Depois de reduzir um texto meu a uma frase e juntá-la a uma Antologia do Anedotário Político, Vital Moreira não gostou do troco e gritou «assim não!» Pois, meu caro Vital Moreira, quando quiser discutir política, discuta. Argumente o texto que leu. Quando quiser apenas mandar bordoadas, coisa que aceito sempre com bonomia, esteja disponível para o mesmo estilo na resposta. Chama-se a isto proporcionalidade. Se quer discutir política, aqui vão umas perguntas:
Como definiria uma política de direita na saúde?
Redução da rede de cuidados do Estado? Cuidados de saúde apenas gratuitos para as classes baixas?
E no Ensino Superior?
Um sistema de empréstimos que obrigue os estudantes a procurar os cursos com mais retorno económico e que privilegie quem já é privilegiado e sabe que pode vir a pagar a dívida?
E nas relações de trabalho?
Despedimento facilitado, redução dos direitos sindicais e destruição da contratação colectiva, isolando o trabalhador na sua própria fraqueza?
E na cultura?
Redução dos subsídios à cultura e concentração do investimento em acontecimentos espectaculares?
E na segurança social?
Obrigar os que menos recebem a trabalhar mais anos do que os outros para terem o mínimo na reforma?
E na diplomacia?
Subjugação da política externa aos interesses da maior potência e aos negócios externos portugueses?
E nos transportes?
Prioridade às grandes obras de regime e abandono dos transportes públicos que servem as classes mais baixas?
E na segurança?
Diminuição das liberdades e garantias e concentração de poderes no governo?
E nas finanças?
Dar toda a prioridade à diminuição da despesa em período de crise económica e social?
E agora diga-me porque será que dizer que Sócrates é a vanguarda ideológica da direita é anedótico. Ou será que isto da direita e da esquerda já não corresponde a conteúdo nenhum? Sendo certo que Vital Moreira leva como avanço, na defesa do papel social do Estado, o subsídio à vacina do colo do útero.
Ao comparar Vital Moreira a Vasco Graça Moura fiz uma apreciação política sobre Vital Moreira, com as quais Vital Moreira se tem de habituar a viver. Não teve, nem podia ter, nada de «pessoal». Até porque nada tenho de pessoal contra Graça Moura, que já tive a oportunidade e o prazer de conhecer. Se Vital Moreira acusou o toque político e isso o incomodou, isso sim, é matéria de reflexão. Política, claro.
Por Daniel Oliveira 1 Out 07 em Governo


Vital Moreira picou-se. Pena que não lhe tenha perguntado sobre a política de inclusão das pessoas portadoras de deficiência, se é chamar-lhes privilegiados e pô-los a pagar impostos. Fiz-lhe a pergunta, ele leu e, obviamente, calou-se. A pergunta feita por mim não o expõe.
Nem de perto nem de longe se adivinha como me diverti a ler as clausulas-condições para se sert admitido a comentar no Arrastão - é obra.
Sobre o assunto: é verdade, já não há esquerda nem direita, pelo menos na acepção em que a questão é colocada na parte final do post. Ambas as correntes, aparentemente antagónicas, que conseguem ter visibilidade nos orgãos de informação corporativos, são as duas faces da mesma moeda; e por isso são toleradas. Quem fizer uma crítica mais radical é excluido. O panorama da ditadura do Bloco Central para o futuro próximo está mais ou menos bem definido, e toda a gente já percebeu isto: o PSD funciona com uma muleta de adereço à “direita”, enquanto o PS se vale da muleta BE à “esquerda” - é um embuste, dentro do paradigma neoliberal. Mas para além desta fronteira, existe mais vida.
ps - voltando às “normas” dos comentários: depois de amanhã vem cá o Greenspan, o editor do blogue acha que se pode dizer que o homem é representante do Sionismo, porque é judeu e os representa como proprietários maioritários dos bancos centrais privados, ou este tipo de afirmação será indexada a propósitos nazis?
Em primeiro lugar, posso receber a Vacina do Colo do Útero??? Gosto sempre de me precaver.
Segundo, o shôr “engenheiro” é uma reminiscência da ideologia da extrema direita (tem laivos, nada de muito grave)… São coisas ligeiramente diferentes.
“Dar toda a prioridade à diminuição da despesa em período de crise económica e social?”
Disto pode Sócrates ter a fama mas não o proveito, já que a despesa não diminuiu. É de facto um dos mais misteriosos sucessos da sua propaganda.
Absolutamente de-li -ci-o-so!!!
E deliciada.
Cada vez o aprecio mais. Porque honestidade intelectual e coerência (ainda que custosa e imperfeita, como as melhores; e como humana coisa que é) são atributos que realmente escasseiam e a si não lhe lhe parecem faltar.
Et pas pour cause…
Se houve coisa que toda a vida me irritou solenemente foram os 2 pesos e 2 medidas na vida política em Portugal. Consoante o lado da margem(?), assim se cantam ou vituperam os mesmos deslizes…
OK, mas isso não o afecta, eu sei.
Agora, voltando ao tema, continue assim!!!
- Porque é que havia de haver INTOCÁVEIS?!?!
E com tantos e tão evidentes pés de barro?
E, ainda pior,
O facto de Vital Moreira achar o governo de Sócrates como excelente não tem nada de mal, o que não pode é qualificá-lo de esquerda.
Vital Moreira provavelmente achará o governo de Zapatero como de extrema-esquerda.
Quem estiver atento ao que se passa aqui ao lado, perceberá que este PS e o PSOE não têm nada a ver um com o outro. Não admira que Sócrates dê-se melhor com Merkel, Sarkozy ou Bush que com Zapatero.
Filipe, tudo bem? Sou brasileiro e gostaria que conhecesse meu blog literário, mistura quadrinhos, poesia e texto para contar uma história numa realidade alternativa, atualizarei ele semanalmente, a medida que desenho e decido quais textos são relevantes para contar esta história. Aguardo impressões e críticas!
Abs!
outerzone1.blogspot.com
É por coisas como esta que eu normalmente passo muito pouco tempo a ler blogs portugueses - por causa destas ferroadas e múltiplas citações uns entre os outros. Talvez seja por isso que o meu blog em três anos e meio tem menos visitas que um blog político português em três dias e meio =D
realmente vital não argumenta.limita.se a dizer , a afirmar a sua verdade , o seu dogma , com frases curtas em que a sentençá já está dita
Daniel dizes que aceitas sempre as bordoadas com bonomia. Dando de barato que Vital te deu uma bordoada, a verdade é que desta vez não aceitaste com bonomia. Bem pelo contrário, diga-se.
Por isso, ficava-te bem um pedido de desculpas. Até porque as questões que levantas no post são deveras muito importantes, e assim o seu debate fica comprometido.
Bang Bang, um pedido de desculpas? Estamos doidos? Leu os dois posts? Lamento, mas não sou estudante em Coimbra.
Em vez de retórica e parlapié de vendedor de pentes,seria construtivo discutir o estado da politica económica do país,coisa que faz e muito bem,Eugénio Rosa.Claro que Vital M.com a sua prosápia de advogado(do diabo )não faz pq não quer saber nada disso,concerteza outros valores mais altos se alevantam…e assim como assim,o melhor é não falar do que (não) interessa
No melhor pano cai a nódoa. Vital Moreira de vez em quando gosta de colocar uns títulos pitorescos no blog do tipo “antologia do dislate político”, “antologia da parvoíce”, “antologia do disparate”, “antologia da asneira grossa”, etc, e quando leva resposta, fica todo indignado, como se chamar parvo ou piadético a comentários que se escrevem não devesse merecer resposta.
Eu poderia dizer que na sua ânsia de defensor-mor do governo sócrates, até no estilo começa a ficar parecido com o PM, ao irritar-se facilmente com alguém que o critica, contraria. Mas não vou por aí, sob pena de cometer uma aleivosia, e já se sabe que muitas aleivosias não fazem bem à saúde…mental
Senhor Daniel pelos vistos só você é de esquerda. De esquerda,para si, seria dar tudo a todos.Subsídios para aqui,aumentos de salários bem acima de 7 ou 8 por cento(se calhar mesmo que o Governo aumentasse os salários acima de 10% ainda seria de direita).Ser de esquerda,para o senhor Daniel,seria garantir emprego para todos e já agora renumerados acima dos restantes trabalhadores europeus.Seria bom mas este pobre país não tem condições para isso e nunca as terá com pessoas como o Daniel(que como pessoa estimo)a falar muito mas a não dizer como fazer para criar riqueza para depois distribuir.Um abraço e mais realismo seria desejável, mesmo com pessoas do BE.
Toma lá disto, já que tens fair play:
Confesso já: Vital Moreira é dos poucos escribas públicos que apetece comentar. À semelhança de uns poucos, como Graça Moura ou Pacheco Pereira, anda sempre ali, nos interstícios dos escritos, uma agressividade latente que parece natural e sem freio, uma atitude de provocação do outro que discorda, de modo a desfazer a inteligência alheia e uma independência de pensamento peregrino que incomoda a pacatez dos benevolentes.
Adivinha-se ali, um auto-convencimento seguro, de residência da inteligência rara e cara e isso paga-se, para quem o contesta.
Vital Moreira, além disso, é um académico de matérias políticas o que acrescenta divertimento ao jogo da crítica. E além do mais, tal como os outros, é um peludo notório que se ofende com tudo aquilo a que diz não ligar, o que ainda mais divertido se torna, porque o faz de modo sobranceiro e ridiculamente superior e distante que evidentemente é apenas a máscara da falta do mais básico fair-play e de quem se toma a sério mesmo quando vai à casa de banho.
Assim, vamos a isto que se faz tarde:
Está visto que Vital Moreira não suporta a crítica num determinado tom. Em tom baixo, sussurado, com o devido respeito, salvo pela “ideia” peregrina, ainda vá que não vá.
Se for em tom desabrido e a puxar lustro à indignação, pelas faenas de atitude pública, já não há suporte a não ser o insulto que diz execrar e nunca suporta, com nenhum fair play, mas que pratica a seu bel-prazer eufemístico e sofisticado.
Adjectivações várias como a de “mabecos”, “peões do clericalismo indígena”, “tolos”, “atávicos”, “ressabiados”, “panditas auto-encartados”, “disparates”, “anedotário”, “faz fretes”, “dislate malévolo”, etc etc. e para só citar as do último mês de postais, para além das fartas insinuações directas sobre intenções alheias, processadas na mente do escriba, ou sobre a personalidade de “certas companhias”, são o dia a dia da escrita no blog da causa nossa.
Ou porque uns serão isto; ou porque pretenderão aquilo, os postais de Vital, são sempre um must, com um leit–motiv: a defesa à outrance, muitas vezes, das posições ortodoxas de uma putativa esquerda que este Governo ainda incorpora para o escriba e se revela agora mais folclórica do que ideológica, mas que lhe permanece referencial e distintiva, ainda que meramente imaginária.
É nessa dança de ideogramas que aparece de vez em quando a crítica avulsa a medidas de governo ou a atitudes de responsáveis, que caucionam o equilíbrio autosatisfeito, para se proclamar um fiel de balança analítica.
Em relação a desconhecidos que lhe respondem em tom idêntico, mesmo sarcástico, já escreveu que não lê e não responde. Não liga. Mói-se, mas não se mata com o assunto,porque perde o sério e a compostura.
Em relação a conhecidos que o vituperam, mesmo moderadamente, fica sempre com o caldo entornado no pelo eriçado e na irritação à flor da pele.
A última vítima deste destempero natural, é o Arrastão que vai fazendo pela vida, no blog onde escreve para todos lerem que existe uma inteligência assim, neste canto.
O pobre escriba teve o azar de lhe repontar a crítica em que Vital o apelidou metonimicamente de anedota, dizendo-lhe apenas que era o Vasco Graça Moura da esquerda. Ó insulto maior! Ó desgraça! Ó arrastão- para a lama!
Este tipo de alusões, nunca fica sem resposta de Vital e esta vez não é excepção. O pobre Oliveira, sem figueira para se pendurar, leva a abrir, com o epíteto de “aleivoso”, que é em bom português, calunioso, traiçoeiro. Porca miseria!
E a seguir, para remate final, acaba por lhe cortar a colecta. Exemplar. Melhor: estimulante.
José que escreveu isto na GLQL
Daniel
Não te iludas com as palavras do José. O Vital chumbou o José na universidade. Desde aí anda ressabiado.
O Daniel tinha mostrado muito mais classe se a uma referência jocosa tivesse respondido logo com as questões que coloca neste post. Não, armaste-te em forte e respondeste à letra. Errado meu amigo.
Em resumo: ser de esquerda é abrir os cordões à bolsa e quem vier atrás que feche a porta.
Bang Sang: yours, a shitty comment, indeed.
O Vital nunca me chumbou na Universidade.
Aliás, já nessa altura o Vital me parecia assíduo nas faltas às aulas. Andava ocupado na Constituinte, a fazer figuras como a que retratei no blog e de que nem se envergonha agora.
Quem aparecia para ensinar, era o modesto, humilde e sabedor - e bom homem- professor Jorge Leite. Esse, sim, ensinava e dava gosto aprender.
Quem deveria ter chumbado, por causa disso, era o Vital…mas já se sabe que o partido nessa altura era o veículo ideal para o poder real.
Ontem, como hoje. Hoje, maos rosadinho, como convém.
Shitty, indeed.
José
rb, talvez seja bom ver o défice e a despesa no tempo de Cavaco, quando eram gordas as vacas. Reduzir o apoio social e o investimento em período de criste é só acrescentar crise à crise. E depois que venha outro apagar os fogos.
Mesmo em 75, quando integrava o PC e a Constituinte e não se dignava pôr os pés nas aulas das cadeiras que regia (pobre Ciência Política, a quem ficaste entregue), o VM assim era - baixote, piloso, arrogante, e muitíssimo convencido.
Está certo que tinha boa “escola” (os seus pares na faculdade). Mas ele apurou e de que maneira!
Era um enfant prodige a quem cedo deixaram cultivar aquele típico complexo de estrela que o caracteriza.
Um caso muito, muito, muito diferente de outros PC’s lowprofiles que por lá andavam a matar o público com overdorses de marxismo, cruz credo, mas que cintilavam de virtude pela dedicação aos alunos, trabalho, consideração e disponibilidade.
Ilhas raras, que todos reconheciam (estou-me a lembrar de Jorge Leite e de outros).
Já no que a outras coisas respeita (como por exemplo, o não estrelato), está também muito a milhas de J. Gomes Canotilho, cuja discrição e fibra humana não se lhe comparam…
O Vital é realmente super ambicioso. E os seus muitos méritos científicos e intelectuais, ainda que incontestáveis, estão muito aquém das suas pretensões.
Ele QUER MUITO ser uma referência na política portuguesa, e para isso tudo fará e abraçará, perante os nossos olhos incrédulos: - mesmo sufragar Sócrates!
Tudo fará, mesmo o pedagogicamente inadmissível, como dissertar em aulas de pós-graduação acerca de temas técnico-jurídicos e atrever-se a politizar absolutamente tudo, mesmo que atropelando a verdade. - Velhos hábitos do pensamento soviético, cristalização metodológica, ou miúfa de falar apenas e só sobre Direito, que sempre exige mais trabalhito??!
Se isso em que ele é useiro e vezeiro fosse noutros ” idos ” (a que ninguém quer voltar) eu queria ver o que lhe reservariam os vitaizinhos de agora…
- Talvez o mesmo que a Afonso Queiró, não?
Sim, esse mesmo com cuja complacência protectora o VM produziu a “Ordem Jurídica do Capitalismo” no tempo da opressão.
Mau caminho este que o homem escolheu!
Não é por estes itinerários nem com estas botas nos pés que se chega à eminência ética e técnica a que ele aspira!
É precisamente ao contrário.
Ainda há muito quem distinga as diferenças, felizmente!
Curioso o cardápio apresentado pelo Daniel Oliveira. Então é isto que, para o DO e para o BE, Define/divide a esquerda e a direita!!! E depois o Luís Filipe Meneses é que é o populista.
É exactamente isso, Laura.
E é isso que me anima a malhar no Vital: a arrogãncia absoluta de se saber escutado, mesmo que não haja nenhuma razão especial para tal.
Se lhe dou importância? Claro que dou. Mas com isso, apenas pretende balancear um pouco mais a perspectiva de quem o lê e não conhece.
Para isso, aproveito todas as oportunidades. Vital não me merece grande hostilidade pessoal, para além da que me merecem todos os espécimes de arrogantes como ele efectivamente é e nunca deixou de ser.
Mas é isso que também dá gozo: topar-lhe as manias, as compulsões para a faena e a aldrabice intelectual.
Se fosse mais humilde e coerente, ninguém lhe ligava…
Eduardo Pereira, argumente.
José
“Se fosse mais humilde e coerente ninguém lhe ligava”.
Percebo a sua ideia, claro.
Mas acho que é o VM quem ainda não percebeu que se fosse + humilde e coerente ficava de um certo lado da história política. Assim não, volatizar-se-á rapidamente.
Os gurus são referências porque falam poucas vezes, actuam muito e sem barulho mas o que dizem escreve-se.
Já agora…
- E se se fizesse uma “Antologia da Contradição”?
O rei vai nú…mas isso também é 1 hábito neste país de ceguetas.
E nem a fundação Champallimaud pode promover o combate a esta cegueira nacional.
A páginas tantas do seu poste em a ‘Aba da Causa’ com o título ‘A caminho de 2009’ V.T. escreve da requalificação do sistema de ensino como uma das benfeitorias deste Governo. Não podia estar mais desfazado do que se está a passar nas escolas portuguesas. A meu ver a introdução do inglês no 1º ciclo e as actividades de complemento estão longe de per si poderem configurar uma requalificação. O que dizer então da perda de importância da Filosofia no secundário? Ou ainda do populismo com que a reestruturação da carreira docente foi abordado, das injustiças que acarretou e da subsequente sobrecarga de trabalho estéril nas escolas (porque não têm condições mínimas para lá se realizar qualquer trabalho…) Na verdade nada foi ainda feito de muito relevante para requalificar o ensino e que, antes pelo contrário, porque é de seres humanos que falamos, se não se emendar a mão a indignação e desalento profissional que reinam vão ter consequências negativas na já de si problemática situação do ensino em Portugal. Porque não é com esta cosmética nas estatísticas, que o ensino técnico profissional trouxe, que se vão atacar os problemas de fundo: currículos e cargas horárias inadequados (escolas-depósito), falta de exigência na avaliação, indisciplina, desresponsabilização e baixas expectativas das famílias (cada vez mais desagregadas e empobrecidas). Na minha modesta opinião a acção deste Governo tem sido nefasta: em vez de denegrir a imagem dos professores (todos, os bons e os maus) e ceder à tentação fácil do populismo de motivação economicista, poderia apostar na necessária mudança generalizando as boas práticas (que as há) e tentando ganhar os professores para esse fim.
E na segurança?
Diminuição das liberdades e garantias e concentração de poderes no governo?
….Acho muito interessante que a “esquerda” de hoje, excluindo o PS que sempre o fez, tenha feito seu, cultive e reafirme a essencialidade dos Direitos, Liberdades e Garantias!! Tradicionalmente, e em termos historico ideologicos, a dicotomia tendia a identificar a Direita (pensamento liberal) com os DLG e a esquerda (princípio socialista) os Direitos de natureza económica social e cultural….