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Sem respostas ao post “Pela paz em Gaza, assina esta petição”  

  1. 1 1  fidel

    camarada, eu assino uma pela paz em portugal.

  2. 2 2  João Costa

    Assinar esta petição significa também apelar ao Hammas que cesse de imediato com o lançamento de morteiros sobre Israel? Se assim for assino já, embora não creia muito na eficácia do apelo.

  3. 3 3  tiago

    Eu gostaria de assinar uma petição para que Israel deixasse de matar palestinianos. Agora petições que colocam ao mesmo nivel o segundo maior exercito do mundo (ISRAEL) e uns rockets artesanais (Hamas), recuso-me. É inacreditavel a cegueira que vai pelo mundo, na palestina está a acontecer uma matança de um povo, em que a resistencia é feita com pedras e rockets praticamente inofensivos, e parece que se quer fazer crer que acontece uma guerra com culpas dos dois lados.
    PALESTINA VENCERÁ, mas não com acordos de Oslo e colaboracionistas

  4. 4 4  Miguel F. Carvalho

    o cessar fogo terá de ser sempre dos dois lados… e as violações do cessar fogo nos últimos anos têm sido sempre do mesmo lado…

    as pessoas têm de ter a lucidez de ver que a paz naquela zona só será possível quando os palestinianos conseguirem primeiro a paz entre eles (Fatah e Hamas)… ninguém vai negociar com uma região que não se consegue governar sozinha…

  5. 5 5  dlm

    “Eu gostaria de assinar uma petição para que Israel deixasse de matar palestinianos. Agora petições que colocam ao mesmo nivel o segundo maior exercito do mundo (ISRAEL) e uns rockets artesanais (Hamas), recuso-me. É inacreditavel a cegueira que vai pelo mundo, na palestina está a acontecer uma matança de um povo, em que a resistencia é feita com pedras e rockets praticamente inofensivos, e parece que se quer fazer crer que acontece uma guerra com culpas dos dois lados.
    PALESTINA VENCERÁ, mas não com acordos de Oslo e colaboracionistas”

    Realmente é dificil ser se de esquerda e evitar a demencia.

    Esperemos que parem ambos os lados

  6. 6 6  Euroliberal

    O Hamas governo democrático de toda a Palestina tem o direito de prosseguir a luta armada até à eliminação do regime nazi-sionista-apartheidesco. Em breve, o mundo árabo-muçulmano se levantará para dar a esses assassinos racistas o castigo que merecem.

    FOGO SOBRE A CANALHA NAZI-SIONISTA !

  7. 7 7  tiago

    “Realmente é dificil ser se de esquerda e evitar a demencia.

    Esperemos que parem ambos os lados”

    Dlm veja a noticia que hoje saiu no público sobre quem provocou a guerra entre hamas( eleito democraticamente) e fatah, com a colaboração dos ultimos claro está.
    Quando nos atacam, que se deve fazer? Quando matam o nosso povo e a comunidade internacional nada faz, que se deve fazer se não resistir?

    Demencia? Dlm vá-se curar

  8. 8 8  Lidador

    “Quando matam o nosso povo e a comunidade internacional nada faz, que se deve fazer se não resistir?”

    Muito bem, Tiago.
    Como sempre, faz uma análise lúcida e imparcial da situação.
    Faz falta gente sensata como você.
    Realmente, o que deve fazer Israel, quando os seus cidadãos são alvejados e mortos por foguetes lançados à queima-roupa, sem que a comunidade internacional fala alguma coisa?
    Resistir claro!

    Parabéns , caro Tiago.

  9. 9 9  Lidador

    “hamas( eleito democraticamente”

    Brilhante, como sempre, Tiago.
    É por isso que a guerra que a Alemanha perdeu em 1944, foi ilegítima e criminosa.
    Adolfo Hitler foi eleito democraticamente e por isso estava no seu direito inalienável de anexar a Checoeslováquia, a Polónia, a Austria e basicamente todo o lebensraun.
    Assim sendo, o Hamas tem todo o direito de atacar Israel quando muito bem entender, uma vez que foi eleito democraticamente.
    Penso até que não se deve parar aí: o que impede Portugal de atacar a Espanha e aniquiilar o PSD , o BE, o PCP e o CDS? Socrates não foi eleito democraticamente?
    Claro que foi.

  10. 10 10  Lidador

    “rockets praticamente inofensivos”

    Muito bem Tiago. A falta que nos faz por vezes ouvir a palavra de verdadeiros especialistas.
    Mas tem razão…tanto os Kassam como os Grad são relativamente inofensivos. Para mim, por exemplo, são inofensivos e para si tb.
    Para aqueles que estão na zona de impacto, não importa nada porque até nem são gente, mas “porcos judeus”, não é?

    Ah, a Scarlett Joansshon tb é uma “porca judia” , mas confesso que me parece boa gente e não gostaria de a ver debaixo de um inofensivo foguete.
    E o Tiago?

  11. 11 11  Maria

    “Quando matam o nosso povo e a comunidade internacional nada faz, que se deve fazer se não resistir?”

    Muito bem
    Assim esta assente que o direito a defesa e um direito que pertence a todos os povos.
    E verdade .
    E e verdade para todas as naçoes.
    Mesmo assim assinei pela paz sempre me parece mais humano assinar para preservar vidas humanas, sempre achei a guerra um fenomeno muito pouco interessante.

    “Em breve, o mundo árabo-muçulmano se levantará para dar a esses assassinos racistas o castigo que merecem.”

    E na verdade que tedio ler tanta asneira junta e escrita do mesmo modo. Para alem de tudo o mais revela ca uma falta de imaginaçao!…
    Uffa.

  12. 12 12  Euroliberal

    Dos misseis sobre os ocupantes ilegais da Palestina só se perdem os que caiem no chão. São ladrões de terras e criminosos de guerra que levaram a cabo a limpeza étnica daqueles que roubaram e massacraram. Não podem invocar legítima defesa porque estão em situação ilegal (tal como o ladrão não goza de legitima defesa em relação ao polícia que pretende fazer respeitar a lei).

  13. 13 13  Lidador

    Deixo aqui cópia do post que coloquei em

    http://fiel-inimigo.blogspot.com/2008/03/daniel-oliveira-e-as-peties-pela-paz.html

    A propósito de Gaza, ouve-se para aí outra vez a lengalenga da “força desproporcionada”, para qualificar a reacção israelita ao contínuo foguetório (para cima de 4000 foguetes, desde que Israel deixou o território) .
    Quem a entoa é a esquerda “moderna” “anti-sionista” acompanhada à viola pela direita ” anti-semita”, ao toque de caixa dos aiatolas e da rua islâmica, que não podem deixar de se maravilhar pela facilidade com que conseguem fazer dançar em elaboradas coreografias, manadas de génios do “pensamento”, como o Dr Miguel Portas, o Daniel Oliveira e outros notáveis eurogénios que desatam logo a fazer petições pela “paz”., assim que o nervo pavloviano sofre o conhecido estímulo da salivação.

    Claro que o entranhado amor pela “paz” tem fases. Por exemplo, não lhes enche o coração quando de Gaza são lançados foguetes e bombistas contra Israel, mas irrompe incontível e solidário, quando os israelitas vão atrás dos autores do foguetório.
    É nestas alturas de irreprimível amor, que eles fazem petições, manifestações, abaixo-assinados e piedosos apelos à “paz” , com abundantes referências às “vítimas inocentes” que são, evidentemente, os “civis” palestinianos, à mercê da tal “força desproporcionada”.
    Como nenhum dos piedosos defensores da “paz” achou necessário clarificar o que entende por “força proporcionada”, fica no ar a vaga suspeita de que a proporção correcta é aquela que cada um destes cromos tem na sua cabeça que, já de si, não parece ser grande coisa.
    Ora apesar da “força “desproporcionada”, o Hamas” tem continuado a lançar os seus foguetes, business as usual.
    Sobre civis que, como são judeus, não são inocentes e muito menos merecem petições pela “paz”.
    As mentes mais cépticas incapazes de ver o “contexto” , teimam em não acreditar que as petições pela “paz”, façam derreter em pleno ar os foguetes islâmicos.
    Os amantes da “paz”, pelo contrário, parecem achar que se Israel assobiar para o ar e fizer de conta que os foguetes não estão a atingir cidades e vilas, a coisa se resolve, especialmente se acompanhada por uma temível petição pela “paz”.
    Trata-se, no fim de contas, de proteger os “civis inocentes” evitando “punições colectivas”.
    Claro que o facto de o Hamas ser composto por civis, lançar os seus foguetes de zonas civis, instalar os seus combatentes em casas anódinas, e lançar os seus projécteis única e exclusivamente contra civis (para não desperdiçar explosivo que está caro, culpa do bloqueio sionista) , é irrelevante.
    E nada de julgamentos, por favor, deixemo-nos de arrogâncias ocidentais.
    Abrigar-se atrás dos filhos e mulheres, fazendo manguitos ao inimigo, parece ser uma respeitável tradição islâmica que não nos compete julgar, mas sim respeitar.
    Ora uma vez que toda a gente, incluindo a manada, sabe que os terroristas praticam esta respeitável tradição, qual será então a “força proporcionada” que os génios da “paz”, autorizam Israel a levar a cabo?
    Não há ainda estudos rigorosos sobre o tema, mas acredita-se que uma táctica “proporcionada” seria Israel deslocar para a fronteira alguns actores, que responderiam a cada foguete mostrando a língua e dizendo “nha nha nha nha nha “.
    Haveria, é claro, que evitar a escalada, controlando rigorosamente as represálias, para que nenhum criminoso sionista se lembrasse de, por exemplo, responder a um foguete mais potente com uma língua desproporcionada ou berrando mais um ou dois “nha”.
    Isso sim, seria injusto e claramente desproporcionado, senão mesmo uma “punição colectiva” que justificaria mais uma enérgica petição pela “paz”.

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