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	<title>Comentários em: Agora era começar a puxar o fio do novelo</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 14:14:59 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Samuel de Paiva Pires</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/agora-era-comecar-a-puxar-o-fio-do-novelo/#comment-27088</link>
		<dc:creator>Samuel de Paiva Pires</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 02:11:40 +0000</pubDate>
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		<description>Daniel, mas era puxar o novelo aí e em todo o lado. Como por exemplo na Câmara Municipal de Salvaterra de Magos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel, mas era puxar o novelo aí e em todo o lado. Como por exemplo na Câmara Municipal de Salvaterra de Magos&#8230;</p>
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		<title>Por: JB</title>
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		<dc:creator>JB</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 18:01:26 +0000</pubDate>
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		<description>E para quando chamar para declarações, o senhor Jacinto Capelo Rego?
Ou foram buscá-lo de submarino?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E para quando chamar para declarações, o senhor Jacinto Capelo Rego?<br />
Ou foram buscá-lo de submarino?</p>
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		<title>Por: araujo</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/agora-era-comecar-a-puxar-o-fio-do-novelo/#comment-27086</link>
		<dc:creator>araujo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 09:42:07 +0000</pubDate>
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		<description>Atenção com o puxar do novelo!
Sabemos o que vem lá atrás?
Será por isso que todos (ou alguns) estão tão caladinhos, como diz o EFE?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Atenção com o puxar do novelo!<br />
Sabemos o que vem lá atrás?<br />
Será por isso que todos (ou alguns) estão tão caladinhos, como diz o EFE?</p>
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		<title>Por: Manuel Leão</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/agora-era-comecar-a-puxar-o-fio-do-novelo/#comment-27085</link>
		<dc:creator>Manuel Leão</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 19:52:08 +0000</pubDate>
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		<description>Não terá sido, por certo, o único caso.

Agora, foi julgado este. Esperemos pelos outros.

A mim sempre me ensinaram: - ninguém dá nada "de graça". Por vezes nem a esmola é gratis.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não terá sido, por certo, o único caso.</p>
<p>Agora, foi julgado este. Esperemos pelos outros.</p>
<p>A mim sempre me ensinaram: - ninguém dá nada &#8220;de graça&#8221;. Por vezes nem a esmola é gratis.</p>
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		<title>Por: Stran</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/agora-era-comecar-a-puxar-o-fio-do-novelo/#comment-27084</link>
		<dc:creator>Stran</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 15:38:30 +0000</pubDate>
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		<description>E agora, Daniel? O Silêncio!

[Caro Daniel compreendo pelo conteudo do comentário que ele não seja publicado, mas gostaria que o lesse com atenção]

Escrevi no meu blogue algumas questões que gostava de ver esclarecido. No entanto o Daniel não respondeu, ou melhor respondeu com o silêncio.

Este silêncio é sintomático do que actualmente acontece no mundo político em que se insere. Um silêncio sufocante que estrangula aquelas pessoas que não são mais que simples pessoas. Julgo que as dúvidas eram legítimas e que no mínimo um “não posso responder” bastava.
Bem, talvez seja o preconceito que me faz escrever estas linhas, o preconceito de quem imagina que você leu o meu comentário no seu blogue mas, vindo de quem vem, julgou que não valia a pena responder. Este preconceito nasce de quem já o viu responder a questões levantadas de menor valor, simples provocações, mas que eram provenientes de pessoas que tinham mais visibilidade.

Assim, embora tenha um estilo diferente, não deixa de cometer o mesmo erro que os nossos políticos, aliás da sociedade em geral comete: o de não ouvir quem é pequeno, quem está por baixo. Nós que apenas temos uns “blogues de vizinhos”, com poucas visitas.

Julgo que a mensagem politica e a própria politica deveria ser feita para pessoas como nós, que estamos afastadas dos microfones e não para os media, para os jornais ou simplesmente para blogues com mais visitas.

Este é o silêncio que faz com que haja um “nós” e um “eles”, que afasta pessoas da política e que os deixa num estado crescente de desespero. Desespero de quem olha à volta e não vê mais ninguém que pessoas iguais a ele próprio, impotentes para provocar uma real mudança, mas perfeitamente conscientes do que está a acontecer à sua volta!

Obrigado à mesma pela disponibilidade de publicar este e o outro comentário, e peço desculpa adiantado caso me tenha enganado no meu julgamento</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E agora, Daniel? O Silêncio!</p>
<p>[Caro Daniel compreendo pelo conteudo do comentário que ele não seja publicado, mas gostaria que o lesse com atenção]</p>
<p>Escrevi no meu blogue algumas questões que gostava de ver esclarecido. No entanto o Daniel não respondeu, ou melhor respondeu com o silêncio.</p>
<p>Este silêncio é sintomático do que actualmente acontece no mundo político em que se insere. Um silêncio sufocante que estrangula aquelas pessoas que não são mais que simples pessoas. Julgo que as dúvidas eram legítimas e que no mínimo um “não posso responder” bastava.<br />
Bem, talvez seja o preconceito que me faz escrever estas linhas, o preconceito de quem imagina que você leu o meu comentário no seu blogue mas, vindo de quem vem, julgou que não valia a pena responder. Este preconceito nasce de quem já o viu responder a questões levantadas de menor valor, simples provocações, mas que eram provenientes de pessoas que tinham mais visibilidade.</p>
<p>Assim, embora tenha um estilo diferente, não deixa de cometer o mesmo erro que os nossos políticos, aliás da sociedade em geral comete: o de não ouvir quem é pequeno, quem está por baixo. Nós que apenas temos uns “blogues de vizinhos”, com poucas visitas.</p>
<p>Julgo que a mensagem politica e a própria politica deveria ser feita para pessoas como nós, que estamos afastadas dos microfones e não para os media, para os jornais ou simplesmente para blogues com mais visitas.</p>
<p>Este é o silêncio que faz com que haja um “nós” e um “eles”, que afasta pessoas da política e que os deixa num estado crescente de desespero. Desespero de quem olha à volta e não vê mais ninguém que pessoas iguais a ele próprio, impotentes para provocar uma real mudança, mas perfeitamente conscientes do que está a acontecer à sua volta!</p>
<p>Obrigado à mesma pela disponibilidade de publicar este e o outro comentário, e peço desculpa adiantado caso me tenha enganado no meu julgamento</p>
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		<title>Por: tonibler</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/agora-era-comecar-a-puxar-o-fio-do-novelo/#comment-27083</link>
		<dc:creator>tonibler</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 15:10:06 +0000</pubDate>
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		<description>Curioso como todos, mas todos, os jornalistas classificam como histórica uma decisão que, perante um caso de corrupção pura, tem uma pena de multa de estacionamento. Crime é meter os preservativos nas despesas de saúde, isto só merece uma multa...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Curioso como todos, mas todos, os jornalistas classificam como histórica uma decisão que, perante um caso de corrupção pura, tem uma pena de multa de estacionamento. Crime é meter os preservativos nas despesas de saúde, isto só merece uma multa&#8230;</p>
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		<title>Por: Dalila</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/agora-era-comecar-a-puxar-o-fio-do-novelo/#comment-27082</link>
		<dc:creator>Dalila</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 14:42:25 +0000</pubDate>
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		<description>Este caso só foi descoberto porque a Empresa a quem foi paga a publicidade foi sujeita a uma fiscalização dos Serviços de Finanças por qualquer outro motivo.Contudo pelos contornos parece que não é fácil descobrir estes casos.A lei do financiamento dos partidos politicos é muito complicada,tem uma série de exigencias que dificultam a contabilidade dos partidos,mas no entanto com ela não se descobria nada,a menos que todos os anos houvesse uma rigorosa auditoria fiscal o que não acontece</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este caso só foi descoberto porque a Empresa a quem foi paga a publicidade foi sujeita a uma fiscalização dos Serviços de Finanças por qualquer outro motivo.Contudo pelos contornos parece que não é fácil descobrir estes casos.A lei do financiamento dos partidos politicos é muito complicada,tem uma série de exigencias que dificultam a contabilidade dos partidos,mas no entanto com ela não se descobria nada,a menos que todos os anos houvesse uma rigorosa auditoria fiscal o que não acontece</p>
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		<title>Por: rosinha dos limões</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/agora-era-comecar-a-puxar-o-fio-do-novelo/#comment-27081</link>
		<dc:creator>rosinha dos limões</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 13:40:40 +0000</pubDate>
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		<description>Permito-me repetir a pergunta de JOANA AMARAL DIAS no "Bicho Carpinteiro": E as contrapartidas, alguém explica???
Respondo eu: Por falta de indícios o MP arquivou o processo!!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Permito-me repetir a pergunta de JOANA AMARAL DIAS no &#8220;Bicho Carpinteiro&#8221;: E as contrapartidas, alguém explica???<br />
Respondo eu: Por falta de indícios o MP arquivou o processo!!!!!</p>
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		<title>Por: efe</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/agora-era-comecar-a-puxar-o-fio-do-novelo/#comment-27080</link>
		<dc:creator>efe</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 12:49:53 +0000</pubDate>
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		<description>E porque será que os outros partidos estão caladinhos que nem ratos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E porque será que os outros partidos estão caladinhos que nem ratos?</p>
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		<title>Por: josé Manuel Faria</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/agora-era-comecar-a-puxar-o-fio-do-novelo/#comment-27079</link>
		<dc:creator>josé Manuel Faria</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 12:31:11 +0000</pubDate>
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		<description>E com restes dinheiros se venceram algumas eleições. É nas campanhas eleitorais autárquicas que estas situações são mais usuais.

Em pequenos concelhos gastam-se centenas de milhares de euros, vindos  quase sempre das construtoras para mais tarde ganharem concursos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E com restes dinheiros se venceram algumas eleições. É nas campanhas eleitorais autárquicas que estas situações são mais usuais.</p>
<p>Em pequenos concelhos gastam-se centenas de milhares de euros, vindos  quase sempre das construtoras para mais tarde ganharem concursos.</p>
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