Esse número, com base na realidade que vai constatando, tem sido engrossado por aqueles a quem chama “novos pobres”, pessoas que têm emprego e recebem salário, mas cujo rendimento não dá para satisfazer as necessidades da família.
Por Daniel Oliveira 16 Out 07 em Governo


E cada vez vai haver mais.
Torno-lhe a perguntar como é que você fazia, se fosse governante, para obviar essas situações.
Sai um programa de governo para a mesa do canto. Senhor Lino, quer mais liberal ou mais social-democrata? Temos aqui uns programas democrata-cristão acabadinhos de chefar? Quer?
Lino José,, vá-me lendo que eu lá vou escrevendo e falando sobre o assunto. Agora, se quer um programa completo agora, ou me paga ou me elege.
Só não percebi o seu ponto: a fome e a pobreza não têm solução num país Europeu?
O Lino é dos que acham que pobrezinhos ai meu deus sempre houve e que a fominha às vezes até faz bem, e que a desigualdade é um imperativo natural (ou seja, divino), e quem somos nós, simples homens, para contariar os desígnios do Criador? Ai ai.
Eu e o Lino José mantemos a mesma dúvida: Qual é a solução preconizada pelo Daniel Oliveira (e pelo BE).
E eu costumo ler o que o Daniel escreve.
As soluções “óbvias” do comunismo/marxismo resultaram em miséria para milhões, da China à Rússia, de Cuba ao Zimbabué, da Albânia à Coreia do Norte.
Continuo sem saber quais são as soluções óbvias versão 2.0 (ou será versão 1.2?).
É uma das imagens de marca desta III República: aumento da pobreza, aumento do fosso entre ricos e pobres e morte da classe média. O próprio presidente Cavaco afirma-se envergonhado, confirmando que este Estado é incapaz de melhorar a situação: «Estou convencido que o Estado só por si não consegue resolver estes problemas», disse o chefe de Estado, afirmando que é preciso que «os cidadãos se organizem». Então, do que estamos à espera?