Se fossem mulheres e estivessem vivas em vez de mortas e enterradas não seria crime: “Um indivíduo residente em Cantanhede contratou dois indivíduos para matar a mulher, passando-lhes um cheque sem cobertura para pagar o serviço. Os executores acabaram por não cumprir o acordado por falta de pagamento e a mulher procurou justiça dos tribunais. Acontece, porém, que a Relação de Coimbra indeferiu um pedido do Ministério Público para prender o marido “assassino”. Mais uma vez, os juízes argumentaram que a instigação de um crime não é punível, por não ser claro, neste caso, se chegaram a ser feitos actos que possam ser considerados como preparatórios.”
E os media continuam com uma agenda contra-corrente do que é verdadeiramente importante. Ontem, Pedro Santana Lopes, não quis continuar a entrevista após ter sido interrompido por um acontecimento de menor importância. Foi um sinal importante.
Honra seja feita aos blogues que prosseguem num desígnio de liberdade.
óh, daniel, pela amostra junta parece-me um caso mais do que evidente de uso da liberdade de expressão. Talvez neste caso, o sempre falacioso pacheco pereira abra uma excepção. afinal, sempre são campas de judeus e daí nunca vem mau vento.- é melhor que quem não saiba o que quer dizer falácia vá ver, pois o comentador JPP, o homem mais lido dos blogues desenvolve frequentemente os seus raciocínios com base em falácias. Espero que esta última afirmação não pareça configurar um possível caso de ódio ao autor do abrupto. é só desprezo intelectual que não seria desprezo se este e quem o publica estivesse remetido ao lugar que realmente merece.
Pois, o PPereira tem sempre dificuldade em confrontar-se com esta pequena pecha no movimento democrático dos Skin heads. Enquanto é porrada na extrema-esquerda, infere-se das palavras do intelectual, que há males que vêm por bem. Mas quando toca à comunidade judaica, aí nem Pereira afirma, nem há liberdade de expressão que lhe salve a retórica. Com efeito, tens razão, convinha agora perguntar a PPereira se não se trata de um exagero de eficiência das autoridades.
Conclusão, pobres skins que foram imediatamente abarbatados pelas autoridades só porque defecaram numas campas, enquanto os eco-terroristas andam à solta a preparar, quiçá, um ataque surpresa a um campo de beterraba ou a encavalitarem-se em protesto numa alfarrobeira. Seria mais ou menos isto que PPereira teria para dizer, não era?
Mas nem toda a duplicidade de critérios se concentra em Pereira. O Alto Comissário para a Imigração, já disse que isto não reflecte o sentir dos portugueses. Mas como não disse nada da campanha da Zé contra os chineses, devemos admitir que para o Alto, isso sim, reflecte o sentir dos portugueses?
As afinidades electivas são uma coisa tão complicada…
Eu até te respondo já pelas palavras da direita “liberal” portuguesa:
É um simples crime de vandalismo, ainda por cima de uma pequena área não-produtiva, e os motivos políticos deste vandalismo não devem ser tomados em conta. É até um insulto para o povo Judeu tratar de forma especial quem comete crimes contra ele. Se vandalizassem campas por ciumes conjugais, ou por outra razão qualquer, mereceriam menor pena?
Enquanto o Daniel atira areia para os olhos com notícias sensacionalistas deste pequeno-vandalismo, politicamente motivado ou não, a sua extrema-esquerda que se diz moderada mas que não se inibe de idolatrar Estaline e Mao, e que como se sabe apoia o terrorismo anti-israelita e anti-semita, ocupa todo o nosso espaço mediático e político, vai impondo à europa a agenda islamo-fascista do Hamas e do Hezzbolah.
Diz-me lá, Daniel. Admiravas-te se lesses o que escrevi no Insurgente?
Agora sim vamos ter Pacheco Pereira a lutar pela liberdade de defecar na campa alheia. Aliás, de certa forma, o próprio PP é coerente, este passa a vida a defecar no debate público.
Agradeço desde já ao Daniel Oliveira por este espaço.
Aproveito o mesmo para esclarecer as pessoas de que o termo skinhead aplicado aos neonazis não será correcto.
A imprensa e a falta de imaginação da direita é que sempre insistiu com este erro histórico.
Os verdadeiros skinheads apareceram na década de sessenta em Londres. Eram filhos da classe baixa e conviviam com os emigrantes jamaicanos. Com estes ouviam e dançavam ska, blue beat, rock steady e mais tarde reggae. Inspiravam-se um pouco nos rude boys jamaicanos no entanto usavam as botas de operário inglês, suspensórios, cabelo curto a imitar os marines americanos. Gostavam de dançar, beber cerveja, futebol. Muitos nunca ligaram a politica, outros eram de esquerda, ou anarquistas. No final da década de setenta e principio de oitentas no auge do desemprego, Malvinas, crise económica, etc, a extrema direita inglesa aproveitou-se de alguns mais frágeis e meteu-lhes na cabeça ideias nacionalistas e racistas. Nem todos foram na conversa mas até hoje quando se fala nessa palavra as pessoas só pensam em “nazi”.
Actualmente existem os tradicionais e apoliticos,os S.H.A.R.P (skinheads contra o preconceito racial) e os redskins (comunistas e anarquistas).
E existem em Portugal.
obrigado pelo espaço para esclarecimento.
Se fossem mulheres e estivessem vivas em vez de mortas e enterradas não seria crime: “Um indivíduo residente em Cantanhede contratou dois indivíduos para matar a mulher, passando-lhes um cheque sem cobertura para pagar o serviço. Os executores acabaram por não cumprir o acordado por falta de pagamento e a mulher procurou justiça dos tribunais. Acontece, porém, que a Relação de Coimbra indeferiu um pedido do Ministério Público para prender o marido “assassino”. Mais uma vez, os juízes argumentaram que a instigação de um crime não é punível, por não ser claro, neste caso, se chegaram a ser feitos actos que possam ser considerados como preparatórios.”
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E os media continuam com uma agenda contra-corrente do que é verdadeiramente importante. Ontem, Pedro Santana Lopes, não quis continuar a entrevista após ter sido interrompido por um acontecimento de menor importância. Foi um sinal importante.
Honra seja feita aos blogues que prosseguem num desígnio de liberdade.
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óh, daniel, pela amostra junta parece-me um caso mais do que evidente de uso da liberdade de expressão. Talvez neste caso, o sempre falacioso pacheco pereira abra uma excepção. afinal, sempre são campas de judeus e daí nunca vem mau vento.- é melhor que quem não saiba o que quer dizer falácia vá ver, pois o comentador JPP, o homem mais lido dos blogues desenvolve frequentemente os seus raciocínios com base em falácias. Espero que esta última afirmação não pareça configurar um possível caso de ódio ao autor do abrupto. é só desprezo intelectual que não seria desprezo se este e quem o publica estivesse remetido ao lugar que realmente merece.
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È desta,o pacheco ,conhecido pela sua coerencia vai para a porta da pildra embrulhado num lençol fazer greve de fome.
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Pois, o PPereira tem sempre dificuldade em confrontar-se com esta pequena pecha no movimento democrático dos Skin heads. Enquanto é porrada na extrema-esquerda, infere-se das palavras do intelectual, que há males que vêm por bem. Mas quando toca à comunidade judaica, aí nem Pereira afirma, nem há liberdade de expressão que lhe salve a retórica. Com efeito, tens razão, convinha agora perguntar a PPereira se não se trata de um exagero de eficiência das autoridades.
Conclusão, pobres skins que foram imediatamente abarbatados pelas autoridades só porque defecaram numas campas, enquanto os eco-terroristas andam à solta a preparar, quiçá, um ataque surpresa a um campo de beterraba ou a encavalitarem-se em protesto numa alfarrobeira. Seria mais ou menos isto que PPereira teria para dizer, não era?
Mas nem toda a duplicidade de critérios se concentra em Pereira. O Alto Comissário para a Imigração, já disse que isto não reflecte o sentir dos portugueses. Mas como não disse nada da campanha da Zé contra os chineses, devemos admitir que para o Alto, isso sim, reflecte o sentir dos portugueses?
As afinidades electivas são uma coisa tão complicada…
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Eu até te respondo já pelas palavras da direita “liberal” portuguesa:
É um simples crime de vandalismo, ainda por cima de uma pequena área não-produtiva, e os motivos políticos deste vandalismo não devem ser tomados em conta. É até um insulto para o povo Judeu tratar de forma especial quem comete crimes contra ele. Se vandalizassem campas por ciumes conjugais, ou por outra razão qualquer, mereceriam menor pena?
Enquanto o Daniel atira areia para os olhos com notícias sensacionalistas deste pequeno-vandalismo, politicamente motivado ou não, a sua extrema-esquerda que se diz moderada mas que não se inibe de idolatrar Estaline e Mao, e que como se sabe apoia o terrorismo anti-israelita e anti-semita, ocupa todo o nosso espaço mediático e político, vai impondo à europa a agenda islamo-fascista do Hamas e do Hezzbolah.
Diz-me lá, Daniel. Admiravas-te se lesses o que escrevi no Insurgente?
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Agora sim vamos ter Pacheco Pereira a lutar pela liberdade de defecar na campa alheia. Aliás, de certa forma, o próprio PP é coerente, este passa a vida a defecar no debate público.
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Isto é obra de gente arruaceira…
Mas quando se descobrem na Net coisas destas….
Blogue Janela para o rio
8 de Setembro de 2003
379-As denuncias continuam em forma de perguntas….
A pergunta a fazer , é quem contribui para que esta gente até começe a ter algum apoio…..
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É apenas um link para uma discussão sobre este assunto:
https://www.blogger.com/comment.g?blogID=21314863&postID=5704341340014510879
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Agradeço desde já ao Daniel Oliveira por este espaço.
Aproveito o mesmo para esclarecer as pessoas de que o termo skinhead aplicado aos neonazis não será correcto.
A imprensa e a falta de imaginação da direita é que sempre insistiu com este erro histórico.
Os verdadeiros skinheads apareceram na década de sessenta em Londres. Eram filhos da classe baixa e conviviam com os emigrantes jamaicanos. Com estes ouviam e dançavam ska, blue beat, rock steady e mais tarde reggae. Inspiravam-se um pouco nos rude boys jamaicanos no entanto usavam as botas de operário inglês, suspensórios, cabelo curto a imitar os marines americanos. Gostavam de dançar, beber cerveja, futebol. Muitos nunca ligaram a politica, outros eram de esquerda, ou anarquistas. No final da década de setenta e principio de oitentas no auge do desemprego, Malvinas, crise económica, etc, a extrema direita inglesa aproveitou-se de alguns mais frágeis e meteu-lhes na cabeça ideias nacionalistas e racistas. Nem todos foram na conversa mas até hoje quando se fala nessa palavra as pessoas só pensam em “nazi”.
Actualmente existem os tradicionais e apoliticos,os S.H.A.R.P (skinheads contra o preconceito racial) e os redskins (comunistas e anarquistas).
E existem em Portugal.
obrigado pelo espaço para esclarecimento.
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no doubt, Dandi.
Obrigado!
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