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	<title>Comentários em: Barraca internacional</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
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		<item>
		<title>Por: Victor Rosa de Freitas</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/barraca-internacional/comment-page-1/#comment-26315</link>
		<dc:creator>Victor Rosa de Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 19:55:56 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;A PJ, por sua vez, podia internamente fazer um esforço para separar o trigo do joio. Livrar-se daqueles que, enquanto agentes de investigação criminal, vestem a pele de ovelhinha de vez em quando e anonimamente deixam caír para os jornais uma série de patacoadas que para além de intoxicarem o inconsciente colectivo para lá do limite do suportável, pelos vistos, nem ponta têm de verdade.&quot;

Ora, ora:

A PJ actua SEMPRE assim. Faz parte das suas &quot;tácticas&quot; de investigação deixar cair certos &quot;factos&quot; para a Imprensa, para ver como se mexe o &quot;peixe&quot; de que suspeita e apreciar os seus passos, na expectativa de que cometam &quot;erros&quot; para os apanhar com a &quot;boca na botija&quot; ou em &quot;contradição&quot;; por outro lado, mas não menos importante, para preparar a opinião pública no sentido que lhe &quot;convém&quot;: quando o Popularéu começa a acreditar que uma determinada história é &quot;verdadeira&quot; está meio caminho andado para condenação na &quot;justiça&quot; dos seus protagonistas e actores.

É sempre assim, ou já esqueceram o &quot;caso&quot; Joana?

Qual o interesse da PJ em fazê-lo? É simples: &quot;resolver&quot; o caso que &quot;queima&quot;, arranjar um bode espiatório, seja culpado ou inocente, e salvar a sua IMAGEM de eficiência (mas às vezes falha, porque ainda há &quot;vozes&quot; que denunciam a &quot;marosca&quot;).

Mais uma vez recomendo a leitura de

 http://vickbest.blogspot.com/2007/09/o-meu-caso-o-caso-mc-cann-justia.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A PJ, por sua vez, podia internamente fazer um esforço para separar o trigo do joio. Livrar-se daqueles que, enquanto agentes de investigação criminal, vestem a pele de ovelhinha de vez em quando e anonimamente deixam caír para os jornais uma série de patacoadas que para além de intoxicarem o inconsciente colectivo para lá do limite do suportável, pelos vistos, nem ponta têm de verdade.&#8221;</p>
<p>Ora, ora:</p>
<p>A PJ actua SEMPRE assim. Faz parte das suas &#8220;tácticas&#8221; de investigação deixar cair certos &#8220;factos&#8221; para a Imprensa, para ver como se mexe o &#8220;peixe&#8221; de que suspeita e apreciar os seus passos, na expectativa de que cometam &#8220;erros&#8221; para os apanhar com a &#8220;boca na botija&#8221; ou em &#8220;contradição&#8221;; por outro lado, mas não menos importante, para preparar a opinião pública no sentido que lhe &#8220;convém&#8221;: quando o Popularéu começa a acreditar que uma determinada história é &#8220;verdadeira&#8221; está meio caminho andado para condenação na &#8220;justiça&#8221; dos seus protagonistas e actores.</p>
<p>É sempre assim, ou já esqueceram o &#8220;caso&#8221; Joana?</p>
<p>Qual o interesse da PJ em fazê-lo? É simples: &#8220;resolver&#8221; o caso que &#8220;queima&#8221;, arranjar um bode espiatório, seja culpado ou inocente, e salvar a sua IMAGEM de eficiência (mas às vezes falha, porque ainda há &#8220;vozes&#8221; que denunciam a &#8220;marosca&#8221;).</p>
<p>Mais uma vez recomendo a leitura de</p>
<p> <a href="http://vickbest.blogspot.com/2007/09/o-meu-caso-o-caso-mc-cann-justia.html" rel="nofollow">http://vickbest.blogspot.com/2007/09/o-meu-caso-o-caso-mc-cann-justia.html</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Arquiduquesa de Grayskull</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/barraca-internacional/comment-page-1/#comment-26314</link>
		<dc:creator>Arquiduquesa de Grayskull</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 17:28:25 +0000</pubDate>
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		<description>Se estivemos à altura deste caso, com eficiência, brio, organização, independência, profissionalismo, rigor e ética, é a pergunta que merece ser feita a esta altura do campeonato. Com tantas trocas e baldrocas, não é o que parece.

Em termos de investigação criminal, alguém, sem ser o próprio Estado, sabe dizer se os métodos actualmente utilizados pela PJ são adequados? Se são actuais? Se a PJ está tecnologicamente apetrechada como convém e se, acima de tudo, sabe usar essa tecnologia?...

E outra questão: foi possível fazer esta investigação de forma independente? Se sim, como encarar o interesse manifestado por Gordon Brown a José Sócrates neste caso McCann especificamente? Com naturalidade?!

E uma investigação que dispensa, a meio do caminho, o seu principal coordenador, não fica ferida de morte?

Finalmente, a cereja no topo do bolo: as nossas estruturas policiais foram capazes de gerir com ética e profissionalismo a forte mediatização do caso? Pese embora o sigilo das fontes, quem é esta gente, que durante meses e anonimamente andou a alimentar a imprensa com detalhes sórdidos, caluniosos, mesquinhos e que indiciavam os McCann como culpados? Tudo faz crer que foram pessoas de dentro da própria PJ, o que deixa a desejar a instituição em termos éticos. E quanto aos orgãos de comunicação social que participaram no linchamento público dos pais de Maddie, não tenho a menor dúvida, de que nenhum escapa. Dos menos sérios, aos mais sérios, por todo o lado se transcrevaram suspeitas, com mais aspas, ou menos aspas, mas cujo propósito era sempre o mesmo: garantir audiências desenfreadamente. Seria importante, depois do tanto que se escreveu sobre o caso, que ficassemos pelo menos a perceber, se não o que se passou com a pobre menina de 4 anos, pelo menos o que se andou a passar durante quatro meses com a investigação da PJ. A PJ, por sua vez, podia internamente fazer um esforço para separar o trigo do joio. Livrar-se daqueles que, enquanto agentes de investigação criminal, vestem a pele de ovelhinha de vez em quando e anonimamente deixam caír para os jornais uma série de patacoadas que para além de intoxicarem o inconsciente colectivo para lá do limite do suportável, pelos vistos, nem ponta têm de verdade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se estivemos à altura deste caso, com eficiência, brio, organização, independência, profissionalismo, rigor e ética, é a pergunta que merece ser feita a esta altura do campeonato. Com tantas trocas e baldrocas, não é o que parece.</p>
<p>Em termos de investigação criminal, alguém, sem ser o próprio Estado, sabe dizer se os métodos actualmente utilizados pela PJ são adequados? Se são actuais? Se a PJ está tecnologicamente apetrechada como convém e se, acima de tudo, sabe usar essa tecnologia?&#8230;</p>
<p>E outra questão: foi possível fazer esta investigação de forma independente? Se sim, como encarar o interesse manifestado por Gordon Brown a José Sócrates neste caso McCann especificamente? Com naturalidade?!</p>
<p>E uma investigação que dispensa, a meio do caminho, o seu principal coordenador, não fica ferida de morte?</p>
<p>Finalmente, a cereja no topo do bolo: as nossas estruturas policiais foram capazes de gerir com ética e profissionalismo a forte mediatização do caso? Pese embora o sigilo das fontes, quem é esta gente, que durante meses e anonimamente andou a alimentar a imprensa com detalhes sórdidos, caluniosos, mesquinhos e que indiciavam os McCann como culpados? Tudo faz crer que foram pessoas de dentro da própria PJ, o que deixa a desejar a instituição em termos éticos. E quanto aos orgãos de comunicação social que participaram no linchamento público dos pais de Maddie, não tenho a menor dúvida, de que nenhum escapa. Dos menos sérios, aos mais sérios, por todo o lado se transcrevaram suspeitas, com mais aspas, ou menos aspas, mas cujo propósito era sempre o mesmo: garantir audiências desenfreadamente. Seria importante, depois do tanto que se escreveu sobre o caso, que ficassemos pelo menos a perceber, se não o que se passou com a pobre menina de 4 anos, pelo menos o que se andou a passar durante quatro meses com a investigação da PJ. A PJ, por sua vez, podia internamente fazer um esforço para separar o trigo do joio. Livrar-se daqueles que, enquanto agentes de investigação criminal, vestem a pele de ovelhinha de vez em quando e anonimamente deixam caír para os jornais uma série de patacoadas que para além de intoxicarem o inconsciente colectivo para lá do limite do suportável, pelos vistos, nem ponta têm de verdade.</p>
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	<item>
		<title>Por: Isabel Coutinho</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/barraca-internacional/comment-page-1/#comment-26313</link>
		<dc:creator>Isabel Coutinho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 16:45:00 +0000</pubDate>
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		<description>De uma coisa aqueles pais têm certamente culpa: de terem deixado três crianças a dormir, sozinhas, num quarto que, ao que parece, nem sequer estava fechado para irem jantar com amigos.

Isto, segundo a lei portuguesa configura, ao menos, crime de negligência.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De uma coisa aqueles pais têm certamente culpa: de terem deixado três crianças a dormir, sozinhas, num quarto que, ao que parece, nem sequer estava fechado para irem jantar com amigos.</p>
<p>Isto, segundo a lei portuguesa configura, ao menos, crime de negligência.</p>
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	<item>
		<title>Por: jm</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/barraca-internacional/comment-page-1/#comment-26312</link>
		<dc:creator>jm</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 12:29:21 +0000</pubDate>
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		<description>O mister Brown já disse tudo quando veio assinar o tratado de Lisboa, (ia falar do assunto com o pm português, este por sua vez diz que não falaram no assunto). Isto foi cosinhado com o governo ou ainda há dúvidas? O direct. da pj foi o bombo para encerrar a festa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O mister Brown já disse tudo quando veio assinar o tratado de Lisboa, (ia falar do assunto com o pm português, este por sua vez diz que não falaram no assunto). Isto foi cosinhado com o governo ou ainda há dúvidas? O direct. da pj foi o bombo para encerrar a festa.</p>
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		<title>Por: Victor Rosa de Freitas</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/barraca-internacional/comment-page-1/#comment-26311</link>
		<dc:creator>Victor Rosa de Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 19:10:20 +0000</pubDate>
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		<description>Em 18 de Setembro de 2007 (poucos dias depois da constituição como arguidos dos Mc Cann), foi escrito em

http://vickbest.blogspot.com/2007/09/o-meu-caso-o-caso-mc-cann-justia.html

o que se passava com este caso, em paralelo com o de um magistrado.

Vale a pena reler os arquivos de Setembro de 2007 de

http://www.vickbest.blogspot.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em 18 de Setembro de 2007 (poucos dias depois da constituição como arguidos dos Mc Cann), foi escrito em</p>
<p><a href="http://vickbest.blogspot.com/2007/09/o-meu-caso-o-caso-mc-cann-justia.html" rel="nofollow">http://vickbest.blogspot.com/2007/09/o-meu-caso-o-caso-mc-cann-justia.html</a></p>
<p>o que se passava com este caso, em paralelo com o de um magistrado.</p>
<p>Vale a pena reler os arquivos de Setembro de 2007 de</p>
<p><a href="http://www.vickbest.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.vickbest.blogspot.com</a></p>
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		<title>Por: rosinha dos limões</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/barraca-internacional/comment-page-1/#comment-26310</link>
		<dc:creator>rosinha dos limões</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 18:23:29 +0000</pubDate>
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		<description>OH FADO ALEXANDRINO: Então a jornalista do SOL sabe quem são os responsáveis pelo desaparecimento e não disse à Polícia Judiciária??
É que tudo leva a crer que eles não sabem!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OH FADO ALEXANDRINO: Então a jornalista do SOL sabe quem são os responsáveis pelo desaparecimento e não disse à Polícia Judiciária??<br />
É que tudo leva a crer que eles não sabem!!!</p>
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	<item>
		<title>Por: Daniel Oliveira</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/barraca-internacional/comment-page-1/#comment-26309</link>
		<dc:creator>Daniel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 11:58:18 +0000</pubDate>
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		<description>João, sabe alguma coisa sobre o caso Casa Pia? Se sim, deve comunicar à polícia. Se não, tenha vergonha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João, sabe alguma coisa sobre o caso Casa Pia? Se sim, deve comunicar à polícia. Se não, tenha vergonha.</p>
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	<item>
		<title>Por: tonibler</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/barraca-internacional/comment-page-1/#comment-26290</link>
		<dc:creator>tonibler</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 22:43:52 +0000</pubDate>
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		<description>Não é bem assim. O facto é que a estúpida lei portuguesa impõe um estatuto (curiosamente, sem tradução para outros idiomas) de arguido que, não sendo exactamente suspeito, é público e violador dos direitos das pessoas. Andaram anos numa missão de renovação do código penal e saiu a merda que saiu.
A PJ não vai conseguir aramar mais barraca que o país já armou e um casal de ingleses não me parece mais impotante e merecedor de comentários que todos os portugueses que são vítimas deste semi-feudalismo em que vivemos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não é bem assim. O facto é que a estúpida lei portuguesa impõe um estatuto (curiosamente, sem tradução para outros idiomas) de arguido que, não sendo exactamente suspeito, é público e violador dos direitos das pessoas. Andaram anos numa missão de renovação do código penal e saiu a merda que saiu.<br />
A PJ não vai conseguir aramar mais barraca que o país já armou e um casal de ingleses não me parece mais impotante e merecedor de comentários que todos os portugueses que são vítimas deste semi-feudalismo em que vivemos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; Leitura recomendada</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/barraca-internacional/comment-page-1/#comment-26291</link>
		<dc:creator>O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; Leitura recomendada</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 19:22:45 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Daniel Oliveira, no Arrastão [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Daniel Oliveira, no Arrastão [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: dsm</title>
		<link>http://arrastao.org/justica/barraca-internacional/comment-page-1/#comment-26292</link>
		<dc:creator>dsm</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 18:40:33 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Os tablóides, jornalistas e “especialistas” que participaram no linchamento público dos pais devem se identificados pelos seus próprios leitores/ouvintes/telespectadores para que a partir de agora sejam lidos, ouvidos e vistos com a enorme reserva que merecem. Não é o primeiro nem o segundo caso em que cumprem este triste papel: o de inventar quando não sabem o que dizer. E não será o último. São um cancro na comunicação social e na democracia. Só leitores informados, que se recusem a dar crédito a quem não o merece, os podem neutralizar.&quot; (Daniel Oliveira)

1. &quot;Devem se identificados pelos seus próprios leitores/ouvintes/telespectadores&quot;. Ah sim? E pelos seus colegas, não? E os políticos, também &quot;devem ser identificados pelos&quot; eleitores&quot;? Ou, nesse caso, o Daniel já está disposto a dar uma ajudinha? Essa coisa da auto-regulação é mesmo uma treta monumental, não é?
2. &quot;Não é o primeiro nem o segundo caso em que cumprem este triste papel: o de inventar quando não sabem o que dizer.&quot; Então, como é que o Daniel tem tantas certezas sobre o facto de a PJ se reagir como &quot;uma barata tonta&quot;? Quantas afirmações de &quot;fontes&quot; são pura invenção dos jornalistas?
3. &quot;Só leitores informados, que se recusem a dar crédito a quem não o merece, os podem neutralizar.&quot; E como é que eles se informam? Lendo jornais que inventam &quot;quando não sabem o que dizer&quot; (&quot;não é o primeiro nem o segundo caso&quot;, Daniel? É o terceiro? O quarto? Ou é mais ou menos vulgar?)? Lendo blogues - cada vez mais nas mãos dos boys do Balsemão e do Belmiro?
4. A última questão do n.º anterior qualifica-me fatalmente como assessor do Governo. Não se esqueça de me denunciar ao Luís Pedro Nunes, que me há-de denunciar a alguém; talvez a coisa acabe por sair em Diário da República. Antecipadamente grato, etc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Os tablóides, jornalistas e “especialistas” que participaram no linchamento público dos pais devem se identificados pelos seus próprios leitores/ouvintes/telespectadores para que a partir de agora sejam lidos, ouvidos e vistos com a enorme reserva que merecem. Não é o primeiro nem o segundo caso em que cumprem este triste papel: o de inventar quando não sabem o que dizer. E não será o último. São um cancro na comunicação social e na democracia. Só leitores informados, que se recusem a dar crédito a quem não o merece, os podem neutralizar.&#8221; (Daniel Oliveira)</p>
<p>1. &#8220;Devem se identificados pelos seus próprios leitores/ouvintes/telespectadores&#8221;. Ah sim? E pelos seus colegas, não? E os políticos, também &#8220;devem ser identificados pelos&#8221; eleitores&#8221;? Ou, nesse caso, o Daniel já está disposto a dar uma ajudinha? Essa coisa da auto-regulação é mesmo uma treta monumental, não é?<br />
2. &#8220;Não é o primeiro nem o segundo caso em que cumprem este triste papel: o de inventar quando não sabem o que dizer.&#8221; Então, como é que o Daniel tem tantas certezas sobre o facto de a PJ se reagir como &#8220;uma barata tonta&#8221;? Quantas afirmações de &#8220;fontes&#8221; são pura invenção dos jornalistas?<br />
3. &#8220;Só leitores informados, que se recusem a dar crédito a quem não o merece, os podem neutralizar.&#8221; E como é que eles se informam? Lendo jornais que inventam &#8220;quando não sabem o que dizer&#8221; (&#8220;não é o primeiro nem o segundo caso&#8221;, Daniel? É o terceiro? O quarto? Ou é mais ou menos vulgar?)? Lendo blogues &#8211; cada vez mais nas mãos dos boys do Balsemão e do Belmiro?<br />
4. A última questão do n.º anterior qualifica-me fatalmente como assessor do Governo. Não se esqueça de me denunciar ao Luís Pedro Nunes, que me há-de denunciar a alguém; talvez a coisa acabe por sair em Diário da República. Antecipadamente grato, etc.</p>
]]></content:encoded>
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