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	<title>Comentários em: Afrontamentos</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 00:31:57 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Arrastão: Dois anos</title>
		<link>http://arrastao.org/icar/afrontamentos/#comment-34786</link>
		<dc:creator>Arrastão: Dois anos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 23:15:13 +0000</pubDate>
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		<description>[...] e a vingança, Defender os poderes adquiridos: os liberais e o casamento A guerra das rosas, Afrontamentos e De “divórcio na hora” a “conjugalidade assente nos afectos”: a lei do divórcio Que [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] e a vingança, Defender os poderes adquiridos: os liberais e o casamento A guerra das rosas, Afrontamentos e De “divórcio na hora” a “conjugalidade assente nos afectos”: a lei do divórcio Que [...]</p>
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		<title>Por: Daniel Oliveira</title>
		<link>http://arrastao.org/icar/afrontamentos/#comment-31210</link>
		<dc:creator>Daniel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 22:40:54 +0000</pubDate>
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		<description>Pode criticarr o que quiser, não pode é dizer que se o Estado está a afrontar a Igreja. São coisas diferentes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pode criticarr o que quiser, não pode é dizer que se o Estado está a afrontar a Igreja. São coisas diferentes.</p>
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		<title>Por: Luís</title>
		<link>http://arrastao.org/icar/afrontamentos/#comment-31209</link>
		<dc:creator>Luís</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 17:40:46 +0000</pubDate>
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		<description>Daniel:
Quando um leitor do seu blogue disse, a propósito do seu post "chafurdar no medo":
«Se é ateu devia abster-se de falar de religião.»

...O Daniel respondeu, no seu comentário de 28 de Março de 2008, às 15h00: "É que não faltava mesmo mais nada."

Ou seja, para o Daniel, o Daniel, mesmo sendo ateu, pode falar de religião (o que eu concordo), mas o Senhor Dom Carlos Azevedo não pode criticar os aspectos legais do regime do casamento (que, como disse em anterior comentário, se vão aplicar com efeitos civis quer aos casamentos civis quer aos casamentos católicos).

É esta sua noção de liberdade de expressão?

Luís</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel:<br />
Quando um leitor do seu blogue disse, a propósito do seu post &#8220;chafurdar no medo&#8221;:<br />
«Se é ateu devia abster-se de falar de religião.»</p>
<p>&#8230;O Daniel respondeu, no seu comentário de 28 de Março de 2008, às 15h00: &#8220;É que não faltava mesmo mais nada.&#8221;</p>
<p>Ou seja, para o Daniel, o Daniel, mesmo sendo ateu, pode falar de religião (o que eu concordo), mas o Senhor Dom Carlos Azevedo não pode criticar os aspectos legais do regime do casamento (que, como disse em anterior comentário, se vão aplicar com efeitos civis quer aos casamentos civis quer aos casamentos católicos).</p>
<p>É esta sua noção de liberdade de expressão?</p>
<p>Luís</p>
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		<title>Por: Luís</title>
		<link>http://arrastao.org/icar/afrontamentos/#comment-31208</link>
		<dc:creator>Luís</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 17:26:27 +0000</pubDate>
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		<description>Diz o Daniel:"Uma coisa extraordinária: a Igreja acha que fazer desaparecer o divórcio litigioso (que ela própria não permite aos católicos - nem esse, nem qualquer outro) da lei que rege o casamento civil é afrontá-la"

Daniel, você só disse isto por ignorância ou por vontade de confundir os leitores do seu blogue, e qualquer um dos casos é mau.

É que, ao contrário do que disse o Daniel, O DIVÓRCIO LITIGIOSO É PERMITIDO MESMO NO CASO DOS CASAMENTOS CATÓLICOS. Isto por força da Concordata.

Na verdade, quem celebre um casamento católico pode divorciar-se litigiosamente (divórcio esse que terá os mesmos efeitos civis que um divórcio de um casamento civil).

Este projecto do BE, se passasse, teria, portanto, também influência nos casamentos celebrados catolicamente, passando a poder haver DIVÓRCIO A PEDIDO DE UM SÓ DOS CONJUGES TAMBÉM NOS CASAMENTOS CATÓLICOS (naturalmente com efeitos meramente civis, como actalmente).

Daí que o Senhor Dom Carlos Azevedo tenha todo o direito de pronunciar-se sobre os efeitos civis que esse projecto pode ter nos casamentos católicos.

Espero que tenha percebido, Daniel. E digo isto sinceramente.

Trata-se de um erro clamoroso seu.

Sugiro que corrija o seu post, porque o considero uma vergonha neste aspecto: ou demonstra ignorância ou vontade de enganar (e acredito que seja apenas o primeiro caso).

Se quiser que eu lhe explique melhor, posso fazê-lo.

Manter este erro é que me parece muito mal, tendo em conta as pessoas que visitam o seu blogue.

Cumprimentos

Luís</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Diz o Daniel:&#8221;Uma coisa extraordinária: a Igreja acha que fazer desaparecer o divórcio litigioso (que ela própria não permite aos católicos - nem esse, nem qualquer outro) da lei que rege o casamento civil é afrontá-la&#8221;</p>
<p>Daniel, você só disse isto por ignorância ou por vontade de confundir os leitores do seu blogue, e qualquer um dos casos é mau.</p>
<p>É que, ao contrário do que disse o Daniel, O DIVÓRCIO LITIGIOSO É PERMITIDO MESMO NO CASO DOS CASAMENTOS CATÓLICOS. Isto por força da Concordata.</p>
<p>Na verdade, quem celebre um casamento católico pode divorciar-se litigiosamente (divórcio esse que terá os mesmos efeitos civis que um divórcio de um casamento civil).</p>
<p>Este projecto do BE, se passasse, teria, portanto, também influência nos casamentos celebrados catolicamente, passando a poder haver DIVÓRCIO A PEDIDO DE UM SÓ DOS CONJUGES TAMBÉM NOS CASAMENTOS CATÓLICOS (naturalmente com efeitos meramente civis, como actalmente).</p>
<p>Daí que o Senhor Dom Carlos Azevedo tenha todo o direito de pronunciar-se sobre os efeitos civis que esse projecto pode ter nos casamentos católicos.</p>
<p>Espero que tenha percebido, Daniel. E digo isto sinceramente.</p>
<p>Trata-se de um erro clamoroso seu.</p>
<p>Sugiro que corrija o seu post, porque o considero uma vergonha neste aspecto: ou demonstra ignorância ou vontade de enganar (e acredito que seja apenas o primeiro caso).</p>
<p>Se quiser que eu lhe explique melhor, posso fazê-lo.</p>
<p>Manter este erro é que me parece muito mal, tendo em conta as pessoas que visitam o seu blogue.</p>
<p>Cumprimentos</p>
<p>Luís</p>
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	<item>
		<title>Por: jpt</title>
		<link>http://arrastao.org/icar/afrontamentos/#comment-31207</link>
		<dc:creator>jpt</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 08:55:17 +0000</pubDate>
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		<description>Isabel:

Aceito o seu argumento. Claro que uma relação a dois tem que ser cultivada, claro que por vezes é difícil. Eu nunca fui casado e sei isso muito bem. O que eu contesto é que se consiga influenciar uma relação através duma lei. É utópico e irrealista. Provavelmente a única coisa que esta lei que dificulta o divórcio consegue é dificultar a vida a quem já decidui que aquele casamento já não funciona. Impede-os de avançar, e se calhar iniciar uma outra relação que funcione. A Isabel tem todo o direito de ser moralista, o estado não.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isabel:</p>
<p>Aceito o seu argumento. Claro que uma relação a dois tem que ser cultivada, claro que por vezes é difícil. Eu nunca fui casado e sei isso muito bem. O que eu contesto é que se consiga influenciar uma relação através duma lei. É utópico e irrealista. Provavelmente a única coisa que esta lei que dificulta o divórcio consegue é dificultar a vida a quem já decidui que aquele casamento já não funciona. Impede-os de avançar, e se calhar iniciar uma outra relação que funcione. A Isabel tem todo o direito de ser moralista, o estado não.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Isabel Coutinho</title>
		<link>http://arrastao.org/icar/afrontamentos/#comment-31206</link>
		<dc:creator>Isabel Coutinho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 17:21:13 +0000</pubDate>
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		<description>Mondrian e jpt,

Houve um filósofo qualquer que disse: “a Paixão é egoísta, o Amor é altruísta”. Na Paixão procura-se a satisfação própria; no Amor a satisfação do outro. Muitos confundem amor com paixão. Os dois podem coexistir, mas nem sempre, nem por muito tempo.
Na vida dum casal há sempre momentos de crise. E nessas alturas parece que o amor acabou. Não pensem que isto não acontece a todos. Se houver vontade dos dois, a maioria das crises é ultrapassável. Amor também é compreender e perdoar.
O amor é uma coisa muito frágil. Tem de se cultivar e alimentar, senão morre. Prescindir do amor para ir atrás duma paixão, é condenar-se à infelicidade.
Desculpem os que me acharem moralista. Não, isto não é moralismo. É a realidade. É a vida, como dizia o outro.
Eu sei que há casos impossíveis, mas, insisto: a maior parte dos casos não é.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mondrian e jpt,</p>
<p>Houve um filósofo qualquer que disse: “a Paixão é egoísta, o Amor é altruísta”. Na Paixão procura-se a satisfação própria; no Amor a satisfação do outro. Muitos confundem amor com paixão. Os dois podem coexistir, mas nem sempre, nem por muito tempo.<br />
Na vida dum casal há sempre momentos de crise. E nessas alturas parece que o amor acabou. Não pensem que isto não acontece a todos. Se houver vontade dos dois, a maioria das crises é ultrapassável. Amor também é compreender e perdoar.<br />
O amor é uma coisa muito frágil. Tem de se cultivar e alimentar, senão morre. Prescindir do amor para ir atrás duma paixão, é condenar-se à infelicidade.<br />
Desculpem os que me acharem moralista. Não, isto não é moralismo. É a realidade. É a vida, como dizia o outro.<br />
Eu sei que há casos impossíveis, mas, insisto: a maior parte dos casos não é.</p>
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	<item>
		<title>Por: jpt</title>
		<link>http://arrastao.org/icar/afrontamentos/#comment-31205</link>
		<dc:creator>jpt</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 13:48:35 +0000</pubDate>
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		<description>Não é que eu tenha esperança que o Euroliberal entenda qualquer argumento racional, mas também não percebo porque é que a legalização do casamento homosexual nos vai levar à extinção. Já estou a imaginar magotes de casais heterosexuais a divorciarem-se para casarem com pessoas do mesmo sexo...

Porque é que não assumem os vossos preconceitos e não deixam de usar argumentos intelectualmente desonestos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não é que eu tenha esperança que o Euroliberal entenda qualquer argumento racional, mas também não percebo porque é que a legalização do casamento homosexual nos vai levar à extinção. Já estou a imaginar magotes de casais heterosexuais a divorciarem-se para casarem com pessoas do mesmo sexo&#8230;</p>
<p>Porque é que não assumem os vossos preconceitos e não deixam de usar argumentos intelectualmente desonestos?</p>
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	<item>
		<title>Por: mondrian</title>
		<link>http://arrastao.org/icar/afrontamentos/#comment-31204</link>
		<dc:creator>mondrian</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 13:29:27 +0000</pubDate>
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		<description>Essa teoria segunda a qual os casais «casados» são mais férteis do que os «juntos» é baseada em quê?

O argumento de quem é contra a alteração legislativa é o de que a espécie pode ficar em perigo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa teoria segunda a qual os casais «casados» são mais férteis do que os «juntos» é baseada em quê?</p>
<p>O argumento de quem é contra a alteração legislativa é o de que a espécie pode ficar em perigo?</p>
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	<item>
		<title>Por: Euroliberal</title>
		<link>http://arrastao.org/icar/afrontamentos/#comment-31203</link>
		<dc:creator>Euroliberal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 21:43:22 +0000</pubDate>
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		<description>Agora só falta legalizar o "casamento" entre larilas  e com animais (por que não ?) para sermos uma sociedade mais prá-frentex... e a caminho da extinção... que bom, não é ? Que moderno...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Agora só falta legalizar o &#8220;casamento&#8221; entre larilas  e com animais (por que não ?) para sermos uma sociedade mais prá-frentex&#8230; e a caminho da extinção&#8230; que bom, não é ? Que moderno&#8230;</p>
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		<title>Por: mondrian</title>
		<link>http://arrastao.org/icar/afrontamentos/#comment-31202</link>
		<dc:creator>mondrian</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 18:27:37 +0000</pubDate>
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		<description>Ricardo Alves,
Já agora, convinha revelar a fonte relativa a esses dados; até porque, provavelmente, essa mesma fonte pode até já verter dados actuais...
De qualquer forma, ainda que os casamentos sejam em proporção inferior a 50%, não se pode considerar tal percentagem uma «minoria», já que este termo tem um significado mais preciso! Senão, também poderíamos dizer, por exemplo, que foi uma pequena minoria de cidadãos que descriminalizou o aborto... É que as grandezas aritméticas não podem ter significados diferentes, consoante o fim argumentativo que pretendemos prosseguir...

Isabel Coutinho,
«Quando permite que um dos membros do casal “despache” o outro sem o seu acordo, e sem ter de invocar quaisquer razões para tal.»
Concordo que a solução não é perfeita, mas entre esta e aquela que obriga um casal em ruptura a continuar a conviver só porque um deles persiste em continuar casado... Acha essa solução preferível? Será melhor para os filhos crescerem com uns pais que se não podem ver?...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo Alves,<br />
Já agora, convinha revelar a fonte relativa a esses dados; até porque, provavelmente, essa mesma fonte pode até já verter dados actuais&#8230;<br />
De qualquer forma, ainda que os casamentos sejam em proporção inferior a 50%, não se pode considerar tal percentagem uma «minoria», já que este termo tem um significado mais preciso! Senão, também poderíamos dizer, por exemplo, que foi uma pequena minoria de cidadãos que descriminalizou o aborto&#8230; É que as grandezas aritméticas não podem ter significados diferentes, consoante o fim argumentativo que pretendemos prosseguir&#8230;</p>
<p>Isabel Coutinho,<br />
«Quando permite que um dos membros do casal “despache” o outro sem o seu acordo, e sem ter de invocar quaisquer razões para tal.»<br />
Concordo que a solução não é perfeita, mas entre esta e aquela que obriga um casal em ruptura a continuar a conviver só porque um deles persiste em continuar casado&#8230; Acha essa solução preferível? Será melhor para os filhos crescerem com uns pais que se não podem ver?&#8230;</p>
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