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	<title>Comentários em: Um jogo perdido à partida</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 01:02:58 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Bolota</title>
		<link>http://arrastao.org/iraque/um-jogo-perdido-a-partida/#comment-30511</link>
		<dc:creator>Bolota</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 19:13:37 +0000</pubDate>
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		<description>"Não houve mentiras porque Bush e Blair estavam convencidos de que as armas de destruição maciça existiam no Iraque"

JPP-in Publico


Este trongo, que não tem outro nome, deve pensar que está a dizer estas coisas ao putos da rua dele.

Bush e Blair estavam convencidos de que as armas de destruição maciça existiam no Iraque???

Convencidos ???
Este dois e mais alguns, deviam era estar em Guatanamo ou coisa que o valha para não ir tão longe como o enforcamento em directo e a cores.


O JPP, no mínimo, era colocado na chamada zona verde de Bagdad, agora democrática… sem colete á prova de bala nem capacete, podia ser que um franco atirador lhe acertasse numa qualquer zona gorda do corpo, coisa que não devia ser difícil.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não houve mentiras porque Bush e Blair estavam convencidos de que as armas de destruição maciça existiam no Iraque&#8221;</p>
<p>JPP-in Publico</p>
<p>Este trongo, que não tem outro nome, deve pensar que está a dizer estas coisas ao putos da rua dele.</p>
<p>Bush e Blair estavam convencidos de que as armas de destruição maciça existiam no Iraque???</p>
<p>Convencidos ???<br />
Este dois e mais alguns, deviam era estar em Guatanamo ou coisa que o valha para não ir tão longe como o enforcamento em directo e a cores.</p>
<p>O JPP, no mínimo, era colocado na chamada zona verde de Bagdad, agora democrática… sem colete á prova de bala nem capacete, podia ser que um franco atirador lhe acertasse numa qualquer zona gorda do corpo, coisa que não devia ser difícil.</p>
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		<title>Por: M. Abrantes</title>
		<link>http://arrastao.org/iraque/um-jogo-perdido-a-partida/#comment-30510</link>
		<dc:creator>M. Abrantes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 14:17:04 +0000</pubDate>
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		<description>A invasão do Iraque já matou mais americanos que o ataque às Torres Gémeas. Matou centenas de milhar de iraquianos. Destroçou as infra-estruturas do Iraque. Não trouxe mais bem-estar a nenhuma região do mundo. Está a fazer a vida negra à economia americana e, por arrasto, à economia ocidental e mundial.

Os que acham que foi uma opção positiva não se importariam por certo de ter uma reedição desta invasão em outro país (não faltam países com ditadores piores do que Saddam). Queiram sugerir, então, em que outros locais do mundo gostariam de ver repetir-se esta tragédia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A invasão do Iraque já matou mais americanos que o ataque às Torres Gémeas. Matou centenas de milhar de iraquianos. Destroçou as infra-estruturas do Iraque. Não trouxe mais bem-estar a nenhuma região do mundo. Está a fazer a vida negra à economia americana e, por arrasto, à economia ocidental e mundial.</p>
<p>Os que acham que foi uma opção positiva não se importariam por certo de ter uma reedição desta invasão em outro país (não faltam países com ditadores piores do que Saddam). Queiram sugerir, então, em que outros locais do mundo gostariam de ver repetir-se esta tragédia.</p>
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		<title>Por: Um homem perseguido &#171; Notas ao café&#8230;</title>
		<link>http://arrastao.org/iraque/um-jogo-perdido-a-partida/#comment-30509</link>
		<dc:creator>Um homem perseguido &#171; Notas ao café&#8230;</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 04:06:17 +0000</pubDate>
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		<description>[...] região, a verdadeira causa, - segundo Pacheco Pereira - da invasão, no Arrastão Daniel Oliveira responde a Pacheco [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] região, a verdadeira causa, - segundo Pacheco Pereira - da invasão, no Arrastão Daniel Oliveira responde a Pacheco [...]</p>
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		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://arrastao.org/iraque/um-jogo-perdido-a-partida/#comment-30469</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 13:21:45 +0000</pubDate>
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		<description>De facto essa do trabalho foi um tiro no pe,lol.
Pensar da imenso trabalho escrever tambem em suma ate viver da imenso trabalho; sobretudo nos tempos que correm
E atacar seja quem for com o argumento falivel de que :-pensa? entao nao trabalha - e demonstrar uma imensa falta de respeito por quem pensa e uma enorme ignorancia.
Atacar PP ou outra pessoa qualquer nessa base e baixito e nao conduz a nada.
O debate de ideias ( que tanto bem faz ao espirito sendo uma optima ginastica e trazendo muita saude) deve ser feito com inteligencia humor e ja agora uma certa elegancia.Se assim for torna-se interessante podendo ate trazer excelencia a nossa vida.
Caso contrario limita-se a ser apenas mais um pequeno exercicio de falta de estilo e nada mais .</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De facto essa do trabalho foi um tiro no pe,lol.<br />
Pensar da imenso trabalho escrever tambem em suma ate viver da imenso trabalho; sobretudo nos tempos que correm<br />
E atacar seja quem for com o argumento falivel de que :-pensa? entao nao trabalha - e demonstrar uma imensa falta de respeito por quem pensa e uma enorme ignorancia.<br />
Atacar PP ou outra pessoa qualquer nessa base e baixito e nao conduz a nada.<br />
O debate de ideias ( que tanto bem faz ao espirito sendo uma optima ginastica e trazendo muita saude) deve ser feito com inteligencia humor e ja agora uma certa elegancia.Se assim for torna-se interessante podendo ate trazer excelencia a nossa vida.<br />
Caso contrario limita-se a ser apenas mais um pequeno exercicio de falta de estilo e nada mais .</p>
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	<item>
		<title>Por: Francisco Crispim</title>
		<link>http://arrastao.org/iraque/um-jogo-perdido-a-partida/#comment-30470</link>
		<dc:creator>Francisco Crispim</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 12:52:54 +0000</pubDate>
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		<description>Este Nuno Magalhães é um portento.
Para ele, escrever, dar aulas, participar em programas de televisão, fazer conferências, pensar, não é trabalho.
Já agora, convinha que nos dissesse em que é que "trabalha"...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este Nuno Magalhães é um portento.<br />
Para ele, escrever, dar aulas, participar em programas de televisão, fazer conferências, pensar, não é trabalho.<br />
Já agora, convinha que nos dissesse em que é que &#8220;trabalha&#8221;&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: nuno magalhães</title>
		<link>http://arrastao.org/iraque/um-jogo-perdido-a-partida/#comment-30471</link>
		<dc:creator>nuno magalhães</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 11:49:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/iraque/um-jogo-perdido-a-partida/#comment-30471</guid>
		<description>A quase exclusividade do trabalho de publicista (ou de comentador) não será, perdoem-me, um trabalho particularmente extenuante e roubador de tempo. Prosas maiores do que as deles vejo-as com frequência em comentários de blogue. Mas o que de bastante grave decorre dessa quase exclusividade é que lhe rouba o contacto com o dia a dia das pessoas comuns o que lhe dá das condições de vida um conhecimento olímpico, de pedestal ou de cápsula. A vida não é o que passa nas televisões e nos jornais - como erradamente julga quem trabalha nesses meios. JPP não opina sobre qualquer coisa - como os quadros do Picasso ou os livros de José Saramago.  Opina sobre as condições de vida das pessoas e do mundo. E influencia-as.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A quase exclusividade do trabalho de publicista (ou de comentador) não será, perdoem-me, um trabalho particularmente extenuante e roubador de tempo. Prosas maiores do que as deles vejo-as com frequência em comentários de blogue. Mas o que de bastante grave decorre dessa quase exclusividade é que lhe rouba o contacto com o dia a dia das pessoas comuns o que lhe dá das condições de vida um conhecimento olímpico, de pedestal ou de cápsula. A vida não é o que passa nas televisões e nos jornais - como erradamente julga quem trabalha nesses meios. JPP não opina sobre qualquer coisa - como os quadros do Picasso ou os livros de José Saramago.  Opina sobre as condições de vida das pessoas e do mundo. E influencia-as.</p>
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		<title>Por: Sérgio</title>
		<link>http://arrastao.org/iraque/um-jogo-perdido-a-partida/#comment-30472</link>
		<dc:creator>Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 01:16:29 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Daniel, apesar de achar que, por vezes, escreve alguns disparates, gosto muito deste seu estaminé e aprecio a forma como expõe as suas ideias.

Não aprecio muito comentar porque geram-se sempre discussões que se num discussion board já seriam complicado aqui é impossivel.

No entanto queria apenas fazer um apelo ao Sr. Fado Alexandrino (credo, que nome!) que caso tenha assim tanta necessidade de atenção que arranje uma namorada, ou vá jantar com os amigos ou coisa que o valha... não há pachorra para tanto razoado sem nada dizer.

De resto em relação ao Iraque, o conflito está a ser um sucesso! A banca americana (alguma) está cada vez mais poderosa, o Federal Reserve Bank tem o Estado americano cada vez mais no bolso e a familia Bush (e Cheney, e Rockefeller e Morgan e Rothschild, e etc...) estão a ter lucros astronómicos com todos os interesses já instalados naquele território. Mas isto já é a minha costela de paranoico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Daniel, apesar de achar que, por vezes, escreve alguns disparates, gosto muito deste seu estaminé e aprecio a forma como expõe as suas ideias.</p>
<p>Não aprecio muito comentar porque geram-se sempre discussões que se num discussion board já seriam complicado aqui é impossivel.</p>
<p>No entanto queria apenas fazer um apelo ao Sr. Fado Alexandrino (credo, que nome!) que caso tenha assim tanta necessidade de atenção que arranje uma namorada, ou vá jantar com os amigos ou coisa que o valha&#8230; não há pachorra para tanto razoado sem nada dizer.</p>
<p>De resto em relação ao Iraque, o conflito está a ser um sucesso! A banca americana (alguma) está cada vez mais poderosa, o Federal Reserve Bank tem o Estado americano cada vez mais no bolso e a familia Bush (e Cheney, e Rockefeller e Morgan e Rothschild, e etc&#8230;) estão a ter lucros astronómicos com todos os interesses já instalados naquele território. Mas isto já é a minha costela de paranoico.</p>
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		<title>Por: Sérgio</title>
		<link>http://arrastao.org/iraque/um-jogo-perdido-a-partida/#comment-30474</link>
		<dc:creator>Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 00:19:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/iraque/um-jogo-perdido-a-partida/#comment-30474</guid>
		<description>Notável é constatar como se mimetizam os argumentos de há cinco anos como se nada tivesse passado. Como se não tivessem sido estiolados irremediavelmente pela descoberta das falsidades arquitectadas, pelo terrível fracasso no Iraque e em toda a região. Pela indecência com que se referem à aniquilação de um país. E, quais discos riscados, lá vão balbuciando: «anti-americanismo» (já viram a sensibilidade dos americanos sobre o assunto?), «pacifismo» e chavões que nada de substantivo significam mas que servem de refúgio oratório a quem perdeu todos os argumentos plausíveis...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Notável é constatar como se mimetizam os argumentos de há cinco anos como se nada tivesse passado. Como se não tivessem sido estiolados irremediavelmente pela descoberta das falsidades arquitectadas, pelo terrível fracasso no Iraque e em toda a região. Pela indecência com que se referem à aniquilação de um país. E, quais discos riscados, lá vão balbuciando: «anti-americanismo» (já viram a sensibilidade dos americanos sobre o assunto?), «pacifismo» e chavões que nada de substantivo significam mas que servem de refúgio oratório a quem perdeu todos os argumentos plausíveis&#8230;</p>
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		<title>Por: Fado Alexandrino</title>
		<link>http://arrastao.org/iraque/um-jogo-perdido-a-partida/#comment-30473</link>
		<dc:creator>Fado Alexandrino</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 00:11:51 +0000</pubDate>
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		<description>portela menos 1

Muito obrigado.
Gosta de ler mas não gosta de responder, pois acredito que nem o senhor acredita que todas as malfeitorias do mundo são atribuíveis ao dono do gabinete oval.
A teoria das asas da borboleta é linda, mas deixemo-la para a meteorologia.

Não é difícil acreditar que Bush pressionado pelo cobarde ataque ás Torres Gémeas (espero que o senhor não seja daqueles que acreditam que o mesmo foi mandado executar por ele) tinha que retaliar, mais ainda quando chefe do exército mais poderoso do mundo.
Claro que neste momento havia outro fulano que julgava o mesmo, até porque as suas tropas não paravam de lhe jurar que iriam lutar até à morte.
Não lutaram.
Afinal não gostavam assim tanto do homem.
É sempre arriscado acreditar naqueles que dizem aquilo que lhes mandam dizer, e olhe que isto aplica-se aqui em Portugal a muito boa gente.

A primeira parte correu muito bem.
A mãe de todas as batalhas pariu uma derrota que ficou bem entalada na garganta de todos os anti-americanos.
Recorda-se que houve gente aqui que queria ir para lá servir de escudos humanos para defender Mr. Saddam da agressão ocidental?

A segunda parte está a correr menos bem.
Nem era para menos. Toda aquela região foi dividida entre as potências colonizadoras que como potências que eram preocuparam-se muito pouco com as fronteiras naturais quer em raças, etnias ou religiões. O mesmo se aplica a África.
Assim o que deviam ser três países é um e é quase um milagre que ainda se consiga uma paz relativa em grande parte do Iraque.
Se acrescentarmos a isto o petróleo está preparado um cocktail explosivo.

Termino para não ser cansativo com uma citação de Al-Qaeda – A História do Islamismo Radical de Jason Burke

&lt;i&gt;o debate político, mesmo no Terceiro Mundo era cada vez mais dominado pelas doutrinas totalitárias emergentes do fascismo e do comunismo com as quais o islamismo pode ser comparado, dado a sua própria ideologia totalitária e a sua técnica de organização das massas com o objectivo de tomar o Poder e de controlar o Estado&lt;/i&gt;

Sobre este assunto e porque afinal do que se queixava Pacheco Pereira era da intolerância dos outros para quem tivesse advogado a guerra ao Iraque ( e pelos ataques pessoais que aqui lhe foram feitos, parece ter toda a razão)

&lt;i&gt; I rest my case&lt;/i&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>portela menos 1</p>
<p>Muito obrigado.<br />
Gosta de ler mas não gosta de responder, pois acredito que nem o senhor acredita que todas as malfeitorias do mundo são atribuíveis ao dono do gabinete oval.<br />
A teoria das asas da borboleta é linda, mas deixemo-la para a meteorologia.</p>
<p>Não é difícil acreditar que Bush pressionado pelo cobarde ataque ás Torres Gémeas (espero que o senhor não seja daqueles que acreditam que o mesmo foi mandado executar por ele) tinha que retaliar, mais ainda quando chefe do exército mais poderoso do mundo.<br />
Claro que neste momento havia outro fulano que julgava o mesmo, até porque as suas tropas não paravam de lhe jurar que iriam lutar até à morte.<br />
Não lutaram.<br />
Afinal não gostavam assim tanto do homem.<br />
É sempre arriscado acreditar naqueles que dizem aquilo que lhes mandam dizer, e olhe que isto aplica-se aqui em Portugal a muito boa gente.</p>
<p>A primeira parte correu muito bem.<br />
A mãe de todas as batalhas pariu uma derrota que ficou bem entalada na garganta de todos os anti-americanos.<br />
Recorda-se que houve gente aqui que queria ir para lá servir de escudos humanos para defender Mr. Saddam da agressão ocidental?</p>
<p>A segunda parte está a correr menos bem.<br />
Nem era para menos. Toda aquela região foi dividida entre as potências colonizadoras que como potências que eram preocuparam-se muito pouco com as fronteiras naturais quer em raças, etnias ou religiões. O mesmo se aplica a África.<br />
Assim o que deviam ser três países é um e é quase um milagre que ainda se consiga uma paz relativa em grande parte do Iraque.<br />
Se acrescentarmos a isto o petróleo está preparado um cocktail explosivo.</p>
<p>Termino para não ser cansativo com uma citação de Al-Qaeda – A História do Islamismo Radical de Jason Burke</p>
<p><i>o debate político, mesmo no Terceiro Mundo era cada vez mais dominado pelas doutrinas totalitárias emergentes do fascismo e do comunismo com as quais o islamismo pode ser comparado, dado a sua própria ideologia totalitária e a sua técnica de organização das massas com o objectivo de tomar o Poder e de controlar o Estado</i></p>
<p>Sobre este assunto e porque afinal do que se queixava Pacheco Pereira era da intolerância dos outros para quem tivesse advogado a guerra ao Iraque ( e pelos ataques pessoais que aqui lhe foram feitos, parece ter toda a razão)</p>
<p><i> I rest my case</i></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luck</title>
		<link>http://arrastao.org/iraque/um-jogo-perdido-a-partida/#comment-30475</link>
		<dc:creator>Luck</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 00:08:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/iraque/um-jogo-perdido-a-partida/#comment-30475</guid>
		<description>“Recordo-me de ver no Iraque a polícia a regular o trânsito aos pontapés aos carros…
Abrupto, 2.1.08"

Recordo-me de ver isto, também eu, e nunca lá estive.

Saberemos ler?

Estará o JPP (transpiro) a um nível tão ultra e supra e hiper, voa!, voa!, tão inflacionado e cheio de razão (magríssimo é, quando chega a casa e toda a despe para se deitar) que não conseguimos ver-lhe os defeitos?, apercebe-lhe as desrazões? Vamos pô-lo num altar?

Se me permitem, eu tenho um ponto final para este julgamento popular: a estimada opinião do JPP é apenas isso - a opinião do JPP, uma opinião, a sua própria opinião. É um direito mais do que pequeno que tem o senhor.

Não me espanta que seja polémica, espanta-me que seja tão conveniente a tão radicalmente adoptada. Adoptada.

Encontramo-nos órfãos de opinião válida para tão afectuosamente nos agarrarmos à do JPP?

Se pensar é inútil, adiante com os mimos, all we need is love.

Tenho pena e pouco tempo de não agarrar pelos tíbios testículos o apaixonado pelo amor que aqui atestou que o JPP lê (que precisão, sem mais comentários) cem vezes mais do que o DO. Teve a involuntária honestidade de não dizer que eram cem vezes melhor.

(Intenções! Quais são as nossas intenções quando assim humilde é a nossa argumentação?)

Sendo assim tão erudito (tanto que não se degrada em caixas de comentários, sua alteza, o oráculo, o "sujeito majestático"), deveria ou não aplicar a sua bondosa e generosa criação intelectual para se acumular nas academias de ciências?

Dava uma bela ala empoeirada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“Recordo-me de ver no Iraque a polícia a regular o trânsito aos pontapés aos carros…<br />
Abrupto, 2.1.08&#8243;</p>
<p>Recordo-me de ver isto, também eu, e nunca lá estive.</p>
<p>Saberemos ler?</p>
<p>Estará o JPP (transpiro) a um nível tão ultra e supra e hiper, voa!, voa!, tão inflacionado e cheio de razão (magríssimo é, quando chega a casa e toda a despe para se deitar) que não conseguimos ver-lhe os defeitos?, apercebe-lhe as desrazões? Vamos pô-lo num altar?</p>
<p>Se me permitem, eu tenho um ponto final para este julgamento popular: a estimada opinião do JPP é apenas isso - a opinião do JPP, uma opinião, a sua própria opinião. É um direito mais do que pequeno que tem o senhor.</p>
<p>Não me espanta que seja polémica, espanta-me que seja tão conveniente a tão radicalmente adoptada. Adoptada.</p>
<p>Encontramo-nos órfãos de opinião válida para tão afectuosamente nos agarrarmos à do JPP?</p>
<p>Se pensar é inútil, adiante com os mimos, all we need is love.</p>
<p>Tenho pena e pouco tempo de não agarrar pelos tíbios testículos o apaixonado pelo amor que aqui atestou que o JPP lê (que precisão, sem mais comentários) cem vezes mais do que o DO. Teve a involuntária honestidade de não dizer que eram cem vezes melhor.</p>
<p>(Intenções! Quais são as nossas intenções quando assim humilde é a nossa argumentação?)</p>
<p>Sendo assim tão erudito (tanto que não se degrada em caixas de comentários, sua alteza, o oráculo, o &#8220;sujeito majestático&#8221;), deveria ou não aplicar a sua bondosa e generosa criação intelectual para se acumular nas academias de ciências?</p>
<p>Dava uma bela ala empoeirada.</p>
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