Em 1968, uma professora dividiu uma classe de brancos em meninos de olhos azuis e meninos de olhos castanhos. Assim lhes ensinou o que é a discriminação.

A Class Divided. Mais uma reportagem Frontline, da PBS


Sem respostas ao post “Frontline: A Class Divided”  

  1. 1 1  Costa Nunes

    Antes disso, por cá, já o Francisco José (o cantor, não o imperador…) andava a apregoar, com sucesso, a superioridade dos olhos castanhos.
    Xenofobias…

  2. 2 2  jpt

    já tinha visto isto na TV. É interessante, claro, mas extremamente violento, como a maioria das experiências “behaviouristas”.

  3. 3 3  busilis

    E a que conclusao brilhante chegou esta “grande” “investigadora”?

  4. 4 4  Paulo Ribeiro

    Realmente Busilis, a que conclusão brilhante terá chegado a “investigadora”?
    Será que já a foi sujeita a uma “investigação”? Olhando assim, exteriormente, penso que dava um bom “objecto” de estudo…

  5. 5 5  João Miguel Pais

    “E a que conclusao brilhante chegou esta “grande” “investigadora”?”???

    Em primeiro lugar, ela não é grande nem investigadora, é uma simples professora de uma cidade rural de maioria branca e cristã no Iowa.
    Se quer conclusões aqui não as há, que não é o lugar. Mas há resultados, já que isto foi uma experiência: em 15 minutos o tom dos alunos “superiores” modificou-se e passaram a tratar mal os “inferiores”. E isso espelhou-se no resultado dos testes/jogos que eles fizeram nesse mesmo dia, horas depois de o “tratamento” começar.
    E se tiver paciência para mais, leia os textos que estão no site, para saber, entre outros, o que esta ousadia custou a esta simples professora.

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