Não estou a compreender a piada. É aparentemente um erro de português? É que é mesmo só aparente. Ouça uma segunda vez… Eu até gosto destas curiosidades televisivas como divertimento, mas esta desiludiu.
Conclui-se que o pior dos ultimos 21 anos aconteceu duas vezes esta semana! Faltou explicar qual foi o pior do pior, nas duas vezes desta semana…
É erro de construção de frases de Português, mas o jornalismo há muito que deixou de nos surpreender.
Este, ainda assim, não é dos piores…
Tecnicamente, se a língua portuguesa fosse matemática, não é um erro. Além disso, toda a gente percebeu o que a jornalista queria transmitir. No entanto, do ponto de vista estético da oratória, a frase está dita do avesso. Seria muito melhor se fosse qualquer coisa do género:
Pela segunda vez esta semana, a bolsa do japão atinge um mínimo histórico de 21 anos.
Ou seja, ao invés de se fazer duas referências temporais da acção em causa (atingir um mínimo), seria mais correcto apenas utilizar um complemento de tempo e uma adjectivação consequente.
Oh Pedro a sua fúria de procurar casos em todos o lado, parece que lhe tolda os sentidos. O que a Sra diz é completamente correcto, parece que só o PS é que não compreende. Quer que lhe expliquemos o sentido do que a Sra Diz?
A única fúria que aqui vejo é a sua, que até quer decidir as minhas prioridades e a forma como ocupo o meu tempo. Mas, diga-me lá, então, qual é “o sentido do que a Sra Diz?” Estou curioso.
Quanto às prioridades vá lá ler o outro post, tem lá a sua resposta.
Se atentasse menos há forma e mais ao conteúdo veria o que a senhora quer dizer, mas terei todo o gosto em lhe fazer um gráfico para ver se compreende, aliás, já devia ter atingido pelos comentários anteriores!
Por exemplo:
- Imagine que a maior descidas dos últimos 21 anos antes do inicio da semana X era de 9%
- Na segunda feira a bolsa de Tóquio teve as maiores perdas dos últimos 21 anos (1ª vez na semana) por exemplo desceu 10%
- Na Quarta-feira desceu, por exemplo 12%, ou seja numa semana esse valor (9%) foi batido duas vezes.
Está gora claro? Repare se fosse ao contrário a Sra já não podia afirmar isto não é? Ou seja, se fosse 12% na segunda e 10% na quarta.
E mais o menos como dizer (mas ao contrário) que numa semana um record do mundo é batido duas vezes será?
NOTA: o valores e os dias são apenas exemplificativo, nem sei se andam próximos da realidade.
Reconheçamos que, para quem assina com um nome que não é o seu, é preciso algum topete para vir usar os conhecimentos que tem sobre a vida profissional dos outros.
Mas, e porque não tenho nada a esconder, sempre lhe digo que não tenho qualquer vínculo profissional com o Estado. Quem me paga é o Bloco de Esquerda, para quem trabalho como assessor de imprensa. O Bloco recebe uma subvenção estatal. A forma como este gasta esse dinheiro apenas ao partido diz respeito. E, como a minha entidade patronal, ainda não se queixou, não está à espera que ligue muito às suas provocaçãoes, pois não?
A partir do momento que, no início da semana, foi batido o recorde dos últimos 21 anos, o referencial que passou a contar como máximo histórico é o último. Logo não tem sentido dizer que, pela segunda vez na semana, foi batido um recorde com 21 anos qando este, afinal, tinha 2 dias.
Pois, nem sequer é hábito do Bloco pagar a dirigentes do partido como se fossem assessores, para fazerem trabalho numa qualquer “secção” do partido, pois não?
Mas deixe lá eu continuarei a pagar os meus impostos para que o BE possa continuar a ser subvencionado e assim continuar a pagar-lhe o ordenado!
Como eu não me colei à politica tenho que trabalhar todos os dias para ganhar o ordenado, mas enfim, são opções de vida e cada um escolhe a sua!
Não estou à espera de nada, se reage ou não a povoações é problema seu. É pena que confunda algumas verdades com provocações, mas como deve imaginar eu bem sei que ninguém dá lições de moral ao BE!
Onde é que você foi buscar a ideia peregrina que eu não trabalho para ganhar o ordenado? Podia responder-lhe sobre o topete que é necessário para, vindo aqui dar lições de moral sobre a forma como eu perco o tempo e o dinheiro dos contribuintes com ninharias, ainda me vir falar da lengalenga das lições de moral, mas não estou para isso.
Há certos níveis a que não desço. Por uma questão de decoro e de tempo. Tenho mais que fazer. Passe bem.
Eu sei que há níveis aos quais não desce, não desce ao nível de comentar o facto do BE usar o dinheiro da tal subvenção para pagar a dirigentes para fazerem trabalho politico fora da AR como se de assessores se tratassem.
Ibn, sabe o que é uma pessoa que faz acusações e manda postas de pescada sobre a vida dos outros escondido atrás de um nick: é um cobarde e uma alcoviteira.
Quem faz acusações escondido no anonimato são os bufos. Os homens (e mulheres) põem o seu nome nas suas acusações, sobretudo quando elas ganham contronos pessoais. É o que o Pedro faz: assina o que diz. Está a ver qual é a diferença entre ele e o senhor? É essa mesma. A que lhe permite fazer-lhe acusações imbecis por saber quem ele é e o que ele faz, sem que ele lhe possa responder porque você é apenas um tipo qualquer que escondido atrás do teclado escreve o que lhe apetece. O mesmo tipo de gajos que manda cartas anónimas. Não há diferença. Uma coisa é darem-se opiniões com um nick. Não gosto, mas é indiferente. Outra, é mandar postas de pescada sobre a vida dos outros, citar frases que supostamente ouviu dos outros, falar como ganham o seu ordenado e o tempo que passam ou não a trabalhar escondido atrás de um nick.
Pior: já deu a entender que nos conhece. O que o torna um pouco pior do que um cobarde. Porque provavelmente já se cruzou com um ou com outro e não é capaz de dizer pessoalmente o que escreve aqui.
E digo-lhe uma coisa: o Pedro é de uma enorme educação. Comigo já tinha levado resposta bem mais torta.
“Outra, é mandar postas de pescada sobre a vida dos outros, citar frases que supostamente ouviu dos outros, escondido atrás de um nick.”
Disse alguma coisa acerca da vida privada de alguém? onde? Que supostamente ouvi de de outros? Será que não ouvi de facto? Ou será …………..
Escondido atrás de um nick, se está assim tão interessado em saber, faça assim: Veja o meu endereço no blog, veja qual é a operadora, e peça-lhes o meu nome e morada, depois venha cá a casa tomar um café! Pode ser que lhe diga na cara aquilo que escrevi!
Ibn, claro que não consegue. O seu estilo é outro. “Esse tempo de que fala é pago com os impostos dos portugueses! Não é?”. Como já aqui várias vezes insinuou que eu, ou o Pedro, ainda não percebi bem, teremos dito uma pataquada qualquer sobre o BE em conversas que o senhor terá ouvido. Por isso, não é um insulto. É um facto: o senhor é um cobarde que se esconde atrás de um nick para vir para caixas de comentários de blogues espalhar coisas sobre as pessoas. Por isso, claro que não é capaz de me responder no mesmo tom. O seu é o da insinuação anónima. Este meu tom claro e directo, com o meu nome assinado por baixo, não faz o estilo de pessoas como o senhor.
Ibn, eu não quero que me diga nada na cara. Quero que desampare a loja. Sempre tive um profundo asco por cobardes, bufos, acusadores anónimos, juizes com nomes falsos. Gosto de gente que dá a cara, o nome e couro por o que diz. Foi assim que fui educado e não aguento pessoas como o senhor, que vêm para as caixas dos comentários, inventam nomes falsos para contar a conversinhas que ouviram e dizer que este ganha dali e o outro trabalha acolá, sem correrem riscos, podendo sorrir no dia seguinte à pessoa que insultaram na vespera. Pessoas como você tiram-me do sério.
Depois de seu momento másculo, só lhe faltou escrever com maiúsculas para dar mais ênfase aos comentários.
Claro que quer lhe desampare a loja, pudera!
Bem pode distorcer o que eu disse que não é por isso que passa a ter razão, os senhores gostam de opinar acerca dos rendimentos de todos, mas quando vos toca à porta, “aqui del rei”.
O pais está preocupado porque pessoas como eu tiram o Sr Oliveira do sério.
Já lhe expliquei: tudo o que opino tem o meu nome em baixo (aqui nos comentários, em cima). Já fui processado por isso. Já fui ameaçado por isso. Já tive muita, pouca ou nenhuma razão. Mas nunca se compare enquanto se esconder no anonimato para fazer acusações pessoais ou dizer que ouviu conversas. Justas ou injustas, falsas ou verdadeiras, é indiferente.
A insinuação é que o Pedro não trabalha para merecer o que recebe (só não o conhecendo). É que ouviu um assessor (dando a entender que é o Pedro ou que fui eu) dizer não sei o quê do Bloco. Quer que lhe faça um desenho ou para além de tudo é sonso?
O Daniel Oliveira não quer perceber pois não? Se eu assinasse como o meu nome acreditaria que era o meu nome? Não ira dizer que o inventei?
Pense lá um pouco! Acha que uso um Nick para escrever num blog do DO e do PS porque tenho receio de ser tratado como o Charrua pela DREN?
Ou que tenho medo que o DO se arme em Mário Machado e me ofereça tareia?
Sou muito menos anónimo do que aquilo que diz, já lhe indiquei como proceder! O que quer mais? o número do BI colocado num local de acesso público? Já agora, o número do cartão de crédito também?
Não, até porque se, ao que parece, me conhece, sabe que não é o meu genero andar à tareia com ninguém. Acho que apenas quer escrever tudo o que lhe apetecer.
“A partir do momento que, no início da semana, foi batido o recorde dos últimos 21 anos, o referencial que passou a contar como máximo histórico é o último. Logo não tem sentido dizer que, pela segunda vez na semana, foi batido um recorde com 21 anos qando este, afinal, tinha 2 dias.”
Mas a senhora não fala em “recorde” nenhum com 21 anos pois não? A senhora diz que foi o resultado mais baixo em 21 anos. E que foi a segunda vez que aconteceu tal coisa durante a última semana.
Podia ter dito que se bateu o recorde de “anteontem” e que esse tinha sido o mais baixo em 21 anos. Podia ter dito que em 21 anos, não houve valor mais baixo. Disse o que disse. E o que disse está correctíssimo, ainda que o diga levando os ouvintes pelo caminho do jardim…
Mas que mania esta de que agora la porque se pagam impostos todos nos devem o que quer que seja.
O facto de estarmos a pagar impostos e da mais elementar justiça lol e nao tem nada que subir a cabecinha dos que pagam . Pagamos impostos para termos um pais melhorzinho e tambem–muito importante — para termos o dinherinho das nossa pensoes assegurado.Essa coisa de alguns se convencerem de que la porque pagam impostos sao donos os outros sempre me deu uma enormissima vontade de rir.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Não estou a compreender a piada. É aparentemente um erro de português? É que é mesmo só aparente. Ouça uma segunda vez… Eu até gosto destas curiosidades televisivas como divertimento, mas esta desiludiu.
Percebeu-se perfeitamente o que se quis transmitir.
Conclui-se que o pior dos ultimos 21 anos aconteceu duas vezes esta semana! Faltou explicar qual foi o pior do pior, nas duas vezes desta semana…
É erro de construção de frases de Português, mas o jornalismo há muito que deixou de nos surpreender.
Este, ainda assim, não é dos piores…
eh, eh, excelente.
Não vejo o erro.
Vamos imaginar que o pior dos últimos 21 anos era 100 pontos.
Segunda feira chegaram aos 80.
Agora aos 60.
Então, atingiu o pior dos últimos 21 anos com os 60, e já é a segunda vez que isto acontece esta semana (porque já tinha havido os 80).
Qual é o erro?
Obviamente o erro é ser … loira!
Piada mais sem graça!
Não encontro erro nenhum. Percebe-se perfeitamente a lógica do ‘pior resultado’.
Senhor reticências
Tecnicamente, se a língua portuguesa fosse matemática, não é um erro. Além disso, toda a gente percebeu o que a jornalista queria transmitir. No entanto, do ponto de vista estético da oratória, a frase está dita do avesso. Seria muito melhor se fosse qualquer coisa do género:
Pela segunda vez esta semana, a bolsa do japão atinge um mínimo histórico de 21 anos.
Ou seja, ao invés de se fazer duas referências temporais da acção em causa (atingir um mínimo), seria mais correcto apenas utilizar um complemento de tempo e uma adjectivação consequente.
Temos uma língua tão rica..
“É a primeira vez que aqui estou desde a última vez que aqui estive”
o contralmirante fez escola.
tb não vejo o que tem de especial, de qualquer forma até à proxima se não for antes
Oh Pedro a sua fúria de procurar casos em todos o lado, parece que lhe tolda os sentidos. O que a Sra diz é completamente correcto, parece que só o PS é que não compreende. Quer que lhe expliquemos o sentido do que a Sra Diz?
Ibn Erriq,
A única fúria que aqui vejo é a sua, que até quer decidir as minhas prioridades e a forma como ocupo o meu tempo. Mas, diga-me lá, então, qual é “o sentido do que a Sra Diz?” Estou curioso.
Quanto às prioridades vá lá ler o outro post, tem lá a sua resposta.
Se atentasse menos há forma e mais ao conteúdo veria o que a senhora quer dizer, mas terei todo o gosto em lhe fazer um gráfico para ver se compreende, aliás, já devia ter atingido pelos comentários anteriores!
Por exemplo:
- Imagine que a maior descidas dos últimos 21 anos antes do inicio da semana X era de 9%
- Na segunda feira a bolsa de Tóquio teve as maiores perdas dos últimos 21 anos (1ª vez na semana) por exemplo desceu 10%
- Na Quarta-feira desceu, por exemplo 12%, ou seja numa semana esse valor (9%) foi batido duas vezes.
Está gora claro? Repare se fosse ao contrário a Sra já não podia afirmar isto não é? Ou seja, se fosse 12% na segunda e 10% na quarta.
E mais o menos como dizer (mas ao contrário) que numa semana um record do mundo é batido duas vezes será?
NOTA: o valores e os dias são apenas exemplificativo, nem sei se andam próximos da realidade.
Pedro Sales,
Esse tempo de que fala é pago com os impostos dos portugueses! Não é?
Ibn Erriq,
Reconheçamos que, para quem assina com um nome que não é o seu, é preciso algum topete para vir usar os conhecimentos que tem sobre a vida profissional dos outros.
Mas, e porque não tenho nada a esconder, sempre lhe digo que não tenho qualquer vínculo profissional com o Estado. Quem me paga é o Bloco de Esquerda, para quem trabalho como assessor de imprensa. O Bloco recebe uma subvenção estatal. A forma como este gasta esse dinheiro apenas ao partido diz respeito. E, como a minha entidade patronal, ainda não se queixou, não está à espera que ligue muito às suas provocaçãoes, pois não?
Ibn Erriq,
A partir do momento que, no início da semana, foi batido o recorde dos últimos 21 anos, o referencial que passou a contar como máximo histórico é o último. Logo não tem sentido dizer que, pela segunda vez na semana, foi batido um recorde com 21 anos qando este, afinal, tinha 2 dias.
Pois, nem sequer é hábito do Bloco pagar a dirigentes do partido como se fossem assessores, para fazerem trabalho numa qualquer “secção” do partido, pois não?
Mas deixe lá eu continuarei a pagar os meus impostos para que o BE possa continuar a ser subvencionado e assim continuar a pagar-lhe o ordenado!
Como eu não me colei à politica tenho que trabalhar todos os dias para ganhar o ordenado, mas enfim, são opções de vida e cada um escolhe a sua!
Não estou à espera de nada, se reage ou não a povoações é problema seu. É pena que confunda algumas verdades com provocações, mas como deve imaginar eu bem sei que ninguém dá lições de moral ao BE!
Quanto ao resto, fique lá com a bicicleta, faça-lhe bom proveito, como diria Galileu “Eppur si muove”
Ibn Erriq,
Onde é que você foi buscar a ideia peregrina que eu não trabalho para ganhar o ordenado? Podia responder-lhe sobre o topete que é necessário para, vindo aqui dar lições de moral sobre a forma como eu perco o tempo e o dinheiro dos contribuintes com ninharias, ainda me vir falar da lengalenga das lições de moral, mas não estou para isso.
Há certos níveis a que não desço. Por uma questão de decoro e de tempo. Tenho mais que fazer. Passe bem.
Pedro Sales, LOL
Eu sei que há níveis aos quais não desce, não desce ao nível de comentar o facto do BE usar o dinheiro da tal subvenção para pagar a dirigentes para fazerem trabalho politico fora da AR como se de assessores se tratassem.
Passe bem
Ibn, sabe o que é uma pessoa que faz acusações e manda postas de pescada sobre a vida dos outros escondido atrás de um nick: é um cobarde e uma alcoviteira.
Quem faz acusações escondido no anonimato são os bufos. Os homens (e mulheres) põem o seu nome nas suas acusações, sobretudo quando elas ganham contronos pessoais. É o que o Pedro faz: assina o que diz. Está a ver qual é a diferença entre ele e o senhor? É essa mesma. A que lhe permite fazer-lhe acusações imbecis por saber quem ele é e o que ele faz, sem que ele lhe possa responder porque você é apenas um tipo qualquer que escondido atrás do teclado escreve o que lhe apetece. O mesmo tipo de gajos que manda cartas anónimas. Não há diferença. Uma coisa é darem-se opiniões com um nick. Não gosto, mas é indiferente. Outra, é mandar postas de pescada sobre a vida dos outros, citar frases que supostamente ouviu dos outros, falar como ganham o seu ordenado e o tempo que passam ou não a trabalhar escondido atrás de um nick.
Pior: já deu a entender que nos conhece. O que o torna um pouco pior do que um cobarde. Porque provavelmente já se cruzou com um ou com outro e não é capaz de dizer pessoalmente o que escreve aqui.
E digo-lhe uma coisa: o Pedro é de uma enorme educação. Comigo já tinha levado resposta bem mais torta.
Uau, a falta de melhor vem o insulto!
Infelizmente eu não estou habilitado a responder-lhe no mesmo tom, lamento mas não consigo!
“Outra, é mandar postas de pescada sobre a vida dos outros, citar frases que supostamente ouviu dos outros, escondido atrás de um nick.”
Disse alguma coisa acerca da vida privada de alguém? onde? Que supostamente ouvi de de outros? Será que não ouvi de facto? Ou será …………..
Escondido atrás de um nick, se está assim tão interessado em saber, faça assim: Veja o meu endereço no blog, veja qual é a operadora, e peça-lhes o meu nome e morada, depois venha cá a casa tomar um café! Pode ser que lhe diga na cara aquilo que escrevi!
Nunca vou entender porque respondem vcs a provocações de tipos …abaixo de zero.
Ibn, claro que não consegue. O seu estilo é outro. “Esse tempo de que fala é pago com os impostos dos portugueses! Não é?”. Como já aqui várias vezes insinuou que eu, ou o Pedro, ainda não percebi bem, teremos dito uma pataquada qualquer sobre o BE em conversas que o senhor terá ouvido. Por isso, não é um insulto. É um facto: o senhor é um cobarde que se esconde atrás de um nick para vir para caixas de comentários de blogues espalhar coisas sobre as pessoas. Por isso, claro que não é capaz de me responder no mesmo tom. O seu é o da insinuação anónima. Este meu tom claro e directo, com o meu nome assinado por baixo, não faz o estilo de pessoas como o senhor.
Ibn, eu não quero que me diga nada na cara. Quero que desampare a loja. Sempre tive um profundo asco por cobardes, bufos, acusadores anónimos, juizes com nomes falsos. Gosto de gente que dá a cara, o nome e couro por o que diz. Foi assim que fui educado e não aguento pessoas como o senhor, que vêm para as caixas dos comentários, inventam nomes falsos para contar a conversinhas que ouviram e dizer que este ganha dali e o outro trabalha acolá, sem correrem riscos, podendo sorrir no dia seguinte à pessoa que insultaram na vespera. Pessoas como você tiram-me do sério.
Depois de seu momento másculo, só lhe faltou escrever com maiúsculas para dar mais ênfase aos comentários.
Claro que quer lhe desampare a loja, pudera!
Bem pode distorcer o que eu disse que não é por isso que passa a ter razão, os senhores gostam de opinar acerca dos rendimentos de todos, mas quando vos toca à porta, “aqui del rei”.
O pais está preocupado porque pessoas como eu tiram o Sr Oliveira do sério.
Não sei de que insinuação fala!
Já lhe expliquei: tudo o que opino tem o meu nome em baixo (aqui nos comentários, em cima). Já fui processado por isso. Já fui ameaçado por isso. Já tive muita, pouca ou nenhuma razão. Mas nunca se compare enquanto se esconder no anonimato para fazer acusações pessoais ou dizer que ouviu conversas. Justas ou injustas, falsas ou verdadeiras, é indiferente.
A insinuação é que o Pedro não trabalha para merecer o que recebe (só não o conhecendo). É que ouviu um assessor (dando a entender que é o Pedro ou que fui eu) dizer não sei o quê do Bloco. Quer que lhe faça um desenho ou para além de tudo é sonso?
Qual é a coisa qual é ela que antes de o ser já o era?
O Daniel Oliveira não quer perceber pois não? Se eu assinasse como o meu nome acreditaria que era o meu nome? Não ira dizer que o inventei?
Pense lá um pouco! Acha que uso um Nick para escrever num blog do DO e do PS porque tenho receio de ser tratado como o Charrua pela DREN?
Ou que tenho medo que o DO se arme em Mário Machado e me ofereça tareia?
Sou muito menos anónimo do que aquilo que diz, já lhe indiquei como proceder! O que quer mais? o número do BI colocado num local de acesso público? Já agora, o número do cartão de crédito também?
Não, até porque se, ao que parece, me conhece, sabe que não é o meu genero andar à tareia com ninguém. Acho que apenas quer escrever tudo o que lhe apetecer.
Agora, se não levar a mal, fechei a loja.
“A partir do momento que, no início da semana, foi batido o recorde dos últimos 21 anos, o referencial que passou a contar como máximo histórico é o último. Logo não tem sentido dizer que, pela segunda vez na semana, foi batido um recorde com 21 anos qando este, afinal, tinha 2 dias.”
Mas a senhora não fala em “recorde” nenhum com 21 anos pois não? A senhora diz que foi o resultado mais baixo em 21 anos. E que foi a segunda vez que aconteceu tal coisa durante a última semana.
Podia ter dito que se bateu o recorde de “anteontem” e que esse tinha sido o mais baixo em 21 anos. Podia ter dito que em 21 anos, não houve valor mais baixo. Disse o que disse. E o que disse está correctíssimo, ainda que o diga levando os ouvintes pelo caminho do jardim…
maiquelnaite, não perca o seu tempo, há pessoas que jamais demitirão que se precipitaram na avaliação
Mas que mania esta de que agora la porque se pagam impostos todos nos devem o que quer que seja.
O facto de estarmos a pagar impostos e da mais elementar justiça lol e nao tem nada que subir a cabecinha dos que pagam . Pagamos impostos para termos um pais melhorzinho e tambem–muito importante — para termos o dinherinho das nossa pensoes assegurado.Essa coisa de alguns se convencerem de que la porque pagam impostos sao donos os outros sempre me deu uma enormissima vontade de rir.