é a do anti-semitismo. Assim sendo, antes do mais será oportuno saber distinguir entre o que é anti-semitismo e o que é o anti-sionismo (existem muitos judeus que não são sionistas) O que é certo é que ninguém vê judeus pobres, antes pelo contrário: ocupam os mais altos cargos principalmente nas administrações americanas e na Banca, (os mais “miseráveis” são os que têm vivendas próprias de dois pisos nos kibutzs nos colonatos ocupados) enquanto por todo o mundo se verificam situações de pobreza extrema (nem vale a pena falar na Palestina). Factos são Factos.
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Não sei qual é o espanto: os holandeses sempre foram racistas. O que não significa que todos os holandeses o sejam. Mas basta ver o que os Boers fizeram na África do Sul.
Com isto, não vi o vídeo. Não vale a pena, posso calcular.
(Se estivesse por aqui o Pedro Arroja, diria que o racismo é um fenómeno nórdico, e protestante)
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Tem tanta coragem como estupidez…
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É para nos defender dos islamitas radicais que, por exemplo, o Sr. Peter Power levou a cabo um exercício antiterrorista em Londres precisamente no dia dos atentados, precisamente nas estações de metro onde houve rebentamentos e precisamento à mesma hora em que estes aconteceram.
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xatoo, há imensos judeus pobres. Há-os no leste europeu, nos EUA, em Israel… Esse genero de discurso é que realmente inquina o debate.
É verdade que o anti-semitismo é outra coisa e inclui o árabes daquela região. Aliás, a islabofobia é prima do anti-judaísmo.
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Olhem que há lá no corão afirmações violentas e as mesmas são levadas à letra.
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Não (querer) compreender que somos todos apenas seres humanos é ignorância, para não dizer estupidez. O que nos distingue são apenas os nossos actos, e não a religião, cor de pele, clube de futebol ou seja lá o que for.
A “raça” que não merece tolerância é a dos intolerantes, dos que não respeitam o direito à diferença.
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Olhe que na Bíblia também há. Os livros das religiões do livro carregam consigo a história da humanidade e por isso também a violência. E em todas as religiões há quem leia à letra. Mata em nome da religião é a mais velha das tradições. Hoje mata-se menos, felizmente.
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“há imensos judeus pobres” – deixemo-nos de sitios virtualmente imateriais (“há-nos no leste, nos EUA”, enfim, por tudo o que é sítio onde não passou a feiticeira de Oz) . Por exemplo, um sítio paradigmático, na Berlim (que ambos conhecemos) não vi nenhum!, antes pelo contrário: as empresas imobiliárias e o património de um modo geral que tem vindo a ser construido é todo de propriedade da comunidade judaica.
Vamos aqui mais perto, a Lisboa, onde, como é sabido existe uma importante comunidade: indique-me lá um pobre de entre eles!
Só para lhe dar um tópico: o chefe da comunidade em Lisboa, durante mais de 50 anos foi Moses Bensabat Amzalak (que foi subdirector do jornal O Século) foi o único que foi condecorado com a Cruz de Mérito de Primeira Classe da DRK da Alemanha de Hitler – vá-se lá saber porquê. Se calhar foi por ter ajudado muitos pobres, que hoje já não o são (bem pelo contrário)
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Quem diz que não viu aí a fan-fic devia reconsiderar pah! Não que haja nada de especial no lixo: o Daniel acertou em que qualquer puto do youtube fazia isto, mas vale a pena para ver como fazer um estardalhaço antes do lançamento de um filme pode dar-lhe uma força muito maior do que aquela que ele carrega – e que neste caso é, por muito que tente, pouca.
Para a proxima que este ou outro cromo começar a ameaçar com filmes, ja se sabe – don’t feed the trool, e ele desaparece sem chatear.
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Por mim, acho que não devias ter dado mais visibilidade a esta coisa. É um filme de propaganda política. Um filme feio, vil, que não faz justiça aos valores europeus. Comentar, claro que sim, mas em laboratório, com luvas e tudo mais. Assim ajudas o virus a propagar-se. Que haja por cá anticorpos resistentes é o que desejo (PS: Sim, sim, sherlock, estou de cama com uma constipação daquelas).
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Xatto, reparei que não incluiu o leste (Rússia incluida), onde os judeus que ali vivem não são imigrantes ou descendentes de imigrantes. É óbvio que os judeus mais pobres tiveram mais dificuldade em fugir do Holocausto.
Mesmo em Portugal, os exemplos que pode encontrar são de judeus imigrados. Os judeus portugueses ou se converteram ou fugiram. As pequenas comunidades que aqui ficaram não eram ricas. Posso lhe dizer que a minha ascendência judaica bastante próxima não o era seguramente.
Ainda assim, não sei se percebo onde quer chegar.
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Concordo totalmente com Mário Lopes
Rotular de terroristas todos os muçulmanos é um preconceito racista. A própria religião católica tem um passado tenebroso, não sendo preciso recuar à Inquisição (por exemplo, o episódio conhecido por linha das ratazanas_ colaboração na fuga de nazis para a América do Sul). Mas nenhum católico tem de arcar com tais culpas.
Dito isto, o mundo civilizado enfrenta um grande problema face ao extremismo islâmico. Sem esquecer o colonialismo inglês e francês, a violência de Israel sobre a Palestina, o crime contra a humanidade chamado Guerra do Iraque, e outras políticas dos EUA, há perguntas que é necessário fazer, sem receio da correcção política.
Por exemplo: se o Corão possui incitamentos ao ódio, porque razão os diversos líderes religiosos islâmicos não os condenam, não explicam claramente que estão fora de contexto, não os expurgam? Bem sei que alguns o fazem, mas outros, como por exemplo ocorreu nas mesquitas de Londres, pregam que o está escrito no livro sagrado é inquestionável e culpam o ocidente de todos os seus problemas. O que esperam, sinceramente, com semelhantes discursos?
Aproveito também para tocar na questão da mulher nas sociedades islâmicas. Como acredito que os direitos humanos são universais, sinto uma grande revolta quando vejo um ser humano impor a outro determinada conduta (que ele próprio não cumpre). Ou seja, ver uma mulher islâmica (se fosse católica, judia ou budista diria o mesmo) com um véu na cabeça, quando não com a cara tapa (e não vou referir essa coisa inominável chamada Burka) é algo que me indigna. E indigna por que se trata de uma coacção psicológica que nega a um ser humano a possibilidade de escolha. Ou seja, nega-lhe a liberdade.
Pois se se recusar a fazê-lo, enfrenta sérias consequências: como ser expulsa da família ou da comunidade. Tal faz-me lembrar as leis do Estado Novo que colocavam a mulher sob total domínio do marido( por exemplo a autorização para viajar) e a atitude de ostracismo da sociedade para com uma divorciada. Ainda que a comparação no tempo e na cultura não seja a melhor, o resultado é o mesmo_ um ser humano manda no outro.
Há uns anos atrás vi algo em Moçambique que me suscitou profunda revolta. Foi no Hotel Polama, num dia de calor infernal. Obviamente toda a gente que estava na piscina colocou um fato de banho e meteu-se na água. Toda gente menos três jovens senhoras cobertas dos pés à cabeça; porém, ao seu lado, os maridos estavam de calções e mergulhavam alegremente na bela piscina (e bebiam cerveja). Elas não tinham esse direito. Porquê? Com que direito lhe foi negado refrescar o corpo, usufruir daquilo a que os outros hóspedes (brancos e negros) tinham um inquestionável direito? E o que teria acontecido se elas estivessem sozinhas nesse dia, sem maridos controladores por perto? Não sendo o meu forte a previsão, arrisco dizer que fariam tal como todas as outras pessoas_ biquini e mergulho na água.
Por isso, pergunto aos que estão a ler este texto, como é que alguém pode assistir a tal acto de submissão e ficar indiferente, alegando outros valores culturais? Como é possível que no século XXI isto ainda aconteça? Devemos realmente aceitar todas as diferenças culturais? Construiremos assim um mundo melhor, mais justo e onde todos sejam respeitados?
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Este filme até é muito suave para com o real e verdadeiro maometismo.
Há efectivamente alguns problemas na Bíblia, na Tora e numa carrada imensa de livros.
Só que a esmagadora maioria dos religiosos e dos ateus aprendeu a viver e a conviver e os maometanos não.
Só aprendem a criar problemas a exemplo do que Maomé fez para assalto ao poder e justificação da respectiva ditadura e barbárie.
A diferença entre maomé e os outros ditadores foi que maomé foi mais hábil a seduzir, desviar, enganar e destruir.
E nem é uma questão de direita, esquerda, centro ou dos extremos.
O maometanos encarregam-se de procurar todos os venenos estejam eles onde estiverem para os usarem em proveito próprio.
Mas tudo isto tem base ideológica no que maomé disse e fez.
Na prática Maomé quis destruir as 2 fontes do bem:
-O Espírito Santo dos religiosos
- E o bom senso dos ateus
E ainda pior, deixou o diabo à solta.
Tb já se descobriu que:
O islão é auto-insultável.
Se dissermos o que maomé disse e fez já estamos a insultar o islão.
Se dissermos que o islão é paz estamos a insultar maomé.
Se dissermos que o islão é guerra , estamos a insultar maomé.
Se dissermos que o islão é assim assim, continuamos a insultar maomé.
Faça-se o que se fizer.
Diga-se o que se disser.
Pague-se o que se pagar.
Ceda-se tudo e mais alguma coisa.
Concorde-se com tudo o que querem impor.
Mesmo que uma pessoa se torne muçulmano até ao tutano.
O resultado é sempre o mesmo.
Matar e morrer para alá ter prazer.
A propósito.
alá e maomé nada escreveram, verificaram ou assinaram de tudo aquilo que supostamente disseram.
Por alguma razão foi.
Com isso, foram eles próprios os primeiros a desrespeitarem totalmente o corão.
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Escusava de vir o Daniel com o relativismo mais primário de dizer que todas as religiões merecem o mesmo respeito! O Satanismo ou seitas que exploram a ignorância das pessoas merecem tolerância, mas não se equivalem relativamente a outras religiões nem merecem respeito. Com alguma demora, creio que seria possível fazer então uma hierarquia das religiões que mais promovem a paz, o individualismo, a liberdade, a segurança, etc, valores humanistas, avaliando também os actos e declarações dos seus fiéis.
Estou certo que depois de feita a análise, o Daniel não iria de certeza concluir que todas as religiões merecem o mesmo respeito e iria perceber que essas frases são mera demagogia para fazer bem.
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Tib, tanto disparate seguido.
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Leia só um pouco do que maomé disse e fez e verá que o maometismo ainda é muito pior do que já foi dito.
O próprio Maomé em várias situações importantes, não quis saber do corão para nada nem coisa alguma.
O que lhe interessou foi o poder, o dinheiro, o luxo, mulheres e poder impunemente praticar crimes para ter tudo isso.
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Sendo ateu, posso ao menos ser relativista com a religião? Consegue perceber isso? Consegue perceber qual é o sentimento de um ateu em relação às religiões? Note: não sou agnóstico. Sou ateu. Não acho que nenhuma religião promova o bem (nem o mal). As pessoas, os seus crentes, e as hierarquias eclesiásticas é que promovem o bem ou mal (que varia conforma o próprio código religioso). E o que promovem é geralmente anterior e exterior à à institucionalização de cada um dos credos ou à conversão de cada povo a eles. É por isso mesmo que o Islão, o judaísmo e o cristianismo, tendo o mesmo berço, defendem, em teoria, no essencial, exactamente os mesmos valores essenciais. As leituras e práticas é que vão mudando nos momentos históricos, nas diferentes culturas (que existem para lá da religião), nos diferentos contextos políticos e sociais.
Por isso sim, todas as religiões me merecem o mesmo respeito. É o respeito que me merecem os seus crentes. Aquele que, já agora, raramente têm merecido ateus e agnósticos.
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Isso é um problema que terá de resolver com Maomé. Temo que esteja um pouco fora de tempo e que seja absolutamente irrelevante para o debate.
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caro Daniel
eu também tenho a penca grande (mas não estou nada preocupado em averiguar a minha ascendência), se calhar ainda somos primos – onde onde quero chegar é ao facto de os judeus terem convivido mais ou menos de forma normal com o regime nazi e terem enriquecido com isso, ocupando hoje posições importantissimas – e o forte espirito de comunidade existente não permite que existam pobres entre eles.
Mais uma nota sobre o holocausto: os números foram inflacionados para que houvesse uma vitimização com motivações politicas (só russos, entre judeus e não judeus morreram 20 milhões. Mas isto não é uma questão de números) é de mentiras e falsidades, fabricadas para servir os propósitos do Sionismo, visto na actualidade, e não “no tempo em que eram pobres”.
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“Sendo ateu, posso ao menos ser relativista com a religião? Consegue perceber isso? Consegue perceber qual é o sentimento de um ateu em relação às religiões?”
Perceber até posso fazer um esforço, mas acho totalmente inconsistente como posição. É bastante óbvio que as religiões apresentam cada uma a sua moral. É simples de ver que uma religião como o satanismo não pode merecer o mesmo respeito que o islamismo por exemplo. Uma pessoa que defende valores de paz e humanistas não pode defender que, por exemplo, satanismo=islamismo.
Eu sou 0% religioso, mas tenho consciência. Para mim, uma religião é apenas um modo de ver o mundo, e para mim os modos de ver o mundo não se equivalem. Para si também não, e eu sei disso. Daí dizer que o Daniel disse uma boutade um pouco ligeira.
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mas tudo isto vem ao caso, por causa da verdadeira guerra ser entre judeus e muçulmanos – pelo meio, os evangélicos do nosso amigo Bush dão uma mãozinha, como toda a gente sabe, pelos biliões que anualmente são canalizados para a ajuda militar a Israel – não adianta carpir as desgraças da perseguição aos muçulmanos se antes não se averiguarem as causas da ofensiva
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Filipe Abrantes
O seu comentário é pertinente. Não se pode equiparar o Papa (com o qual não simpatizo, note-se) a um bispo de uma seita evangélica que faz milagres num estádio de futebol. E a proposta de hierarquizar as religiões, politicamente incorreta, merece ser ponderada. Porque não fazer uma tese académica sobre o tema?
Para mim, quem não merece respeito é quem força os outros aos ditâmes da sua vontade. Chamo sempre a isso (com a devida liberdade verbal) fascismo.
Por exemplo, vi na SIC Notícias (programa 60 minutos ou Toda a verdade) que os Mormons usam cuecas sagradas (será que o candidato Mitt Romney também usava? terá tal indumentária influenciado os seus resultados eleitorais?); tem pois todo o direito de as colocar o crente mormón que entender que tal lhe trará benesses ou o afastar das tentações. Mas não pode obrigar a mulher e os filhos a vestir cuecas sagradas à força.
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Pound notes are the best religion in the world – Brendan Behan
Daniel Oliveira não tem religião e no tempo dele já não se dava Moral nos Liceus.
E por isso está sempre a dizer que o islamismo é a religião da paz.
Eu, no islamismo, só gosto da parte das setenta e duas virgens, que aliás prefiro que me sejam dadas em vida.
E a vida é uma coisa muito relativa quando esbarramos com um islamita.
Veja-se pró exemplo o caso do ocidentalizado munir de Lisboa.
Ele vive aqui no mundo ocidental mas não tem vergonha nenhuma de dizer que uma fatwa pode ser lançada nos casos previstos na religião do amor e da tolerância.
Daniel Oliveira naquele programa onde com mais alguns enxovalha todos os que lhe apetece sem terem direito de resposta, já tinha levado com uma meia dúzia em cima.
Para terminar.
Para todos os que acham que tudo é igual.
Preferiam viver num estado governado pelos islamitas ou num onde a religião não fosse o estado?
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Acontece que a discussão não é qual é a melhor religião – que é algo que num Estado laico é do domínio do pessoal ou da conversa entre cidadãos.
A discussão é se é boa ideia ganhar debates pela censura dos disparates dos outros (sendo neste caso o filme o disparate em causa). Acho que decidiste muito bem Daniel, mesmo apesar desta caixa de comentários. Obrigada.
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Posso dar-lhe a lista de vários estados islâmicos onde a religião não é o Estado. São a maioria.
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Não vou discutir aqui com o Daniel sobre a revolução que Cristo pregou. Não é que possamos encontrar coisas idênticas anteriores, mas não deixou de ser revolucionário. E isso pesou na formação da Europa, mesmo à custa de sangue, súor e lágrimas. Só a cegueira (para não dizer ignorância e para não ser injusto consigo)impede de ver, mas adiante. Quanto ao resto estou de acordo consigo. Sobre aquela história da linha das ratazanas, está ao nível do vídeo. Passou-se o mesmo com a propaganda sobre a suposta conivência de Pio XII com os nazis. Não passa de propaganda para atingir fins incofessáveis (o papado prejudica muito nos dias de hoje a gula de alguns)!
Vivemos dias complicados muito piores do que os das cruzadas. Se não acreditam, leiam a carta do cruzado sobre a conquista de Lisboa. Leiam o discurso dos cristãos aos mouros da cidade e a resposta destes. Eram guerras! Mas eram muito mais civilizados do que somos hoje, apesar dos rios de sangue que correram em Jerusalém!
Hoje estamos abaixo das bestas…(e infelizmente o ateísmo e o laicismo não ajudaram nada ao contrário do que alguns insinuam…)
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cá para mim, a culpa é da promessa das 72 virgens, é o euro milhões doa maometanos.
Para apostar é só meter nos peitos trotil e vai disto. Já agora o próximo bombista podia
Dar boleia ao holandês.
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Esta história de que islamofobia é racismo é uma treta. Islamofobia é fobia ao islao, ponto. Nao tem nada a ver racas. Eu sou muito islamofobico, e algo cristianofobico, o que nao quer dizer que odeie os cristaos. Agora, dizer que o cristianismo tal como apresentado no Novo testamento é equivalente ao Islamismo do Corao, com todo o apelo a violencia contra “os infieis” é uma grande treta mesmo.
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“e o forte espirito de comunidade existente não permite que existam pobres entre eles.”
Olha que bom.
Podiamos fazer um esforço para aprender com os Judeus, forte espirito de comunidade e coisa que anda a fazer muita falta ca pela terra.
“Mais uma nota sobre o holocausto: os números foram inflacionados para que houvesse uma vitimização com motivações politicas (só russos, entre judeus e não judeus morreram 20 milhões. Mas isto não é uma questão de números) é de mentiras e falsidades, fabricadas para servir os propósitos do Sionismo, visto na actualidade, e não “no tempo em que eram pobres”.”
Fantastico.
O Holocausto –do seu ponto de vista nem existiu e claro.Os Judeus e que inventaram tudo para ganhar na bolsa.Realmente que bela nota–quando as pessoas querem dizer mal nao ha razao que as impeça nao e verdade?
LoL!
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o Xatoo nunca viu judeus pobres?
http://www.morasha.com.br/conteudo/ed36/com_argentina.htm
como é que sabe que um pobre com o qual se cruza não é judeu? é por não ter a estrela de David no braço? é por não ter barba grande e não usar Kippah?
explique lá
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Acho positivo não se procuraram calar estas vozes; é perigoso proibir e permitir que se criem mártires! Aliás, desde sempre defendi a liberdade de partidos de extrema direita em Portugal: é mais fácil combater assim as suas ideias!
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Não fazia ideia que o Velho Testamento tinha sido banido do cristianismo.
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Esperemos que não tenha sido, ho Daniel. Lá se acabavam os Dixit Dominus e outras tantas belas obras musicais. Desde que não se leve a sério, o Antigo Testamento rocks.
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dona Maria:
em nome do rigor, aconselha-a vivamente a abandonar as grandiloquentes tiradas lamechas e a equacionar as vítimas da 2ª GGuerra numa perspectiva factual e histórica. Não há nada que indique que os judeus como comunidade tenham sido “mais vítimas” que outros grupos étnicos ou sociais. E aquele monumento à tanga do holocausto que construiram em Berlim ao lado da nóvel Embaixada Americana (ele há coincidências, não haverá?!) é um atentado à dignidade humana.
e António
ena pá! você fez uma grande descoberta ao desenterrar meia dúzia de gatos nos confins das pampas (se calhar filhos e netos dos empregados domésticos dos Nazis que como se sabe fugiram todos para a América do Sul); com a crise e a subsquente bancarrota na Argentina toda a gente ficou pobre na Argentina, sabia?
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Daniel:
Já agora uma palavrinha de repúdio pelo actos terroristas que aperecem no filme…
O facto de não ser racista não deve fazer com que evite condenar actas de alguém, só por ser de uma determinada religião. A religião deve ser indiferente para efeitos da nossa condenação de actos terroristas.
Eu, quando vi as imagens, vi a propaganda que elas querem passar, mas também vi osofrimento real que elas documentam.
O Daniel parece só ter visto a primeira. A segunda esqueceu, pq esse sofrimento foi causado por pessoas que não são da religião católica. Se tais actos, palavras etc fossem praticados por católicos, pretensamente em nome do catolicismo, queria ver qual seria o comentário do Daniel…
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julgava que “crimes”, “criminosos” e “terrorismo” seria considerado repúdio. Só que o meu post não é sobre isso, porque o vídeo não é sobre isso. Quando quiser falar sobre isso ponho aqui um vídeo sério e não este lixo. É o mínimo de respeito que as vítimas merecem: não terem este homem como seu porta-voz.
De resto, nada posso fazer se acha que não sinto repudio e nojo pelo terrorismo. Das duas uma: ou tem razão e ou sou um monstro ou não tem e está a insultar-me. Escolha.
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Está a ver, xatoo, desconfio que o princípio que leva o Daniel a postar este vídeo é exactamente o mesmo que o leva a aprovar os seus comentários. Por exemplos.
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Antonio
o seu “pedido de explicações” é uma coisa extraordinária – vindo de quem citou aqui um site de propaganda judaica (que só agora fui ver, e tresbunda a cozinhado requentado) que, entre outros mimos afirma a seguinte posta sobre esta efeméride: “28/03/1917 – Os judeus de Tel Aviv e Yafo são expulsos pelas autoridades turcas. Na época, o Império Otomano ocupava Israel”
Ora, a população árabe na época do mandato Britânico excedia 1 milhão, enquanto a minoria de judeus não representava mais de 200 mil almas.
Só em 1945 atingiram cerca de 600 mil, justamente com resultado da politica de Hitler na repatriação para a Palestina, como forma de enfraquecer a Inglaterra, país com quem a Alemanha estava em guerra.
Sendo a Inglaterra uma grande potência em termos de poderio económico Judaico (incluindo o próprio Churchill um proto judeu da Cada de Blenheim), se o inimigos eram os judeus, porquê Hitler resolveu investir todo o esforço de guerra contra a União Soviética? – não tem nada de estranho, como hoje, o inimigo prioritário a abater foi o Comunismo como ideia social. Lixaram-se.
sim, porque é bom recordar que quem deu a maior contribuição para a vitória aliada foram os soldados soviéticos, os que içaram a bandeira vermelha no topo do Reichtag.
No fim da luta das potências pela supremacia nos mercados, aquilo deu uma bela fotografia: Churchill, Estaline e Truman (o que assinou de facto a independência do Estado de Israel): todos eles eram judeus – imagine-se se não tivessem os judeus sido “as vítimas” desta estória que hoje é completamente distorcida
[Responder]
Hesitou, mas o video aqui está! A blogoesfera não permite o silêncio
[Responder]
Sendo ateu, posso ao menos ser relativista com a religião?
Não.
Se é ateu devia abster-se de falar de religião. Porque não se deve falar daquilo que não se precebe.
Uma religião não se limita àquilo que está escrito nos livros. Implica um sentimento que um ateu não consegue experimentar e muito menos entender.
Um ateu pode ter opinião sobre pessoas religiosas, mas não sobre religiões.
Entende o que eu quero dizer ?
[Responder]
sr. xato
em nome do rigor:–
Numa perspectiva factual e histórica os Judeus foram aqueles que sofreram mais mortes durante a perseguiçao nazi.
Independentemente daquilo que voce possa ou nao gostar e o facto e e indesmentivel.
Quanto aos seus possiveis conselhos.
Guarde-os para si que muita falta lhe fazem e nao se irrite tanto que nao vale a pena tente aceitar que na vida nem todos pensamos do mesmo modo
Quanto ao meu post nao tem nada de grandiloquencia.
Mas tem muito de ironia.
[Responder]
Xatoo
estou a ver a cena: os nazis , estúpidos que nem penedos, em debandada para a Argentina levando atrelados os «empregados domésticos Judeus». Estes por sua vez não perdoam e delatam o paradeiro dos patrões à Mossad; está finalmente explicado a captura do Eichmann e outros.
(aposto que tb acredita que não morreram judeus nas torres gémeas)
[Responder]
«Se é ateu devia abster-se de falar de religião.»
É que não faltava mesmo mais nada.
«Porque não se deve falar daquilo que não se precebe. Uma religião não se limita àquilo que está escrito nos livros. Implica um sentimento que um ateu não consegue experimentar e muito menos entender.»
Isso do ponto de vista de um religioso. Do ponto de vista do ateu a religião explica-se de outra forma. E o ponto de vista do religioso não é mais legítimo (nem menos) do que o de um ateu. Se eu aceitasse que o sentimento de um religioso é uma coisa que eu não consigo perceber eu não era ateu. Sendo ateu, dou-lhe explicações racionais. Sendo religiosa, dará outras e não compreenderá as minhas. Mas a incomunicabilidade dos nossos olhares sobre a religião não me retira qualquer direito em falar do assunto.
Se eu achasse que a fé era qualquer coisa que se experimenta mas que eu, por uma qualquer razão, não atingi, queria dizer que eu acreditava em Deus, apenas não conseguia experimentar a fé. Isso faria de mim qualquer outra coisa. Não um ateu.
[Responder]
Daniel, é em todo o caso um belo corolário deste post, que os ateus têm é que estar caladinhos. Nem mais, à moda antiga como deve ser. Gosh…
[Responder]
Senhor Xico
Como afirma «Sobre aquela história da linha das ratazanas, está ao nível do vídeo», sugiro que consulte a opinião de historiadores credíveis, ou se quiser poupar trabalho veja em http://en.wikipedia.org/wiki/Ratlines_(history). As Linhas das Ratazanas são um facto histórico. Tal como a Inquisição ou a expulsão dos palestinianos das suas terras. Serviram para combater o avanço do comunismo na América do Sul; muitos desses criminosos tornaram-se conselheiros das polícias políticas das ditaduras da Argentina e Chile.
Facínoras com Eichmann e Mengele fugiram graças a essa ajuda (prestada pelos serviços secretos ingleses e americanos).
Pretendo com isto dizer que pelo facto de afirmarmos que determinada religião (ou os seus representantes) cometeu ou incitou a um crime, tal não significa que os seus crentes devam arcar com as culpas.
Criticar o Islão não faz de ninguém um racista, tão pouco criticar o Vaticano, ou os Mórmons.
Termino dizendo (sem a menor ironia) que tenho pela figura de Cristo a mais profunda admiração e respeito. Pois se pode encontrar no Velho Testamento coisas pavorosas (o episódio das filhas de Lot), assim como no Corão, suponho que nas palavras e exemplos de Cristo (exceptuando as chapadas nos vendilhões do templo) ninguém conseguirá encontrar incitamentos ao ódio ou à violência.
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Gabo-te a pachorra pedagógica na resposta à Isabel Coutinho.
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Por norma repugno os seus comentários e opiniões, mas desta vez esta de parabéns.
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Daniel,
A colagem de rótulos a grupos etnicos ou religiosos é de facto um acto de estupidez.
Todos nós valemos o que valemos individualmente e não por pertencer a este grupo ou aquele.
No entanto tapar o sol com uma peneira e não querer perceber que de facto existem problemas que resultam da incompatibilidade de certas culturas/religiões com outras é simplesmente irresponsável (caramba, tenho de deixar de usar esta expressão tão “socrátrica”).
O idiota do wilders não é o problema. É uma consequência, porque o problema está na incapacidade de integração tanto dos estados europeus de acolho, como dos imigrantes muçulmanos que a eles recorrem.
Eu também conheço bastantes muçulmanos moderados. E, sem querer dizer que “até tenho amigos pretos” bastantes passaram a contar no meu rol de companhias frequentes. É o resultado de trabalhar numa empresa multinacional com um ambiente multicultural (na minha área de negócio existem 25 nacionalidades diferentes).
Mas, após ter vivido diversos anos em França e neste momento estar a viver na Holanda, constatei que os muçulmanos que conheço no meu trabalho, ou nos locais de lazer que frequento são representativos da maioria da população muçulmana. Seria o mesmo que achar que no bairro alto ou no CCB iria encontrar uma amostra significativa da população portuguesa.
O que quero com isto dizer é que, se em Portugal é notoria a falta de intervenção do estado no processo de integração do imigrante, o mesmo não acontece na Holanda, onde as iniciativas multiplicam-se. Por exemplo, eu como cidadão da UE, não tenho direito a aulas de holandês gratuitas, mas de fosse de um qualquer outro país já as teria. Quer dizer alguma coisa, não acha?
Existem de facto problemas que resultam, penso eu do “alto” da minha ignorância, do facto de grande parte dos muçulmanos não terem o conceito de laicididade. Para demosntrar, imagine que pegava em 20 familias do interior de Portugal, familias tementes a deus e sem grande “nível” (odeio esta palavra) cultural e as colocava na Holanda (aborto, eutanásia, etc….) acha que daria bem resultado? Eu creio que não. Acontece que as diferenças de familias do interior de Marrocos ou da Argélia seriam ainda mais acentuadas.
Eu apenas quero dizer com isto que os problemas existem e que considero tão idiota o individuo que proclama o islão como a fonte de todos os males como o idividuo que diz que não, que é somente a falta de politicas de integração que geram os problemas. Como sempre a virtude está na meio…
E pronto…
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Daniel Oliveira quando o Bloco de Esquerda for governo, lá para 3047, seria o Ministro do Negócios Estrangeiros ideal.
Ele sabe que “ há vários estados islâmicos onde a religião não é o Estado” e sabe também que se as perguntas são incómodas deve-se responder com um silencia ensurdecedor.
Vamos lá a ver com calma.
Se a religião de um estado é o islamismo então temos que o Estado está subordinado à religião.
É o caso do Irão, da Arábia Saudita, do Sudão e da Nigéria cujas leis civis são decalcadas do que diz o livrinho da paz e do amor.
Depois há outros como Portugal em que o estado é laico.
E finalmente outros como a Inglaterra em que a Rainha é também o representante máximo da Igreja mas em que os assuntos da terra e do céu não se misturam.
Esta é uma explicação muito rudimentar pois nem é o sítio nem o caso para grandes elucubrações.
Passemos agora a outro ponto que Daniel Oliveira por distracção não leu.
É humano viver num daqueles países onde o Islão manda?
A esta pergunta podemos acrescentar, são humanos os que rebaixam a mulher para o patamar de um cabra ou de uma vaca e a quem condenam a viver na maior ignorância e servidão?
Esta religião é uma religião de paz e amor?
Agora eu pergunto, quando um destes trogloditas morrer, não é isso um bem para a humanidade pela diminuição da poluição.
Nota final
Por uma casualidade acabei de ver há minutos o filme “ The Kite Runner” baseado no livro de Khaled Hosseini.
Vejam e pensem no que vale a vida humana para certas pessoas.
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Facto: a civilização europeia e laica (embora de origens cristãs) é superior e mais avançada do que a civilização árabe/islamita. Não são de todo iguais! O multiculturalismo é uma ideia racista e perigosa!
A civilização europeia tem os seus valores (liberdade, laicismo) conquistados à custa da vida de muitos e que nós damos por garantidas! A nós cabe-nos manter essa liberdade. Não podemos ser tolerantes quando pessoas, que imigram para a europa à procura de melhor vida (nada contra) ou as que continuam nos seus países de origem, nos queiram impor sharias, burkas, proibições de desenhar maomés ou outras quaisquer tretas que limitam a nossa liberdade pq eles consideram ofensivo! NÃO! Querem usar burkas e sharias etc, vão de volta para onde vieram, na Europa não! Neste aspecto não pode haver diálogo NUNCA, nem sob ameaça de bombas e sobretudo sob a a ameaça de bombas! A nossa liberdade é mais importante que qualquer crença, ofenda quem ofender!
Dito isto não tenho qq simpatia pelo video nem pelo deputado.
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Nuno, pois claro, como civilização nem temos nenhum genocídio no currículo nem nada. Intra e extra muros, aliás.
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Diz o Daniel: “De resto, nada posso fazer se acha que não sinto repudio e nojo pelo terrorismo. Das duas uma: ou tem razão e ou sou um monstro ou não tem e está a insultar-me. Escolha.”
Claro que não estou a insultar.
Não viria ao seu blog para o insultar.
O que acho é que o Daniel não manifesta (embora o possa ter) esse repúdio quando são actos terroristas feitos por muçulmanos (embora eu ache que esses muçulmanos não representam o Islão) e o manifesta sempre que há actos condenáveis feitos por católicos ou judeus que (o Daniel deve reconhecê-lo, mas também não o diz…) não representam o catolicismo nem o judaismo.
Cumprimentos
Luís
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“Querem usar burkas e sharias etc, vão de volta para onde vieram, na Europa não!”, ai, Nuno, como é que pode comparar o uso de uma burka à sharia? Com frases destas, em que o respeito pela liberdade individual é tãããõ profundo e óbvio, há tanta coisa q se explica.
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Quando tiver tempo venho responder às coisas inacreditáveis que alguns comentadores vão aqui escrevendo.
Fica duas respostas rápidas:
«Se a religião de um estado é o islamismo então temos que o Estado está subordinado à religião.
É o caso do Irão, da Arábia Saudita, do Sudão e da Nigéria cujas leis civis são decalcadas do que diz o livrinho da paz e do amor.»
Assim inclui nos outros (como a Inglaterra ou Portugal) a Turquia, a Síria, a Jordânia, a Argélia, o Egipto, a Indonésia, o que era o Iraque… podia ficar aqui a tarde toda. Repito: na maior parte dos Estados maioritariamente islâmicos a religião não manda no Estado, mesmo quando há uma religião de Estado (o que acontece em vários países europeus). Muitas delas são ditaduras, mas esse é outro debate talvez demasiado elaborado para o nível que aqui está.
Nos países em que a religião manda no Estado (e há diferenças entre eles), espero que o laicismo consiga impor-se e estou do lado dos que se batem, nesses países, por isso. E são muitos. E assim respondo à segunda pergunta.
Acrescentando isto: a opressão social da mulher, não sendo um exclusivo do mundo muçulmano (ninguém fala dos hindus ou de alguns grupos de judeus ortodoxos ou de radicais cristãos), é um facto na maioria dos países muçulmanos. Aqui temos de estar nós (os que se batem também aqui pelos direitos da mulher) para ajudar as feministas que, nesses países, lutam para que haja a mesma evolução que existiu no Ocidente. Mas que é, já agora, historicamente muito recente. E que nada deve a muitos dos que, apontando o dedo ao Islão, na sua própria casa sempre resistiram à igualdade de género e que nas suas Igrejas recusam à mulher direitos iguais aos dos homens. Autoridade? Zero!
A falta de direitos das mulheres islâmicas deve-se a muitíssimas razões que só parcialmente são religiosas. Podemos um dia destes debater o assunto. E pode ler coisas interessantíssimas de feministas muçulmanas praticantes, que se batem por uma leitura diferente do Corão, pelos direitos das mulheres e pelo direito dos muçulmanos à sua identidade. Essas levam de todos os lados. Gente corajosa que no Ocidente tem pouco tempo de antena, já que não servem para a Nova Cruzada. Para essa cruzada geralmente escolhem quem repita o seu discurso racista e a quem nenhum muçulmano alguma vez dará atenção. Servem para propaganda, não mudam, ao contrário das feministas que estão no terreno, nada.
Nuno, repete o erro de muitos dos comentadores: o de tomar a parte pelo todo, demonstrando a mesma ignorância em relação às opiniões e hábitos da maioria dos muçulmanos. Mas antes diz uma coisa interessante: «Facto: a civilização europeia e laica (embora de origens cristãs) é superior e mais avançada do que a civilização árabe/islamita. Não são de todo iguais! O multiculturalismo é uma ideia racista e perigosa!»
Apesar de meter o multicultaralismo aí a martelo (saberá o que quer dizer?), conclui uma coisa extraordinária: é racismo considerar que não há civilizações superiores e inferiores. A novilingua no seu melhor. E tudo isto com um peremptório “Facto:”
O que é interessante: a afirmação, cheia de preconceitos, de xatoo, de que não haveria judeus pobres, teve várias reacções (incluindo a minha). As coisas imensamente mais graves que aqui se escreveram sobre os muçulmanos não merecem quase reparo.
Assim sabemos quem são as novas vítimas da intolerância (com o silêncio de tantos) e da ignorância nesta Europa tão tolerante (mas com tanto sangue na sua história recente).
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Parecem-me exageradas as reacções do DO ao filme! Não merece tanto! A mensagem q este clip transmite já a sabiamos há muito, os islamofascistas, teocratas ou radicais islâmicos são uma praga contra a qual não podemos ceder nem um milimetro nos nossos valores e na nossa liberdade nem que para tal seja necessário usar a força.
Os muçulmanos moderados, a maioria, não são para aqui chamados pois esses não representam um problema! Esses são as primeiras vitimas!
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Luís: nunca falei de actos cometidos por judeus. Falei de actos cometidos pelo Estado de Israel. É-me e sempre me foi indiferente a religião oficial desse Estado que representa a maioria dos seus cidadãos e não uma religião.
Nuno: não deve ter visto o mesmo filme que eu. O filme é sobre todo o Islão e todos os muçulmanos. Não se dirige a uma minora. Veja lá outra vez.
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Daniel Oliveira, quando escreveu “vivemos em sociedades livres”, disse quanto a mim o essencial.
O debate que podemos ter sobre este assunto não seria tolerado pelos regimes dos países muçulmanos, ou nega-o?
“Muitas dessas são ditaduras”, não será eufemismo?
Como defensor do laicismo, e da igualdade entre géneros (que também sou), peço-lhe, com o devido respeito, que dirija os seus esforços para os promover onde são mais espezinhados (apesar dos Wilders, não é na Europa).
Com que autoridade se fala em nome de 99%, dos muçulmanos, dizendo que são isto ou aquilo, e que até conheci alguns. Quanto a mim isto é paternalismo do pior em estado puro.
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Eu já tentei ser crente, a sério que tentei!
Mas sempre que via o Papa num carrinho de golfe com vidros anti-bala perguntava-me: “Mas que raio de demonstração de fé é esta?”
E mais não vale a pena dizer…
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De Salman Rushdie a Cat Stevens, trazendo à liça o «reverendo Bonifácio»
Cat Stevens foi um grande cantor Pop inglês que nos anos 60 e 70 deslumbrou milhões de pessoas com as suas músicas. Cantava o amor e alegria de viver, por vezes abordava o tema do conflito de gerações, como em «Father and Son». Porém, um belo dia Cat Stevens converte-se ao Islão e transforma-se em Yusuf Islam . Muito bem, numa sociedade livre cada um faz o que quer_ desde que não atropele os outros. Contudo, algo bizarro vai acontecer na mente deste grande cantor. E o homem que em tempos celebrou o amor homem vai soçobrar perante o ódio.
Já lá irei.
Salman Rushdie é um grande escritor inglês de ascendência indiana. Poderá ser vaidoso e arrogante, mas continua a dominar a escrita como poucos. Porém um dia teve uma ideia que lhe ia custando a vida (e de certa forma perdeu anos de vida). E qual foi o seu crime: decidiu escrever um livro_ Os Versículos Satânicos. Nessa obra ousou falar (ou satirizar) do profeta Maomé. Foi o quanto bastou para o senhor Khomeini decretar uma Fatwa, ou sentença de morte, instando todos os muçulmanos a executar o assassinato do Rushdie.
E não que é milhares (ou milhões?) de devotos saíram à rua sedentos do escalpe do herético escritor. Valeu-lhe ser protegido pela polícia e serviços secretos ingleses_ escondeu-se durante anos_,. Caso contrário, estaria morto.
E os suecos da Academia acharam prudente nunca lhe dar o Nobel_ os islâmicos não permitiriam! Decerto iria morrer gente.
Entre aqueles que apoiaram ou compreenderam a sentença de morte de Rushdie, estava Cat Stevens, perdão Yusulf Islam. Eu li no jornal e não quis acreditar; mas depois acabei por o ver na televisão, a explicar que quem ofende o profeta … .
Como é que alguém que cantou a vida, consegue depois pactuar com uma sentença de morte? Poderia, isto acontecer noutras religiões?
Acaso o Papa decretou a morte a Saramago ou ao cartonista António (que colocou um preservativo no nariz de João Paulo II)? Vieram para a rua os fiéis fazer justiça pelas próprias mãos? E como reagem os judeus ante os que negam o Holocausto?
Houve protestos sim, mas de forma civilizada; e, quanto aos judeus, recorrem aos tribunais e metem na cadeia gente como negacionista David Irving. Esta é a diferença entre a civilização e a barbárie.
E que dizer da mulher iraniana violada por vários homens que, por estar com outro homem que não o marido, foi condenada a levar 200 chicotadas?
Senhoras e senhores que participam neste debate_ que horror é este? Esperam, honestamente, que fique calado, tolerando as diferenças culturais e religiosas? A chicotada numa vítima?
Chamar a esta gente (aos juízes iranianos e quem aplaude a sentença) animais, é um insulto à minha gata e ao «reverendo Bonifácio».
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Daniel
não será correcto dizer isto: “sempre me foi indiferente a religião oficial desse Estado (Israel) que representa a maioria dos seus cidadãos e não uma religião”.
Os mandamentos da Thora são o fundamento da Constituição do Estado sim!, Israel é um Estado religioso (e já agora fundamentalista). Tal e qual como a Sharia onde a religião é aplicada como doutrina oficial do Estado. A grande diferença, afinal a tal de “guerra das civilizações” é esta: segundo a religião muçulmana, é imoral e não é permitido que se ganhe dinheiro com a usura, (os bancos não podem tampouco emprestar dinheiro com juros, o que obriga a oligarquia saudita p/e a recorrer a diversos estratagemas (os off-shores, claro)
Já a “religião” judaica não quer outra vida, emprestar dinheiro e prosperar com a aplicação de juros exorbitantes à cabeça é que fazem as tábuas da Lei – já agora, atendendo à logica da banca global gerida pelo FED e pelo lobie judaico americano, a lei do lucro a qualquer preço alastrou à lei internacional e é a verdadeira causa do actual estado de coisas.
Não faz sentido pensar situações atendendo a uma lógica nihilista da “Fé” – acrescente-se-lhe o “D” de democratico e fica FED. (os italianos dizem Fede) Como se vê, a teoria cientifica do criacionismo nunca falha (lol)
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João Cerqueira
a religião católica, vulgo ICAR, prega o conformismo e a submissão à miséria, vidé “pobres sempre os houve e haverá entre vós” – vai ser bom é quando nos lavarmos na fonte da juventude do Lucas Cranach e nos passarmos lá para a outra vida onde a abastança abunda para sempre e por toda a vida eterna (carreguei nos pleonasmos para a coisa ficar mais convincente) e agora, acredita nisto?
a estorinha é antiga, circa de 1500 e picos, mas mantém plena actualidade
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Cuidado que a Al-Jazeera está a monitorar todo este debate através do Zé (que faz falta)! Todos os que aqui escreveram já têm uma fatwa assinada pelo Osama…
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Besugo,
Se não é crente, assuma-se. Mas não arranje desculpas idiotas.
Aquele “carrinho de golfe com vidros anti-bala”, como lhe chama, só foi usado depois do Papa ter sido atingido não por uma, mas por várias balas, quando seguia num carro normal.
Por curiosidade, o homem que disparou a bala chamava-se Ali Agca, e era turco (não sei se teria alguma religião. E a primeira coisa que o Papa fez, quando recuperou os sentidos, foi perdoar-lhe.
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Pior que um diálogo de surdos só o de cegos.
Daniel Oliveira sabe perfeitamente que os países que aponta, vejam bem até a Turquia, podem ter lá muitos adeptos do livrinho mas são estados em que, excepto um, são democracias formais, e o que falta é uma monarquia.
Naqueles que eu apontei a lei é o livrinho e muito cuidado com ele que os tribunais lá não são para brincadeiras.
Sobre o problema feminino, Daniel Oliveira parecia que estava numa cadeira de dentista.
Torcia-se, retorcia-se, ai que me dói, mais anestesia senhor doutor, olhe fica para a próxima.
Daniel Oliveira acredita que uma segunda leitura do livrinho (talvez na tradução feita por Paris Hilton) este problema desapareça.
Ou então pela luta das feministas.
Ou então que se acostumem que os homens ocidentais também batem nas mulheres.
Pois bem pode esperar sentado.
[Responder]
Caro Xatoo
Tem toda a razão nas críticas que poderá fazer às outras religiões_ proponho a leitura dos livros de Hitchens, Dawkings, Dennet e Harris_.
Direi mais, todas as religiões descriminam a mulher; mas, umas mais que outras … .
Porém, invocar a miséria de uns para justificar a pobreza de outros, não é grande argumento.
Sendo este debate sobre o Islão, que adianta salientar os erros das outras religiões_ tal desculpa
a submissão das mulheres ao homem islâmico?
Gosta de Lucas Cranach? Tem bom gosto.
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(caso esta mensagem surja repetida, queira o responsável pelo blog apagá-la)
Caro Xatoo
Todas as religiões são criticáveis. Concordo, e já o afirmei antes. Proponho até os livros dos grandes críticos da religião, Dennet, Dawkins, Harris, Hitchens. Não são nada meigos e nenhuma fé escapa.
Porém, invocar a miséria de uns para justificar a pobreza de outros, não é um bom argumento. Haja outras religiões a maltratar a mulher, que consolo é esse para as mulheres islâmicas?
Também me parece pouco rigoroso afirmar que 99% dos islâmicos são tolerantes. Penso que só um estudo envolvendo muito trabalho e dinheiro poderia chegar a um número credível.
Como se sabe, contas é com o engenheiro Guterres.
Ademais, mesmo que só 1% seja fundamentalista, sendo o número de fiéis próximo de 1 bilião, resulta que podem existir milhões de loucos furiosos a querer matar-nos (a qualquer um de nós).
Por último, gosta de Cranach? Tem o Xatoo bom gosto.
[Responder]
João Cerqueira,
é pena que, à data do episódio que descreve em Moçambique, Ahïïda ainda não tivesse inventado o burqini. Felizmente hoje já existe.
[Responder]
Isabel Coutinho,
Estamos sempre a cruzar-nos…
“Aquele “carrinho de golfe com vidros anti-bala”, como lhe chama, só foi usado depois do Papa ter sido atingido não por uma, mas por várias balas, quando seguia num carro normal.”
Oh Isabel… então e a vontade de Deus? Não conta?
Se o Seu escolhido na terra (o Papa) foi baleado, não fazia parte do plano divino? E olhe que antes disso já tinha um largo currículo, que inclui o assassinato do próprio filho.
E acha que a reacção do Papa (a de se proteger com o tal carrinho), foi a de um homem 100% crente da sua fé, e nos ensinamentos divinos aos quais dedicou toda a sua vida? Ou a de alguém com medo e dúvidas?
Quanto ao perdão do Papa só lhe ficou bem. É que existe uma coisa chamada coerência… e a bíblia menciona algures o acto de perdoar, se bem me lembro, um tal de J.C falou disso enquanto era torturado.
Quer falar em desculpas idiotas? Eu prefiro falar de coerência.
[Responder]
1) Sobre Ali Agca: http://en.wikipedia.org/wiki/Mehmet_Ali_A%C4%9Fca
2) Al Gore depois de ter visto o filme comentou: “Isto é uma verdade inconveniente”.
3) Julgo que não se deve parar a islamização, nem a globalização. Mas também não se deve esquecer que grande parte dos conteúdos do filme são verídicos. Por exemplo, por muito que custe contrariar o cepticismo do Dr. Mário Soares (no programa prós e contras) e o de muitos anti-americanos e anti-bushistas, o 11 de Setembro aconteceu, é um facto e Bin Laden reclamou a autoria em nome do Islão.
4) Os factos talvez devam ser considerados como incontornáveis, mas sem conduzir ao ódio. Há cidadãos europeus com inteligência suficiente para perceber que: a) aquele fanatismo não se estende a todo o Islão; b) que aqueles factos não devem fomentar o ódio; c) que com paciência, com tempo, diplomacia, exportação da cultura ocidental para o Islão, cautelas anti-terroristas (etc), o fanatismo islâmico pode tornar-se mais dócil.
5) Enquanto tudo isto acontece podemo-nos entreter a ver o esvaziamento ideológico da esquerda, que leva o Daniel Oliveira a lutar desesperadamente para defender os islâmicos, o modo como humilham as mulheres e os homossexuais.
[Responder]
Este video é lamentável. Só demonstra a besta racista que é quem o fez.
[Responder]
Caro Daniel Oliveira,
Como habitante da Holanda esta temática, como deve compreender, interessa-me particularmente. Por isso dei-me ao trabalho de traduzir algumas (9) das muitas citações de Wilders e gostaria de saber se correspondem à ideia que as pessoas têm de alguém realmente de extrema-direita, ver mesmo fascizante. Era interessante que todos dessem um curto (ou longo) parecer…
1. Todas as pessoas que não partilham estas normas [ocidentais] deviam tirar as suas conclusões fazer as malas e partir. Não se pode exigir de nós que respeitemos certas opiniões quando ao mesmo tempo as pessoas não têm a intenção de respeitar as opiniões dos outros.
2. Campos fechados de reeducação [para jovens delinquentes], cortar no abono de família dos pais, mandá-los para a família em Marrocos. Todas estas medidas devem ser experimentadas.
3. Se nós rasgássemos as páginas de ódio do Corão não ficava grande coisa, uma revista do tipo Pato Donald.
4. Quando a peça de teatro sobre Aisha, mulher mais nova do profeta, foi anulada na Holanda, houve uma vereadora da câmara de Amesterdão que disse – creio que foi a Fátima Elatik [marroquina], mas as mulheres de véu parecem-se todas umas com as outras – que a liberdade de expressão na Holanda “ultrapassou os limites”. Mas não o suficiente para ela poder fazer uma afirmação deste tipo.
5. Os muçulmanos há muito que fazem parte dos ‘bons sauvages’ do PvdA [Partido Trabalhista social-democrata]. Ou dito de outra forma, os animais são para o partido de Marianne Thieme [Partido de Protecção aos Animais] o que os muçulmanos são para o Partido Trabalhista. Um perfeito ecrã para projectar meiguice e infinita compreensão multicultural. Uma perigosa forma de sentimentalismo…
6. [Depois de uma visita a Marrocos]. O primeiro marroquino que me venha com histórias sobre xenofobia, imprensa racista e subsídios de desemprego muito baixos dou-lhe um raspanete. E os insurrectos de Amesterdão [marroquinos] deviam cumprir a sua pena aqui [Marrocos]. Todos os dias a pão e água a escovar sapatos, ou trabalhar como pedreiros a €4 à hora, acarretar com pedras debaixo de um sol escaldante., assim é que eles aprendiam.
7. Os judeus livraram-se da tragédia do Holocausto e fizeram com que o mundo os respeitasse com os seus conhecimentos, não com o seu terror, com o seu trabalho, não com a sua gritaria e choraminguisse.
8. Os fundamentalistas cristãos provocam dores de cabeça ao mundo, é verdade, mas os fundamentalistas islâmicos cortam-nos a cabeça…
Se a sociedade acha que precisa tanto de trabalhadores estrangeiros, devia ter optado por contratos a curto prazo com trabalhadores solteiros, ou com trabalhadores que estivessem dispostos a ficar algum tempo sem a companhia dos seus familiares.
[Responder]
A ver se entra de uma vez na cabeça do Daniel e de todos os que insistem na mesma imbecilidade:
Este Wilders, assim como os gajos das caricaturas e mais o Theo- fazem parte do ateísmo militante.
E era bom que é em nome da ideologia do ateísmo militante e das ligações à Mossad que estas merdas são feitas.
Mais nada. Não há aqui Direita para nada. A não ser para palha e vender a ideia que não existem sacanas racistas, fanáticos e islamófobos iguaizinhos à Esquerda.
Existem. Até na blogo os sei identificar.
[Responder]
E sim, em comum têm o ateísmo militante a ideia imbecil que existe uma qualquer “civilização ocidental” superior, que se manifesta por todo o tipo de decadências e por imbecilidade ainda maior que é a crença na possibilidade do integracionismo planetário.
Razão pela qual eles nem são racistas que queiram afastar-se do “inimigo”- eles acreditam que é possível fazer do islão um ateísmo subjugado à única “raça” a que têm respeito- o “judaísmo”.
E é por isso que um ateu militante é um mercenário- repito- porque trabalha para qualquer religião contra qualquer religião
[Responder]
E este gajo é mesmo um mercenário a soldo de Israel. Não sei qual é o interesse de fazer um post a dizer coisas bem correctas mas escamoteando o principal- este tipo faz propaganda mundial- isto nem é para resolver os verdadeiros problemas de imigração na Holanda-
mortinho para que atirem com uma bomba de retaliação está ele. Este gajo é um provocador nazi. Isso sim- só que o nazismo dos nossos dias é sionista.
E não há volta a dar à questão.
[Responder]
E é óbvio que não penso bem do islão- penso até muito mal. Mas também é bom que se perceba quem faz pior e com as costas quentes.
Não existe propaganda destas feita por mercenários a soldo do islão, na Europa.
[Responder]
Estes caralhos do Fiel Inimigo são uns. São um exemplo de esquerdalhada que virou fanática contra o Islão e que também só sabe fazer propaganda a Israel.
Em comum têm o mesmo- são fanáticos ateus militantes, imbecis, ignorantes e cheios de cagufa que cheira à distância.
[Responder]
olha o carmo por aqui, então aqui neste blog parece que ha liberdade de expressão até para o senhor, que não merece.
[Responder]
O filme é real, o titulo do post fala em chafurdar no medo.
É verdade. Medo.
«Following threats to our staff of a very serious nature, and some ill informed reports from certain corners of the British media that could directly lead to the harm of some of our staff, Liveleak.com has been left with no other choice but to remove Fitna from our servers.
This is a sad day for freedom of speech on the net but we have to place the safety and well being of our staff above all else. We would like to thank the thousands of people, from all backgrounds and religions, who gave us their support. They realised LiveLeak.com is a vehicle for many opinions and not just for the support of one.
Perhaps there is still hope that this situation may produce a discussion that could benefit and educate all of us as to how we can accept one anothers culture.
We stood for what we believe in, the ability to be heard, but in the end the price was too high.»
http://www.liveleak.com/
[Responder]
‘Este Wilders, assim como os gajos das caricaturas e mais o Theo- fazem parte do ateísmo militante.’
Sim, tá bem, mas muito concretamente, achas que as afirmações do Wilders que eu postei são, sem excepção, racistas? Ou achas que o Daniel Oliveira exagera?
[Responder]
‘Este Wilders, assim como os gajos das caricaturas e mais o Theo- fazem parte do ateísmo militante.’
Peço desculpa, o comentário era dirigido à Zazie.
[Responder]
“Quem daria crédito a frases assim retiradas da Bíblia ou da Tora? E não faltaria por onde pegar em textos que lidos literalmente e sem contexto histórico só podem dar disparate.”
“Olhe que na Bíblia também há. Os livros das religiões do livro carregam consigo a história da humanidade e por isso também a violência.”
Estas frase são suas Daniel. Lanço-lhe aqui um repto: é capaz de citar alguma passagem da Bíblia ou da Tora em que seja feito apelo à violência ou à morte dos infieis tal como surgem nas Shuras Corânicas? Peço-lhe que nos cite apenas um exemplo. Não nos venha falar nos castigos divinos, que não é disso que se trata e só a chico-espertice ou má fé pode socorrer-se de tais argumentos. Há na Bíblia ou Tora algum apelo à Jihad? Dê por favor um exemplo que possa ser entendido como tal. Abstenha-se por favor dos argumentos esfarrapados que normalmente se utilizam nestas ocasiões: Cruzadas e Inquisição. Não estamos nestes casos a falar de preceitos inscritos nas Escrituras Sagradas, mas sim em opções politico-religiosas, sobre as quais é hoje pacífico olharmos para elas com um olhar condenatório.
Sabe Daniel? Não basta lançar umas boutades e querer meter tudo no mesmo saco, repetindo até à exaustão argumentos falsos perante plateias abúlicas que acreditam em tudo o que lhes diz sem sequer se questionarem. Muitos dos comentadores aqui nem precisaram de ver o filme para o comentarem. Já sabem do que se trata, por isso não vale a pena.
Se não for capaz de citar uma única passagem da Bíblia ou da Tora em que estejam expressos apelos à violência dos homens sobre outros homens, só lhe resta uma saída: retratar-se.
Sobre o filme? Não gosto da forma como está elaborado e da utilização de algumas imagens. Sobre o conteúdo? Infelizmente, nada do que ali está é mentira. Há alguma truncagem? As imagens são manipuladas?
Por fim, quero dizer-lhe o seguinte: não tendo qualquer simpatia ideológica pelo Sr.Geert Wilders, faço-lhe pelo menos a justiça de reconhecer que ao assumir este tipo de posições, revelou a coragem suficiente para enfrentar o calvário das mil e uma Fatwas que o aguardam. Tomates, é do que se trata.
[Responder]
Pedia o favor, se isso for possível, de retirar o meu primeiro post e substituir por este. Porque facilita a resposta dos leitores. Muito obrigado.
Como habitante da Holanda esta temática, como devem compreender, interessa-me particularmente. Por essa razão dei-me ao trabalho de traduzir nove das muitas citações de Wilders e gostaria de saber se correspondem à ideia que as pessoas têm de alguém realmente de extrema-direita, ver mesmo fascizante. Seria interessante para um próximo artigo e ficar-lhes-ia eternamente agradecidos que dessem a vossa opinião.
Para facilitar a vida dos leitores pensei neste esquema:
a. plenamente de acordo
b. de acordo, mas poderia ter sido dito de outra maneira
c. não me aquece nem arrefece
d. não concordo
e. repudio completamente esta afirmação
O leitor neste caso apenas responde apenas por: 1c – 2a – 3d – 4e – 5c – 6b – 7e – 8d – 9b (isto é um exemplo, não é a minha opinião)
1. Todas as pessoas que não partilham estas normas [ocidentais] deveriam tirar as suas conclusões fazer as malas e partir. Não se pode exigir de nós [sociedade holandesa] que respeitemos certas opiniões quando ao mesmo tempo as pessoas não têm a intenção de respeitar as opiniões dos outros.
2. Campos de reeducação [para jovens delinquentes], cortar no abono de família dos pais, mandá-los para a família em Marrocos. Todas estas medidas devem ser experimentadas.
3. Se nós rasgássemos as páginas de ódio do Corão não ficava grande coisa, uma revista do tipo Pato Donald.
4. Quando a peça de teatro sobre Aisha, mulher mais nova do profeta, foi anulada na Holanda, houve uma vereadora da câmara de Amesterdão que disse – creio que foi Fátima Elatik? [marroquina], mas as mulheres de véu parecem-se todas umas com as outras – que a liberdade de expressão na Holanda “ultrapassou os limites”. Mas não o suficiente para ela poder fazer uma afirmação deste tipo.
5. Os muçulmanos há muito que fazem parte dos ‘bons selvagens’ do PvdA [Partido Trabalhista social-democrata]. Dito de outra forma, os animais estão para o partido de Marianne Thieme [Partido de Protecção aos Animais] assim como os muçulmanos estão para o Partido Trabalhista. Um perfeito ecrã para projectar meiguice e infinita compreensão multicultural. Uma perigosa forma de sentimentalismo…
6. [Depois de uma visita a Marrocos]. O primeiro marroquino que me venha com histórias sobre xenofobia, imprensa racista e subsídios de desemprego muito baixos dou-lhe um raspanete. E os insurrectos de Amesterdão [marroquinos] deviam cumprir a sua pena aqui [em Marrocos]. Todos os dias a pão e água a escovar sapatos, ou trabalhar como pedreiros a €4 à hora, acarretar com pedras debaixo de um sol escaldante, assim é que eles aprendiam.
7. Os judeus que escaparam da tragédia do Holocausto fizeram com que o mundo os respeitasse com os seus conhecimentos, não com o seu terror, com o seu trabalho, não com a sua gritaria e choraminguisse.
8. Os fundamentalistas cristãos provocam dores de cabeça ao mundo, é verdade, mas os fundamentalistas islâmicos cortam-nos a cabeça…
9. Se a sociedade acha que precisa tanto de trabalhadores estrangeiros, devia ter optado por contratos a curto prazo com trabalhadores solteiros, ou com trabalhadores que estivessem dispostos a ficar algum tempo sem a companhia dos seus familiares.
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Um detalhe: não se importa de me dizer onde é que na Bíblia (a Torah está lá dentro) há «frases assim»? Se não reparou, o filme afirma que o Corão é singular e mortífero por tê-las. Se quiser fazer mais do que destilar ideologia e esgrimir contra fantasmas, e tiver, além disso, o honesto desejo de dizer qualquer coisa de significativo, indique-as. O resto é treta sua. Se não as encontrar comparáveis na substância, retrate-se pelo erro cometido. Ou então estamos entendidos. Você diz o que quiser e não tem de provar. Fácil. E muito desonesto.
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Fico a saber que o filme teve de ser retirado do site onde apareceu por ameaças demasiado sérias à vida do pessoal que nele trabalha. Mas claro, o perigo, a sério, vem do Geert Wilders…. Até onde vai a estupidez?
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Releio a sua prosa. Os ateus e laicos foram os únicos que foram sempre perseguidos, diz você. Saiba que deram, também, excelentes perseguidores. Conhece a história do comunismo?
[Responder]
Qualquer dia a sociedade protectora dos animais (que quem gosto mt) pede para proibir a Bíblia pois aquela estoria da legião e da vara de porcos a saltar do penhasco é uma boa razão para justificar quem maltrata os bichos. O Daniel Oliveira não deve conhecer a Bíblia pois quando era pequeno não havia a tradução em russo!
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Não é preciso ler muitos comentários para se ficar com uma panorâmica interessante. Até temos um brilhante comentário que nos revela, atenção, que não há judeus pobres. São todos uns malandros, ladrões, uns porcos capitalistas cheios de dinheiro.
[Responder]
Igor Caldeira, devia ter lido os comentários. Há essa frase infeliz e sem sentido sobre os judeus. E há depois dezenas de outras, bem mais graves e violentas, sobre os muçulmanos. Ou não as leu ou não o incomodaram. A mim incomoda-me o racismo, sem seleccionar a vítima.
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Caro Daniel Oliveira,
Mas acha mesmo que todas as afirmações de Wilders que eu traduzi têm um teor racista?
[Responder]
O Geert Wilders confunde islamismo com islão, para criar o ódio através do medo.
Mas estes Geert Wilders não aparecem do nada.
O islamismo, uma ideologia político-religiosa supremacista e intolerante, tem vindo a ganhar força em todo o mundo e a expandir-se no centro da europa. Não se trata apenas de uma meia dúzia de tontinhos fanáticos nem é uma reacção às políticas de bush.
É uma ideologia política, que se apoia no islão, com um corpo doutrinário que se tem vindo a formar há mais de 2 séculos. Esse corpo doutrinário, com diferentes variantes, é a ideologia oficial de estados no muçulmanos que o exportam para outros pontos do mundo, incluindo a europa, tentando radicalizar as comunidades muçulmanas que cá vivem.
Esperar-se-ia que os governantes moderados europeus tivessem o bom senso de bloquear a expansão do islamismo na europa e confrontar ideologicamente os regimes que o financiam e exportam. Mas devido a complexos pós-coloniais, medo de serem chamados racistas, dogmas ideológicos, ou simplesmente por ignorância, não o têm feito.
Deixam assim o espaço aberto para que as extremas direitas joguem com a confusão entre islamismo extremista e islao moderado.
Existe um problema real de rápida expansão da ideologia islamista na europa. Se os governantes moderados se mantiverem incapazes de confrontar e resolver esse problema, os Geert Wilders vão ganhar maior apoio popular. E nessa altura, em vez de na europa se travar um combate justo contra o islamismo, será feita uma injusta perseguição a todos os muçulmanos.
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“Quem daria crédito a frases assim retiradas da Bíblia ou da Tora? E não faltaria por onde pegar em textos que lidos literalmente e sem contexto histórico só podem dar disparate.”
“Olhe que na Bíblia também há. Os livros das religiões do livro carregam consigo a história da humanidade e por isso também a violência.”
Hum, parece que o Daniel aínda anda a pesquisar na Bíblia e na Tora para ver se afinal as suas boutades podem ser justificadas. Ou esqueceu-se do repto que alguns comentadores fizeram aqui para que prove estas afirmações? Continuamos à espera. Se não o fizer, estamos conversados sobre a consistência dos seus argumentos.
[Responder]
Já estão no blogue, João Costa. São matéria de cultura geral.
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A história que Ehsan Jami tem para contar é bem mais interessante que a de Wilders.
Infelizmente ninguém na esquerda lhe dá a força que merece. Preferem dar destaque a Wilders, para depois o demonizarem e assim se auto-declararem moralmente superiores.
Seriam moralmente superiores se apoiassem as causas justas e corajosas. Ehsan Jami já foi espancado 3 vezes por islamistas e tem a sua vida a prémio.
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/europe/article2426314.ece
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(“Jl 3:9-10: “Proclamai isto entre as nações: Santificai uma guerra! Suscitai os valentes! Cheguem-se, subam todos os homens de guerra. Forjai espadas das relhas dos vossos arados, e lanças das vossas podadeiras.”
“Pois dias de vingança são estes, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas” (Lc 21:22);
“Daí lugar à ira, pois está escrito: minha é a vingança; eu retribuirei, diz o Senhor.” (Rm 12:19).
“Espera-se a paz, e não há bem algum; o tempo da cura, mas só há terror” (Jr 8:15);
“Pois assim diz o Senhor: Farei de ti um terror para ti mesmo, e para todos os teus amigos.” (Jr 20:4);
“Começarei hoje a espalhar terror e medo de ti no meio dos povos que estão debaixo de todo o céu.” (Dt 2:25).
“Eu formo a luz, e crio as trevas, eu faço a paz, e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas essas coisas.” (Is 45:7)
“Assim diz o Senhor: Olhai! Estou forjando mal contra vós, e projeto um plano contra vós.” (Jr 18:11).
“Portanto, tu teme a Deus…” (Ec 5:7). “Aprendam a temer-me todo o tempo em que viverem na terra.” (Dt 4:10).
“Passai pela cidade após ele, e feri; não poupe o vosso olho, nem vos compadeçais. Matai velhos, jovens, virgens, meninos e mulheres, até exterminá-los (…) começai pelo meu santuário. E começaram pelos homens mais velhos que estavam diante da casa. Então ele lhes disse: Contaminai a casa, e enchei os átrios de mortos. Ide! E foram, e puseram-se a ferir a cidade (…) Também quanto a mim, não poupará o meu olho nem me compadecerei.” (Ez 9:5-10).
“o que não tem espada, venda a sua capa e compre uma” (Lucas 23:36).”)
ORA BEM FRASES DA BIBLIA, INTERPRETAMOS ASSIM OU CONTEXTUALIZAMOS.
FRASES APELANDO A VIOLENCIA. AINDA NÃO FALEI DA GUERRA SANTA NEM DA GUERRA JUSTA DO S. TOMAS DE AQUINO, NEM DA DESCRIMINAÇÃO DA MULHER
SO UM CHERINHO DE
discriminação e precoceito
“À mulher disse: Multiplicarei grandemente a dor da tua gestação; em dor darás à luz filhos. O teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.” (Gn 3:16); “A mulher aprenda em silêncio com toda a sujeição. Não permito à mulher que ensine em público nem que tenha domínio sobre o homem, exercendo na Igreja uma autoridade sobre ele, mas esteja em silêncio.” (1Tm 2:11); “Quero que saibas que Cristo é o cabeça de todo o homem, e o homem o cabeça da mulher… Mas toda mulher que ora ou profetiza com a cabeça descoberta, desonra a sua própria cabeça… O homem não deve cobrir a cabeça, pois é a imagem e glória de Deus… Pois o homem não proveio da mulher, mas a mulher do homem. O homem não foi criado por causa da mulher, mas a mulher por causa do homem. Portanto, a mulher deve ter sobre a cabeça um sinal de autoridade.” (1Co 11:3-10).
“Se uma mulher conceber e tiver um menino, será imunda sete dias (…) Mas se tiver uma menina, será imunda duas semanas.”
“O servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites. Mas o que não a soube, e fez coisas dignas de açoites, com poucos açoites será castigado.” (Lc 12:47-48).
AS RELIGIÕES SÃO DANADAS.
É CLARO QUE NOS LIVRAMO-NOS DISTO TUDO AO SEPARAR O QUE É DE DEUS DO QUE É DE CÉSAR OS MUCULMANOS AINDA NÃO, TEM SECULOS DE ATRASO.
E COMO VAI ESSA EXTREMA DIREITA PELA HOLANDA SENHOR CARMO? JA HÁ OS CAMPOS DE REEDUCAÇÃO,( EU PENSAVA QUE COMO PAISES CIVILIZADOS A LEI TINHA ESSE MEIO PREVENTIVO E ESTAVA INCUMBIDA DESSA TAREFA). A EXPULSÃO, O CONTRATO A PRAZO DE TRABALHADORES ESTRANGEIROS, SOLTEIROS OU DISPOSTOS A FICAR ALGUM TEMPO SEM A COMPANHIA DE FAMILIARES.
QUANDO PODEREMOS VER ISTO TRANFORMADO EM LEIS? EM NUREMBERGA EM TEMPOS TAMBÉM SE FIZERAM UMAS.
[Responder]
Caro anonimo de 30 Mar 2008 às 12:24
’E COMO VAI ESSA EXTREMA DIREITA PELA HOLANDA SENHOR CARMO?’
É isso mesmo que eu quero indagar, mas ninguém responde ao meu questionário… Você é o único, por enquanto, que teve a coragem de ser um pouco mais concreto…
Na sua frase:
’ SENHOR CARMO? JA HÁ OS CAMPOS DE REEDUCAÇÃO,( EU PENSAVA QUE COMO PAISES CIVILIZADOS A LEI TINHA ESSE MEIO PREVENTIVO E ESTAVA INCUMBIDA DESSA TAREFA). A EXPULSÃO, O CONTRATO A PRAZO DE TRABALHADORES ESTRANGEIROS, SOLTEIROS OU DISPOSTOS A FICAR ALGUM TEMPO SEM A COMPANHIA DE FAMILIARES.
QUANDO PODEREMOS VER ISTO TRANFORMADO EM LEIS? EM NUREMBERGA EM TEMPOS TAMBÉM SE FIZERAM UMAS.
Creio poder ler no seu comentário uma referência à frase número 2 de Wilders (campos de reeducação), e à frase número 9 (contrato a prazo de trabalhadores estrangeiros).
Imagino que repudia completamente estas afirmações (e) de Wilders porque estabelece uma ligação com os tribunais de Nuremberga!
Estamos de acordo?
Senhor anónimo,
Como já deve ter percebido vivo na Holanda, mas além disso sou casado com uma holandesa e tenho um filho e uma filha holandesa. Já houve aqui uma senhora que, um pouco como Wilders, generalizando quanto baste, disse num comentário que os holandeses são racistas…
Preferia que as pessoas, em vez de dizerem destas coisas, sejam mais precisas: ‘isto acho racismo, mas aquilo já acho aceitável’. A única coisa que peço é que sejam concretos nas acusações e um pouco de NUANCE ….
De qualquer maneira, obrigado pela sua resposta.
[Responder]
(“Imagino que repudia completamente estas afirmações (e) de Wilders porque estabelece uma ligação com os tribunais de Nuremberga!
Estamos de acordo?”)
De wilders só????
Não não estamos de acordo senhor carmo, os tribunais de nuremberga foram uma coisa e se se refere aos julgamentos de nuremberga pos guerra ainda foram outra. Mas leis de nuremberga foram outra bem diferente que marcou o inicio de uma trágica realidade. E apareceram logo que os nazis tomaram o poder entre o ano 33 /35 impedindo entre muitas coisas por exemplo o relacionamento e o casamento entre raças. Dai que eu tenha feito essa alusão as tais leis, isso, isto é racismo, quer assim. Mas para discutir isto so a outro nivel.
De qualquer maneira, obrigado pela sua resposta.
Não tem de que, para quem me impediu de comentar como anonimo no seu blog e ja aceita comentar a nivel de ideias com um e o mesmo anonimo em casa alheia, so lhe gabo a paciencia para os anonimos mas uma coisa é certa quando comentar com um anonimo nunca tera a certeza se serei eu.
[Responder]
Caro anónimo de 30 Mar 2008 às 17:55,
Quando eu fiz a pergunta estamos de acordo?, não me referia a um acordo de opiniões entre NÓS…
Estava apenas a perguntar-lhe se eu, a partir do que você disse, poderia concluir que você repudia completamente a afirmação 2 e 9 de Geert Wilders. Mais nada…
Já que estou com a mão na massa, posso também concluir que você, à excepção destas duas (2 e 9) afirmações, nada tem contra as restantes afirmações de Wilders, ou estou a ser muito redutor?
’quem me impediu de comentar como anonimo no seu blog’
Eu não o impedi a si pessoalmente de comentar, apenas pedi que arranjasse um NICK – continuava anónimo na mesma -, já que você, coute que coute, quer garantir o seu anonimato. Exigi isso apenas para não confundir os seus doutos comentários com outros anónimos mais broncos…
[Responder]
Caro anónimo de 30 Mar 2008 às 17:55,
Quando eu fiz a pergunta estamos de acordo?, não me referia a um acordo de opiniões entre NÓS…
Estava apenas a perguntar-lhe se eu, a partir do que você disse, poderia concluir que você repudia completamente a afirmação 2 e 9 de Geert Wilders. Mais nada…
Posso também concluir que você, à excepção destas duas afirmações, nada tem contra as restantes afirmações de Wilders, ou estou a ser muito redutor?
’quem me impediu de comentar como anonimo no seu blog’
Eu não o impedi a si pessoalmente de comentar, apenas pedi que arranjasse um NICK – continuava anónimo na mesma -, já que você, ao contrário da minha pessoa, quer garantir o seu anonimato. Isto apenas para não confundir os seus doutos comentários com outros anónimos mais broncos…
[Responder]
Peço imensa desculpa pela repetição…
[Responder]
Está aqui o exemplo em que estava a pensar.
O exemplo do fenómeno do racismo-de-esquerda de que falava.
Há 2 anos já tinha tido esta percepção e até a debati com o Bruno do Avatares.
A História repete-se e os sintomas de um novo nazismo com a diabolização dos muçulmanos está aqui para o testemunhar.
Que é sempre um fenómeno que necessita de vazio, de enorme megalomania e divinização do euzinho ateu, juntamente com a estúpida convicção de se pertencer a colectivo civilizacionalmente superior mas ameaçado, também está aí para prova.
E que nisto entra tudo, seja à esquerda seja à direita, idem- também está aqui (e na Dinamarca, como autor do livrinho da provocação que até um ateu militante do BE lá do sítio).
Só falta a aspecto mais rasca- é um fenómeno de imensa estupidez e cagufa.
[Responder]
Caro carmo da rosa vamos por um ponto final.
As afirmaçoes de wilderes, ou outros como le pen anteriormente, são racistas e visam emigrantes e em alguns são emigrantes de fora da europa e a motivação é também religiosa. Essas leis de wilderes em relação aos anos 30 só mudam o contexto e as personagens. O mito do eterno retorno do nitzche para mim não faz sentido, mas as ideias do racismo fazem, sempre, e devem ser sempre combatidas mas não no confessionario, independentemente das épocas e das personagens haverá sempre racismo e xenofobia pegando com alguém para suposta gloria de alguém.
Eu que fiz um trabalho sobre emigração e contactei com emigrantes dos anos 40 / 50 em frança, ja nessa época eram acusados pelos franceses de lhes roubarem os postos de trabalho, terem um comportamento de judeus, “tu est un juif”, porque estavam lá para ganhar dinheiro e não para o gastar, divertindo-se, ao contrário dos naturais que devido a um sistema de protecção social como subsidio de desemprego e reforma na velhice não precisavam de se preocupar com essas minudências, o estado garantia-lhes o futuro e o seu bem estar.
As leis de nuremberga não são nazis por terem sido feitas por nazis, mas são racistas e só tem o acrescento que o nazis eram racistas e fizeram-nas. E tinham vários objectivos nessas leis. O senhor da-me a impressão que nunca pos a vista em cima dessas leis. O wilderes tem pensamentos racistas, quem o acompanha igualmente, se o homem e companhia os pudesse transformar em leis e tivesse poder, dava leis racistas. os exemplos estão nas frases que eu citei. Os teóricos da raça nos anos 30 como alfred rosenberg. Eram darwinianos, a sua compreensão e conhecimento era limitado à ciência da época não havia genomas humanos, baseava-se na observação e evolução das espécies por superioridade de umas em relação as outras o mein kampf esta cheio destes dislates também, mas o racismo agora é outro e mais soft.
Há pessoas que tem um desconhecimento total da realidade sociológica dos anos 30 e só por isso dizem o que dizem. Espero que nunca deseje o papel de um Ernst Röhm, pois foi trágico aproveitado enquanto peão útil e depois espezinhado por mais prejuizo que benefício. Mas é verdade actualmente existe um fascínio pelo fascismo, e por isso recuemos só alguns anos e não vemos noites de cristal, nem incêndios do reichstag, mas podemos ver bandos de individuos de cabeças rapadas tais s. a., invadindo zonas da cidade de lisboa e agredir até a morte e gratuitamente negros só por ser negro e ser apanhado a geito. Que tal? Como eu gosto desta linguagem de cagufas, também espero que o wilderes não tenha nunca querido reeditar um triunfo da vontade como modelo da sua inspiração cinematográfica.
So que há uma vantagem, actualmente as pessoas são mais evoluidas e instruidas e sempre que alguém assim abre a boca cria anticorpos na sociedade afastando-se logo dessas companhias. O exemplo mais recente como você sabe é o do ex primeiro ministro australiano que ao demonstrar pensamentos de xenofobia e xenofobia religiosa nem sequer conseguiu ser eleito pelo seu circulo, uma coisa inédita e que nunca tinha acontecido num primeiro ministro desde a década de 30,veja lá a coincidência desde a década de 30, alguns casos na europa recentes com derivaçoes nessa variante que tiveram logo cobro, isso diz alguma coisa da rejeição pela sociedade de tais ideologias extremistas que valem como tal. Mas são perigosas para alguns, aqueles que por qualquer circunstancia se encontram no seu caminho.
[Responder]
Caro anonimo de 31 Mar 2008 às 10:14,
Você escreveu precisamente 588 palavras! E com todo o respeito, no meio de todas essas palavras encontra-se alguma sabedoria de capa e lombada, algumas tentativas de formular uma opinião e muita confusão…
Ainda não percebi muito bem qual é a sua opinião acerca de Wilders!!! É ou não é um Le Pen ou é apenas um populista, é um democrata perseguido ou um fascista!!!
Com tanta palavra você ainda não foi capaz de responder à minha pergunta tão simples! Isto já não é culpa sua, é mal nacional, os portugueses ADORAM O DISCURSO – mesmo que seja para não dizer grande coisa.
’ Estava apenas a perguntar-lhe se eu, a partir do que você disse, poderia concluir que você repudia completamente a afirmação 2 e 9 de Geert Wilders.’
Eh pá, é tão simples….
E outra coisa, está de acordo comigo sobre o que eu disse acerca do seu anonimato?
[Responder]
Carmo da rosa, é preciso dizer que o wilderees é um racista. não é um le pen é um wilderes, ja lhe disse que voces fazem com que os discursos do le pen sejam dignos de uma homilia, esqueceu-se? tem uma filosofia de extrema direita e voce não entende nada do que eu digo? So explicando o abc as criancinhas? Bem o problema é seu, se calhar umas aulas de filosofia politica ajudam e essa de contar as palavras também adorei.
Resumindo e concluindo e como ja lhe disse em anteriores comentários, repudio toda a filosofia subajcente ao wilderes, voce incluido, quer assim ou nem assim percebe, põe-se a contar as palavras e distrai-se do tema essencial.
O homem é tão bom e tem uma filosofia tão atraente que não encontrou ninguém capaz de querer ajuda-lo a divulgar o tal filmezeco, e não é medo não, escusa de vir com essas tretas. Socorreu-se da divulgação online, o que ele é um corajoso sim, com protecção policial e pondo em perigo os outros.
Olhe o que pensam no pais onde o senhor vive senhor carmo:
(“Naquela época, produtos dinamarqueses foram boicotados e as embaixadas incendiadas em países muçulmanos. Este é o temor do gabinete de governo da Holanda.
“A mensagem de Geert Wilders não é a mesma do governo holandês”. Esta frase do primeiro-ministro holandês, Jean-Peter Balkenende, tentando prevenir os efeitos negativos deste anunciado filme de Wilders contra o alcorão, já surtiu efeito no exterior. Em um festival de filmes infantis no Egito, a produção holandesa “O cavalo de São Nicolau”, que havia sido proibida apenas por ser da Holanda, recebeu agora a permissão para participar do festival egípcio
Ao anunciar o fim do boicote ao filme holandês, o presidente da comissão egípcia para a seleção de filmes disse estar convencido das boas intenções do governo holandês. Isso aconteceu no Egito, um país muçulmano moderado
Alexander Pechtold critica
o filme de Geert Wilders
Um problema europeu
Segundo o parlamentar holandês Alexander Pechtold, o governo dos Países Baixos deveria deixar mais claro o que significa democracia e liberdade de expressão na Europa. Para Pechtold, as explicações do governo estão dirigidas ao controverso parlamentar Wilders e aos efeitos negativos de seu filme – um curta-metragem crítico ao alcorão, de conteúdo desconhecido.
Para Pechtold, na maior parte dos países da Europa, as pessoas foram acostumadas a viver em democracia e a expressar suas opiniões livremente, o que não acontece em muitos países islâmicos. “Com esses tipos de filmes, extremistas acabam disseminando o ódio contra o Ocidente em países muçulmanos”, disse o parlamentar. Ele afirma ainda que se deveria explicar, através das televisões muçulmanas, o que significa ter uma Constituição e respeitar esse conjunto de leis.
Líderes empresariais holandeses temem por um boicote de produtos holandeses em países muçulmanos devido ao filme contrário ao alcorão do parlamentar Geert Wilders. Os funcionários das embaixadas holandesas no exterior, principalmente em países muçulmanos, temem por uma onda de protestos e ações radicais por parte da população local quando o filme for exibido. O próprio primeiro-ministro holandês alertou para o problema, dizendo que poderia aumentar ainda mais o perigo aos soldados holandeses no afeganistão”)
São todos uns cagunfas
E deixe la o meu anonimato. anonimo uma vez, anonimo para sempre, quem foi que disse quem
[Responder]
’é preciso dizer que o wilderees é um racista’
Caro anónimo de 31 Mar 2008 às 12:01
Dizer é fácil, provar é mais complicado! Eu facilmente posso dizer que você é burro como um cepo, é só escrever, mas se não o provar por A+B não tem qualquer sentido!!! Compreende a nuance?
Eu, já para lhe facilitar a vida a si, e a outros que tais, que insultam terceiros sem o mínimo argumento, sem a mínima prova, espetei aqui com nove AFIRMAÇÕES (note que afirmação, em português não é a mesma coisa que filosofia!) de Wilders para que você me diga onde está o racismo ou a xenofobia ou o fascismo de Wilders…
Mas nada, você espeta com textos de jornais com as opiniões do primeiro-ministro e do Pechthold! Caneco, eu tenho televisão em casa, conheço razoavelmente a língua. Por isso, as suas colagens de notícias já parecem o filme do Wilders….
’E deixe la o meu anonimato. anonimo uma vez, anonimo para sempre, quem foi que disse quem’
Não quero ser chato, mas tenho a impressão que você não compreende bem português! Ou você é um estrangeiro que fala admiravelmente bem português mas que de vez em quando não topa as nuances, ou então é um emigrante que já vive há muito tempo no estrangeiro e perdeu o contacto com a língua…
Eu não disse uma vez anónimo, anónimo para sempre, o que eu DISSE foi para você pelo menos arranjar um NICK e ficar-se por aí, para que se saiba com quem se fala. Só isto.
Mas você, demonstrando a ‘coragem’ que falta a Wilders, prefere ficar anónimo, mesmo para só dizer baboseiras que ninguém está interessado. Porque na realidade, eu já percebi a razão do seu anonimato. É um anonimato mais abaixo dos que usam um nick, é mais rasteiro, porque assim você pode dar o dito por não dito.
Diz às 16:13 uma coisa e às 18:45 pode dizer precisamente o contrário. E depois pode colar passagens de outras pessoas, como se fossem suas – nota-se perfeitamente pelo estilo e pela pontuação – o que demonstra uma sabujice e uma infantilidade confrangedora…
Para filosofia já chega para hoje, não acha?
[Responder]
Caro carmo, vá lá mantenha a compostura, sim eu já sabia que mais tarde ou mais cedo a mascara caia novamente, e toquei mais uma vez na ferida.
Todos nos sabemos que o wilders é um símbolo de humanismo e estes pensamentos “seus” e “seus”, fui eu que disse referindo-me a eles pensamentos.
“JA HÁ OS CAMPOS DE REEDUCAÇÃO,( EU PENSAVA QUE COMO PAISES CIVILIZADOS A LEI TINHA ESSE MEIO PREVENTIVO E ESTAVA INCUMBIDA DESSA TAREFA). A EXPULSÃO, O CONTRATO A PRAZO DE TRABALHADORES ESTRANGEIROS, SOLTEIROS OU DISPOSTOS A FICAR ALGUM TEMPO SEM A COMPANHIA DE FAMILIARES.”
São da mais pura bondade.
Não é um racista só quer proibir certas coisas que fazem parte do racismo, referentes a uma raça a uma comunidade. Proibição do Corão, você sabe que nos países muçulmanos existem católicos e comunidades católicas?
Expulsão não por motivos judiciais e criminais e não assim decididos, mas pela criação de uma lei aplicável a essas pessoas. contratação de trabalhadores estrangeiros solteiros ou com obrigatoriedade de abandonarem as famílias temporariamente não podendo traze-las com eles.
Para que perder tempo com mais humanismo deste em pacotilha. Claro que compreendo a nuance, só que ele é um racista por pensamentos, actos, e ainda não por obras
Não é racismo não senhor Carmo o que será? Uma nova denominação inventada pela extrema direita.
Se espetei com textos de jornais é só para demonstrar o valor que os vossos pensamentos teem na Holanda e do mal que podem fazer a muita gente que vive nas mais diversas partes do mundo, mas isso para si é chinês.
Olhe não se descomponha mais que eu já estou farto e enjoado paro por aqui
[Responder]
“É CLARO QUE NOS LIVRAMO-NOS DISTO TUDO AO SEPARAR O QUE É DE DEUS DO QUE É DE CÉSAR OS MUCULMANOS AINDA NÃO, TEM SECULOS DE ATRASO”
Estava convencidíssimo que vivíamos todos no mesmo século.
Afinal parece que não.
Por aqui argumenta-se de forma brilhante…
[Responder]
Bom , mas em relaçao ao tipo em questao
que para alem de ser de extrema direita deve ser um tipo do mais execravel ( ele ha nuances em tudo ) e passe a Biblia , a Tora , o Corao etc e demais livros;
sagrados ou nao, o filme e repugnante.
Nao vi todo porque porque pretendo manter esse tipo de coisas reptlilineas o mais longe possivel da minha cabeça.Mas o que vi chegou-me.
O filme e nojento e o tipo que o fez ainda mais.
[Responder]
’vá lá mantenha a compostura, sim eu já sabia que mais tarde ou mais cedo a mascara caia novamente,’
Caro amigo anonimo de 31 Mar 2008 às 17:51,
Só perde a compostura quem tem alguma! E máscara não tenho, uso sempre o nome que os meus pais me deram à nascença. Toda a gente sabe que vivo em Amesterdão, o meu nome, número de telefone e endereço estão na lista telefónica.
Máscara usa você, porque é um cagarolas, e ainda por cima tem a grande lata de dizer que o Wilders é cobarde, porque tem protecção policial… O Wilders tem muitos defeitos, acredito, mas tem mais coragem num dedo mindinho do que você de corpo inteiro.
’ Todos nos sabemos que o wilders é um símbolo de humanismo e estes pensamentos “seus” e “seus”, fui eu que disse referindo-me a eles pensamentos.’
Tá ver! Esta frase tenho a certeza que é mesmo sua, aqui não há plágio, porque não se percebe a ponta dum corno. O que é que você quererá dizer com isto? É tão cansativo estar a tentar perceber o que você escreve, que às vezes dou preferência às suas colagens – pelo menos têm alguma lógica!!!
Disse eu algures que o Wilders é um símbolo de humanismo? Onde? Quando?
’ JA HÁ OS CAMPOS DE REEDUCAÇÃO,( EU PENSAVA QUE COMO PAISES CIVILIZADOS A LEI TINHA ESSE MEIO PREVENTIVO E ESTAVA INCUMBIDA DESSA TAREFA)’
O que é que isto quer dizer? Não seria mais fácil você limitar-se a responder às possibilidades que o meu inquérito sobre Wilders lhe oferece? Em vez de se perder em frases bombásticas e intrincadas que ninguém percebe, nem mesmo você?
Ao falar em Campos de Reeducação você refere-se à frase 2. Neste caso, se não lhe chega a classificação e. repudio completamente esta afirmação, aumente a grelha, crie por exemplo um f. quem isto afirma é um fascista, caso resolvido.
Sobre os CONTRATOS A PRAZO (frase 9) idem! Se está de acordo opta por a, se não está d! Mas, como já lhe disse, se acha esta grelha limitada, aumente homem, diga o que lhe vai na alma, não tenha medo que ninguém lhe bate.
‘Para que perder tempo com mais humanismo deste em pacotilha. Claro que compreendo a nuance, só que ele é um racista por pensamentos, actos, e ainda não por obras’
Não creio que você compreenda a NUANCE! Senão teria classificado as afirmações de Wilders de maneira diferente umas das outras – porque elas são realmente diferentes, lá está, há nuances – em vez de se por aos BERROS Ó DA GUARDA É TUDO RACISMO, TUDO FASCISMO…
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Mensagem Original de Pshycogirl
conhecendo bem o processo conclui que não existe matéria para os manter detidos…..
E isto é o mais importante para o Mário Machado, o Vasco Leitão e o José António bem como os restantes 33 arguidos..
isto parece-me coisas de advogados, é que neste momento a polemica(noticia) ficou na pessoa do Dr.Marinho e Pinto o que é bastante bom…
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(“É CLARO QUE NOS LIVRAMO-NOS DISTO TUDO AO SEPARAR O QUE É DE DEUS DO QUE É DE CÉSAR OS MUCULMANOS AINDA NÃO, TEM SECULOS DE ATRASO”)
lidador a resposta a esta encontra-a la pelo seu blogzeco nos muitos comentarios que tive consigo e que na maior parte das vezes abandonou por desistencia outras por irrefutabilidade.
O lidador voce comigo ja não tem credito, sabe o caso odin e o caso do quadro do metro de londres? ou foi uma tentativa de defesa ao ex colega carmo. é só mentiras.
a propósito a como esta a tonelada da couve? foi o nosso ultimo embate a nivel de divisas de troca a nivel de comercio internacional. voce sai-se com cada uma.ainda bem que me proibiram os comentarios la pelo vosso site so desaprendia
o que eu aprecio em voce é a arrogancia pensando sempre que esta a falar para ignorantes. aprenda homem a humildade é um dom
va va, va la para o seu lugar, que as distancias são muito bonitas.
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’ em relaçao ao tipo em questao que para alem de ser de extrema direita deve ser um tipo do mais execravel’
Sim minha senhora, DEVE SER!
Mas a senhora não acha que quando se acusa alguém de coisas tão graves seria necessário pelo menos dizer porquê?
O filme é repugnante, mas a senhora diz que não o viu todo! Isso lembra-me as manifestações de muçulmanos na Holanda contra os VERSÍCULOS SATÂNICOS de Salman Rushdie, mais precisamente em Haia.
Os jornalistas perguntavam frequentemente às pessoas se tinham lido o livro, a resposta era sempre um NÃO indignado, como se a pergunta em si já fosse uma ofensa…
Um imã(o) de barbas mais espertalhão, responde em árabe com esta bela metáfora: ‘não é preciso beber a água do esgoto para saber se ela é potável’!!!
A sua acusação também me lembra Portugal, no tempo da outra senhora claro, em que bastava o merceeiro dizer que a vizinha do quarto andar Esq. se portava mal, ou pior ainda, que ERA COMUNISTA, para a pessoa em questão ter a vida destroçada…
Minha senhora, respeito de qualquer forma a sua opinião, mas a senhora não se importaria de responder ao meu questionário sobre as afirmações de Wilders, lendo uma a uma com atenção – são só nove – e, depois de contar até 7, emitir a sua opinião, de preferência no fiel-inimigo.blogspot.com .
É que o mesmo questionário está a ser feito na Holanda, e seria interessante comparar as respostas dos dois países.
Thanks in advance.
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Peço desculpa,
O meu último post é dirigido a Maria de 1 Abr 2008 às 10:14
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Oh carmito desista meu caro, não me conte a sua vida porque foi a primeira coisa que fez, onde vivia, porque foi parar ai, o que faz, se é casado, quantos filhos ou filhas tem, enfim deixe-se de comadrices e como intelectual se o é, tenha vergonha destas tricas. Acha que isto o valoriza? Então continue. Chamar cobarde aos outros por causa do anonimato esta a vontade, agora discuta as ideias quando se apresentam e não quem escreve e sob nome, anonimato, pseudonimo etc. por acaso foi uma coisa que nunca lhe chamei nomes posso dizer como as criancinhas nomes feios também?
Mas classifiquei as suas ideias politicas e do wilderes politicamente e filosoficamente, voces são racistas. Repito-o, foi voce que me desafiou a faze-lo, ao dizer que eu não era preciso e concreto na escrita e me limitava a discursos, se lhe doi desse-me oportunidade de ver as suas ideias de outro modo.
E o wilderes tem protecção policial sim, mas nunca disse que era cobarde mas que a tinha limitei-me a isso, por contraponto aos cidados europeus que estão em paises arabes e não tem essa protecção e podem ser vitimas da violencia derivada das vossas posições , por isso pode, ou não, sabendo disso, fazer certas coisas ou não. É um facto ou não é? Um cidadão como o van gogh foi assassinado, ele saberia que correria os mesmos riscos.
(“’ Todos nos sabemos que o wilders é um símbolo de humanismo e estes pensamentos “seus” e “seus”, fui eu que disse referindo-me a eles pensamentos.’”)
Quanto a esta minha frase a a sua interpretação dela, e quanto ao plagio, só me da vontade de rir, não percebe ponta de ironia no que uma pessoa diz. Eu a si e ao lidador ja não os levo a serio. Portanto o conselho que deixei atras para um serve para o outro. Desampare-me e não me afronte mais com as suas lamurias e tricas ou ofensas a minha pessoa.
va va, va la para o seu lugar, que as distancias são muito bonitas.
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O carmo so me esqueci de uma coisa da sua grelhinha.
(“Mas, como já lhe disse, se acha esta grelha limitada, aumente homem, diga o que lhe vai na alma, não tenha medo que ninguém lhe bate.”)
O carmo, mas voce acha que se me apresentassem uma grelha destas para classificar ou não as ideais e os projectos do hitler, o estaline, o mao, o mussolini, o franco, o salazar, o pol pot, no tempo em que essas personagens viveram e se eu tivesse vivido também nessa epoca, bem na fase final do salazar ainda vivi, eu desceria ao nivel de escolher e mudar qualquer coisa nessa grelhazinha? Voce é doido as ideias e filosofias politicas valem por um todo não por uma ou outra excepção. Eu rejeitaria como rejeito as ideias do wilderes e as suas na integra sem concepções. Mas ha pessoas que vão na sua onda de totobola e la vão preenchendo A. B. C. D. E.
(“Não creio que você compreenda a NUANCE! Senão teria classificado as afirmações de Wilders de maneira diferente umas das outras – porque elas são realmente diferentes, lá está, há nuances – em vez de se por aos BERROS Ó DA GUARDA É TUDO RACISMO, TUDO FASCISMO…”)
São racistas carmito, são racistas, a nunce é esta, dos pensamentos dele e dos seus que os comunga conclui-se isso. O resto é treta, mas eu não sou, por isso não me pode acusar disso, nem de com as minhas ideias por em risco a vida de quem quer que seja neste planeta comprreendeu a nuance e agora va va la para o seu sitiozinho.
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sr carmo da rosa.
So agora me apercebi de que me tinha dirigido algumas questoes relacionadas com o meu comentario sobre o deputado holandes.
Passo a responder:-
Nada me obriga a ver por inteiro uma coisa cujo conteudo me repugna e nao e essa a razao que pode impedir-me de expressar a minha opiniao.
O que vi do “filme” em questao chegou para perceber que tipo de mentalidade o tinha feito as suas intençoes e efeitos que considero do mais perigoso que existe.Para alem disso li o suficiente para saber quem e esse sr.
Em relaçao a sua citaçao sobre a agua de esgoto;realmente acho que nem preciso de a beber para saber do que vale.
Quanto ao numero de inspiraçoes de que eventualmente necessite para responder ao seu inquerito, penso que a responder nao necessito de 7
dado o pouco respeito que a figura do sr wilders e de outros como ele me inspiram.
O seu blog concerteza, agradeço o convite obrigada pelo mesmo.
Em relaçao ao Portugal de outro tempo, as minhas desculpas pela minha ignorancia mas nao me recordo de nenhum filme feito por merceiros para poder contradizer o seu exemplo com outro.
Mas sempre lhe direi que as minhas duvidas de que nesse tempo os merceeiros ( e os meus respeitos aos profissionais do ramo porque conheci algumas mercearias da maior confiança) pudessem dedicar-se ao cinema.Muitos dos nossos realizadores tiveram nesse tempo as maiores dificuldades.
Agradeço-lhe pelo seu respeito sobre as minhas opinioes seguramente que tembem respeito as suas.
Asim sendo obrigada pela atençao.
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Pois, tá bem, afinal o islão é uma religião tolerante e os muçulmanos são todos uns santos.
Os maus são os que os denunciam.
Cambada de submissos castrados.
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’O que vi do “filme” em questao chegou para perceber que tipo de mentalidade’
Pardon?! O que a senhora viu nada tem a ver com mentalidades, não se trata de um filme de Bergman. No filme, se assim se pode chamar a esta colagem de imagens, nada mais se vê que atrocidades cometidas por jihadistas que passaram n vezes nos telejornais do mundo inteiro! Que ainda a qualquer momento se podem ver no YouTube! Que os mesmos jihadistas utilizam para propaganda e para recrutar novos membros – menos o desenho do Maomé com a bomba na cabeça, ça va de soi !
’Em relaçao a sua citaçao sobre a agua de esgoto;realmente acho que nem preciso de a beber para saber do que vale’
Minha senhora, a citação foi feita por um imã que se recusava a ler um livro, e que aceitava a Fatwa (pena de morte, neste caso) de Khomeiny contra o escritor britânico Salman Rushdie! Apenas por este ter escrito um livro… No século 19 também o Crime do Padre Amaro foi bastante controverso, mas mesmo a Igreja portuguesa dessa altura, não incitou a populaça a matar Eça de Queirós…
Quanto ao numero de inspiraçoes
Eu não falei em NÚMERO de inspirações! Eu só disse que seria melhor CONTAR até 7 antes de dar a sua opinião! Trata-se de um conselho, tendo em conta o seu ódio e repugnância em relação à pessoa Wilders, não de uma obrigação…
’ Em relaçao ao Portugal de outro tempo, as minhas desculpas pela minha ignorancia mas nao me recordo de nenhum filme feito por merceiros para poder contradizer o seu exemplo com outro.’
Não, eu acho que a senhora devia pedir desculpa não pela sua ignorância, mas pelo eu cinismo. Se a senhora vive ou viveu em Portugal sabe muito bem ao que eu me refiro, é escusado estar com esses trocadilhos de má-fé…
’Muitos dos nossos realizadores tiveram nesse tempo as maiores dificuldades.’
Tiveram pois, mas não desfazendo, nenhum foi degolado como um carneiro na sua própria cidade, depois de ter levado o seu filho à escola de bicicleta…
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“O que a senhora viu nada tem a ver com mentalidades”
“Trata-se de um conselho, tendo em conta o seu ódio e repugnância em relação à pessoa Wilders”
“No século 19 também o Crime do Padre Amaro foi bastante controverso”
“eu acho que a senhora devia pedir desculpa não pela sua ignorância, mas pelo eu cinismo.”
O sr esta a exceder-se.
Se gosta assim tanto do sr Wilders , por quem na verdade nao nutro qualquer simpatia,tudo bem nao
tenho nada com isso.
Olhe escreva-lhe e pode ser que receba uma copiazinha do filme que o sr diz nada ter a ver com mentalidades.
Quanto aos meus odios sao particulares e voce nada sabe deles.Quanto a minha possivel ignorancia em relaçao ao tipo de sabedoria que o sr apresenta apraz-me verificar que os nossos conhecimentos em nada se assemelham.
E faça la o favor de me deixar em paz.
Faça o mesmo que eu farei–ignore-me.
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Lembrando o caso do Theo Van Gogh, é estranho que uns sejam fascistas outros meros criminosos.
Eu também vivo na Holanda e apenas digo: se Portugal tivesse uma comunidade muçulmana como a holandesa, com o nosso savoir faire o hijab já seria obrigatório em todas as mulheres com mais de 12 anos.
Já agora, conheço relativamente bem a religião muçulmana e, mais importante, conheço imensos muçulmanos, alguns dos quais considero meus amigos. Também tenho amizades junto de hindus, judeus e testemunhas de jeová, para que conste.
Seja como for, do conhecimento que tenho do Islão decidi que não gosto dessa religião. De todas as que conheço é a mais limitativa das liberdades pessoais e a única em nome da qual ainda se mata por vontade dos seus lideres. Não gosto, e como em tantas outras coisas que não gosto, prefiro não conviver com ela.
Isso fará de mim um racista? Um fascista? Não! Mas não tenho qualquer problema em aceitar o epiteto de “Islamófobo”.
Ah, já agora, os meus amigos muçulmanos são na sua maioria turcos. Pessoas com quem se pode discutir estes assuntos enquanto se bebe uma cerveja. Percebem?
[Responder]
(“Isso fará de mim um racista? Um fascista? Não! Mas não tenho qualquer problema em aceitar o epiteto de “Islamófobo”).
A quem não entenda nada de nada, e porque eu considero os pensamentos do wilderes, e de quem os partilha de racistas e xenofobos.
A nossa civilização ocidental, que agora esta na moda falar e em que alguns valha-nos deus, se não fosse só o efeito ideologico/propagandistico, acham que esta na decadência, por não sermos duros em relação a outras civilizaçoes.
Bem uma das nossas fundações desta sociedade politica, tem a ver com principios que começaram na revolução francesa, propagaram-se por varias revoluçoes liberais no continente europeu e até contaminaram a america no seu fundamento. A revolução americana teve la ideologos franceses. E quais eram esses principios? Aqueles que se encontram plasmados numa declaração universal dos direitos humanos da onu.
Chegados a este ponto, a nossa civilização é caracterizada pelas democracias e pelo respeito da pessoa humana, esses principios como que são um decalogo politico, semelhante ao religioso da biblia e que todas as pessoas e todos os governos devem respeitar na sua actuação e na formação das suas leis, ou seja uma especie de “codigo genético moral” a respeitar nos seres, como seres, e identificadores de humanos.
Por isso, pessoas que pensam em soluçoes que vão contra estes principios ou governam contra estes principios não são democráticas e mais, quando a isso acrescentam ja indo contra os tais principios, pensamentos racistas, perseguição religiosa, maneiras de vestir, comportamentos etc. o que o wilderes pensa e faria e outros comungam, coloca-o fora deste ambito ideologico fora destes principios, logo não é preciso muito para caracterizar as ideais e filosofias subajcentes a tais personagens pois não? Como alguém disse aqui mais ou menos parafraseando, que estava atravessando uma crise de fé, pois tinha o cumprimento dos direitos humanos como uma meta civilizacional, estas wilderices e companhias representam um retrocesso aos tempos aureos dos anos 30, das ditaduras, dos fascismos, dos racismos e extemismos. Em vez de tentar com os moderados muculmanos, impor o nosso modelo de vida e visão politica promovemos o contrário, mas também qual a admiração vindo da área ideológica de onde vem.
É como essa famosa grelhazinha, esta boa. Joga-se no totobola e acertei, errei, acertei, errei, sou racista, não sou, sou extremista, não sou. Parece os teste das revistas femininas
Outra coisa engraçada é que acham que nós sendo democráticos e respeitadores dos direitos humanos, temos que tratar aqueles que pertencendo a outra civilização e outra área geográfica, quando em nossa “casa”, de modo descriminatorio ou através de uma integração forçada, derrogando a aplicação dos direitos humanos, esquecendo que como democracias temos direitos fundamentais e humanos a respeitar para todos. Esta ideia que pretedem transmitir da vontade de rir e só demonstra o radicalismo e extremismo subjacente as mentalidades. Metem tudo no mesmo saco vivem obcecados pelo corão e toda uma religião significa que todas as pessoas são culpadas. São tão culpados os extremistas dessa religião que se ocultam atraves dela para fazer politica e atentados, como estes extremistas europeus com as suas gratuitas provocações pondo em perigo vidas inocentes que só querem viver e ganhar a vida. O problema de quem quer fazer o mal e detecta-lo é um problema de policia.
Esta gente não percebe que não é a religião muçulmana ou a católica ou a hindu ou outra, a causa do terrorismo. As Religiões em si não proclamam a violência mas sim os homens que a praticam é que cometem em seu nome os crimes mais horrendos. A lei não serve para incitar ao crime, mas de meio preventivo, mas ha crimes na mesma, e são alguns homens que os praticam, mas a distorção da religião não é inocente.
Mas há gente lúcida, um tal deputado holandes que disse que se devia promover nas tv arabes, o valor do que era viver sob uma constituição e respeitar esse conjunto de leis fundadoras formadoras de todas as outras, foi assim que na europa se avançou e se travou os absolutismos e se caminhou para uma laicização do estado, não vivendo sob o manto da religião.
Voces não percebem nada.
[Responder]
Ó Sr. anónimo de 1 Abr 2008 às 17:48
Para a próxima faça-me um favor, trate-me pelo meu nome, Carmo (NÃO CARMITO), porque, como já lhe disse, é o meu nome verdadeiro.
Para si essas coisas têm pouca importância, por isso se esconde atrás do anonimato, mas para mim o MEU nome tem ainda alguma importância…
[Responder]
(“Ó Sr. anónimo de 1 Abr 2008 às 17:48
Para a próxima faça-me um favor, trate-me pelo meu nome, Carmo (NÃO CARMITO), porque, como já lhe disse, é o meu nome verdadeiro.”)
Concerteza Sr. Carmo. As minhas desculpas pela promiscuidade
[Responder]
“Se gosta assim tanto do sr Wilders”
Minha senhora,
quem lhe disse que eu gosto do Wilders? Depreende isso de que texto? Não sentir repugnância não significa automaticamente gostar tanto! A nossa língua oferece neste caso, para quem a conhece bem, um leque bastante razoável de possibilidades intermédias…
Outra coisa que me surpreende, é por que motivo a senhora repete as minhas frases no início do texto se não pensa referir-se à temática que elas abordam!!!
Estranho!
Leva-me a supor, mas corrija-me se estou enganado, que a senhora está aqui completamente perdida, encontra-se no meio de uma discussão que não lhe interessa e em que não está minimamente ao corrente…
Não estaria a senhora à procura de um blogue sobre ponto cruz e découpage e veio aqui parar por puro acaso?
De qualquer forma aqui tem um link: http://www.pontocruzonline.com/
E peço muita desculpa se a aborreci com as minhas politiquices.
[Responder]
’com o nosso savoir faire o hijab já seria obrigatório em todas as mulheres com mais de 12 anos.’
Caro Sérgio,
Pergunta retórica mas deveras interessante! Penso também várias vezes no assunto, como seria se…?
Se você com ‘savoir faire’ se refere à capacidade de alerta, tem toda a razão. Mas se se refere à nossa tolerância ou correctismo político, aí pobre dos muçulmanos…
’Mas não tenho qualquer problema em aceitar o epiteto de “Islamófobo”.’
Islamofobia é um termo bidon que não diz absolutamente nada! Foi inventado pelos salafistas e adoptado por esquerdistas acéfalos para o ligar a racismo, porque assim tem mais efeito em mentes fracas.
Mas o Islão não é uma raça, e além disso, você já ouviu falar em hinduófobia, ou budófobia, ou testemunhos de jeóvofobia? NUNCA, claro. E porque será?
’os meus amigos muçulmanos são na sua maioria turcos.’
Os turcos, além de serem de longe os muçulmanos mais liberais, são também os mais porreiros, isso porque não têm complexos, porque gostam e são orgulhosos do seu país e da sua cultura. Que aliás é o meu país preferido para ir de férias. Se nunca foi vá. Mas não se fique na costa, vá para o interior, à Capadócia por exemplo…Avanos, Urgup, Bolu, Kaisery…
Boa viagem.
[Responder]
Não estaria a senhora à procura de um blogue sobre ponto cruz e découpage e veio aqui parar por puro acaso?
De qualquer forma aqui tem um link: http://www.pontocruzonline.com/
Muito bem
e bom saber que se interessa por ponto cruz
o suficiente para se dar ao trabalho da procura.
[Responder]
Geert Wilders encara ameaças legais sobre direitos autorais.
Infração adicionada a maldade
Por Jan Libbenga
Publicado março 28 2008 12:43
O Anti-islão MP Geert Wilders, cujo discutível película finalmente
apareceu em publico ,conseguiu fazer-se ainda mais ainda mais impopular – ao que parece
esqueceu-se de assegurar direitos autorais na metragem usada no filme.
O cartoonista dinamarques Kurt Westergaard, cuja descrição do Profeta
Maomé com uma bomba no seu turbante lançou protestos violentos em 2006, queixou-se na TV Holandesa que Wilders usou seu trabalho sem
permissão, ” e que se trata tao simplesmente fr um caso de infração de direitos autorais”, disse o autor
Westergaard defendeu Wilders e argumentou que o MP Holandês deve mostrar sua película apesar dos avisos de governo. Em favor de Westergaard, a União dinamarquesa de Jornalistas diz que agora
processará Wilders pela infração de direitos autorais.
O director Holandês Muntz também foi surpreendido ver uma parte de uma entrevista que ele conduziu com Theo van Gogh, o director Holandês que foi apunhalado em Amsterdãp.
Muntz diz que ele nunca deu permissão para tal, e procurará conselho legal também.
O Wilders também por erro usou uma foto do rapper Salah Edin -marroquino holandes em vez de Maomé Bouyeri o assassino do Theo van Gogh.
Edin, talvez não surpreendentemente, também o processara judicialmente.
Autoridades holandesas informaram sobre uma noite tranqüila depois da estreia do filme.
O Governo holandês acrescentou que a película
anti-islão é muito menos provocadora do seria inicialmente esperado
theregister.co.uk/
[Responder]
’é bom saber que se interessa por ponto cruz
o suficiente para se dar ao trabalho da procura.’
Eu sou assim minha senhora, pelos amigos tiro a camisa…
[Responder]
Desculpe, minha senhora,
’Infração adicionada a maldade
Por Jan Libbenga
Publicado março 28 2008 12:43
Isto foi publicado em holandês e onde? E foi a senhora que traduziu para português?
O título é bastante sugestivo diga-se, infracção adicionada a maldade, e diz logo tudo sobre a má-fé deste Libbenga, que deve ser pago pela Al Qaeda para colocar acentos nos sítios errados.
É como falar na maldade (intrínseca) de Theo van Gogh porque no dia em foi assassinado estava muito mal vestidinho graças a Deus.
Realmente não estava apresentável, o que deu uma má imagem da Holanda no estrangeiro…
A maldade é mostrada no filme de Wilders minha senhora: atentados terroristas, cortes de cabeça, lapidações de mulheres, enforcamento de homossexuais, atentados à bomba, et cetera, et cetera…
E tudo imagens verídicas, que já passaram n vezes nos telejornais de todo o mundo. E mais, imagens que os patrões do senhor Jan Libbenga utilizam para propaganda, para recrutar mais carne (halal) para canhão…
Atenciosamente,
Um amigo que também gosta de ponto cruz.
[Responder]
Confesso que não li todos os comentários, nem vi o vídeo postado. Ainda assim, arriscando repetir o que outros já possam ter dito gostaria de deixar algumas impressões sobre o tema.
Concordo com o DO quando diz que o relativo atraso, verificado em alguns dos países de população de maioria muçulmana, nos direitos da mulher, no laicismo do Estado, na aceitação de um princípio liberal e de tolerância, não é atribuível a uma qualidade intrínseca da religião muçulmana, algo inerente a esse credo. A explicação para esse relativo atraso deve buscar-se nas condições históricas, na evolução social, económica e política de cada país. Ora, é preciso ver que todo este processo que levou ao triunfo dos princípios da laicidade do estado e da tolerância religiosa, começaram muito mais cedo na europa, quase sempre em oposição aos líderes religiosos e interpretações dominantes da religião (cristâ, protestante ou católica) e que o teu actual desenvolvimento (de que hoje nos ufanamos) foi lento. A ideia de laicidade e neutralidade do Estado em matéria religiosa é, em termos históricos muito recentes, e só se torna uma ideia verdadeiramente forte e com implicações práticas com a Revolução Francesa. A tolerância religiosa já vinha sendo preconizada por autores como Locke no séc XVII, mas isto também na sequência do movimento libertador e progressista que foi a revolução inglesa de 1640. Os que então defendiam a liberdade de culto e a neutralidade do estado face às crenças religiosas dos seus cidadãos constituíam uma ínfima e “radical” minoria (os seus mais consistentes defensores eram os terrivelmente radicais- para a época – Levellers). Os estados europeus permaneceram, mais ou menos explicitamente, estados confessionais ou quase-confessionais até bem tarde. Quantos aos direitos das mulheres, apesar de surgirem movimentos defensores da igualdade de género pelo menos já na revolução francesa (objecto de repressão, diga-se de passagem), não se vê grande progressão dos direitos das mulheres até bem tarde…O direito de voto só é conquistado na esmagadora maioria dos países após a 2ª guerra mundial pelas mulheres. Quanto à atitude das igrejas e dos líderes religiosos europeus, foi quase sempre o de barrarem o caminho a esses progressos. Foi apenas com o início do Vaticano II, com João XXIII, um papa progressista como não há memória, que as mulheres puderam não usar véu na igreja.
Apesar de terem começado muito antes as transformações sociais económicas e políticas muito mais cedo, em muitos países ocidentais desenvolvidos (e tb no japão) as mulheres tiveram até mais de meados do séc. XX foram vítimas de tratamento legal desigual, isto para não falar nas práticas machistas informais que as excluíam de muitas vantagens…
Os países de maioria muçulmana, tal como outros países não-europeus, entraram muito mais tarde no mesmo processo de desenvolvimento capitalista e de transformação social e política. Assim, naturalmente, o que é de admirar não é o atraso relativo de algumas sociedades muçulmanas, mas sim o facto de o atraso, tendo em conta o curto espaço de tempo que tiveram para operar as transformações sociais radicais que nós pudemos operar ao longo de 200 anos, ser tão pequeno!! A Revolução Francesa ocorreu em 1789, a revolução liberal em Portugal deu-se em 1820…No entanto, em 1959, logo após a independência, a Tunísia declarava ser a lei a única fonte de direito legítima no recém-criado estado (por oposição à Charia), despenalizava o aborto (querem comparar com o cristão e desenvolvido Portugal, com a Espanha, com a maioria dos países europeus, e até mesmo com os EUA, à época?), declarava o único casamento válido o civil, etc? Poder-se-ia falar também na Turquia, que graças à revolução republicana e laica no início do século, se tornou muito similar às sociedades europeias em matéria de laicismo e direitos das mulheres?
Muitas das práticas que ocorrem em países muçulmanos e que nos repugnam (por exemplo, a mutilação genital feminina) não estão previstas no Corão e tratam-se de tradições locais anteriores ou sem relação directa com o Corão. No entanto, como soe suceder, as pessoas justificam aquilo que conhecem e praticam quotidianamente (e crêem moralmente correcto) com base na religião que professam, mesmo que esta não defenda explicita ou implicitamente nada do que se faz. Não é justo nem legítimo pensar e insinuar que o Islão é em si mesmo iliberal, anti-progressista, e muito menos que preconiza o terrorismo (Este, aliás, tem raízes sociais e políticas profundas que nada têm a ver com diferenças religiosas) ou que dele decorrem necessariamente a justificação da prática de actos como a mutilação genital feminina, a subordinação das mulheres ou a punição de actos considerados aqui, numa perspectiva liberal, como não-puníveis (homossexualidade, incesto, relações pré-matrimoniais, etc). O cristianismo foi usado para justificar toda a sorte de crimes (muitos mais e bem mais graves, provavelmente, do que os cometidos em nome do islão) e, contudo, não é justo identificar o cristianismo em si mesmo com as cruzadas (um dos grandes crimes contra a humanidade), a inquisiçao (outro), as guerras religiosas, o massacre das heresias medievais (pobres albigenses e cátaros!, entre tantos outros)a queima de “bruxas”, etc.
Já acho que conviria a DO evitar o tom de virgem pura e impoluta, vitimizada por tudo e todos. Refiro-me à sua afirmação, demasiado ousada e generalista, de que os ateus e laicos foram “os únicos que não perseguiram os outros em função da diferença de crença” (as palavras não são estas, mas a ideia é esta). Os judeus não foram propriamente perseguidos pelos nazis enquanto grupo religioso, mas como grupo “étnico” (associado estreitamente com o “bolchevismo” e com a esquerda- veja-se o “Why did the heavens not darken?” de Arno. J. Mayer, a melhor explicação do holocausto). E os nazis, muitos deles, pelo menos, não eram religiosos. Havia entre eles muitos ateus ou agnósticos. O laicismo, o ateísmo ou o indiferentismo religioso não garantem qualquer tipo de tolerância ou progressismo.
Por outro lado, há um historial de acções excessivas por parte dos defensores do laicismo, contra os religiosos. Muitas vezes usaram de violência excessiva na sua ânsia de libertarem os cidadãos das influências obscurantistas e conservadoras dos padres e da igreja. Exageros que, embora compreensíveis atendendo às circunstâncias, não deixaram de o ser contudo: durante a revolução francesa, russa, durante a revolução republicana, etc.
E para que fique claro: a minha posição face à(s) religião (ões) é similar, se não idêntica a de DO. Porém, reconheço que muitas vezes existe anti-clericalismo agressivo em excesso (e faço aqui, inclusive, um mea culpa). MEsmo quando não existe um esforço de agredir pessoas de convicções religiosas, há uma tendência para desconsiderar ou desprezar as opiniões destas. Ainda recentemente, o fanatismo laicista na frança levou à proibição do uso de véu nas escolas por parte de alunos. Parece-me óbvio que não deverão existir símbolos religiosos nos edifícios públicos. Seria ainda tolerável (embora eu não pusesse em prática tal norma) exigir aos docentes, enquanto dessem as aulas, que n exibissem símbolos “especificamente religiosos” (e é duvidoso se um lenço a cobrir parte do cabelo constitui um símbolo especifica, ou, pelo menos exclusivamente, religioso. Já os alunos, não desempenham qualquer função pública, nunca representam o estado e não se vê porque n possam, enquanto cidadãos e particulares exprimir a sua perspectiva religiosa através de símbolos.
Este é um caso de uma violência cultural, de uma tentativa de imposição cultural dos laicos e ateus sobre os religiosos.
[Responder]
Deixo ao moderador a decisao de deixar entrar este
post, envio-o apenas como informaçao suplementar
em relaçao a fonte-
“Isto foi publicado em holandês e onde? E foi a senhora que traduziu para português?”
“Anti-Islam MP Geert Wilders, whose controversial film Fitna finally hit the web yesterday, has made himself even more unpopular – it appears he forgot to secure copyright on footage used in the movie.
Danish newspaper cartoonist Kurt Westergaard, whose depiction of the Prophet Mohammed with a bomb in his turban sparked violent protests in 2006, complained on Dutch TV that Wilders used his work without permission, “so it is simply a case of violation of copyright rules”.
Earlier this month Westergaard defended Wilders and argued that the Dutch MP should show his film despite government warnings. On behalf of Westergaard, the Danish Union of Journalists says it will now sue Wilders for copyright infringement.
Also, Dutch director Rob Muntz was also surprised to see a clip of an interview he conducted with Theo van Gogh, the Dutch filmmaker who was stabbed and shot dead in Amsterdam. Muntz says he never gave permission, and will seek legal advice too.
Wilders also mistakenly used a photo of Dutch-Moroccan rapper Salah Edin instead of Mohammed Bouyeri, Theo van Gogh’s murderer. Edin, perhaps unsurprisingly, is also suing.
UK video sharing site LiveLeak said it received several targetted hacking attacks when it hosted the film yesterday. Since then Fitna appeared on many mirror sites such as Cripsbybarbecue.com and Parmalink.be.
Dutch authorities reported a calm night after the movie was launched. Dutch government felt that the anti-Islam film is much less provocative than expected, altough Prime Minister Jan Peter Balkenende said he rejected Wilders’ views. Wilders says he will tour the Netherlands and start a debate. ®”
theregister.co.uk/2008/03/28/geert_wilders_faces_legal_threads/comments/
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Carmo da Rosa,
ultimamente quando me dá a insónia venho lê-lo. É tiro e queda.
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‘Ainda recentemente, o fanatismo laicista na frança levou à proibição do uso de véu nas escolas por parte de alunos.’
Caro ALSB,
Seguindo a grande tradição nacional do discurso, você utilizou precisamente 1222 palavras para dizer tão pouco!!! Mas os portugueses adoram – e a intenção é que conta…
Primeiro, o fanatismo laicista não proibiu APENAS o uso do véu (islâmico). Houve em França uma interdiction du port de signes religieux ostentatoires, quer isto dizer que era abrangente a todas as religiões – cruzinhas com um hippy em cuecas espetado também…
Segundo, o fanatismo laicista só proíbe estas mariquices dentro do local escolar. Fora dos portões da escola, o fanatismo laicista está-se borrifando que o meu amigo use um véu na cabeça e traga ao pescoço uma enorme corrente, ou duas, com o hippy em cuecas…
Visto isto, falar de ‘fanatismo’ é completamente impróprio para não dizer idiota…
Mas é sintomático que você, aliás como o batata do Daniel Oliveira, ao dar muito ênfase ao ‘fanatismo laicista’ tente, coute que coute banalizar ou esconder o OUTRO fanatismo!
Sabe, anda prá aí um fanatismozinho que, segundo as más línguas, corta mesmo o pescoço a quem andar na terras deles com o hippy em cuecas ao pescoço…
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É tiro e queda.
Arquiduquesa,
Be my guest…
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Sejamos honestos tanto a Bíblia como o Alcorão estão repelestos de mensagens que apelam à violência. Estas obras foram escritas para serem interpretadas literalmente. Não para serem entendidas como metáforas. E os mandamentos que nelas constam são bastante claros.
Hoje em dia fala-se em cristãos e judeus moderados porque estes ignoram determinadas passagens dos textos religiosos. Trata-se de uma questão de conveniência e bom senso pois algumas das leis da Biblia, simplesmente, não são razoáveis de todo para quem quer viver em democracia e respeitar os direitos humanos . A Ciência por seu lado, também teve um paplel prepodenrante nesta mudança que se verificou nas sociedades ocidentais de há poucos séculos para cá.
Ora, acontece que grande parte dos muçulmanos simplesmente mantém-se fiel à mensagem do Alcorão. Seguem a obra na integra ao contrário da maioria dos cristãos e judeus.
Não estou a a ser racista, até porque o que está em causa não é raça dos muçulmanos, mas sim a religião que professam. Factos são factos. Basta analisarmos as condições de vida das pessoas na maioria dos países islâmicos e a influência da religião islâmica para entendermos que existe uma clara correlação entre estes elementos.
Israel e os EUA também correm um certo risco de se tornarem uma teocracia, caso a maioria das suas populações se torne ultra-ortodoxa e fundamentalista cristã respectivamente.
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aff
ola portugueses, sou Israelense. e desse assunto eu entendo melhor que voces.
Com tanto comentário comunista e besta, vejo por que voces sao tão burros..
O islã é a unica religião hoje que prega o suicídio/estupro/decapitação/amputações/superioridade masculina para defender a honra do Allah, 60%(cadê a “minoria terrorista” aqui?) dos muçulmanos na Holanda querem instalar a lei da sharia para poder, estuprar, matar ,roubar e fazer coisas horríveis sem serem punidos..
Outra coisa seus burros, islão não é uma raça por tanto, Geert não é racista, e o termo islamofobia é errado pois o islã é uma ideologia.
de fato se os muçulamnos continuarem a crescer na europa voces estarão ferrados porque, eles se tornarão a maioria e eles vão instalá um governo “Islâmicamente correto”. Geert wilders está defendendo a liberdade de vocês suas antas.. tomara que os muçulmanos conquistem Portugal só pra vocês sentirem como é bom viver 1000 anos atrás!
Não Existe Islã moderado, é tudo mentira
alguém de vocês já leu o alcorão?
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