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Que se calem a Kate Mccann, o Barra da Costa e o Moita Flores.
Agora é o momento de Luiz Felipe Scolari, Rui Santos e Fernando Seara.
Um estrangeiro suspeito, um especialista informado e um autarca televisivo. Em fórmulas que resultam não se mexe.


Sem respostas ao post “Não perca a nova novela da noite”  

  1. 1 1  josé Manuel Faria

    Scolari deu um triste espectáculo na rtp1.

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  2. 2 2  Sebastião Dias

    Falem bem dos McCann, falam mal dos McCann, mas claro, todos falam dos McCann. E o Daniel está dentro do mesmo saco. É por também se preocupar com a audiência do blog?

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  3. 3 3  Daniel Oliveira

    Conte os meus posts sobre os McCainn e compare com a abertura noticiosa. O assunto é relevante. O problema é a overdose.

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  4. 4 4  MetroidSamus

    Parece que os nossos heróis futeboleiros escreveram (?) que Filipão agiu em defesa do país, segundo ouvi num Tv. Acho que todos os portugueses deviam pendurar bandeiras juntamente com a foto deste nosso novo Afonso Henriques euma velinhas em nome de Virgem Caravaggio

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  5. 5 5  Golfinho

    Daniel,

    na secção do “Peixe Graúdo”, os links não estão correctos.

    Desculpe este off-topic

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  6. 6 6  José Rodrigues

    O Daniel garante que não vai alimentar a novela no Eixo do Mal e se vai recusar a falar destes dois assuntos? Cá estarei para ver. E já que falou em novelas, o que acha da novela, vai tão longa quanto estas, da estada do Dalai Lama em Portugal? Ou há novelas finas e novelas rascas?

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  7. 7 7  Daniel Oliveira

    José Rodrigues, o tibete é um assunto elevante

    Claroi que vou falar do assunto no Eixo do Mal

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  8. 8 8  marieta

    “o Tibete é um assunto relevante”

    “claro que vou falar dele”

    mas, Daniel, não esqueça, acrescente aos 50 anos de “opressão” discutível (os monges convivem, de boa mente, com os seus irmãos chinos) mais os setecentos, dois mil, três mil, de natural pertença!

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  9. 9 9  Demétrio Alves

    Embora o caso Filipão seja interessante e grave, estou mais interessado em esclarecer outras coisas.

    O a. pacheco vem-se revelando um indivíduo sem ética, completamente desprovido de escrúpulos, fazendo da sua intervenção política um almanaque de difamações.
    Não me parece que isto seja o paradigma da intervenção política de uma esquerda que se diz muito rigorosa e revolucionária.
    O a. pacheco deverá explicitar, de uma forma clara, quais foram as negociatas em que eu participei quando estive em Loures, caso contrário tenho que o colocar em tribunal para que isto fique esclarecido.
    É uma repugnante mentira que eu tenha sido “acusado” de ter usado indevidamente meios públicos. Não fui acusado e muito menos condenado. O que aconteceu, poucos dias antes das eleições de 1997, foi ter havido uma “denúncia anónima” publicitada num canal de televisão comandado, em termos noticiosos, pelo irmão do António Costa. Nunca ninguém politicamente deu a cara formulando as acusações.
    O que então “foi denunciado” já tinha, havia muito tempo, sido esclarecido por mim na câmara. Tudo aquilo foi feito da forma cobarde e rasteira que caracteriza agora as intervenções e afirmações do a. Pacheco.
    Aliás, naquela altura, os meus adversários, apesar de tudo derrotados nas eleições, não se ficaram por aí. Instalados no poder central (Costa, Cravinho, o Alberto do governo civil, etc.,) e ajudados por “jornalistas” sem escrúpulos difundiram a ideia de que eu tinha “fugido com os votos”, e viciado as eleições. Movi por isso um processo à Helena Sanches Osório (muito chegada ao Cravinho) que ganhei em primeira instância, tendo ela falecido antes da decisão do recurso. O meu advogado, José António Barreiros, sofreu na altura várias pressões do António Costa e do Cravinho. A maltosa sem vergonha, da estirpe do a.pacheco, regalavam-se ajudando o PS a difundir a mentira.
    Com a ajuda de uma magistrada inenarrável houve mesmo lugar a um largo inquérito e recontagem de votos: no entanto, como não poderia ser de outra forma, quatro meses depois ganhámos…..ainda com mais votos, dando uma lição nos golpistas do PS e à canzoada oportunista da mesma laia.
    O a.pacheco também mente despudoradamente quando diz que fui corrido pelo PCP de Loures. Foi público e notório que, em 1999, o PCP não queria que eu saísse da CML em protesto pela formação anómala do município de Odivelas, mas eu, pouco disciplinadamente, aliás, insisti em renunciar, por não me conformar com aquilo que ainda hoje entendo ter sido uma golpada inconstitucional.
    E também é conhecido que, recentemente, fui eu que rescindi contrato em Setúbal por razões que foram tornadas públicas.
    Claro que eu não serei estimado por todos os membros do PCP. Mas quem o será?
    Os aldrabões que já referi anteriormente puseram ainda a circular que eu seria detentor de uma grande fortuna, designadamente em África, tendo sido por isso que saí de Loures. Por acaso é completamente falso porque vivo, e sempre vivi, do produto do meu trabalho remunerado.
    Como diria a Hermínia, anda Pacheco, veja lá se é mais rigoroso e honesto.

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  10. 10 10  Fado Alexandrino

    Reparo agora com o seu post que há algo comum.
    Em ambos os assuntos há autarcas!

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  11. 11 11  Demétrio Alves

    Embora o caso Filipão seja interessante e grave, estou mais interessado em esclarecer outras coisas.

    O a. pacheco vem-se revelando um indivíduo sem ética, completamente desprovido de escrúpulos, fazendo da sua intervenção política um almanaque de difamações.
    Não me parece que isto seja o paradigma da intervenção política de uma esquerda que se diz muito rigorosa e revolucionária.
    O a. pacheco deverá explicitar, de uma forma clara, quais foram as negociatas em que eu participei quando estive em Loures, caso contrário tenho que o colocar em tribunal para que isto fique esclarecido.
    É uma repugnante mentira que eu tenha sido “acusado” de ter usado indevidamente meios públicos. Não fui acusado e muito menos condenado. O que aconteceu, poucos dias antes das eleições de 1997, foi ter havido uma “denúncia anónima” publicitada num canal de televisão comandado, em termos noticiosos, pelo irmão do António Costa. Nunca ninguém politicamente deu a cara formulando as acusações.
    O que então “foi denunciado” já tinha, havia muito tempo, sido esclarecido por mim na câmara. Tudo aquilo foi feito da forma cobarde e rasteira que caracteriza agora as intervenções e afirmações do a. Pacheco.
    Aliás, naquela altura, os meus adversários, apesar de tudo derrotados nas eleições, não se ficaram por aí. Instalados no poder central (Costa, Cravinho, o Alberto do governo civil, etc.,) e ajudados por “jornalistas” sem escrúpulos difundiram a ideia de que eu tinha “fugido com os votos”, e viciado as eleições. Movi por isso um processo à Helena Sanches Osório (muito chegada ao Cravinho) que ganhei em primeira instância, tendo ela falecido antes da decisão do recurso. O meu advogado, José António Barreiros, sofreu na altura várias pressões do António Costa e do Cravinho. A maltosa sem vergonha, da estirpe do a.pacheco, regalavam-se ajudando o PS a difundir a mentira.
    Com a ajuda de uma magistrada inenarrável houve mesmo lugar a um largo inquérito e recontagem de votos: no entanto, como não poderia ser de outra forma, quatro meses depois ganhámos…..ainda com mais votos, dando uma lição nos golpistas do PS e à canzoada oportunista da mesma laia.
    O a.pacheco também mente despudoradamente quando diz que fui corrido pelo PCP de Loures. Foi público e notório que, em 1999, o PCP não queria que eu saísse da CML em protesto pela formação anómala do município de Odivelas, mas eu, pouco disciplinadamente, aliás, insisti em renunciar, por não me conformar com aquilo que ainda hoje entendo ter sido uma golpada inconstitucional.
    E também é conhecido que, recentemente, fui eu que rescindi contrato em Setúbal por razões que foram tornadas públicas.
    Claro que eu não serei estimado por todos os membros do PCP. Mas quem o será?
    Os aldrabões que já referi anteriormente puseram ainda a circular que eu seria detentor de uma grande fortuna, designadamente em África, tendo sido por isso que saí de Loures. Por acaso é completamente falso porque vivo, e sempre vivi, do produto do meu trabalho remunerado.
    Como diria a Hermínia, anda Pacheco, veja lá se é mais rigoroso e honesto.

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  12. 12 12  Ana Vidal

    Nada como uma novela para substituir outra. Ou um bom filme. Neste caso, o Million Dollar Mister. Muito circo é o que é preciso, quando o pão não abunda.

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  13. 13 13  Justicialista

    Por acaso, ontem vinha no autocarro e umas senhoras nos seus 30/35 anos vinham a chamar os mais obscenos nomes à mãe da Maddie. Hoje, no meu mesmo autocarro, vinham as mesmas duas senhoras a comentar que que os brasileiros são “selvagens por natureza”, isto a propósito do murro de Scolari.

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  14. 14 14  nuno casto

    eu acho que piada que ainda haja malta que duvida que scolari deu um murro no sérvio. tenho a fotografia que prova o idesmentível
    http://obloguequalquer.blogspot.com/

    quanto aos McCann é a história mais interessante desde que o santana lopes levou pontapés da incubadora. a seguir com muita atenção…

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