Sem respostas ao post “Terror”  

  1. 1 1  Justicialista

    E depois ainda falam das violações dos direitos humanos na China…
    É, parece que só encontram álibis para esconder toda a sujeira que eles próprios fazem.
    Com o aquecimento global é a mesma coisa… Agora parece que o problema do aquecimento global é culpa da China e Índia, muito embora sejam os EUA os maiores poluidores globais quer em termos absolutos, quer em termos relativos.
    Ser superpotência não significa ter superioridade moral. Aliás, são normalmente os mais pobres que são humildes e honestos, não só porque têm a oportunidade de fazer vingar a força, mas porque não são corrompidos pelo poder, dinheiro e ambição.
    Houve alguém a quem perguntaram se gostava de ser rico, e esse alguém respondeu: “Não! Enquanto for pobre, sou honesto.”

  2. 2 2  Fado Alexandrino

    Enganou-me!
    Li o título e pensei que ia escrever sobre o terror que um atentado cobarde provoca em quem o sofre e mais ainda em quem espera um dia ser vítima de um.
    Afinal era sobre a eliminação (gosto imenso desta palavra) de um cobarde que vá lá saber-se em nome de quê de quem assassina compatriotas seus.
    Afinal, afinal no fundo até era uma boa notícia.
    Este já não mata mais ninguém, incluindo mulheres e crianças.
    Não acha que o Mundo ficou um milésimo mais seguro?

  3. 3 3  Daniel Oliveira

    Pelo contrário Fado Alexandrino, acho que o mundo fica muitíssimo mais inseguro quando alguém é torturado. A tortura é o acto mais cobarde que se conhece.

  4. 4 4  Antonio

    Este artigo deve ter vindo de uma daquelas revistas francesas com apoios financeiros de Chavez, tal como sao muitos outros meios de comunicaçao na europa…Nao garanto que nao seja verdade, mas se vou acreditar em tudo quanto e artigo anti-amaericano primario que sai por ai, fico com medo de sair de casa!!!

  5. 5 5  Fado Alexandrino

    Posted by: Daniel Oliveira | agosto 26, 2007 10:20 AM

    São pontos de vista diferentes, por isso estamos em campos opostos.
    Eu, nunca colocaria uma bomba e, claro, nunca seria suficientemente parvo para me tornar numa tocha humana.
    Por outro lado com um cobarde terroristas nas mãos havia duas soluções, ou falava a bem ou falava a mal.
    A escolha era dele, porque é que eu havia de me lamentar se ele quisesse, com a minha ajuda, tornar-se um mártir?

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