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	<title>Comentários em: Mais umas achegas para Wilders</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 19:10:32 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Ateu</title>
		<link>http://arrastao.org/islao/mais-umas-achegas-para-wilders/#comment-34910</link>
		<dc:creator>Ateu</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2008 03:31:17 +0000</pubDate>
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		<description>Os Judeus e Cristãos sabem viver em democracia. Desde quando os islâmicos conseguem vivê-lo? Foi-se o tempo da Inquisição, ou do dente-por-dente de Moisés, hoje, a democracia ocidental é marcada por uma ética lapidada pelo liberalismo nascido desses religiosos, assim como, provém de anos e anos da evolução intelectual que estas seus "apostatas" trouxeram.

Mas o islamismo, nem ao menos sabe o que é ética ou tolerância, eles vivem na idade média, matarem os seus apostatas, e sequer reinterpretarão o livro sagrado deles! 

O pior é vc comparar a pequena merda do cristianismo e judaísmo, com a grande Merda que o Islamismo é! E se torna uma tremenda Burrice e Ignorância no domínio da informação. Afinal, nosso tempo tem passado por uma transição de abandono de mitos e superstições, e parte das religiões vão sendo abandonadas com a descrença religiosa através da intelectualidade, nascendo assim novos ateus ou agnósticos.

No entanto, o Islamismo é a única religião que é contra o progresso, a mudança e o liberalismo, já que "alá" é imutável para tudo que é criação do homem, e seu porco e brocha profeta, assim o disse.
 
Sem mais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os Judeus e Cristãos sabem viver em democracia. Desde quando os islâmicos conseguem vivê-lo? Foi-se o tempo da Inquisição, ou do dente-por-dente de Moisés, hoje, a democracia ocidental é marcada por uma ética lapidada pelo liberalismo nascido desses religiosos, assim como, provém de anos e anos da evolução intelectual que estas seus &#8220;apostatas&#8221; trouxeram.</p>
<p>Mas o islamismo, nem ao menos sabe o que é ética ou tolerância, eles vivem na idade média, matarem os seus apostatas, e sequer reinterpretarão o livro sagrado deles! </p>
<p>O pior é vc comparar a pequena merda do cristianismo e judaísmo, com a grande Merda que o Islamismo é! E se torna uma tremenda Burrice e Ignorância no domínio da informação. Afinal, nosso tempo tem passado por uma transição de abandono de mitos e superstições, e parte das religiões vão sendo abandonadas com a descrença religiosa através da intelectualidade, nascendo assim novos ateus ou agnósticos.</p>
<p>No entanto, o Islamismo é a única religião que é contra o progresso, a mudança e o liberalismo, já que &#8220;alá&#8221; é imutável para tudo que é criação do homem, e seu porco e brocha profeta, assim o disse.</p>
<p>Sem mais.</p>
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		<title>Por: Arrastão: Dois anos</title>
		<link>http://arrastao.org/islao/mais-umas-achegas-para-wilders/#comment-34829</link>
		<dc:creator>Arrastão: Dois anos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2008 00:35:43 +0000</pubDate>
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		<description>[...] A mesquita em Oxford A liberdade de expressão selectiva que eles querem, Chafurdar no medo, Mais umas achegas para Wilders e A nossa religião: O vídeo islamofóbico de Geert Wilders A fé de Watson e The stupid black [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] A mesquita em Oxford A liberdade de expressão selectiva que eles querem, Chafurdar no medo, Mais umas achegas para Wilders e A nossa religião: O vídeo islamofóbico de Geert Wilders A fé de Watson e The stupid black [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://arrastao.org/islao/mais-umas-achegas-para-wilders/#comment-31146</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 23:38:14 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;'o que pretende demonstrar o senhor Daniel demonstrar com este post?&lt;/i&gt;

Que não vê um palmo à frente do nariz...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8216;o que pretende demonstrar o senhor Daniel demonstrar com este post?</i></p>
<p>Que não vê um palmo à frente do nariz&#8230;</p>
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		<title>Por: Prof. Pardal</title>
		<link>http://arrastao.org/islao/mais-umas-achegas-para-wilders/#comment-31145</link>
		<dc:creator>Prof. Pardal</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 15:55:14 +0000</pubDate>
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		<description>A mim só uma coisa me faz confusão, o que pretende demonstrar o senhor Daniel demonstrar com este post? Que o cristianismo é igual ao islamismo? Olhe que não sr. Daniel e digo-lhe mais, se hoje o senhor se pode intitular de laico e ateu (como eu, aliás) é que essa coisa de ser laico é uma invenção do Cristo, não foi ele que disse "a César o que é de César"? Ou estarei enganado, e afinal foi o Maomé?
Por que será que certa esquerda tem sempre de acudir cada vez que alguém se insurge contra as práticas terroristas do islão? Deve ser o fascinio do totalitarismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A mim só uma coisa me faz confusão, o que pretende demonstrar o senhor Daniel demonstrar com este post? Que o cristianismo é igual ao islamismo? Olhe que não sr. Daniel e digo-lhe mais, se hoje o senhor se pode intitular de laico e ateu (como eu, aliás) é que essa coisa de ser laico é uma invenção do Cristo, não foi ele que disse &#8220;a César o que é de César&#8221;? Ou estarei enganado, e afinal foi o Maomé?<br />
Por que será que certa esquerda tem sempre de acudir cada vez que alguém se insurge contra as práticas terroristas do islão? Deve ser o fascinio do totalitarismo.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://arrastao.org/islao/mais-umas-achegas-para-wilders/#comment-31144</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 01:19:27 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;I&gt;’Se alguém resolvesse usar estas citações para descrever o Cristianismo o que lhe diriam? Que era um débil mental. No entanto não é o que se diz quando alguém escolhe este método idiota para retratar o Islão.’&lt;/I&gt;

Ó meu caro Daniel,

E porque será?

Que ao retratar o islão não se diz que alguém é débil mental…
Sabe porquê? Porque normalmente se diz que é suicida...

Vou-lhe dar umas dicas: não será porque as citações se referem à ACTUALIDADE e são mais do que VERÍDICAS, e não manipuladas como alguns débeis mentais aqui se fartam de repetir…

As mesmas imagens passaram n vezes em todos os telejornais do mundo, as mesmas imagens são HOJE em dia utilizadas como agit-prop – menos o desenho de Maomé com a bomba na cabeça, ça va de soi! - de células terroristas da Al Qaeda pelo mundo inteiro, para recrutamento de mais carne para canhão islâmico…

Se você conseguir as mesmas imagens do Cristianismo dou-lhe um chupa-chupa… Mas só se conseguir!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>’Se alguém resolvesse usar estas citações para descrever o Cristianismo o que lhe diriam? Que era um débil mental. No entanto não é o que se diz quando alguém escolhe este método idiota para retratar o Islão.’</i></p>
<p>Ó meu caro Daniel,</p>
<p>E porque será?</p>
<p>Que ao retratar o islão não se diz que alguém é débil mental…<br />
Sabe porquê? Porque normalmente se diz que é suicida&#8230;</p>
<p>Vou-lhe dar umas dicas: não será porque as citações se referem à ACTUALIDADE e são mais do que VERÍDICAS, e não manipuladas como alguns débeis mentais aqui se fartam de repetir…</p>
<p>As mesmas imagens passaram n vezes em todos os telejornais do mundo, as mesmas imagens são HOJE em dia utilizadas como agit-prop – menos o desenho de Maomé com a bomba na cabeça, ça va de soi! - de células terroristas da Al Qaeda pelo mundo inteiro, para recrutamento de mais carne para canhão islâmico…</p>
<p>Se você conseguir as mesmas imagens do Cristianismo dou-lhe um chupa-chupa… Mas só se conseguir!</p>
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	<item>
		<title>Por: João Cerqueira</title>
		<link>http://arrastao.org/islao/mais-umas-achegas-para-wilders/#comment-31143</link>
		<dc:creator>João Cerqueira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 01:29:18 +0000</pubDate>
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		<description>Pesos e medidas

Começarei por dizer que compreendo (e apoio) todos aqueles que pretendem evitar a diabolização dos crentes islâmicos. Suponho que qualquer democrata e defensor dos direitos humanos procederá desta forma.
Porém, os mesmos pesos e medidas não são aplicados de igual forma por todos os que se dizem democratas: houve democratas que nada disseram sobre as ditaduras comunistas, outros calaram os regimes fascistas, houve quem compreendesse a invasão de Timor, etc, etc.
Penso que com o fascismo islâmico (a aplicação da Sharia) sucede algo parecido. Com o receio de propagarem a intolerância religiosa ou racial, tal assunto tende a ser suavizado.

Darei agora um exemplo retirado do livro Deus não é grande de C. Hitchens (ou de A desilusão de Deus de R. Dawkins, não tenho a certeza): em Israel um psicólogo pegou em exemplos de violência retirados do Velho Testamento e perguntou a alunos o que pensavam de semelhantes actos. Resposta: a maioria compreendeu e justificou as mortes dos que foram castigados.
Depois, pegou no mesmo texto mas substitui os nomes e os locais, passando a história a ser passada na China antiga. Resultado: os alunos repudiaram a violência.
Penso que este exemplo pode ser aplicado aos que consideram uma questão cultural ou religiosa, existirem no mundo milhões de seres humanos (mulheres e homens) sujeitos a leis como a flagelação (suponho que beber álcool ou ser homossexual dá direito a chicotadas), amputações, apedrejamento até à morte de adúlteras e decapitação. Fosse esta a lei de um país como os Estados Unidos, ou da África do Sul no tempo do Apartheid_  quem não se indignaria? Mas, nem toda a gente se indigna com o que se passa em países como a Nigéria, o Sudão, a Arábia Saudita, o Iémen?

Conheço os relatórios da Amnistia Internacional e sei bem do que falo, entre os países na lista negra de violações dos direitos humanos, os países onde se aplica a Sharia são presença constante. É o horror absoluto! Recomendo a leitura.
Por isso, se chamamos fascistas a uns, também deveríamos chamar tal nome a outros.

E, tendo em conta o que escrevi no início, faço a seguinte pergunta: quando alguém decide matar inocentes num local público, inspirando-se num livro que considera sagrado, esperando receber uma recompensa celestial (a ideia de receber virgens em troca da morte, a sua e a dos outros, já diz muito sobre esta forma de pensar), e se prepara para a chacina entoando orações, por vezes evocando a grandeza do seu Deus no momento de detonar a bomba podemos, honestamente, dizer que semelhante barbaridade não pode ser associada a uma religião? Quanto um ser humano se decide matar e matar os seus semelhantes encontrando a força para o suicídio na promessa de uma dádiva no paraíso_  em que outra coisa ou sistema  senão essa religião encontra a força e o fundamento para o seu acto criminoso e tresloucado?

Afinal, em que se inspiram os terroristas islâmicos?

E ainda que haja quem mate em nome de outra fé (suponho que apenas os evangélicos americanos que puseram bombas nas clínicas de aborto), o crime de uns não desculpa as atrocidades de outros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pesos e medidas</p>
<p>Começarei por dizer que compreendo (e apoio) todos aqueles que pretendem evitar a diabolização dos crentes islâmicos. Suponho que qualquer democrata e defensor dos direitos humanos procederá desta forma.<br />
Porém, os mesmos pesos e medidas não são aplicados de igual forma por todos os que se dizem democratas: houve democratas que nada disseram sobre as ditaduras comunistas, outros calaram os regimes fascistas, houve quem compreendesse a invasão de Timor, etc, etc.<br />
Penso que com o fascismo islâmico (a aplicação da Sharia) sucede algo parecido. Com o receio de propagarem a intolerância religiosa ou racial, tal assunto tende a ser suavizado.</p>
<p>Darei agora um exemplo retirado do livro Deus não é grande de C. Hitchens (ou de A desilusão de Deus de R. Dawkins, não tenho a certeza): em Israel um psicólogo pegou em exemplos de violência retirados do Velho Testamento e perguntou a alunos o que pensavam de semelhantes actos. Resposta: a maioria compreendeu e justificou as mortes dos que foram castigados.<br />
Depois, pegou no mesmo texto mas substitui os nomes e os locais, passando a história a ser passada na China antiga. Resultado: os alunos repudiaram a violência.<br />
Penso que este exemplo pode ser aplicado aos que consideram uma questão cultural ou religiosa, existirem no mundo milhões de seres humanos (mulheres e homens) sujeitos a leis como a flagelação (suponho que beber álcool ou ser homossexual dá direito a chicotadas), amputações, apedrejamento até à morte de adúlteras e decapitação. Fosse esta a lei de um país como os Estados Unidos, ou da África do Sul no tempo do Apartheid_  quem não se indignaria? Mas, nem toda a gente se indigna com o que se passa em países como a Nigéria, o Sudão, a Arábia Saudita, o Iémen?</p>
<p>Conheço os relatórios da Amnistia Internacional e sei bem do que falo, entre os países na lista negra de violações dos direitos humanos, os países onde se aplica a Sharia são presença constante. É o horror absoluto! Recomendo a leitura.<br />
Por isso, se chamamos fascistas a uns, também deveríamos chamar tal nome a outros.</p>
<p>E, tendo em conta o que escrevi no início, faço a seguinte pergunta: quando alguém decide matar inocentes num local público, inspirando-se num livro que considera sagrado, esperando receber uma recompensa celestial (a ideia de receber virgens em troca da morte, a sua e a dos outros, já diz muito sobre esta forma de pensar), e se prepara para a chacina entoando orações, por vezes evocando a grandeza do seu Deus no momento de detonar a bomba podemos, honestamente, dizer que semelhante barbaridade não pode ser associada a uma religião? Quanto um ser humano se decide matar e matar os seus semelhantes encontrando a força para o suicídio na promessa de uma dádiva no paraíso_  em que outra coisa ou sistema  senão essa religião encontra a força e o fundamento para o seu acto criminoso e tresloucado?</p>
<p>Afinal, em que se inspiram os terroristas islâmicos?</p>
<p>E ainda que haja quem mate em nome de outra fé (suponho que apenas os evangélicos americanos que puseram bombas nas clínicas de aborto), o crime de uns não desculpa as atrocidades de outros.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Xico</title>
		<link>http://arrastao.org/islao/mais-umas-achegas-para-wilders/#comment-31142</link>
		<dc:creator>Xico</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 11:40:56 +0000</pubDate>
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		<description>Tudo o que diz o Daniel aqui é verdade, pese embora algumas investigações que vêm trazer nova luz sobre os textos de Paulo (aquelas relativamente às mulheres). Não diz o Daniel que Paulo, também escreveu coisas e referiu-se a elas como sendo a sua opinião pessoal (no que se refere ao sexo) não devendo por isso ser considerado como inspiração divina.
Também não diz o Daniel que a Bíblia é um conjunto de livros de vários autores e que expressam por vezes opiniões contraditórias entre si, isto para não falarmos de questões de tradução ou de contexto cultural. Uma palavra quer dizer uma determinada coisa num contexto cultural e outra noutro contexto (em relação a homossexual por exemplo. Não existia tal palavra). É isso que permite que a Bíbla tenha uma riqueza assente na pluralidade. Para os cristãos, a última palavra é a do Evangelho. Aí não encontrará concerteza apelos à violência. Essa da Espada é de tal simbolismo que dispensa quaisquer comentários. Qualquer criança percebe que Cristo disse que não vem passar a mão pelos cabelos das pessoa. A sua exigência é maior e é dura. O Alcorão, tal como a Bíblia, deve ser lido dentro do contexto. O problema é que não permite uma exegese como a Bíblia e é de um único autor. É muito difícil aos crentes muçulmanos fazerem interpretação dos textos corânicos contrária à letra. E nem se podem escudar com traduções, pois este está escrito numa língua ainda viva! Acima da Bìblia temos o exemplo de Cristo que nunca foi violento e mandou dar a outra face. No Corão, temos o exemplo do seu Profeta que seguiu muitas vezes à letra a violência que pregou! Como dizer a um bom muçulmano que não deve ser violento para com os outros, com tais exemplos?
Lembro que mesmo no tempo de S. Jerónimo houve debates acesos e violentos sobre a melhor forma de traduzir os textos bíblicos. Isso só significa que o processo está sempre em aberto.
Uma coisa não podemos esquecer. Nem nós nem os muçulmanos. Ao cristianismo e ao islamismo se deve a instituição da igualdade entre todos os homens. (Não, não foi na revolução francesa). Ideia pouco reconhecida nos outros povos e ainda hoje. Era aí que devíamos trabalhar em conjunto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo o que diz o Daniel aqui é verdade, pese embora algumas investigações que vêm trazer nova luz sobre os textos de Paulo (aquelas relativamente às mulheres). Não diz o Daniel que Paulo, também escreveu coisas e referiu-se a elas como sendo a sua opinião pessoal (no que se refere ao sexo) não devendo por isso ser considerado como inspiração divina.<br />
Também não diz o Daniel que a Bíblia é um conjunto de livros de vários autores e que expressam por vezes opiniões contraditórias entre si, isto para não falarmos de questões de tradução ou de contexto cultural. Uma palavra quer dizer uma determinada coisa num contexto cultural e outra noutro contexto (em relação a homossexual por exemplo. Não existia tal palavra). É isso que permite que a Bíbla tenha uma riqueza assente na pluralidade. Para os cristãos, a última palavra é a do Evangelho. Aí não encontrará concerteza apelos à violência. Essa da Espada é de tal simbolismo que dispensa quaisquer comentários. Qualquer criança percebe que Cristo disse que não vem passar a mão pelos cabelos das pessoa. A sua exigência é maior e é dura. O Alcorão, tal como a Bíblia, deve ser lido dentro do contexto. O problema é que não permite uma exegese como a Bíblia e é de um único autor. É muito difícil aos crentes muçulmanos fazerem interpretação dos textos corânicos contrária à letra. E nem se podem escudar com traduções, pois este está escrito numa língua ainda viva! Acima da Bìblia temos o exemplo de Cristo que nunca foi violento e mandou dar a outra face. No Corão, temos o exemplo do seu Profeta que seguiu muitas vezes à letra a violência que pregou! Como dizer a um bom muçulmano que não deve ser violento para com os outros, com tais exemplos?<br />
Lembro que mesmo no tempo de S. Jerónimo houve debates acesos e violentos sobre a melhor forma de traduzir os textos bíblicos. Isso só significa que o processo está sempre em aberto.<br />
Uma coisa não podemos esquecer. Nem nós nem os muçulmanos. Ao cristianismo e ao islamismo se deve a instituição da igualdade entre todos os homens. (Não, não foi na revolução francesa). Ideia pouco reconhecida nos outros povos e ainda hoje. Era aí que devíamos trabalhar em conjunto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sérgio</title>
		<link>http://arrastao.org/islao/mais-umas-achegas-para-wilders/#comment-31141</link>
		<dc:creator>Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 00:52:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/uncategorized/mais-umas-achegas-para-wilders/#comment-31141</guid>
		<description>Caro Ninguém em Particular,

"Quem está de fora racha lenha."

Eis uma expressão popular que traduz muito bem algumas das opiniões que por aqui se encontram.

Quem viveu muitos anos perto de comunidades muçulmanas sabe bem a dificuldade que muita dessa gente tem em adaptar-se aos usos e costumes ocidentais.

É certo que a condição social de muitas familias propicia à radicalização dos mais jovens, mas na esmagadora maioria das vezes essa condição deriva da incapacidade de adaptação.

Ninguém exige que os muçulmanos deixem de o ser. Mas sim, é exigido que os usos e costumes que entrem em conflito com a cultura maioritária do país de acolhimento sejam modificados de modo a que esse choque não ocorra.

Se é "normal" que em Teerão um rapaz espanque a irmã porque esta foi à janela sem a cabeça coberta, o mesmo é inaceitável num qualquer suburbio de Paris.

Mas parece que é isso que muitos "paladinos" de uma pseudo-tolerância se recusam a ver. Toda a gente minimamente viajada e que frequente certos lugares já conheceu muçulmanos tolerantes, amantes de paz e que olham o Islão com algum espírito critico. Mas achar que estes são representantes da maioria dos muçulmanos do mundo é simplesmente não querer aceitar a realidade.

É infantil repetir ad nauseam que todos os muçulmanos não são terroristas. Isso todos sabemos. Mas ignorar que o Islão é uma, talvez seja mais correcto chamar-lhe, cultura que propicia o surgimento de tais extremos é disparate.

O ocidente sofreu uma laicização progressiva, tanto que a religião Cristã tornou-se um acessório para se usar antes de receber o resultado de uma prova ou de um exame médico. O Islão não é assim... é o centro da vida de um muçulmano cujo unico propósito da sua existência é servir Deus.

Ora há muitos muçulmanos que preferem um plasma ou umas férias nas Caraíbas a viverem uma vida assim mas o mesmo não é verdade para tantos outros, que pelos vistos anseiam por outros tempos.

Não quero com este texto demonizar quem ou o que quer que seja, mas pretendo alertar, do ponto de vista de quem conviveu de perto com comunidades muçulmanas em França, que o Islão não é "apenas" mais uma religião e que os problemas de integração das comunidades não se devem apenas à inépcia dos governos dos países de acolhimento.

Só me pergunto quantas mais Sohane Benziane's terão de existir até compreenderem esta simples verdade...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ninguém em Particular,</p>
<p>&#8220;Quem está de fora racha lenha.&#8221;</p>
<p>Eis uma expressão popular que traduz muito bem algumas das opiniões que por aqui se encontram.</p>
<p>Quem viveu muitos anos perto de comunidades muçulmanas sabe bem a dificuldade que muita dessa gente tem em adaptar-se aos usos e costumes ocidentais.</p>
<p>É certo que a condição social de muitas familias propicia à radicalização dos mais jovens, mas na esmagadora maioria das vezes essa condição deriva da incapacidade de adaptação.</p>
<p>Ninguém exige que os muçulmanos deixem de o ser. Mas sim, é exigido que os usos e costumes que entrem em conflito com a cultura maioritária do país de acolhimento sejam modificados de modo a que esse choque não ocorra.</p>
<p>Se é &#8220;normal&#8221; que em Teerão um rapaz espanque a irmã porque esta foi à janela sem a cabeça coberta, o mesmo é inaceitável num qualquer suburbio de Paris.</p>
<p>Mas parece que é isso que muitos &#8220;paladinos&#8221; de uma pseudo-tolerância se recusam a ver. Toda a gente minimamente viajada e que frequente certos lugares já conheceu muçulmanos tolerantes, amantes de paz e que olham o Islão com algum espírito critico. Mas achar que estes são representantes da maioria dos muçulmanos do mundo é simplesmente não querer aceitar a realidade.</p>
<p>É infantil repetir ad nauseam que todos os muçulmanos não são terroristas. Isso todos sabemos. Mas ignorar que o Islão é uma, talvez seja mais correcto chamar-lhe, cultura que propicia o surgimento de tais extremos é disparate.</p>
<p>O ocidente sofreu uma laicização progressiva, tanto que a religião Cristã tornou-se um acessório para se usar antes de receber o resultado de uma prova ou de um exame médico. O Islão não é assim&#8230; é o centro da vida de um muçulmano cujo unico propósito da sua existência é servir Deus.</p>
<p>Ora há muitos muçulmanos que preferem um plasma ou umas férias nas Caraíbas a viverem uma vida assim mas o mesmo não é verdade para tantos outros, que pelos vistos anseiam por outros tempos.</p>
<p>Não quero com este texto demonizar quem ou o que quer que seja, mas pretendo alertar, do ponto de vista de quem conviveu de perto com comunidades muçulmanas em França, que o Islão não é &#8220;apenas&#8221; mais uma religião e que os problemas de integração das comunidades não se devem apenas à inépcia dos governos dos países de acolhimento.</p>
<p>Só me pergunto quantas mais Sohane Benziane&#8217;s terão de existir até compreenderem esta simples verdade&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Arquiduquesa de Grayskull</title>
		<link>http://arrastao.org/islao/mais-umas-achegas-para-wilders/#comment-31140</link>
		<dc:creator>Arquiduquesa de Grayskull</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 21:51:33 +0000</pubDate>
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		<description>"a sua frase indignada é apenas uma forma de nos pretender mostrar que é “moderna” e “avançada”.
Quiçá progressista."

Lidador, nem todos se vêem pelos seus critérios.

"Cria o odioso e demarca-se dele"

Quem cria o odioso é Geert Wilders e alguns assinam por baixo. Demarco-me de alguém que pega em imagens cometidas por terroristas e lhes chama genericamente "muçulmanos".

"se o nazismo estava associado à Alemanha, então os alemães eram, à priori, suspeitos. Todos os alemães. E todos eles pagaram o preço."

Nem todos os alemães eram nazis, como sabe. Sucede que o mundo estava em guerra, e Hitler, que respondia pelo governo alemão, invadiu outros países. Naturalmente, os países invadidos pela Alemanha de Hitler, invadiram a Alemanha. O que sugere com este exemplo?

"da mesma maneira que o FBI combateu a Mafia, procurando entre os italianos.
Pela simples razão que não fazia sentido procurar os padrinhos entre os espanhóis, irlandeses, etc."

Exacto. Mas não consta que o povo italiano tenha sido julgado como um povo mafioso, só pelo facto de a máfia ser um fenómeno italiano. Pelo seu discurso depreendo que seria favorável à adopção de políticas que no seu todo penalizassem todos os italianos, pelo simples facto de a máfia ser um fenómeno italiano.

Devemos ser intolerantes com o crime. Ponto. E saber distinguir entre quem pratica crimes aproveitando-se da religião, e quem é simplesmente religioso, sem que por isso seja um criminoso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;a sua frase indignada é apenas uma forma de nos pretender mostrar que é “moderna” e “avançada”.<br />
Quiçá progressista.&#8221;</p>
<p>Lidador, nem todos se vêem pelos seus critérios.</p>
<p>&#8220;Cria o odioso e demarca-se dele&#8221;</p>
<p>Quem cria o odioso é Geert Wilders e alguns assinam por baixo. Demarco-me de alguém que pega em imagens cometidas por terroristas e lhes chama genericamente &#8220;muçulmanos&#8221;.</p>
<p>&#8220;se o nazismo estava associado à Alemanha, então os alemães eram, à priori, suspeitos. Todos os alemães. E todos eles pagaram o preço.&#8221;</p>
<p>Nem todos os alemães eram nazis, como sabe. Sucede que o mundo estava em guerra, e Hitler, que respondia pelo governo alemão, invadiu outros países. Naturalmente, os países invadidos pela Alemanha de Hitler, invadiram a Alemanha. O que sugere com este exemplo?</p>
<p>&#8220;da mesma maneira que o FBI combateu a Mafia, procurando entre os italianos.<br />
Pela simples razão que não fazia sentido procurar os padrinhos entre os espanhóis, irlandeses, etc.&#8221;</p>
<p>Exacto. Mas não consta que o povo italiano tenha sido julgado como um povo mafioso, só pelo facto de a máfia ser um fenómeno italiano. Pelo seu discurso depreendo que seria favorável à adopção de políticas que no seu todo penalizassem todos os italianos, pelo simples facto de a máfia ser um fenómeno italiano.</p>
<p>Devemos ser intolerantes com o crime. Ponto. E saber distinguir entre quem pratica crimes aproveitando-se da religião, e quem é simplesmente religioso, sem que por isso seja um criminoso.</p>
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		<title>Por: PALAVROSSAVRVS REX</title>
		<link>http://arrastao.org/islao/mais-umas-achegas-para-wilders/#comment-31139</link>
		<dc:creator>PALAVROSSAVRVS REX</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 20:46:38 +0000</pubDate>
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		<description>Daniel, compreendo. São as tuas regras. Outros comentários aqui farei pelos quais as acate.

O  meu comentário, porém, de esta madrugada aqui publicado, mal cheguei do meu trabalho, e depois por ti suprimido, no teu direito de suprimir excessos verbalísticos e ofensivos de quaisquer susceptibilidades, não era um comentário. Era um Manifesto.

E os Manifestos não se truncam nem se mutilam.

Abraço e até amanhã!

PALAVROSSAVRVS REX</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel, compreendo. São as tuas regras. Outros comentários aqui farei pelos quais as acate.</p>
<p>O  meu comentário, porém, de esta madrugada aqui publicado, mal cheguei do meu trabalho, e depois por ti suprimido, no teu direito de suprimir excessos verbalísticos e ofensivos de quaisquer susceptibilidades, não era um comentário. Era um Manifesto.</p>
<p>E os Manifestos não se truncam nem se mutilam.</p>
<p>Abraço e até amanhã!</p>
<p>PALAVROSSAVRVS REX</p>
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