Sem respostas ao post “Deixem-se de lamúrias, chegámos aos 3%”  

  1. 1 1  Justicialista

    E cada vez vai haver mais.

  2. 2 2  Lino José

    Torno-lhe a perguntar como é que você fazia, se fosse governante, para obviar essas situações.

  3. 3 3  Daniel Oliveira

    Sai um programa de governo para a mesa do canto. Senhor Lino, quer mais liberal ou mais social-democrata? Temos aqui uns programas democrata-cristão acabadinhos de chefar? Quer?

    Lino José,, vá-me lendo que eu lá vou escrevendo e falando sobre o assunto. Agora, se quer um programa completo agora, ou me paga ou me elege.

    Só não percebi o seu ponto: a fome e a pobreza não têm solução num país Europeu?

  4. 4 4  jms

    O Lino é dos que acham que pobrezinhos ai meu deus sempre houve e que a fominha às vezes até faz bem, e que a desigualdade é um imperativo natural (ou seja, divino), e quem somos nós, simples homens, para contariar os desígnios do Criador? Ai ai.

  5. 5 5  JEM

    Eu e o Lino José mantemos a mesma dúvida: Qual é a solução preconizada pelo Daniel Oliveira (e pelo BE).

    E eu costumo ler o que o Daniel escreve.

    As soluções “óbvias” do comunismo/marxismo resultaram em miséria para milhões, da China à Rússia, de Cuba ao Zimbabué, da Albânia à Coreia do Norte.

    Continuo sem saber quais são as soluções óbvias versão 2.0 (ou será versão 1.2?).

  6. 6 6  Motim

    É uma das imagens de marca desta III República: aumento da pobreza, aumento do fosso entre ricos e pobres e morte da classe média. O próprio presidente Cavaco afirma-se envergonhado, confirmando que este Estado é incapaz de melhorar a situação: «Estou convencido que o Estado só por si não consegue resolver estes problemas», disse o chefe de Estado, afirmando que é preciso que «os cidadãos se organizem». Então, do que estamos à espera?

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