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	<title>Comentários em: Chafurdar no medo</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 23:35:33 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Duarte Sousa</title>
		<link>http://arrastao.org/extrema-direita/chafurdar-no-medo/#comment-48511</link>
		<dc:creator>Duarte Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 16:00:36 +0000</pubDate>
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		<description>Sejamos honestos tanto a Bíblia como o Alcorão estão repelestos de mensagens que apelam à violência. Estas obras foram escritas para serem interpretadas literalmente. Não para serem entendidas como metáforas. E os mandamentos que nelas constam são bastante claros.

Hoje em dia fala-se em cristãos e judeus moderados porque estes ignoram determinadas passagens dos textos religiosos. Trata-se de uma questão de conveniência e bom senso pois algumas das leis da Biblia, simplesmente, não são razoáveis de todo para quem quer viver em democracia e respeitar os direitos humanos .  A Ciência por seu lado, também teve um paplel prepodenrante nesta mudança que se verificou nas sociedades ocidentais de há poucos séculos para cá. 

Ora, acontece que grande parte dos muçulmanos simplesmente mantém-se fiel à mensagem do Alcorão. Seguem a obra na integra ao contrário da maioria dos cristãos e judeus. 

Não estou a a ser racista, até porque o que está em causa não é raça dos muçulmanos, mas sim a religião que professam. Factos são factos. Basta analisarmos as condições de vida das pessoas na maioria dos países islâmicos e a influência da religião islâmica para entendermos que existe uma clara correlação entre estes elementos.

Israel e os EUA também correm um certo risco de se tornarem uma teocracia, caso a maioria das suas populações se torne ultra-ortodoxa e fundamentalista cristã respectivamente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sejamos honestos tanto a Bíblia como o Alcorão estão repelestos de mensagens que apelam à violência. Estas obras foram escritas para serem interpretadas literalmente. Não para serem entendidas como metáforas. E os mandamentos que nelas constam são bastante claros.</p>
<p>Hoje em dia fala-se em cristãos e judeus moderados porque estes ignoram determinadas passagens dos textos religiosos. Trata-se de uma questão de conveniência e bom senso pois algumas das leis da Biblia, simplesmente, não são razoáveis de todo para quem quer viver em democracia e respeitar os direitos humanos .  A Ciência por seu lado, também teve um paplel prepodenrante nesta mudança que se verificou nas sociedades ocidentais de há poucos séculos para cá. </p>
<p>Ora, acontece que grande parte dos muçulmanos simplesmente mantém-se fiel à mensagem do Alcorão. Seguem a obra na integra ao contrário da maioria dos cristãos e judeus. </p>
<p>Não estou a a ser racista, até porque o que está em causa não é raça dos muçulmanos, mas sim a religião que professam. Factos são factos. Basta analisarmos as condições de vida das pessoas na maioria dos países islâmicos e a influência da religião islâmica para entendermos que existe uma clara correlação entre estes elementos.</p>
<p>Israel e os EUA também correm um certo risco de se tornarem uma teocracia, caso a maioria das suas populações se torne ultra-ortodoxa e fundamentalista cristã respectivamente.</p>
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		<title>Por: Arrastão: Dois anos</title>
		<link>http://arrastao.org/extrema-direita/chafurdar-no-medo/#comment-34828</link>
		<dc:creator>Arrastão: Dois anos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2008 00:35:27 +0000</pubDate>
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		<description>[...] a islamofobia Liberdade: A mesquita em Oxford A liberdade de expressão selectiva que eles querem, Chafurdar no medo, Mais umas achegas para Wilders e A nossa religião: O vídeo islamofóbico de Geert Wilders A fé [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a islamofobia Liberdade: A mesquita em Oxford A liberdade de expressão selectiva que eles querem, Chafurdar no medo, Mais umas achegas para Wilders e A nossa religião: O vídeo islamofóbico de Geert Wilders A fé [...]</p>
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		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://arrastao.org/extrema-direita/chafurdar-no-medo/#comment-30841</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 10:37:21 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;É tiro e queda.&lt;/i&gt;

Arquiduquesa,

Be my guest...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>É tiro e queda.</i></p>
<p>Arquiduquesa,</p>
<p>Be my guest&#8230;</p>
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		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://arrastao.org/extrema-direita/chafurdar-no-medo/#comment-30840</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 10:32:24 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;'Ainda recentemente, o fanatismo laicista na frança levou à proibição do uso de véu nas escolas por parte de alunos.'&lt;/i&gt;

Caro ALSB,

Seguindo a grande tradição nacional do discurso, você utilizou precisamente 1222 palavras para dizer tão pouco!!! Mas os portugueses adoram – e a intenção é que conta…

Primeiro, o fanatismo laicista não proibiu APENAS o uso do véu (islâmico). Houve em França uma &lt;b&gt;interdiction du port de signes religieux ostentatoires&lt;/b&gt;, quer isto dizer que era abrangente a todas as religiões – cruzinhas com um hippy em cuecas espetado também…

Segundo, o fanatismo laicista só proíbe estas mariquices dentro do local escolar. Fora dos portões da escola, o fanatismo laicista está-se borrifando que o meu amigo use um véu na cabeça e traga ao pescoço uma enorme corrente, ou duas, com o hippy em cuecas…

Visto isto, falar de ‘fanatismo’ é completamente impróprio para não dizer idiota…

Mas é sintomático que você, aliás como o batata do Daniel Oliveira, ao dar muito ênfase ao ‘fanatismo laicista’ tente, coute que coute banalizar ou esconder o OUTRO fanatismo!

Sabe, anda prá aí um fanatismozinho que, segundo as más línguas, corta mesmo o pescoço a quem andar na terras deles com o hippy em cuecas ao pescoço…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8216;Ainda recentemente, o fanatismo laicista na frança levou à proibição do uso de véu nas escolas por parte de alunos.&#8217;</i></p>
<p>Caro ALSB,</p>
<p>Seguindo a grande tradição nacional do discurso, você utilizou precisamente 1222 palavras para dizer tão pouco!!! Mas os portugueses adoram – e a intenção é que conta…</p>
<p>Primeiro, o fanatismo laicista não proibiu APENAS o uso do véu (islâmico). Houve em França uma <b>interdiction du port de signes religieux ostentatoires</b>, quer isto dizer que era abrangente a todas as religiões – cruzinhas com um hippy em cuecas espetado também…</p>
<p>Segundo, o fanatismo laicista só proíbe estas mariquices dentro do local escolar. Fora dos portões da escola, o fanatismo laicista está-se borrifando que o meu amigo use um véu na cabeça e traga ao pescoço uma enorme corrente, ou duas, com o hippy em cuecas…</p>
<p>Visto isto, falar de ‘fanatismo’ é completamente impróprio para não dizer idiota…</p>
<p>Mas é sintomático que você, aliás como o batata do Daniel Oliveira, ao dar muito ênfase ao ‘fanatismo laicista’ tente, coute que coute banalizar ou esconder o OUTRO fanatismo!</p>
<p>Sabe, anda prá aí um fanatismozinho que, segundo as más línguas, corta mesmo o pescoço a quem andar na terras deles com o hippy em cuecas ao pescoço…</p>
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		<title>Por: Arquiduquesa de Grayskull</title>
		<link>http://arrastao.org/extrema-direita/chafurdar-no-medo/#comment-30839</link>
		<dc:creator>Arquiduquesa de Grayskull</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 17:09:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/religiao/chafurdar-no-medo/#comment-30839</guid>
		<description>Carmo da Rosa,

ultimamente quando me dá a insónia venho lê-lo. É tiro e queda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carmo da Rosa,</p>
<p>ultimamente quando me dá a insónia venho lê-lo. É tiro e queda.</p>
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	<item>
		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://arrastao.org/extrema-direita/chafurdar-no-medo/#comment-30838</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 16:33:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/religiao/chafurdar-no-medo/#comment-30838</guid>
		<description>Deixo ao moderador a decisao de deixar entrar este
post, envio-o apenas como informaçao suplementar
em relaçao a fonte-

"Isto foi publicado em holandês e onde? E foi a senhora que traduziu para português?"


"Anti-Islam MP Geert Wilders, whose controversial film Fitna finally hit the web yesterday, has made himself even more unpopular - it appears he forgot to secure copyright on footage used in the movie.

Danish newspaper cartoonist Kurt Westergaard, whose depiction of the Prophet Mohammed with a bomb in his turban sparked violent protests in 2006, complained on Dutch TV that Wilders used his work without permission, "so it is simply a case of violation of copyright rules".

Earlier this month Westergaard defended Wilders and argued that the Dutch MP should show his film despite government warnings. On behalf of Westergaard, the Danish Union of Journalists says it will now sue Wilders for copyright infringement.

Also, Dutch director Rob Muntz was also surprised to see a clip of an interview he conducted with Theo van Gogh, the Dutch filmmaker who was stabbed and shot dead in Amsterdam. Muntz says he never gave permission, and will seek legal advice too.

Wilders also mistakenly used a photo of Dutch-Moroccan rapper Salah Edin instead of Mohammed Bouyeri, Theo van Gogh’s murderer. Edin, perhaps unsurprisingly, is also suing.

UK video sharing site LiveLeak said it received several targetted hacking attacks when it hosted the film yesterday. Since then Fitna appeared on many mirror sites such as Cripsbybarbecue.com and Parmalink.be.

Dutch authorities reported a calm night after the movie was launched. Dutch government felt that the anti-Islam film is much less provocative than expected, altough Prime Minister Jan Peter Balkenende said he rejected Wilders’ views. Wilders says he will tour the Netherlands and start a debate. ®"

theregister.co.uk/2008/03/28/geert_wilders_faces_legal_threads/comments/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Deixo ao moderador a decisao de deixar entrar este<br />
post, envio-o apenas como informaçao suplementar<br />
em relaçao a fonte-</p>
<p>&#8220;Isto foi publicado em holandês e onde? E foi a senhora que traduziu para português?&#8221;</p>
<p>&#8220;Anti-Islam MP Geert Wilders, whose controversial film Fitna finally hit the web yesterday, has made himself even more unpopular - it appears he forgot to secure copyright on footage used in the movie.</p>
<p>Danish newspaper cartoonist Kurt Westergaard, whose depiction of the Prophet Mohammed with a bomb in his turban sparked violent protests in 2006, complained on Dutch TV that Wilders used his work without permission, &#8220;so it is simply a case of violation of copyright rules&#8221;.</p>
<p>Earlier this month Westergaard defended Wilders and argued that the Dutch MP should show his film despite government warnings. On behalf of Westergaard, the Danish Union of Journalists says it will now sue Wilders for copyright infringement.</p>
<p>Also, Dutch director Rob Muntz was also surprised to see a clip of an interview he conducted with Theo van Gogh, the Dutch filmmaker who was stabbed and shot dead in Amsterdam. Muntz says he never gave permission, and will seek legal advice too.</p>
<p>Wilders also mistakenly used a photo of Dutch-Moroccan rapper Salah Edin instead of Mohammed Bouyeri, Theo van Gogh’s murderer. Edin, perhaps unsurprisingly, is also suing.</p>
<p>UK video sharing site LiveLeak said it received several targetted hacking attacks when it hosted the film yesterday. Since then Fitna appeared on many mirror sites such as Cripsbybarbecue.com and Parmalink.be.</p>
<p>Dutch authorities reported a calm night after the movie was launched. Dutch government felt that the anti-Islam film is much less provocative than expected, altough Prime Minister Jan Peter Balkenende said he rejected Wilders’ views. Wilders says he will tour the Netherlands and start a debate. ®&#8221;</p>
<p>theregister.co.uk/2008/03/28/geert_wilders_faces_legal_threads/comments/</p>
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		<title>Por: ALSB</title>
		<link>http://arrastao.org/extrema-direita/chafurdar-no-medo/#comment-30837</link>
		<dc:creator>ALSB</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 01:00:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/religiao/chafurdar-no-medo/#comment-30837</guid>
		<description>Confesso que não li todos os comentários, nem vi o vídeo postado. Ainda assim, arriscando repetir o que outros já possam ter dito gostaria de deixar algumas impressões sobre o tema.
Concordo com o DO quando diz que o relativo atraso, verificado em alguns dos países de população de maioria muçulmana, nos direitos da mulher, no laicismo do Estado, na aceitação de um princípio liberal e de tolerância, não é atribuível a uma qualidade intrínseca da religião muçulmana, algo inerente a esse credo. A explicação para esse relativo atraso deve buscar-se nas condições históricas, na evolução social, económica e política de cada país. Ora, é preciso ver que todo este processo que levou ao triunfo dos princípios da laicidade do estado e da tolerância religiosa, começaram muito mais cedo na europa, quase sempre em oposição aos líderes religiosos e interpretações dominantes da religião (cristâ, protestante ou católica) e que o teu actual desenvolvimento (de que hoje nos ufanamos) foi lento. A ideia de laicidade e neutralidade do Estado em matéria religiosa é, em termos históricos muito recentes, e só se torna uma ideia verdadeiramente forte e com implicações práticas com a Revolução Francesa. A tolerância religiosa já vinha sendo preconizada por autores como Locke no séc XVII, mas isto também na sequência do movimento libertador e progressista que foi a revolução inglesa de 1640. Os que então defendiam a liberdade de culto e a neutralidade do estado face às crenças religiosas dos seus cidadãos constituíam uma ínfima e "radical" minoria (os seus mais consistentes defensores eram os terrivelmente radicais- para a época - Levellers). Os estados europeus permaneceram, mais ou menos explicitamente, estados confessionais ou quase-confessionais até bem tarde. Quantos aos direitos das mulheres, apesar de surgirem movimentos defensores da igualdade de género pelo menos já na revolução francesa (objecto de repressão, diga-se de passagem), não se vê grande progressão dos direitos das mulheres até bem tarde...O direito de voto só é conquistado na esmagadora maioria dos países após a 2ª guerra mundial pelas mulheres. Quanto à atitude das igrejas e dos líderes religiosos europeus, foi quase sempre o de barrarem o caminho a esses progressos.  Foi apenas com o início do Vaticano II, com João XXIII, um papa progressista como não há memória, que as mulheres puderam não usar véu na igreja.
Apesar de terem começado muito antes as transformações sociais económicas e políticas muito mais cedo, em muitos países ocidentais desenvolvidos (e tb no japão) as mulheres tiveram até mais de meados do séc. XX foram vítimas de tratamento legal desigual, isto para não falar nas práticas machistas informais que as excluíam de muitas vantagens...
Os países de maioria muçulmana, tal como outros países não-europeus, entraram muito mais tarde no mesmo processo de desenvolvimento capitalista e de transformação social e política. Assim, naturalmente, o que é de admirar não é o atraso relativo de algumas sociedades muçulmanas, mas sim o facto de o atraso, tendo em conta o curto espaço de tempo que tiveram para operar as transformações sociais radicais que nós pudemos operar ao longo de 200 anos, ser tão pequeno!! A Revolução Francesa ocorreu em 1789, a revolução liberal em Portugal deu-se em 1820...No entanto, em 1959, logo após a independência, a Tunísia declarava ser a lei a única fonte de direito legítima no recém-criado estado (por oposição à Charia), despenalizava o aborto (querem comparar com o cristão e desenvolvido Portugal, com a Espanha, com a maioria dos países europeus, e até mesmo com os EUA, à época?), declarava o único casamento válido o civil, etc? Poder-se-ia falar também na Turquia, que graças à revolução republicana e laica no início do século, se tornou muito similar às sociedades europeias em matéria de laicismo e direitos das mulheres?
Muitas das práticas que ocorrem em países muçulmanos e que nos repugnam (por exemplo,  a mutilação genital feminina) não estão previstas no Corão e tratam-se de tradições locais anteriores ou sem relação directa com o Corão. No entanto, como soe suceder, as pessoas justificam aquilo que conhecem e praticam quotidianamente (e crêem moralmente correcto) com base na religião que professam, mesmo que esta não defenda explicita ou implicitamente nada do que se faz. Não é justo nem legítimo pensar e insinuar que o Islão é em si mesmo iliberal, anti-progressista, e muito menos que preconiza o terrorismo (Este, aliás, tem raízes sociais e políticas profundas que nada têm a ver com diferenças religiosas) ou que dele decorrem necessariamente a justificação da prática de actos como a mutilação genital feminina, a subordinação das mulheres ou a punição de actos considerados aqui, numa perspectiva liberal, como não-puníveis (homossexualidade, incesto, relações  pré-matrimoniais, etc). O cristianismo foi usado para justificar toda a sorte de crimes (muitos mais e bem mais graves, provavelmente, do que os cometidos em nome do islão) e, contudo, não é justo identificar o cristianismo em si mesmo com as cruzadas (um dos grandes crimes contra a humanidade), a inquisiçao (outro), as guerras religiosas, o massacre das heresias medievais (pobres albigenses e cátaros!, entre tantos outros)a queima de "bruxas", etc.
Já acho que conviria a DO evitar o tom de virgem pura e impoluta, vitimizada por tudo e todos. Refiro-me à sua afirmação, demasiado ousada e generalista, de que os ateus e laicos foram "os únicos que não perseguiram os outros em função da diferença de crença" (as palavras não são estas, mas a ideia é esta). Os judeus não foram propriamente perseguidos pelos nazis enquanto grupo religioso, mas como grupo "étnico" (associado estreitamente com o "bolchevismo" e com a esquerda- veja-se o "Why did the heavens not darken?" de Arno. J. Mayer, a melhor explicação do holocausto). E os nazis, muitos deles, pelo menos, não eram religiosos. Havia entre eles muitos ateus ou agnósticos. O laicismo, o ateísmo ou o indiferentismo religioso não garantem qualquer tipo de tolerância ou progressismo.
Por outro lado, há um historial de acções excessivas por parte dos defensores do laicismo, contra os religiosos. Muitas vezes usaram de violência excessiva na sua ânsia de libertarem os cidadãos das influências obscurantistas e conservadoras dos padres e da igreja. Exageros que, embora compreensíveis atendendo às circunstâncias, não deixaram de o ser contudo: durante a revolução francesa, russa, durante a revolução republicana, etc.
E para que fique claro: a minha posição face à(s) religião (ões) é similar, se não idêntica a de DO. Porém, reconheço que muitas vezes existe anti-clericalismo agressivo em excesso (e faço aqui, inclusive, um mea culpa). MEsmo quando não existe um esforço de agredir pessoas de convicções religiosas, há uma tendência para desconsiderar ou desprezar as opiniões destas. Ainda recentemente, o fanatismo laicista na frança levou à proibição do uso de véu nas escolas  por parte de alunos. Parece-me óbvio que não deverão existir símbolos religiosos nos edifícios públicos. Seria ainda tolerável (embora eu não pusesse em prática tal norma) exigir aos docentes, enquanto dessem as aulas, que n exibissem símbolos "especificamente religiosos" (e é duvidoso se um lenço a cobrir parte do cabelo constitui um símbolo especifica, ou, pelo menos exclusivamente, religioso. Já os alunos, não desempenham qualquer função pública, nunca representam o estado e não se vê porque n possam, enquanto cidadãos e particulares exprimir a sua perspectiva religiosa  através de símbolos.
Este é um caso de uma violência cultural, de uma tentativa de imposição cultural dos laicos e ateus sobre os religiosos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que não li todos os comentários, nem vi o vídeo postado. Ainda assim, arriscando repetir o que outros já possam ter dito gostaria de deixar algumas impressões sobre o tema.<br />
Concordo com o DO quando diz que o relativo atraso, verificado em alguns dos países de população de maioria muçulmana, nos direitos da mulher, no laicismo do Estado, na aceitação de um princípio liberal e de tolerância, não é atribuível a uma qualidade intrínseca da religião muçulmana, algo inerente a esse credo. A explicação para esse relativo atraso deve buscar-se nas condições históricas, na evolução social, económica e política de cada país. Ora, é preciso ver que todo este processo que levou ao triunfo dos princípios da laicidade do estado e da tolerância religiosa, começaram muito mais cedo na europa, quase sempre em oposição aos líderes religiosos e interpretações dominantes da religião (cristâ, protestante ou católica) e que o teu actual desenvolvimento (de que hoje nos ufanamos) foi lento. A ideia de laicidade e neutralidade do Estado em matéria religiosa é, em termos históricos muito recentes, e só se torna uma ideia verdadeiramente forte e com implicações práticas com a Revolução Francesa. A tolerância religiosa já vinha sendo preconizada por autores como Locke no séc XVII, mas isto também na sequência do movimento libertador e progressista que foi a revolução inglesa de 1640. Os que então defendiam a liberdade de culto e a neutralidade do estado face às crenças religiosas dos seus cidadãos constituíam uma ínfima e &#8220;radical&#8221; minoria (os seus mais consistentes defensores eram os terrivelmente radicais- para a época - Levellers). Os estados europeus permaneceram, mais ou menos explicitamente, estados confessionais ou quase-confessionais até bem tarde. Quantos aos direitos das mulheres, apesar de surgirem movimentos defensores da igualdade de género pelo menos já na revolução francesa (objecto de repressão, diga-se de passagem), não se vê grande progressão dos direitos das mulheres até bem tarde&#8230;O direito de voto só é conquistado na esmagadora maioria dos países após a 2ª guerra mundial pelas mulheres. Quanto à atitude das igrejas e dos líderes religiosos europeus, foi quase sempre o de barrarem o caminho a esses progressos.  Foi apenas com o início do Vaticano II, com João XXIII, um papa progressista como não há memória, que as mulheres puderam não usar véu na igreja.<br />
Apesar de terem começado muito antes as transformações sociais económicas e políticas muito mais cedo, em muitos países ocidentais desenvolvidos (e tb no japão) as mulheres tiveram até mais de meados do séc. XX foram vítimas de tratamento legal desigual, isto para não falar nas práticas machistas informais que as excluíam de muitas vantagens&#8230;<br />
Os países de maioria muçulmana, tal como outros países não-europeus, entraram muito mais tarde no mesmo processo de desenvolvimento capitalista e de transformação social e política. Assim, naturalmente, o que é de admirar não é o atraso relativo de algumas sociedades muçulmanas, mas sim o facto de o atraso, tendo em conta o curto espaço de tempo que tiveram para operar as transformações sociais radicais que nós pudemos operar ao longo de 200 anos, ser tão pequeno!! A Revolução Francesa ocorreu em 1789, a revolução liberal em Portugal deu-se em 1820&#8230;No entanto, em 1959, logo após a independência, a Tunísia declarava ser a lei a única fonte de direito legítima no recém-criado estado (por oposição à Charia), despenalizava o aborto (querem comparar com o cristão e desenvolvido Portugal, com a Espanha, com a maioria dos países europeus, e até mesmo com os EUA, à época?), declarava o único casamento válido o civil, etc? Poder-se-ia falar também na Turquia, que graças à revolução republicana e laica no início do século, se tornou muito similar às sociedades europeias em matéria de laicismo e direitos das mulheres?<br />
Muitas das práticas que ocorrem em países muçulmanos e que nos repugnam (por exemplo,  a mutilação genital feminina) não estão previstas no Corão e tratam-se de tradições locais anteriores ou sem relação directa com o Corão. No entanto, como soe suceder, as pessoas justificam aquilo que conhecem e praticam quotidianamente (e crêem moralmente correcto) com base na religião que professam, mesmo que esta não defenda explicita ou implicitamente nada do que se faz. Não é justo nem legítimo pensar e insinuar que o Islão é em si mesmo iliberal, anti-progressista, e muito menos que preconiza o terrorismo (Este, aliás, tem raízes sociais e políticas profundas que nada têm a ver com diferenças religiosas) ou que dele decorrem necessariamente a justificação da prática de actos como a mutilação genital feminina, a subordinação das mulheres ou a punição de actos considerados aqui, numa perspectiva liberal, como não-puníveis (homossexualidade, incesto, relações  pré-matrimoniais, etc). O cristianismo foi usado para justificar toda a sorte de crimes (muitos mais e bem mais graves, provavelmente, do que os cometidos em nome do islão) e, contudo, não é justo identificar o cristianismo em si mesmo com as cruzadas (um dos grandes crimes contra a humanidade), a inquisiçao (outro), as guerras religiosas, o massacre das heresias medievais (pobres albigenses e cátaros!, entre tantos outros)a queima de &#8220;bruxas&#8221;, etc.<br />
Já acho que conviria a DO evitar o tom de virgem pura e impoluta, vitimizada por tudo e todos. Refiro-me à sua afirmação, demasiado ousada e generalista, de que os ateus e laicos foram &#8220;os únicos que não perseguiram os outros em função da diferença de crença&#8221; (as palavras não são estas, mas a ideia é esta). Os judeus não foram propriamente perseguidos pelos nazis enquanto grupo religioso, mas como grupo &#8220;étnico&#8221; (associado estreitamente com o &#8220;bolchevismo&#8221; e com a esquerda- veja-se o &#8220;Why did the heavens not darken?&#8221; de Arno. J. Mayer, a melhor explicação do holocausto). E os nazis, muitos deles, pelo menos, não eram religiosos. Havia entre eles muitos ateus ou agnósticos. O laicismo, o ateísmo ou o indiferentismo religioso não garantem qualquer tipo de tolerância ou progressismo.<br />
Por outro lado, há um historial de acções excessivas por parte dos defensores do laicismo, contra os religiosos. Muitas vezes usaram de violência excessiva na sua ânsia de libertarem os cidadãos das influências obscurantistas e conservadoras dos padres e da igreja. Exageros que, embora compreensíveis atendendo às circunstâncias, não deixaram de o ser contudo: durante a revolução francesa, russa, durante a revolução republicana, etc.<br />
E para que fique claro: a minha posição face à(s) religião (ões) é similar, se não idêntica a de DO. Porém, reconheço que muitas vezes existe anti-clericalismo agressivo em excesso (e faço aqui, inclusive, um mea culpa). MEsmo quando não existe um esforço de agredir pessoas de convicções religiosas, há uma tendência para desconsiderar ou desprezar as opiniões destas. Ainda recentemente, o fanatismo laicista na frança levou à proibição do uso de véu nas escolas  por parte de alunos. Parece-me óbvio que não deverão existir símbolos religiosos nos edifícios públicos. Seria ainda tolerável (embora eu não pusesse em prática tal norma) exigir aos docentes, enquanto dessem as aulas, que n exibissem símbolos &#8220;especificamente religiosos&#8221; (e é duvidoso se um lenço a cobrir parte do cabelo constitui um símbolo especifica, ou, pelo menos exclusivamente, religioso. Já os alunos, não desempenham qualquer função pública, nunca representam o estado e não se vê porque n possam, enquanto cidadãos e particulares exprimir a sua perspectiva religiosa  através de símbolos.<br />
Este é um caso de uma violência cultural, de uma tentativa de imposição cultural dos laicos e ateus sobre os religiosos.</p>
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		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://arrastao.org/extrema-direita/chafurdar-no-medo/#comment-30836</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 16:48:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/religiao/chafurdar-no-medo/#comment-30836</guid>
		<description>Desculpe, minha senhora,

&lt;I&gt;’Infração adicionada a maldade
Por Jan Libbenga
Publicado março 28 2008 12:43&lt;/I&gt;

Isto foi publicado em holandês e onde?  E foi a senhora que traduziu para português?

O título é bastante sugestivo diga-se, &lt;b&gt;infracção adicionada a maldade&lt;/b&gt;, e diz logo tudo sobre a má-fé deste Libbenga, que deve ser pago pela Al Qaeda para colocar acentos nos sítios errados.

É como falar na maldade (intrínseca) de Theo van Gogh porque no dia em foi assassinado estava muito mal vestidinho graças a Deus.
Realmente não estava apresentável, o que deu uma má imagem da Holanda no estrangeiro…

A maldade é mostrada no filme de Wilders minha senhora: atentados terroristas, cortes de cabeça, lapidações de mulheres, enforcamento de homossexuais, atentados à bomba, et cetera, et cetera…

E tudo imagens verídicas, que já passaram n vezes nos telejornais de todo o mundo. E mais, imagens que os patrões do senhor Jan Libbenga utilizam para propaganda, para recrutar mais carne (halal) para canhão…

Atenciosamente,
Um amigo que também gosta de ponto cruz.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpe, minha senhora,</p>
<p><i>’Infração adicionada a maldade<br />
Por Jan Libbenga<br />
Publicado março 28 2008 12:43</i></p>
<p>Isto foi publicado em holandês e onde?  E foi a senhora que traduziu para português?</p>
<p>O título é bastante sugestivo diga-se, <b>infracção adicionada a maldade</b>, e diz logo tudo sobre a má-fé deste Libbenga, que deve ser pago pela Al Qaeda para colocar acentos nos sítios errados.</p>
<p>É como falar na maldade (intrínseca) de Theo van Gogh porque no dia em foi assassinado estava muito mal vestidinho graças a Deus.<br />
Realmente não estava apresentável, o que deu uma má imagem da Holanda no estrangeiro…</p>
<p>A maldade é mostrada no filme de Wilders minha senhora: atentados terroristas, cortes de cabeça, lapidações de mulheres, enforcamento de homossexuais, atentados à bomba, et cetera, et cetera…</p>
<p>E tudo imagens verídicas, que já passaram n vezes nos telejornais de todo o mundo. E mais, imagens que os patrões do senhor Jan Libbenga utilizam para propaganda, para recrutar mais carne (halal) para canhão…</p>
<p>Atenciosamente,<br />
Um amigo que também gosta de ponto cruz.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://arrastao.org/extrema-direita/chafurdar-no-medo/#comment-30835</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 16:25:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/religiao/chafurdar-no-medo/#comment-30835</guid>
		<description>&lt;I&gt;’é bom saber que se interessa por ponto cruz
o suficiente para se dar ao trabalho da procura.’&lt;/I&gt;

Eu sou assim minha senhora, pelos amigos tiro a camisa…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>’é bom saber que se interessa por ponto cruz<br />
o suficiente para se dar ao trabalho da procura.’</i></p>
<p>Eu sou assim minha senhora, pelos amigos tiro a camisa…</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://arrastao.org/extrema-direita/chafurdar-no-medo/#comment-30834</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 07:49:33 +0000</pubDate>
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		<description>Geert Wilders encara ameaças legais sobre direitos autorais.

Infração adicionada a maldade
Por Jan Libbenga

Publicado março 28 2008 12:43

O Anti-islão MP Geert Wilders, cujo discutível película finalmente
apareceu em publico ,conseguiu fazer-se ainda mais  ainda mais impopular - ao que parece
esqueceu-se de assegurar direitos autorais na metragem usada no filme.

O cartoonista dinamarques Kurt Westergaard, cuja descrição do Profeta
Maomé com uma bomba no seu turbante lançou protestos violentos em 2006, queixou-se na TV Holandesa que Wilders usou seu trabalho sem
permissão, " e que se trata tao simplesmente fr um caso de infração de direitos autorais", disse o autor

Westergaard defendeu Wilders e argumentou que o MP Holandês deve mostrar sua película apesar dos avisos de governo. Em favor de Westergaard, a União dinamarquesa de Jornalistas diz que agora
processará Wilders pela infração de direitos autorais.

O director Holandês Muntz também foi surpreendido ver uma parte de uma entrevista que ele conduziu com Theo van Gogh, o director Holandês que foi apunhalado em Amsterdãp.
Muntz diz que ele nunca deu permissão para tal, e procurará conselho legal também.

O Wilders também por erro usou uma foto do rapper Salah Edin -marroquino holandes em vez de Maomé Bouyeri o assassino do Theo van Gogh.
Edin, talvez não surpreendentemente, também o processara judicialmente.


Autoridades holandesas informaram sobre uma noite tranqüila depois da estreia do filme.
O Governo holandês acrescentou que a película
anti-islão é muito menos provocadora do seria inicialmente esperado

theregister.co.uk/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Geert Wilders encara ameaças legais sobre direitos autorais.</p>
<p>Infração adicionada a maldade<br />
Por Jan Libbenga</p>
<p>Publicado março 28 2008 12:43</p>
<p>O Anti-islão MP Geert Wilders, cujo discutível película finalmente<br />
apareceu em publico ,conseguiu fazer-se ainda mais  ainda mais impopular - ao que parece<br />
esqueceu-se de assegurar direitos autorais na metragem usada no filme.</p>
<p>O cartoonista dinamarques Kurt Westergaard, cuja descrição do Profeta<br />
Maomé com uma bomba no seu turbante lançou protestos violentos em 2006, queixou-se na TV Holandesa que Wilders usou seu trabalho sem<br />
permissão, &#8221; e que se trata tao simplesmente fr um caso de infração de direitos autorais&#8221;, disse o autor</p>
<p>Westergaard defendeu Wilders e argumentou que o MP Holandês deve mostrar sua película apesar dos avisos de governo. Em favor de Westergaard, a União dinamarquesa de Jornalistas diz que agora<br />
processará Wilders pela infração de direitos autorais.</p>
<p>O director Holandês Muntz também foi surpreendido ver uma parte de uma entrevista que ele conduziu com Theo van Gogh, o director Holandês que foi apunhalado em Amsterdãp.<br />
Muntz diz que ele nunca deu permissão para tal, e procurará conselho legal também.</p>
<p>O Wilders também por erro usou uma foto do rapper Salah Edin -marroquino holandes em vez de Maomé Bouyeri o assassino do Theo van Gogh.<br />
Edin, talvez não surpreendentemente, também o processara judicialmente.</p>
<p>Autoridades holandesas informaram sobre uma noite tranqüila depois da estreia do filme.<br />
O Governo holandês acrescentou que a película<br />
anti-islão é muito menos provocadora do seria inicialmente esperado</p>
<p>theregister.co.uk/</p>
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