


O Partido Socialista faz aprovar no Parlamento (com os votos do PSD e do CDS) uma moção que condena com clareza (e bem) os ataques de rockets sofridos por Israel mas, ao contrário do que está a acontecer um pouco por todo o Mundo, não sente necessidade de condenar ao actual bloqueio imposto por Israel à população de Gaza. Limita-se a isto: pedir que «Israel evite acções de bloqueio que afectem a população de Gaza”. Que evite punir um milhão e meio de civis. Se der, claro.
Os Palestinianos destruiram o muro que os cerca na fronteira com o Egipto para fugir à fome. Infelizmente, Israel não conseguiu evitar construir o Muro da Vergonha, não conseguiu evitar isolar um milhão e meio de almas do resto do Mundo, não conseguiu evitar o bloqueio da entrada de medicamentos, não conseguiu evitar cortar energia, não conseguiu evitar o bloqueio da entrada de alimentos, lançando a fome entre civis e punindo colectivamente um povo, como fazem os Estados mais bárbaros… Não conseguiu, nem quer conseguir. Porque, do Ocidente, terá sempre simpáticos e compreensivos apelos e palmadinhas nas costas dadas por governos incapazes de mostrar o mínimo de dignidade e coragem. Mesmo dos dirigidos por partidos que, se respeitassem o seu passado e o legado dos seus fundadores, teriam vergonha de fazer esta figura. Mário Soares e Freitas do Amaral eram aliados leais dos EUA e nunca se prestaram a isto. Não precisavam. Existiam. Já Sócrates é apenas conhecido pelas suas práticas desportivas um pouco por todo o Mundo e Luís Amado não passa nem nunca passará de um moço de recados.
Por Daniel Oliveira 25 Jan 08 em Israel, PS, Palestina42 respostas ao post “Mais uma facada na história do PS”
- 1 Pingback on 25 Mai 2008 às 1:21



Sobre a Palestina, não perder esta noite a exibição do filme Muro de Ferro de Mohammed Alatar, e debate com Randa Nabulsi, Delegada Geral da Palestina em Portugal.
Na Biblioteca Museu República e Resistência, pelas 21:00, promovido pelo Comité de Solidariedade com a Palestina.
Mas também existe um muro a separar o Egipto da Faixa de Gaza? Os muros são classificados em Bons ou Maus, dependendo se fizerem fronteira com Israel ou não?
Diga la entao Daniel, qual seria a sua estrategia para a esta problematica? Que faria se fosse Israelita, Palestiniano ou mesmo o nosso Primeiro-Ministro?
Carlos Alberto, o muro ente Gaza e Egipto foi construido por Israel e tem um corredor usado pelo exército israelita. Ou seja, o muro é todo o mesmo e Israel sente-se à vontade para tudo.
Henrique, já escrevi tantas vezes sobre todo este assunto que mais vale ler o que escrevi.
Quanto ao nosso governo, que pelo menos seja equilibrado nas criticas. É o minimo.
Rockets por alimentos e medicamentos?
parece-me bem.
Eu trocava!
Kap
1. Quem sofre são todos e não apenas quem manda os rokets
2. Qual a punição para Israel de cada vez que bombardeia Gaza (muito frequentemente)?
3. Israel mantém o bloqueio (agora mais apertado) mesmo quando não há rockets nenhuns.
4. Se fosse outro país, que não Israel, a fazer o que está a fazer estaria tudo indignado.
Daniel,
Já se sabe que os judeus puxam muiiiiiitos cordelinhos nos E.U.A (principalmente) e noutros países europeus. E o facto de terem sofrido o holocausto ainda hoje serve de argumento para tomarem determinadas atitudes, quando na realidade deveria servir para serem mais humildes, compreensivos, e colaborantes com os outros povos.
Eu pensei que só se cometiam os mesmos erros se nos esquecêssemos da história…
Daniel, cada vez que você escreve sobre questões que envolvam o conflio israelo-palestiniano, vem ao de cima esse fel anti-semita, que já nem tenta disfarçar. Até hoje nunca o vi a referir-se aos bombardeamentos desecandeados contra Israel de forma condenatória. Tudo o que os palestinianos façam tem para si uma justificação e é desculpável, ao contrário do que acontece quando Israel actua com violência. Nem vou discutir aqui sobre as razões que assistem a ambas as partes, porque ao contrário de si eu acho que a tragédia está no facto de ambos os lados terem as suas razões. Você tinha a obrigação de pensar um bocadinho mais, antes de escrever posts inqualificaveis como este. Ao ler este texto, fico com a sensação de que esse seu “ódio” em relação a Israel atinge tais proporções, que acaba até por se reflectir no léxico utilizado, digno de um miudo de 17 anos ou do Santana Lopes. Que pobreza a sua análise a esta questão. A adjectivação que você utiliza em relação a Socrates e Luis Amado é tão básica que confrange. Enfim, nada que me espante, já que o anti-semitismo primário sempre usou este tipo de discurso pobre e de compreensão fácil. Esperava mais sofisticação da sua parte.
Daniel, estás a ser parcial (como nestas questões ‘apaixonantes’ é perfeitamente natural): Israel é a vaca leiteira de Gaza. Israel fornece grande parte da electricidade, combustível e de outros produtos a Gaza, um território que lhe é abertamente hostil. Gaza está dominada por um grupo terrorista que não quer paz, não esconde a sua agenda genocida e que encontra apoio num larguíssimo sector da população. De Gaza não param de cair rockets sobre Israel (e isso só foi noticiado após a resposta de Israel). Claro que por uns pagam todos e é uma tragédia, mas o que é que queres que Israel faça? Que continuasse a comer e a calar? E quem é que se indignava então? Tu?
Correcção ao meu comentário: reparei agora que achou “bem” a moção condenatória em relação aos ataques de rockets. Não tinha reparado nesse detalhe quando li o seu post. É a primeira vez que o vejo tomar este tipo de posições, daí o tom em que escrevi o comentário anterior. Contudo, acho pouco, já que a violência com que condena sistemáticamente Israel não tem paralelo quando se refere aos actos de puro terror perpetrados pelo Hammas.
João Costa, anti-semita porquê? Onde está neste post uma única referência à condições religiosa ou étnica de alguém? Eu estou a criticar Israel, um Estado. O anti-semitismo (que por acaso, para sua informação, inclui os árabes) é uma forma de racismo, não é uma critica a uma política de Estado. Não banalize a expressão, por favor.
Quanto ao mais, critico os rockets palestinianos, mas distingo ocupante de ocupado. E sei ver quem vive num estado miserável, isolado do mundo e expulso permanentemente das suas terras. Sem direito a nada. E sei, quanto mais não seja, porque lá estive: em Israel e na Palestina (Gaza incluida)
Daniel, não me custa reconhecer que considera-lo anti-semita seja abusivo, mas que há aí uma profunda parcialidade na análise sobre esta questão, lá isso há. Anti-sionismo radical? Talez seja mais correcto esta classificação, reconheço.
Daniel, essa história do muro ser todo igual, porque foi contruído por Israel, está mal contada… e é mentira que tenha um corredor utilizado pelo exército israelita. Deve estar a referir-se à chamada Estrada de Filadélfia (philadelphia road) que corre ao longo da fronteira, que NÃO é patrulhada pelo exército israelita (sei do falo porque também lá estive). O resto é relativismo, porque interessa é condenar israel. Porque razão o Egipto não permite que os palestinianos continuem a circular entre gaza e o Egipto e está novamente a fechar a fronteira? Se há crise humanitária (que não há…) porque razão o Egipto e restantes países árabes, através da fronteira Egipto-Gaza, não fornecem Gaza com os bens necessários?
Israel tem culpas em todo este processo. E não são poucas! Mas é melhor começar a equilibrar as críticas, como sugere que o nosso governo faça.
Mas a relação ocupante/ocupado não pode ser justificação para tudo! No Chipre, quem invadiu quem? Os gregos expulsos do Norte por acaso lançam rockets contra os turcos? Se estiveste em Israel e na Palestina, de certo que sabes mais do que eu, mas continuo a não estar convencido com esta visão a preto e branco.
PS: desculpa-me o trato informal, não é por falta de respeito!
Joaquim, é usada pelo exército israelita para as demolições e incursões pelo sul de Gaza, como bem saberá. A fronteira é controlada po Israel, até porque aquele não é território independente. E sim, aquele muro foi construido por Israel.
Quanto ao comportamento do Egipto, de cumplicidade vergonhosa, não espanta. É, na prática, o comportamento da generalidade dos regimes árabes, do Egipto à Jordânia, passando pela da Arábia Saudita: usam a Palestina para consumo interno, para depois esquecer os palestinianos.
Não há crise humanitária? Então as agências da ONU estão a fazer propaganda.
Ninguém justificou nada, Pedro. Mas devo recordar que os cipriotas gregos têm aeroporto, porto, economia, fronteiras, exército, moeda, independência, comida e medicamentos a entrar no país, produtos a poderem ser exportados. E não são ciclicamente bombardeados pela Turquia nem vêem as suas casas arrasadas a cada incursão. Eu também digo que os palestinianos que seguem a via violenta fazem uma má escolha. Só não lhes sei dizer qual é a alternativa, quando foram esquecidos pelo Mundo e são tratados como lixo humano.
o muro só dá para o lado israel…
o lado do muro que dá para o egipto é um bom lado…
ah! o egipto é um país arabe, já me esquecia! e os árabes são amigos da palestina!
O PS anda mesmo por baixo. Completamente infiltrado por peidófilos e nazi-sionistas. A pencuda madrinha dos gays, namorada oficial do PM, anda a mover os cordelinhos…
Há aqui muitos nazi-sionistas ignorantes. Aprendam : os palestinianos são os ocupados e colonizados. Os sionistas os ocupantes e colonizadores. A violência (inofensivos Kassans incluídos) dos primeiros é legítima defesa, legal segundo o direito internacional. O terrorismo e a política de apartheid dos ocupantes é um crime de guerra e contra a humanidade. Isto é, ilegítimo segundo o direito internacional.
Os kassans da heróica resistência do Hamas lançados sobre a canalha ocupante é apenas um acepipe para o que acontecerá aos terroristas sionistas quando a Nação árabo-islâmica se levantar em blkoco e decidir libertar Jerusalém e os palestinianos. Os criminosos do regime sionista-apartheidesco terão então o seu Nuremberga, e a corda e o sabre farão justiça…
” Israel é a vaca leiteira de Gaza. Israel fornece grande parte da electricidade, combustível e de outros produtos a Gaza, um território que lhe é abertamente hostil.” diz um ignorante sionista…
Gaza (e os seus habitantes) faz parte da Palestina que os sionistas ocupam ilegalmente desde 1948. Foi transformada em guetto-prisão (a maior do mundo) pelos carcereiros apartheidescos, que previamente retiraram aos seus habitantes (como a quase todos os não judeus residentes da Palestina) o direito de voto e a própria nacionalidade (crime contra a humanidade, que os nazis não ousaram cometer na Alsácia e Lorena ocupadas…). Por outro lado, no guetto-campo de concentração de Gaza os palestinianos são impedidos de trabalha rpor falta de energia e produtos, de comerciar, de vender e exportar. Estão aí presos e condenados a um genoocídio lento. Ora, só os burros antisemitas como o Pedro é que não sabem que o carcereiro é que é responsável pelo sustento e saúde dos seus prisioneiros.
Senão, teríamos que justificar também o holocausto de Auschwitz, onde, seguindo a mesma lógica nazi do Pedro, os alemães eram “a vaca leiteira” de uma população hostil que não tinham obrigação nenhuma de manter em vida…
«Israel é a vaca leiteira de Gaza. Israel fornece grande parte da electricidade, combustível e de outros produtos a Gaza, um território que lhe é abertamente hostil.»
A inversão de valores é extraordinária. Eu fecho-o a si numa dispensa, não deixo que você trabalhe, acabo com tudo o que pode fazer sobreviver. E depois vendo-lhe (acima do preço normal) comida. E sou um gajo porreiro.
Israel destrui as centrais eléctricas de Gaza. Impede-a de ter um porto e um aeroporto. Impede importação de maquiniaria e exportação de produtos. Fica com os impostos pagos pelos palestinianos para si. E não lhe fornece nada. Vende, a preços exorbitantes. É isto que faz de Israel uma vaca leiteira da Palestina? Quem paga a sobrevivência da Palestina, em dinheiro, é a Europa. Informe-se, Pedro. Isso que você diz nem a extrema-direita israelita se atreve a dizer.
A ideia de não abrir as fronteiras aos Palestinianos por parte dos países árabes já tem barbas e no seu início (década de 50) era justificável. Hoje não faz sentido.
Daniel, você parece saber bastante sobre este caso tão confuso.
Como estas coisas, cada um só cita os argumentos que lhe interessam, se puder esclareça-me o seguinte:
1.Quando Israel declarou a independência, Gaza, segundo parece, não fazia parte do território.
Nem aquela parte junto à Jordânia que só foram ocupados na sequência de guerra de 1967.
Então porque é que os palestinianos, em 20 anos, não constituiram o seu estado?
2. A questão do muro tb me causa esranheza. Porque é que os Egipcios mantém o muro e o querem restaurar? Peço-lhe desculpa, mas não acredito em explicações de que são maus e isso. Devem ter algum interesse nacional em jogo e não acredito nas histórias a preto e branco, em que os maus são sempre maus e os bons sempre bons.
Ah, li agora o comentário do Euroliberal, e parece-me que é mentira, ou então eu estou enganado. Tinha a ideia de que Israel não ocupou Gaza em 1948, mas apenas em 1967.
Estou enganado?
Por que razão deveria o glorioso Hamas, governo legítimo da Palestina (Cisjordânia incluída) ocupada , suspender os ataques com kassans contra os israelitas ocupantes ?
Já foram libertados os 12.500 presos políticos da ditadura sionista ?
Já foram devolvidas as casas e bens roubados desde 1948 ?
Já terminaram as centenas de execuções sumárias de oposicionistas ao regime de apartheid
pelos esquadrões da morte das SS Tsahal ?
Já foi aprovada legislação para dar direito de voto a TODOS os residentes de jure da Palestina, exiliados incluídos, independentemente da sua religião ?
Já acabou o apartheid e os guettos-bantustões para não judeus ?
Não ? Então fogo à vontade sobre a canalha racista ! Só se perdem as que caiem no chão…
http://www.informationclearinghouse.info/article19184.htm
From reading the news blogs it seems that the zionists are most discomfited by this turn of events. They have been told by “Israel Spin HQ” to play up the fact this was the egyptian border and try and blame Egypt for the existence of a wall Israel built in 2005 before exiting Gaza.
This doesn’t appear to be working, people are much more aware of the co-ordinated lies of Israel and the pro-zionist lobby now, and in fact the legion of posts all saying the same thing is undermining their point of view.
sr. daniel (daniel era profeta), de vez em quando lá venho ver o seu blog. mas é escusado, não tem nem o descernimento nem a sabedoria do profeta homónimo.talvez daqui por alguns anos volte cá para ver se alguma coisa mudou (ilusões, talvez!). espero que entretanto aprenda alguma coisa para além de lugares comuns. pode começar por ler o livro do profeta daniel.
já agora, o senhor não tem mais nada que fazer senão publicar comentários de estúpidos ignorantes como essa coisa do euroliberal (até o nome é estúpido)? para arrumar de vez com essa coisa deixo aqui uma frase de Einstein (este também era nazi-sionista, aliás esta cadeira que tenho aqui ao meu lado também é nazi-sionista. hoje em dia, aliás, qualquer coisa que mexa é nazi-sionista!):
“duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. quanto ao universo, ainda não tenho a certeza absoluta”. toma e embrulha.
vale! e que Deus o abençoe, a si daniel, evidentemente!
Pois, a Palestina (os palestinianos) apenas serve aos países árabes - e a ‘esquerda’ europeia, para a cruzada anti-israel. Que nem precisavam. Israel dá motivos de sobra para. Mas a verdade é que a situação da palestina e dos palestinianos não é (só) devido a israel, mas sim essencialmente ao oportunismo. E neste oportunismo entra a ONU e as suas agências especializadas. Propaganda? a ONU sbe o que faz… Basta ver que com tantos refugiados no mundo os palestinianos são os únicos a ter uma agência própria. E façam as contas a quantos funcionários da ONU e de imensas ONG vivem à conta dos palestinianos.
De resto israelitas e palestinianos podem ir destruindo. Nós (União Europeia, Estados Unidos e Noruega) pagamos.
Que evite punir um milhão e meio de civis. Se der, claro.
… Se der, claro, e caso não dê o PS e o PSD e o CDS compreendem, tanto que, por mostrar boa fé, o primeiro já se dispõe a correr sobre o muro derrubado em sentido inverso, o sigundo, a seguir-lhe o passo e o terceiro, enfim, poderá sempre encarregar-se do trabalho de sapa, tão difícil …
pândega a gente dessa camada que, lá diz um, frequenta a estrada larga do tal poder corrupto.
Daniel, se me permite, gostaria de dizer ao Henrique Morais o que um 1º ministro socialista deveria fazer - o mesmo que fez um 1º ministro socialista, chamado Olof Palme, face a outro estado racista e genocida, a África do Sul do apartheid. Boicote aos produtos, isolamento diplomático, apoio à resistência.
Houve um tempo, que alguns de nós recordam, em que os partidos socialistas aplicavam, interna e externamente, políticas socialistas. Defunta a URSS, tais políticas deixaram de servir os patocinadores e se hoje sobrevivem é porque o logotipo ainda tem algum valor.
Se fosse Israelita defenderia um só Estado, com direitos iguais para todos, judeus, cristãos ou muçulmanos.
Se fosse Palestiniano resistiria até acabar o apartheid e a Lei ser igual para todos, imigrantes e refugiados.
Estou a gostar de ver os comentários. Concordo com o Euroliberal, e o próprio Daniel, apesar de desconhecer alguns pontos que são considerados factos por o Daniel, a verdade é que o que resta da Palestina nos dias de hoje não dá para criar uma tal nação Palestina sustentável, e os que mandam rocketes, estão a manda-los para os seus terrenos ilegitimamente ocupados.
Outro ponto interessante é que tanto o Daniel como o Euroliberal, por assumirem estar indignados com a situação e acharem que Israel está a oprimir um povo, ao nível de um holocausto-hipócrita, estes dois são considerados anti-semitas, e numa segunda fase até poderiam ser considerados nazi-fascistas.
Não é fácil ter liberdade de opinião em Portugal nos dias que correm, sem ser censurado por o politicamente correcto, em que se fala muito bem mas o que se diz, não vele um pequeno bocado de bosta, exemplo o post do Sr. João Costa.
utunumsit, aprovo os do euroliberal (com quem quase nunca concordo) e aprovo os seus, que apenas vem aqui ser deselegante. Não preciso de ter pouco para fazer. É rápido.
Costa, Gaza, Cisjordânia e Jerusalém Oriental estiveram durante esse tempo ocupados por Israel.
Daniel, não é que duvide de você ou do Euroliberal, mas todos os livros de História que entretanto consultei, são inabaláveis: entre 1948 e 1967, nem Gaza nem Cisjordânia estiveram ocupados por Israel.
Ora se o Daniel e o Euroliberal têm razão, então temos uma gigantesca mistificação à escala mundial em que os sionistas lograram enganar toda a gente incluindo os historiadores.
E se assim é, então é gente muito poderosa e se calhar o Hitler até tinha razão.
A lei da cidadania de Israel é igual à nazi
Segundo a lei de retorno, por exemplo, qualquer judeu, seja ele askenazin (turco-khazar), semita, falacha, americano, russo ou alemão, tem direito imediatamente à nacionalidade e à residência em Israel, se a solicitar. Um palestiniano, cuja família aí já viva há 4000 anos, se foi expulso, não pode voltar à terra natal, porque não tem o “boa” religião, ou seja, não pertence ao povo eleito… RACISMO NAZI PURO ! Só essa lei constituiria um obstáculo intransponível a uma eventual adesão israelita à UE.
Um casal iraniano decidiu emigrar para Israel. É um caso verdadeiro. Ele, de religião judaica, foi logo admitido e recebeu a nacionalidade israelita. A mulher, muçulmana, foi recusada liminarmente (mesmo o simples direito de residência) e continua em Istambul à espera… Racismo, não ?
Se um Israelita árabe quiser casar com uma palestiniana têm de ir viver na Cisjordânia, porque em Israel, de que o marido tem o passaporte, não é possível. RACISMO NAZI, não ?
Pior ainda que os nazis: estes ao anexarem a Alsácia e a Lorena francesas não roubaram terras nem casas a ninguém, nem privarem ninguém do direito de residência nem de nacionalidade. Só esta é que mudou, era francesa, passou a ser alemã. Os nazis da kippa no entanto anexaram a Palestina, e roubaram tudo aos seus habitantes autóctones, que massacraram e obrigaram os sobreviventes a exilarem-se depois de lhes terem tirado a nacionalidade ! Isso nem os nazis !
Chamar nazis aos sionistas é pois insultuoso, sim, mas PARA OS NAZIS !
P.S. Gaza só foi ocupada em 1967, mas a Palestina de que faz parte está sob ocupação ilegal desde 1948. Desde a Nakba, a catástrofe…
utunumsit, um caso perdido de ignorância nazi-sionista… Agora cita Albert Einstein…
Einstein ? Esse era um judeu decente, logo ferozmente anti-sionista ! Ora vejam:
Einstein Letter Warning Of Zionist Facism In Israel
Letter That Albert Einstein Sent to the New York Times
1948, Protesting the Visit of Menachem Begin
http://www.rense.com/general59/ein.htm
Parece que a estupidez humana que ele denunciava era a sionista…. Toma e embrulha…
A. Einstein ? Um judeu ferozmente anti-sionista, que não hesitava em chamar nazis aos nazi-sionistas…
Interessantíssimo este manifesto de intelectuais judeus (Albert Einstein, Hannah Arendt…) em que se critica violentamente o nazi-sionismo:
http://www.rense.com/general59/ein.htm
“Gaza só foi ocupada em 1967″
Ah, bem me parecia.
Mas então voltamos ao mesmo. Porque é que os arabes não constituiram então o estado palestinano, se estavam na posse de todas as terras que a ONU lhes atribuiu?
Costa:
Gaza não é um país, mas parte de um país. Os palestinianos só podem ter o seu estado no território da Palestina: do Jordão ao mar, de Kiryat Shmona a Eilat. Nem menos um centímetro. A Palestina não está à venda e eles nunca venderam parte dela. Foram roubados. E quem veste o alheio, na praça o despe. Quando digo palestinianos, digo habitantes da Palestina, não muçulmanos ou árabes. Porque há palestinianos muçulmanos, cristãos e judeus. Que sempre viveram em paz, numa sociedade, multicultural e sem fundamentalismos. Até que a escória nazi-sionista, os fundamentalistas da kippa provocaram a catástrofe (Nakba) em 1948…
P.S. Houve aí para cima um sionista que citou uma frase célebre de Einstein sobre a estupidez infinita de alguns… Esquece que Einstein estava a referir-se muito particularmente aos nazi-sionistas que ele, como judeu decente, desprezava… Vejam aqui:
http://www.rense.com/general59/ein.htm
http://www.espacoacademico.com.br/007/07trag_jud01.htm
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=311
Há aqui gente que fala muito (incluindo o Daniel…) mas que afinal sabem muito pouco de história….
Costa:
Será que aceitaria que a ONU atribuisse o Algarve aos holandeses que por lá se têm instalado e aos algarvios Messines e Castro Marim? Que legitimidade teria tal atribuição para um algarvio?
Nestes mapas pode visualizar a evolução da ocupação da Palestina. Não vejo neles nenum ponto em que os palestinianos tenham sido chamados a pronunciar-se sobre os desígnios das potências para o seu futuro.
Israel é o ultimo resquício do colonialismo e precisamente por isso está condenado a desaparecer como estado judeu, racista e genocida. Só a integração dos palestinianos, incluindo os refugiados, com plenos direitos de cidadania, pode assegurar a paz.