Por Daniel Oliveira
Nas ruas de Lisboa quase não havia trânsito mas o governo fala de uma delirante adesão de 22% à greve.
Sem comentários 30 Nov 07 em Governo, Sindicatos, TrabalhoNas ruas de Lisboa quase não havia trânsito mas o governo fala de uma delirante adesão de 22% à greve.
Sem comentários 30 Nov 07 em Governo, Sindicatos, Trabalho
O Governo não sabe fazer contas.
[Responder]
O senhor que se tivesse metido em transportes públicos como eu me meto todos os dias e veria…
Cada vez me irrita mais esta esquerda da porcaria que perde nas urnas
e quer na rua substituir-se aos governos eleitos, sempre com o
apoio da manada dos 700 mil.
Os portugueses não se resumem à porcaria dos funcionários públicos.
Há os outros, os que trabalham, os que não têm “direitos adquiridos”
mas que os pagam. E esses querem que ewste país seja governado e não
que ande a mando da esquerda trauliteira de dos Lobbies Corporativos
comandados por aquela.
[Responder]
Há por aí alguns que se calhar se vão lembrar do que escreveram ou disseram acerca de quem ainda vai podendo lutar pelos seus direitos e por os deles indirectamente, quando lhes disserem no início o ano que vem, que o seu aumento no salário é baseado na percentagem que o estado dá. Mas nessa altura já disseram as asneiras todas.
[Responder]
É completamente falso!
Estive durante a tarde no centro de LX e o movimento era sensivlmente
o mesmo de todos os dias.
Ouvi a TSF às 18 horas e havia engarrafamentos em todas as saídas de
LX.
Meu caro, a greve até pode ter atingido os 100%.
O pessoal esse veio para o cinema, para as compras ou para onde muito
bem lhe apeteceu.
Não é necessário inventar patranhas para justificar a greve.
Não é honesto!
[Responder]
aviador, estive na rua, a conduzir a minha vespa, ao principio da manhã, ao fim da manhã, meio da tarde, fim da tarde e principio da noite. Andei o dia todo de um lado para o outro, incluindo entrada e sauda de Lisboa. Não estou a inventar coisa nenhuma. Aliás, ouvi o mesmo comentário de várias pessoas.
[Responder]
no porto não se notou qualquer diferença…greve?…houve?…
[Responder]
À chegada à Praça de Espanha (para quem vem do Eixo Norte-Sul) estava tudo entupido. Estive no trânsito, pelo menos, 30 minutos (o tempo normal àquela hora). Antes, por volta das 6 da tarde, tinha estado no metro da linha amarela e, como sempre a essa hora, estava cheio.
[Responder]
No Porto estava tudo cheio na A3, segundo a TSF.
[Responder]
Para a proxima, experimentem fazer a greve a uma quarta-feira a ver se o espirito e a forca do sindicalismo se mantem.
P.S.: Esta greve era sobre o que ? Quais os resultados? Se os objectivos propostos nao forem alcancados, os organizadores vao ser responsabilizados ou vai haver uma outra greve mais prolongada?
[Responder]
Não sei se já repararam que D.O. quando contestado nas suas definitivas opiniões arrisca um comentário e se, os comentários seguintes, foram desfavoráveis aplica a técnica dois passos atrás e depois um para o lado.
Nunca ganha mas também nunca perde.
Parabéns!
[Responder]
A esquerda não perde nas urnas. Ganha nas urnas e depois é traída porque os governos que ela elegeu não cumprem os programas para que estão mandatados.
Isto, em rigor, justificaria mais do que uma greve: justificaria, na mais impecável tradição da Revolução Americana, uma insurreição armada.
[Responder]
O que é que se pode concluir deste teu post? Que os funcionários públicos que fazem greve andam todos de carro? E os que os que andam de transportes públicos? Não fazem greve? Não sei se faria greve, se fosse funcionário público (sou um precário pago pelo Estado). Mas se quem a faz é quem anda de carro, não merece a minha simpatia. Quem anda de carro todos os dias para o trabalho não merece ganhar mais. Deveria era ganhar menos.
Olha que belo exemplo este que vais buscar: “A greve é um sucesso! Os pobres funcionários públicos nem trouxeram o carro para a cidade!” Andas muito longe da realidade.
[Responder]
Nota que eu acho que a greve foi um sucesso. Não ponho isso em causa, e acho que o governo deveria tirar ilacções políticas daqui. O que eu não concordo é com este teu critério para avaliar o seu sucesso. Que triste ideia a tua!
[Responder]
Há uma coisa que não entendo. Quando comparamos o valor de um posto de trabalho na função pública, com aquilo que é garantido vir a receber no futuro, com o valor de um posto de trabalho no sector privado, o primeiro é muito superior ao segundo. A greve era porquê? Para mostrar aos segundos que o valor do seu posto de trabalho desceu mais um pouco? Que tal despedirem-se em protesto?
[Responder]
Não concordo em nada com este post… vim de carro de cascais para lisboa, como faço todos os dias e não notei mudança nenhuma…
[Responder]