Parte da imprensa ocupou o dia de ontem a noticiar os elogios da OCDE à política da ministra da Educação. Alguns blogues chegaram mesmo a criticar a indiferença a que o Público votou o relatório. Uma vergonha. Anda para aí um governo a trabalhar, e a ver o seu trabalho reconhecido internacionalmente pelos principais organismos internacionais, e ainda há quem não dê o devido destaque a um estudo com esta importância. O pior é que, como reparou o blogue profavaliação, não há nenhum relatório da OCDE, mas um estudo encomendado pelo governo a uma equipa internacional que alega seguir as metodologias da OCDE. Já tínhamos as salsichas tipo Frankfurt, e o queijo tipo serra, agora temos os relatórios tipo OCDE.À força de tanto insistir na propaganda, este governo começa a perder a noção do ridículo e o contacto com a realidade. Vale a pena ler os posts de Ramiro Marques, no já referido blogue, para perceber a “fiabilidade” da metodologia “tipo OCDE” que se parece resumir a uma interminável série de reuniões com parceiros institucionais.


48 respostas ao post “Se ninguém nos elogia, encomendamos um relatório tipo credível”  

  1. 1 1  Spartakus

    Começa?!…lolololololol…Pedro. Já perdeu o sentido há muito. Ali, com sentido, só a vidinha do Sócrates.

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  2. 2 2  Luis Melo

    Hehehe… demais. Isto é deliberadamente enganar os portugueses.

    Que tal…

    nós temos um governo tipo “direcção do Benfica”

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  3. 3 3  Madalena

    Indecente é como o overno teve a lata de dizer à boca cheia que a OCDE elogiava as reformas do 1º ciclo. Mais: na 1ª convocatória aos jornalistas para a apresentação do dito cujo enivada pelo Ministério da Educação pode ler-se: “apresentação da avaliação feita pela OCDE das reformas realizadas no 1º ciclo do ensino básico”. Embora hora e meio tenha sido enviada uma nota em que se corrigue: ” correcção do antetítulo e do 1.º parágrafo: onde está “Estudo da OCDE”(antetítulo) e “avaliação feita pela OCDE” (1.º parágrafo) deve ler-se, respectivamente, “Estudo” e “avaliação internacional”.
    Uma confusão muito conveniente….

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  4. 4 4  Pedro

    É do caraças. Já agora, vejam também esta posta sobre o pedido do Ministério da Educação para se avaliar os cursos profissionais sem ser através da Inspecção-Geral da Educação. Até os próprios serviços atropelam para criar estatística:

    http://educar.wordpress.com/2009/01/27/nota-de-imprensa-sindicato-dos-inspectores-da-educacao-e-do-ensino/

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  5. 5 5  Quintanilha

    És o exemplo do país de merda é que se transformou Portugal.

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  6. 6 6  RM

    eu acho q sim.. q as pessoas q deram a cara e assinaram isso são umas vendidas..

    já o gajo da OCDE q assinou o prefácio.. tb quis sujar o nome dele ao
    associar-se a este documento… tudo um bando de vendidos…

    tudo mentira o que lá está escrito..

    eu acho q se fosse o socrates não pagava.. la dizem os aspectos q
    podem ser melhorados.. um gajo paga e o serviço ainda sai mal…

    :)

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  7. 7 7  Nom_de_Guerre

    Portugal é um país tipo democrático.

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  8. 8 8  José Bastos

    “Eu vou lutar para defender a minha honra e a minha honestidade” – José Sócrates

    É a honestidade tipo Sócrates.

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  9. 9 9  Pedro Sales

    Caro Quintanilha,

    Passado o insulto, o que é que tem a dizer sobre o assunto?

    RM,

    Não é o nome e credibilidade das pessoas que está em causa. é o método político e a encenação que está em causa.

    O estudo é, ou não, da OCDE? Não é, mas o governo tudo fez para que assim fosse percepcionado. Um dos linkes que faço, o do país relativo, aponta para um post de um assessor do ME e que assume o estudo como se fosse da OCDE. Não é.

    E a metodologia? Das seis câmaras municipais ouvidas, 5 são do PS e outra é do independente V. Loureiro. Os especialistas têm quase todos cargos de nomeação política, e por aí fora. Não há números, não há estatísticas, resulta das entrevistas feitas a dezenas de agentes institucionais.

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  10. 10 10  JoãoXXI

    Algo está podre quando um jornal da direita, propriedade do segundo homem mais rico do pais e amigo de muitas figuras do PSD, dedica quase uma página a meia dúzia de banalidades ditas pelo líder da extrema-esquerda. Pois, mas como nenhum político arriscou fazer declarações Louçã até deu jeito. Pobre Público e pobre extrema-esquerda.

    Ainda vou ver o Pacheco Pereira teorizar sobre a central de informação do Bloco de Esquerda

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  11. 11 11  José Bastos

    “Não é o nome e credibilidade das pessoas que está em causa. é o método político e a encenação que está em causa.”

    As pessoas não são desonestas, o método político que essas pessoas usam é que é…
    Entendi bem?…

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  12. 12 12  Paulo Ribeiro

    E o mais engraçado é a postura do “ingenheiru” Sócrates, que quando está a promover ou a elogiar as medidas da sua governação e/ou do seu governo, aparenta estar em plena exibição popular do partido, atacando veementemente a oposição através da exibição dos resultados que conseguiu ou das vitória que hipoteticamente alcançou. Para mim, uma das regras fundamentais de um primeiro-ministro e restantes ministros deveria ser a distinção entre aquilo que são para o país, enquanto governantes, e a campanha política que fazem para conseguir votos ou cativar a empatia dos cidadãos para o seu partido. Mas este senhor é incapaz disso. Está sempre em pleno comício, com um timbre de voz insuportável, uma postura execrável e uns trejeitos que remetem para os discursos do Tio Adolfo em plenos Jogos Olímpicos de Berlim. Assustador. O primeiro ensino básico em Portugal é uma lástima. E então com este modelo de avaliação, chega a roçar o anedótico. Valha-nos o Magalhães, que está nas mais de 0,00000001 % dos estudantes das EB1 deste país e fundamentalmente as fichas que é preciso preencher para conseguir mais um contrato (enganador para mundial, convém referir) para as empresas portuguesas de telecomunicações, ups, para receber um Magalhães novinho em folha, e os alunos que não é permitido reprovar, e que são impunes, e que contribuem para o aumento das receitas da empresas farmacêuticas, nomeadamente daquelas que produzem anti depressivos e benzodiazipinas e calmantes e afins.

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  13. 13 13  Pedro Sales

    José bastos,

    O método político que critico é a forma como o governo tentou, e conseguiu, passar a ideia de que se tratava de um estudo da ocde, não tem nada a ver com os autores do relatório.

    O mesmo já tinha sido feito com o Magalhães, profusamente anunciado como representando o primeiro computador mundial feito a pensar nas crianças e obra de portugueses, quando, como é óbvio, apenas é montado em portugal sob licença da INtel. Também não ponho em causa o projecto, mas os excessos propagandísticos e a desinformação presente na forma como o governo tenta “vender” as suas iniciativas.

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  14. 14 14  Paulo Ribeiro

    ps. E a proximidade entre o sr. Pinto de Sousa e a tipa da OCDE. “A Débora isto…. a Débora aquilo” (era este o nome, penso eu). Meus amigos, o grave é que a maioria das pessoas, que está mal informada por natureza ou não se quer informar, acredita piamente naquele filme. É tão mau que a única coisa que me vem à cabeça é a Carmen Dolores no papel de Madalena em “Frei Luis de Sousa”. :)

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  15. 15 15  Amêijoa Fresca

    A voragem propagandística
    que sobre nos impele,
    baseia-se em informação estatística
    que alguma realidade repele.

    A noção do ridículo
    tornou-se miseravelmente usual,
    o pobre mediático espectáculo
    é por demais trivial.

    Os fatos por medida
    não são para toda a gente,
    a educação é iludida
    por um estudo subserviente.

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  16. 16 16  a presença das formigas

    Imprensa? Jornalistas? Onde é que estão? Eu só vi malta das Relações Publicas, mas tanbém não vi tudo. Portanto se alguém tem por aí um link dum trabalho dum jornalista sobre isto, deixe aqui nos comentários, para a gente ver. Obrigado.

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  17. 17 17  Peter

    Há aspectos positivos na reforma do 1º ciclo. Há aspectos negativos (muitos). Não é preciso encomenda, nem impostos esbanjados para perceber isso. E, sobretudo, nestes campos da educação não há resultados em três anos…
    A não ser em Matemática, aí pode passar-se de 7,5 para 15 nos exames de 12.º ano num ápice.
    Viva a inteligência portuguesa!

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  18. 18 18  Levy

    Na educação já são muito poucas as coisas que não são autenticas farsas. A maior delas é a avaliação dos alunos. O rei vai mais do que nu, mas a tutela insiste na politica do faz de conta: têm de passar todos, mesmo que não saibam escrever o nome. O ME deveria assumir de uma vez por todas, em lei, que os alunos não podem chumbar. Em vez de andar a fazer pressões muito pouco legitimas sobre os professores e a fazer insinuações, como se faziam hoje no jornal público, (“a retenção é uma boa desculpa para quem não sabe ensinar”). Esta é a linha de fundo de Maria de Lurdes Rodrigues: se chumbam, é porque os professores não sabem ensinar. Os professores são os bodes expiatórios do costume. Esta tecnica já vem desde o tempo de Guterres: se há algum aluno que não passa de ano, o onus passa automaticamente para o professor. Isto só tem provocado 2 coisas: a desautorização de quem ensina e a desresponsablização de quem deveria aprender. Cada vez custa mais e é mais penoso ir contra uma ideologia de estado totalitária. Nunca na vida pensei que tivesse de viver debaixo de uma.

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  19. 19 19  VFSM

    Espero é que nenhuma destas inteligências raras duvide que foram feitas reformas na Educação que se esperavam há décadas.
    Que temos uma Ministra que não teve medo de enfrentar lobbies!! aquilo que se espera de um Governante, qu faça aquilo que for melhor para um país!! criticar a política de educação ninguém critica.. criticam pessoas!! quem assusta e luta contra os males instalados!!

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  20. 20 20  Levy

    19 # VFSM “Espero é que nenhuma destas inteligências raras duvide que foram feitas reformas na Educação que se esperavam há décadas.”

    Como por exemplo?

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  21. 21 21  Paulo Ribeiro

    VFSM “Espero é que nenhuma destas inteligências raras duvide que foram feitas reformas na Educação que se esperavam há décadas.”

    Como por exemplo? Não reter alunos?

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  22. 22 22  J

    Vale mesmo a pena fazer uma pesquisa no google:

    Relatório da OCDE elogia politica de Educação do Governo PS

    ver-se-á a versão actual da noticia no site do PS e clickando em cache o que ficou no google da outra versão

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  23. 23 23  VFSM

    1 – Uma forte aposta no ensino profissional;
    2 – Encerramento de escolas isoladas;
    3 – Avaliação dos professores;
    4 – Inglês no ensino primário;
    5 – os alunos terem actividdes até às 17h30;

    Isto tudo são mudanças que só podem melhorar o ensino em Portugal!!
    Não vamos ter resultados daqui a um ano ou dois, mas daqui a uma década o país vai agradecer..

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  24. 24 24  Borda-lo

    Ao ler esta notícia, mais do que atacar o Governo apetece atacar a Comunicação Social.
    O Governo limita-se a debitar propaganda barata, acredita quem quer. Já a CS devia ter mais cuidado com o que transcreve. Afinal, é o 4º PODER. Mas actualmente o que interessa é a velocidade com que se propaga a notícia, e não com a veracidade do seu conteúdo. Aliás quanto mais desmentidos e emendas se fizerem, mais espaço é ocupado, o que é óptimo, na perspectiva do vendedor de notícias.
    Se calhar temos que nos resigar a uma CS que limita a sua acção a servir de intermediária de empresas de comunicação e a acompanhar ministros ao supermercado…

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  25. 25 25  VFSM
  26. 26 26  Paulo Ribeiro

    1 – O ensino profissional é a maior idiotice que existe à face da Terra. Facilitismo máximo, fraca qualidade de ensino, primeira etapa da carreira prisional de futuros reclusos.
    2 – É óbvio que se estão a impedir montes de crianças de ter acesso à escola ou a dificultá-lo. As escolas pequenas e isoladas eram muitas das vezes o único contacto que as poucas crianças de algumas zonas rurais tinham com o mundo académico. Mas essa parte não se conta.
    3 – Avaliação dos professores = a menos exigência no ensino, mais facilitismo. Efeito aspirador, limpa superficialmente mas não dispensa o uso duma vassoura.
    4 – Inglês no ensino primário. É uma conquista de todos aqueles que lutaram pelas AECs no 1º ensino básico, que por sinal já existiam antes do PS ter chegado ao governo.
    5 – Paizinhos mais libertos para usufruírem dos fabulosos benefícios do RSI, dispõe de menos tempo para aturar os filhotes, mais professores a trabalhar para as autarquias a receberem 400 euros, 300 euros ou até menos, logo mais gente a sobreviver com um rendimento mensal inferior ao salário mínimo.

    And the list continues

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  27. 27 27  cc

    não li os comentários, não sei se já foram colocadas ao Pedro Sales estas questões:
    - tem filhos?
    - estão na escola?
    - as medidas que foram tomadas pelo ME são positivas ou negativas para os seus filhos?
    - concorda ou discorda da avaliação das medidas, apresentada no relatório?
    - tens propostas de melhoria a apresentar?
    -

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  28. 28 28  Antónimo

    acho que têm razão mas o ramiro marques é militante do psd. pq motivo não citam antes o paulo rangel?

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  29. 29 29  Aldegundes Maria

    CC:

    As perguntas do seu comentário são absurdas.
    Por essa ordem de ideias, só poderia ser crítico de cinema, por exemplo, quem tivesse realizado um filme.
    Arranje outra forma de defender o dono, ok?

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  30. 30 30  Anti-VSFM

    VFSM,

    eu agradeço muitas dessas medidas, mas não quero pagar estudos que o governo encomenda para se auto-elogiar. Se eu quero que digam bem de mim trabalho com zelo aguardando a crítica ou então pago do meu bolso para uma empresa de imagem e publicidade fazer o trabalho. Ora, o que o actual governo fez foi pegar em dinheiro que também é meu e gastá-lo para dizer bem de si mesmo. Não sei se devo pensar que isto está apenas errado, se é chulice ou se não será mesmo um crime! E você além de estar visivelmente à espera de um job for the boy’s pensa em mais alguma coisa?

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  31. 31 31  dava

    What?

    Ramiro Marques como fonte do Pedro Sales…

    Cruzes!!!

    Uma criatura abominável das ciências da educação, que escreve umas coisas sobre e cidadania e não sei mais o quê, a que nenhum professor com juízo liga.

    Pedro, melhore as suas fontes.

    sou professora.

    E sim, as escolas do 1.º ciclo estão melhores, estariam melhores ainda se as escolas fossem, como defende o relatório, unidades autónomas.

    E sim, a ministra é fraquita, mais fracos são os secretários de estado e na mesma linha estão os seus críticos.

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  32. 32 32  Pedro Sales

    Cara Dava,

    Não sei o que o senhor em causa defende e até acredito que muitas das coisas que venham no relatório, que só li parcialmente, sejam correctas. Não é isso que está em causa, mas sim a mistificação criada pelo governo para apresentar um relatório, encomendado a vários especialistas desconhecidos do público em geral, como tendo o “carimbo” da OCDE. Só isso. E não me parece pouco. Chama-se desinformação.

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  33. 33 33  VFSM

    ANTI-VFSM,

    até já me sinto com alguma relevância na blogosfera.. Já tenho inimigos.. não eu não espero nenhum job for the boy. eu só procuro estar atento à realidade do nosso país e constatar aquilo que é correcto ou não!! todos temos de ser livres na nossa opinião!! assim como considero que esta foi a melhor ministra da educação de que tenho memória, apesar dos meus 22 anos, eu sou livre para o referir.. se alguém me quiser censurar aqui no blog pode censurar.. em relação ao assunto de que fala estou totalmente de acordo consigo!! eu para elogiar a política de educação deste país não preciso de estudos!! aprecio as medidas.. agoraa aqueles que são contra esta ministra só se for mesmo os professores.. a classe mais beneficiada desta nossa triste sociedade!! se é professor temos pena!! esforce-se para ter boa nota na avaliação!!

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  34. 34 34  VFSM

    Sr. Paulo Ribeiro,

    aquilo que o senhor queria era que continuasse tudo na mesma!! que não se fizesse nada.. o ensino profissional é aquilo que leva milhares de alunos a não abandonarem a escola ao 9º ano!! eu acho isso positivo.. se o Sr. prefere um país de analfabetos deve mudar de país.. Serra Leoa deve ser bom para si!! maior cego é aquele que não quer ver.. quase que aposto que o senhor é professor.. quer dizer, não deve ser.. se fosse professor nem sequer tinha tempo de vir postar à net!!

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  35. 35 35  Levy

    23 #
    “1 – Uma forte aposta no ensino profissional;
    2 – Encerramento de escolas isoladas;
    3 – Avaliação dos professores;
    4 – Inglês no ensino primário;
    5 – os alunos terem actividdes até às 17h30;”

    1- Como é que isto é medido? quantos cursos abriram? quantos alunos os frequentam? como está a insersão dos alunos no mercado de trabalho? o curso mais procurado é o de “jogador de futebol”, quantos alunos estão a jogar a bola? como é aferida a qualidade do ensino profissional? resumindo: tem dados que sustentem que é uma “aposta” ganha?

    2- Chama reforma a uma medida que fechou escolas onde já não existiam alunos?

    3 – Você está convencido que a avaliação que se está a fazer é séria…se não fosse trágico, ria-me.

    4- quando a medida for avaliada, dar-lhe-ei razão, ou não.

    5 – Transformou a escola num deposito de alunos. os miudos passam o dia enfiados dentro da escola, mas em vez de ser a estudar e a trabalhar é a fazer macacadas. Os paizinhos agradecem, pq assim não tem de aturar os filhos….

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  36. 36 36  Anti-VSFM

    VSFM,

    sou professor, tenho notas acima da média, fui classificado com a nota de 19 valores no estágio de profissionalização, fui bolseiro da FCT (Mestrado e Doutoramento) e quero ser avaliado. Não me importo nada que seja por este ou por qualquer outro modelo. Gostaria apenas que fosse avaliado por alguém com maior formação científica e pedagógica do que eu. Sinto-me bastante tranquilo quanto a isso. Aquilo com que me indigno é com o facto de o nosso governo estar a fazer propaganda, a mentir e a gastar o dinheiro dos portugueses para lhes mentir. Vejo que aprecia este tipo de coisas, que se dá bem com elas, por isso sugiro-lhe que pague este estudo do seu próprio bolso. A escrever assim o Sr. mostra um espírito muito subserviente, próprio de quem está à espera de um tacho e de meia dúzias de botas para lamber!

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  37. 37 37  Paulo Ribeiro

    VSFM, Não sou professor, ou melhor, sou mas não quero exercer (não tenho espírito nómada) e trabalho, noutras funções mais recreativas e lúdicas (combate ao insucesso, abstinência e violência nas escolas), no 1º ensino básico. Tenho tempo suficiente para analisar os meus miúdos, para analisar o trabalho dos meus colegas, para me indignar com o trabalho do governo e para apreciar os comentários de pessoas ignorantes em relação àquilo que se passa dentro das portas das escolas e que se baseiam na interpretação de antes deste modelo não havia qualquer avaliação e que crêem piamente na ideia de que os professores são os inúteis mais bem pagos do país. E se existisse pai natal, adoraria que ele me concedesse o seguinte desejo, que o VSFM passasse um diazito daqueles mais hardcore dentro da minha escola e que depois viesse para aqui criticar o corpo docente deste país e elogiar as medidas do governo. Thats enought

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  38. 38 38  Paulo Ribeiro

    Epá, tens 22 anos e tens já és assim, quadrado. Andaste no ensino obrigatório ao mesmo tempo do que eu e provavelmente fizeste o secundário também. Olha que no nosso tempo as coisas eram significativamente melhores (tenho termos de comparação, a minha memória está bem fresca) e acredita que os ministros da educação eram bem piores.

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  39. 39 39  VFSM

    Paulo Ribeiro,

    nunca na vida me verá chamar incompetente a um professor!!
    reconheço-lhes as maiores capacidades!! tive bons e maus professores.. mas isso não me apetece discutir. há bons e maus médicos, bons e maus engenheiros, bons e maus canalizadores!! aquilo que eu referi é que são a classe mais beneficiada!!
    e sinceramente acho que não me engano muito!!

    Mas não considero que tenha sido feito um ataque aos professores.. foram tomadas medidas a favor do país!!

    [Responder]

  40. 40 40  VFSM

    LEvy,

    esse post não merece resposta!!

    não concordar com a avaliação, podia compreender, discordar do ensino profissional era aceitável.. agora levantar dúvidas à importância do inglês no ensino primário é de um amadorismo tal..

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  41. 41 41  VFSM

    ANTI-VFSM,
    muita inteligência mas muita falta de atenção..
    “em relação ao assunto de que fala estou totalmente de acordo consigo!! eu para elogiar a política de educação deste país não preciso de estudos!!”

    está no último post que lhe foi dirigido!!

    [Responder]

  42. 42 42  helderega

    O Levy e o Paulo Ribeiro estão completamente a leste do paraíso. Informem-se um bocadinho que seja para não dizerem tanta baboseira!

    [Responder]

  43. 43 43  Levy

    42 # “O Levy e o Paulo Ribeiro estão completamente a leste do paraíso.”

    É precisamente onde estou. A leste, porque na escola onde dou o litro todos os dias, paraiso é coisa que não encontro. É lá que vejo in loco que as medidas que o governo anuncia não passam de propaganda. Nunca vi tanta incompetência junta.
    Desde o absurdo estatuto do aluno, até às irrelevantes “aulas de substituição”, passando pela fantochada da avaliação dos professores, ainda não vi uma coisa feita com pés e cabeça. É tudo feito em cima do joelho, por gente como o senhor, que devem viver no paraiso e julgar que as escolas também o são.

    [Responder]

  44. 44 44  Levy

    40 # “agora levantar dúvidas à importância do inglês no ensino primário é de um amadorismo tal..”

    Eu não ponho em causa a importância do inglês no 1º ciclo, o que questiono (e julgo que com direito a isso) é se a medida está a ser bem implementada e a dar bons resultados. E para isso é preciso avaliar o que está a ser feito. Como essa avaliação não existe, não posso fazer elogios a uma coisa que não sei se está bem ou não.
    O sr tem uma posição diferente, a si chega-lhe que haja aulas de inglês no 1º ciclo. Se os alunos aprendem ingles ou não, já não parece ser muito importante, pois o brilharete está feito.

    [Responder]

  45. 45 45  Matalesmas

    Oh Quintanilha,
    veja a figura que faz…
    Só posso concluir que perfilha e adopta os mesmos métodos…

    Gente reles! dasse!

    [Responder]

  1. 1 Se viesse uma avaliação a sério, assim daquelas mesmo a sério, ainda fechavam o país : O País Relativo
  2. 2 Arrastão: As notícias não caem do céu
  3. 3 O relatório da OCDE e a verdade « Equilíbrios

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