Nascida no início dos 90, as Produções Fictícias legalizaram-se em data adequada: no dia 1 de Abril de 1996. Antes e depois da sua formação oficial, os seus guionistas fizeram entrar nas conversas frases que já não têm autor: «há que dizê-lo com frontalidade», «eu é que sou o presidente da Junta», «este homem não é do Norte», «eu é mais bolos», «lets look at the trailer», «o artista é um bom artista», «não havia necessidade», «penso eu de que…», «Quantos são, hã, quantos são?»
Fazem o agenciamento dos Gatos Fedorentos e de Nuno Markl, entre muitos outros. Produzem teatro e cinema, editam livros e suplementos humor e suplementos humorísticos (como o “Inimigo Público”), fazem mini-séries e programas de humor como o Contra Informação, que dura há anos na RTP e mantêm um canal de televisão na Internet, onde incorrigíveis humoristas vão mostrando inéditos. São os produtores do “Eixo do Mal” e do “É a cultura, estúpido!”, o que faz de mim um dos seus colaboradores.
Ao Nuno Artur Silva, uma das melhores pessoas com quem até hoje trabalhei, os meus parabéns. E a toda a sua equipa também.
Aqui ficam alguns momentos. Uns das Produções Fictícias, outros anteriores, mas que foram escritos pelas mesmas mãos talentosas:
Por Daniel Oliveira 1 Abr 08 em Humor


E para os engraçadinhos do sistema não vai nada, nada, nada… tudo!
E para o patrãzinho não vai nada, nada, nada… tudo!
alberto t., eu não tenho patrões. Há alguns anos, felizmente.
Já somos dois… o Presidente da Junta sou eu!
“Ao Nuno Artur Silva, uma das melhores pessoas(…)”
Eu tinha quase a certeza de que assim seria.
Dou-lhe os meus parabéns também e que ele nos continue a tratar da saúde a todos, porque rir é o melhor remédio.
Sem desfazer é claro da rapaziada que trabalha . . . com ele . . . mas é que o moço parece tão bonzinho.
Bolas . . . desculpa lá o Daniel mas é que estou sempre a esquecer ao que vim.
PARABÉNS às PF!!!
O Artista Bastos foi o personagem mais genial criado pela comédia portuguesa, e esse vídeo é o mais hilariante que me lembro de ter visto, comparável ao papagaio morto ou até à batalha do guerreiro que nunca admitia a derrota dos monty python. Tão genial que dói.
Daniel, a do Estebes não foi com certeza escrita pelas Produções Fictícias, aquilo é anterior, do Tal Canal. O homem fala do Nené e do Diamantino.
«seus colaborador» é um plural magestático?
Já agora… a frase “eu é mais bolos” é de uma rábula do programa do Herman da passagem do ano 1991 para 1992, portanto anterior à actividade (iniciada, de facto, em 93) das PF. Creio q é do Markl, mas ainda não existiam as PF.
De resto: as PF são das coisas muito, muito, muito boas que temos cá pelo país.