Em 1968, uma professora dividiu uma classe de brancos em meninos de olhos azuis e meninos de olhos castanhos. Assim lhes ensinou o que é a discriminação.
A Class Divided. Mais uma reportagem Frontline, da PBS
Por Daniel Oliveira 3 Nov 07 em Frontline


Antes disso, por cá, já o Francisco José (o cantor, não o imperador…) andava a apregoar, com sucesso, a superioridade dos olhos castanhos.
Xenofobias…
já tinha visto isto na TV. É interessante, claro, mas extremamente violento, como a maioria das experiências “behaviouristas”.
E a que conclusao brilhante chegou esta “grande” “investigadora”?
Realmente Busilis, a que conclusão brilhante terá chegado a “investigadora”?
Será que já a foi sujeita a uma “investigação”? Olhando assim, exteriormente, penso que dava um bom “objecto” de estudo…
“E a que conclusao brilhante chegou esta “grande” “investigadora”?”???
Em primeiro lugar, ela não é grande nem investigadora, é uma simples professora de uma cidade rural de maioria branca e cristã no Iowa.
Se quer conclusões aqui não as há, que não é o lugar. Mas há resultados, já que isto foi uma experiência: em 15 minutos o tom dos alunos “superiores” modificou-se e passaram a tratar mal os “inferiores”. E isso espelhou-se no resultado dos testes/jogos que eles fizeram nesse mesmo dia, horas depois de o “tratamento” começar.
E se tiver paciência para mais, leia os textos que estão no site, para saber, entre outros, o que esta ousadia custou a esta simples professora.