Vale a pena ler este artigo de Maria Fernanda Barroca, publicado no “Diário do Minho”. Está na íntegra aqui em baixo. Mais um texto “científico” sobre o tratamento da homossexualidade. «A homossexualidade é uma doença e a medicina ocupa-se também de outras enfermidades que nem sempre se podem curar, como a asma ou o reumático, mas nenhum médico concluiria que não tem sentido submeter esses pacientes a tratamentos, ou estudar novas terapias». E explica: «dentro do homossexual vive um pobre menino que se consome em desejos insatisfeitos». Vele a pena ler na íntegra. No link em baixo.
A terapia das tendências homossexuais
Maria Fernanda Barroca
O psicólogo holandês Gerard vander Aardweg, apoiado na sua experiência clínica, afirma que a homossexualidade se pode superar com uma terapia adequada. No seu entender a ideia de que a homossexualidade não pode mudar é errada. Uma das razões que dá para esta visão fatalista do problema é o escasso número de pessoas que se têm dedicado à investigação e tratamento da homossexualidade.
O grande público olha para a homossexualidade com preconceitos e ideias superadas. Desta atitude se aproveita a estratégia da emancipação dos homossexuais assumidos, que pretendem estabelecer na sociedade alguns dogmas de cariz libertário: «a homossexualidade é uma variante normal da sexualidade»; «o único problema é a discriminação social»; «o homossexual nasce, não se faz»; «o homossexual não pode mudar e muito menos curar-se». Esta última afirmação expressa a atitude fatalista que se encontra cada vez mais difundida.
Há duas categorias de pessoas que se esforçam no tratamento da homossexualidade: uma são os psicólogos, psiquiatras e psico-analistas; outra, os grupos cristãos, de maioria protestante. De facto, quanto mais um homossexual se orientar para a fé em Deus, tanto melhor vê o sentido da sua vida, purifica a sua consciência e ganha vontade de lutar contra as suas tendências desordenadas. As causas devem localizar-se nos anos da juventude e o papel importante que tem neste processo o relacionamento com os pais. No homossexual está subjacente uma personalidade bloqueada, baseada numa vida sexual imatura e infantil. Ainda que os estudiosos do problema diferem na maior ou menor importância que se concede aos factores genéticos, existe um acordo em conceber a homossexualidade como uma reacção perante a dificuldade de se identificar com o próprio sexo, um «problema de identidade sexual».
É de realçar a importância que tem, para que um filho se identifique positivamente com a sua situação sexual, o facto de que tenha estima pelo progenitor do mesmo sexo. O adulto homossexual é uma pessoa que não viveu os anos da juventude com jovens do mesmo sexo. A criança ou o jovem dramatiza a sua situação e procura o afecto das pessoas do mesmo sexo que não o aceitam. Esta necessidade erotizada de atenção leva às fantasias homossexuais. Assim, o psiquiatra holandês Arndt resume esta situação numa fórmula: «dentro do homossexual vive um pobre menino que se consome em desejos insatisfeitos».
A terapia deve orientar-se a ensinar ao paciente a reconhecer e combater toda a gama de expressões de egocentrismo infantil, de medos, de sentimentos de inferioridade, de reacções de protesto, de motivações egocêntricas no modo de encarar a amizade e as relações sociais. O amadurecimento dá-se quando cresce a confiança em si próprio. Só quem se sente homem (ou mulher), e é feliz de o ser, está em condições de sentir atracção pelo outro sexo. Uma mulher lésbica curou-se radicalmente quando entendeu em profundidade o que lhe disse um sacerdote católico, dotado de bom sentido psicológico: «continuas a ser uma menina pequena». No homossexual também existem instintos heterossexuais, mas são bloqueados por um complexo de inferioridade homossexual. Os que desejam tratar-se melhoram em um ou dois anos e com o bem-estar que sentem e a alegria de viver, o seu egocentrismo esfuma-se. Alguns acabam por se enamorar por pessoas do outro sexo, casam e constituem família.
O caminho da libertação para um homossexual não passa pela compaixão e muito menos pelo reconhecimento
da “normalidade” das relações homossexuais. Ora, o que nós vemos actualmente é que os homossexuais querem ser tratados como as outras pessoas, assumindo-se em manifestações provocatórias, exigindo para si um direito que negam aos outros.
A homossexualidade é uma doença e a medicina ocupa-se também de outras enfermidades que nem sempre se podem curar, como a asma ou o reumático, mas nenhum médico concluiria que não tem sentido submeter esses pacientes a tratamentos, ou estudar novas terapias. Com os homossexuais passa-se o mesmo – não há outro caminho de libertação senão a luta por corrigir as tendências desviadas. Caso contrário, à frustração junta-se uma vida infeliz disfarçada por uma ruidosa alegria só aparente, que leva à destruição psíquica e ao desespero.
Muito ligada à homossexualidade está a problemática da SIDA e custa um pouco a aceitar que aqueles que aplicam ao tabaco a frase “a natureza sempre passa factura se se vai contra ela”, excluam a homossexualidade e as suas consequências dramáticas para terem para com eles e elas uma só atitude – compreensão (hipócrita, digo eu). Não precisam os homossexuais de compaixão, muito menos de discriminação, mas sim de serem tratados como doentes a quem é preciso aplicar a terapia adequada.
Por Daniel Oliveira 21 Out 07 em LGBT


A Organização Mundial de Saúde não encara a homossexualidade como doença, há alguns anitos, portanto… este discurso está “fora de tempo”.
Um dia destes escrevo, eu, um “artigo científico” sobre a infância perdida, dos obcecados pela a (homo) sexualidade dos outros.
Cumprimentos, Daniel.
nem me indigno porque a gente vai-se habituando a ler estas barbaridades e depois isto acaba por se banalizar…
Este artigo tem tantas concepções e certezas erradas que nem sei se vale a pena comentar…
Parte do principio que tratar e reprimir são a mesma coisa. De facto não é novidade que se for apresentada uma solução para que um homosexual se consiga misturar com a normalidade este aceita-a sem por em causa as suas consequências. Depois parte do principio que homosexualidade é uma doença do foro psicológico (apenas apresentou como cura psiquiatras e padres) o que já há alguns anos é considerado errado. Esta é uma concepção errada, já há largos anos. Não se consegue tratar a homossexualidade como se de uma perversão se tratasse ou um simples fetiche pouco saudável.
Repito reprimir e tratar não é a mesma coisa.
Depois, segundo interpreto, parte do pricipio que os homosexuais são um grupo homogéneo de pessoas: “assumindo-se em manifestações provocatórias”. Bichas tontas portanto…
Nunca eu me envolvi em ‘manifestações provocatórias’ (de manifestações provocatórias presumo que a sra. inclua andar de mão-dada na rua ou manifestar carinho para com um parceiro… então aí excluo-me), nem vejo nos meus amigos qualquer tentativa de manifestar provocatoriamente os seus sentimentos. A sra terá noção sequer do que é a homosexualidade hoje em dia? de que a concepção gay=sida está há muito ultrapassada? E que o problema pode ser resolvido com uma correcta educação sexual? Saberá a Sra que os homosexuais têm muitas vezes uma melhor educação sexual que muitos heterosexuais?
Fico na dúvida se o Daniel colocou o artigo por discordar das implicações do mesmo ou se de facto concorda.
A ser considerada uma doença poderei portanto meter baixa por homosexualidade!!
na medida em que essa situação provoque sofrimento - como todas as situações comportamentais que provoquem sofrimento - no percebo porque razão não se deve investigar a etilogia do comportamento e as eventuais vias para a superação do comportamento que provoca sofrimento
todos os comportamentos humanso têm uma etiologia ou pensas que não?
AH, estou parvo! Eu até gostava de escrever meia dúzia de coisas, mas depois deste texto…. impossivel. Afinal sou um doente que precisa ser tratado… E eu que achava que era apenas uma pessoas que havia escolhido outra opção sexual, porque a achava mais coerente com aquilo que penso e que sinto. Mas, sim senhor, que pena ter sido descoberta tão tarde (a minha doença). Será que ainda vou a tempo de ser curado.
A senhora… é uma ansiã que milita numa das mais controversas e questionadas organizações da Igreja Católica.
Isso é capaz de explicar alguma coisa.
Esta gente escreve em jornais? Que vergonha! Ler porcarias em blogues ainda vá que não vá.- Gente burra tem os mesmos direitos que gente esclarecida. - Agora ler parvoíce tão concentrada até dói. “Stupidquick”: dá para mais de 40 copos de estupidez! Quem quiser que a beba! Que editor lê isto e deixa a senhora continuar a escrever baboseiras? Ah, esqueçam… jornalinho regional, é para o que dá!
Eis aqui o exemplo acabado como ainda se pode, com sabedoria e sem qualquer sofisma deixar o coro de castrados, que se limita qual papagaios amestrados dizer amem com, o que parece mas nem sequer é, opinião de todos. Meus amigos, fiquem atentos, vivemos num mundo que está cada vez mais palpitante e recebe, melhor do que nunca, as mudanças, desde que estas se afigurem para o bem das sociedades e do individuo, graças a Deus. Não vai há muito tempo que este artigo seria um bem exportável para lugares na terra, onde se lapidam, enforcam, mutilam ou executam outros eficazes meios de cura, homossexuais e outros doentes (ex: adulteras, pacientes de gonocócos adulterus ) e seria ridículo, expo-lo para consumo de sociedades como a nossa, que estão ocupadas com outros males ( tabagismo, pedofilia e terrorismo, por esta ordem), e ainda, parecem apostadas a resolver incómodos sociais que advenham do estado bem estar, sendo o mais complicado de todos, encontrar os meios para manter a qualidade de vida a hordas de aposentados, reformados e crónicos inactivos que, por terem levado uma vida quase perfeita no que diz respeito a comportamentos sãos, teimam em viver muito tempo.
Voltemos ao texto científico, felizmente que este cientista holandês, não se limitou a escrever para o terceiro, quarto e quinto mundo. Disse o que disse, e, dirigiu-o a nós, sim, a nós e ao nosso mundo: um mundo esquecido dos valores do passado, sem intenções de prestar contas a Deus. Deus esse, que Maria Fernanda Barraca ou Barroca ou lá que é, e o psicólogo holandês Gerard vander Aardweg, trataram por Natureza, “natureza que sempre passa factura se se vai contra ela”, dito isto com simplicidade brilhante dos flageladores da Idade Média, que sabiam que a Peste Negra não passava dum castigo do Altíssimo, todavia , ainda hoje há quem duvide dessa evidência. Penso que são os mesmos tratantes que fumam e desviaram os olhos dos doentes físicos, psíquicos e sociais que são os homossexuais.
Lendo bem o texto, podemos concluir que há uma forma de obrigar esses desgraçados a tratamentos adequados, até para os livrar do terrível sofrimento que as suas vidas enfermas, os condenaram. É natural que nós, os saudáveis, queiramos levá-lhes a felicidade (afinal, todos somos iguais ou não há moralidade!)
Atendam à formula conclusiva do eminente holandês, «dentro do homossexual vive um pobre menino que se consome em desejos insatisfeitos». Logo qualquer prática sexual entre homossexuais mesmo que adultos ou mesmo velhos gagás, há sempre um pobre menino, isto implica que está uma criança a ser abusada, se há abuso há crime! ( está a correr muito bem, acho que já ultrapassei o cabrão do médico em bacoradas, esmerei-me ).
Termino deixando um grande bem haja para aos bravos que são capazes de lutar contra a corrente e que sabem encontrar as causas dos infortúnios da humanidade. Bem sei que há males fodidos que dão à Terra este aspecto da retrete onde 0,0001 da população caga em forma de diarreia para cima do restantes 99,9999, mas que querem, é tão difícil pensar em resolver isto quanto mais passar à acção. Filósofos, religiosos, poetas e outros tolos tentaram tudo em vão… Ora, não é reconfortante para a paz de espírito, principalmente dos pequenos espíritos, levar a felicidade (deles) a pobres meninos que se consomem em desejos insatisfeitos? – “era só quem lhes fosse na peida!”
“um pobre menino”? Que ternura!
Este texto não merece comentários sequer. É um chorrilho de asneiras sem qualquer fundamento. A única coisa que me ocorre dizer é que há tantos jornalistas no desemprego que não percebo como um jornal contrata gente deste calibre… Lamentável.
Se eventualmente, para infelicidade de todos, houvesse uma guerra nuclear a nível global, só só sobreviveriam sobre a face da terra baratas e o Daniel Oliveira a falar das baratas homossexuais.
A ser considerada uma doença poderei portanto meter baixa por homosexualidade!!
Posted by: João | outubro 21, 2007 02:35 PM
Será que ainda vou a tempo de ser curado.
Posted by: Paulo Ribeiro | outubro 21, 2007 02:45 PM
Não li nem tenho interesse nenhum em ler o artigo, e também não vi nem tenciono ver o filmo dos cóbois.
Sobre este assunto é muito dificil (aqui) dar opinião.
Por isso apenas digo uma coisa e espero que me contradigam.
Um acto ou é normal ou é anormal.
Eu acho que é normal um homem amar e ter relações com uma mulher e vice-versa
O contrário para mim é anormal e portanto pode ter cura e assim deixo uma nota de esperanças para os queixosos que acima se lamentam.
Para quem não sabe, o Diário do Minho é o jornal da Arquidiocese de Braga…
Mesmo o desejo dito normal (homem-mulher, ou vice versa)consegue ser explicado com eventos decorridos aquando da infancia do um individuo…E claro está que todos somos o produto do meio que nos rodeia…então podemos tirar a ilação que a homossexualidade é uma doença? se sim podemos dizer que a heterosexualidade também a é! e , generalizando qualquer outro comportamento é tambem um doença!
Agora, mesmo concordando que o termo “doença” não se adqua á situação, deixo de concordar com os meus amigos quando afirmam que um comportamento, obesseção ou escolha não é reversivel ou “tratável”, como lhe queiram chamar!
E mais cínico, imperdoável e de uma tremenda violência, ainda é ver-se condenar, às vezes, infalivelmente, o pobre menino sem culpa de coabitar o homossexual!
Entre nós e não só, como se viu da caça a esse canadense, pobre menino, foragido na Tailândia, que nem lá longe os esbirros moralistas deste mundo o deixaram em paz!
Lanço aqui uma questão importante: porque é que os psiquiatras, psicólogos e neurologistas (talvez estes últimos mesmo) não se dedicam a arranjar uma CURA PARA A HOMOFOBIA?
eu bem que não me ando a sentir bem, mas juro que pensei que era gripe!
isto é uma patetice pegada, chocante é o o jornal que publicou pertencer à ICAR e nós darmos dinheiro à mesma indirectamente.
É contra a Igreja que estou pois se foi ela que publicou e publica estas merdas!
Caro Fado Alexandrino, há quem considere que amar um cão é normal. Portanto, aquilo que terceiros pensam da normalidade do meu acto de amar é absolutamente irrelevante, visto que a meus olhos o que interessa é o amor e o desejo, e não o objecto ou a pessoa alvos desse amor.
Não se esqueça duma coisa, a bissexualidade do ser humano é quase tão certa como a morte, embora a maioria se esforce por negar esta tendência.
Doente é quem defende uma teoria destas e quem a publica num jornal… Mas a perseguição à homossexualidade está de volta e em força. Basta referir que o senado norte americano financia estudos no sentido de provar que a homossexualidade é um problema genético… Bem, neste anda e qualquer dia fazem-se abortos, para evitar que as criancinhas sejam bichinhas (ou lésbicas) como se faz com criancinhas com má formação genética e com deficiências consideráveis. É bem. O mundo é uma retrete, como alguém já mencionou.
Hummm…
Ó Daniel, deixe que lhe diga, se a liberização da cannabis na Holanda dá para isto (psicólogos todos pedrados a escrever teorias do olho do cú - passe a piada fácil tendo em conta o tema…) então é melhor ficarmos quietinhos aqui em Portugal, não vá isso dar azo a vermos escrito num qualquer jornal regional que a homossexualidade é uma doença…
Tenho para mim que a senhora em questão é lésbica…ou então é doente mental!
Fado Alexandrino,
Uma opinião ou é normal ou é anormal. Eu acho que é normal aceitar as opções dos outros e eles aceitarem as nossas. O contrário para mim é anormal e portanto pode ter cura e assim deixo uma nota de esperanças para pessoas inseguras da sua sexualidade, como o senhor.
Está certo, não está? Apenas quis seguir a sua linha de raciocínio.
Sebastião, espero que também sobrevivesse o meu caro amigo para haver alguém a incomodar-se com isso mesmo.
Posted by: Daniel Oliveira | outubro 22, 2007 12:04 PM
Muito obrigado.
O senhor deve ser bruxo pois não me conhece e coloca dúvidas sobre a minha sexualidade.
Eu, por mim, não coloco nenhuma dúvida em relação à sua. Tem todo o aspecto de apreciar o belo sexo e espero que tenho muita sorte e faça a felicidade de muitas.
Aqui entre nós que ninguém nos ouve, gostava de ser como o senhor aparenta ser.
Espero não me enganar.
Agora onde eu não estou, seguramente, enganado é no que é normal ou anormal.
Se fosse normal ser homossexual todos o deveríamos ser e a primeira consequência era acabar a humanidade.
Também há pessoas que violam crianças e não passa pela cabeça de ninguém dizer que ser pedófilo é normal.
Mas afinal trata-se apenas de uma manifestação de sexualidade como o ser homo ambas desviantes.
Ou estarei enganado?
Fado, se o senhor pode opinar sobre a sexualidade dos outros porque não podem os outros opinar sobre a sua?
Epá tenho pena de estar a comentar tão tarde, alguém experimentou trocar homossexual por homofóbico
Ui, Daniel, espero que esse seu desejo que eu sobrevivesse consigo num mundo apenas habitado só por si e por baratas não traga água no bico. É que apesar de eu ser um homem de poucas certezas absolutas, algumas ainda mantenho. Estranho esse seu desejo de me eleger a mim. Se eu fosse o último homem no mundo e pudesse escolher alguém com quem viver talvez escolhesse a Scarlett Johanson, mulher que sei que também admira, ou melhor ainda, a Uma Thurman.
Humor à parte, o que habitualmente se econde por detrás de posts referentes à aceitação da homossexualidade, que tem de ser aceite, são os casamentos homossexuais, com que concordo, e a adopção de crianças por parte de casais homossexuais, com que discordo em absoluto.
Caro Daniel,
Acaba de deixar um heterossexual muito confuso. Li o artigo da (outra) senhora e fiquei cheio de vontade de abocar o primeiro marmanjo que me aparecesse à frente. Incomodar malta como esta torna-se cada vez mais apetecível…
A dona barroca tem razão: a homossexualidade é uma doença. Mas tem cura, basta para isso transferir o padre de paróquia ou encerrar todas as casas de banho públicas.
:>
Não haverá um exorcista de qualidade que tire o João César das Neves que existe dentro destas pessoas?
Não se surpreenda, Daniel. O jornal que cita é uma das vozes oficosas da arquiodiocese de Braga.
Posted by: Daniel Oliveira | outubro 22, 2007 01:28 PM
Eu opinei sobre duas pessoas que se afirmam como tal.
Parecia ser simples deduzir que eu não o era, não penso vir a ser e espero que haja muitos para diminuir a concorrência sobre o belo sexo.
Eu cá tenho muito orgulho no que Deus me fez e confesso a minha perplexidade como é que se pode ter orgulho em andar aos beijos ma boca a um homem, isto para não acrescentar pormenores para maiores de 18 anos.
Gostos.
Aposto que concorda comigo!
Eu estou à 5 minutos a tentar encontrar um comentário para esta senhora mas não consigo. Ainda por cima nao descobri se é triste ou se é para rir.
Só uma nota para um comentário que li por aqui:
“Não se esqueça duma coisa, a bissexualidade do ser humano é quase tão certa como a morte, embora a maioria se esforce por negar esta tendência.”
Não podia estar mais de acordo. Especialmente por 80% da população passar a vida a negar esse facto.
Cá entre nós, Fado Alexandrino, caguei para o que você diz ou pensa.
Posted by: Paulo Ribeiro | outubro 22, 2007 09:07 PM
Faz muito bem.
Foi para isso que Deus criou o anus e não para o contrário.
Enquanto se perde tempo a tentar fazer ciência que parte de uma conclusão pré-estabelecida para tentar encontrar factos, conclusão independente é a homofobia, factos nem vê-los, livros sagrados não contam, primeiramente não demonstram a verdade, seguidamente contradizem-se, existe factos como o cancro, onde a ciência vê as pernas cortadas nos seus estudos sobre células estaminais devido a “éticas religiosas”. No Irão não existem homossexuais nos disse o líder da teocracia, terão encontrado a milagrosa cura? A direccionalidade da atenção Humana sobre a ciência anda deveras enviesada. Deve-se seguir a cura para a masturbação, mas aí já entra o Big Brother!
Cumprimentos.
“Foi para isso que Deus criou o anus e não para o contrário.”
Posted by: Fado Alexandrino | outubro 23, 2007 02:17 AM
Presumo então que também considere o sexo anal e o sexo oral como comportamentos desviantes.
Acredito também que acredite que sexo só para efeitos de reprodução…
Que raio de “Fado” é este que leva uma existência tão sombria? Sorria e pense no bom que é podermos trocar as duas vogais do seu nick e dar umas valentes berlaitadas.
Não é isso que nos distingue da grande maioria dos animais? Sexo pelo prazer?
Ou é daqueles que, duas vezes por ano, durante uma semana, entra no cio?
hummm…
Deus, quando fez o anûs, enganou-se foi na localização: que raio de engenheiro coloca a saída de esgoto perto do parque de diversões???
Deixe lá os homossexuais em paz, cada um sabe o que faz. E o livre-arbítrio, que conste, não é doença!…
Posted by: Karl Macx | outubro 23, 2007 09:37 AM
Desculpe, está muito enganado e comunga do mesmo erro que Daniel Oliveira.
Deduz sem factos.
Eu, gosto muito de ir ao cú a uma dama (se ela assim estiver disposta, claro)não quero é que me vão ao cú.
São gostos claro, longe de mim discutir os seus.
Posted by: Fado Alexandrino | outubro 23, 2007 11:13 AM
Deduzir sem factos, eu? Nunca… hehehe
Quer então dizer que Deus fez o anûs masculino para cagar e o feminino para enrabar?
Quer é parecer-me que no seu caso, Deus voltou a cair num erro de engenharia, ao colocar a saída de esgoto entre o nariz e o queixo…
Olhe, deixo-lhe este link.
Divirta-se…
http://www.youtube.com/v/dHpSCHxb780&rel=1
E este também…
http://youtube.com/watch?v=dHpSCHxb780
As afirmações que se lêem são inacreditáveis: «”Não se esqueça duma coisa, a bissexualidade do ser humano é quase tão certa como a morte, embora a maioria se esforce por negar esta tendência.”
Não podia estar mais de acordo. Especialmente por 80% da população passar a vida a negar esse facto.»
Tipo João César das Neves, mas ao contrário.
Posted by: Karl Macx | outubro 23, 2007 12:42 PM
Eu bem devia ter desconfiado que com ese nick era preciso fazer um desenho para o senhor entender.
Então aqui vai:
O que um homem e uma mulher fazem entre si é lá com eles e têm toda a minha aprovação.
O resto tem a sua, como lhe disse cada um come do que gosta e eu não me sentava á mesa consigo.
Mas não se preocupe há por ai, e até aqui, muitos que gostam dessa comida.
Tenham bom proveito.
Eu não vivi os anos da minha juventude com jovens do mesmo sexo? Que engraçado, não dei por isso. Enfim… Bem, na volta não sou homossexual e tenho andado enganado.
“cada um come do que gosta e eu não me sentava á mesa consigo.”
Posted by: Fado Alexandrino | outubro 23, 2007 04:37 PM
Nem eu deixava, Foda, perdão Fado (ai esta minha dislexia…).
Em minha casa, nem o cão come à mesa. Mas não se preocupe, podiam dividir os restos…
Gerard vander Aardweg ou Gerard van der Aardweg? Acho que mesmo ele tem direito a ter o nome bem escrito. Quando se pesquisa esse nome no google, encontram-se muitos links em língua “estranha”. Suponho que polaco, o que não surpreenderá ninguém. Em espanhol e até em português encontram-se vários links de sites religiosos ou de instituições religiosas que referem o senhor. As suas ideias parecem populares dentro de meios religiosos conservadores, nomeadamente ligados ao Opus Dei. Também não admira. O próprio psicólogo será, se não me engano, membro da Opus Dei. A sua terapia de cura da homossexualidade passará muito pela religiosidade. Pelo que ficam sérias dúvidas se de facto haverá “cura” ou “conversão”, e qual o significado desta última… Reconhecem o tom do discurso que se segue?
“También en este aspecto puede el sacerdote hacer mucho por los homosexuales, ayudándoles en el crecimiento de las virtudes: amor e interés por los demás; sinceridad frente al autoengaño, que suele ser muy fuerte en las obsesiones sexuales; fortaleza y valentía para superar la flojera y la cobardía. Es muy aconsejable hacerles también reflexionar sobre su propia misión en la vida. Hay que lograr que el deseo de una vida limpia salga de lo más profundo de la persona.
”
O homem é de facto interessante. Afirma, entre outras coisas, que “[...] quien se enfrenta con sentimientos homosexuales [...] Generalmente se sienten deprimidos, aunque lo oculten diciendo de boca para afuera: «yo me acepto tal como soy». Felices, de verdad, no lo son nunca.” Isto é conclusão dos seus estudos ou é preconceito? Lá que é dogmático, é. Do ponto de vista científico, das duas uma: ou o homem parte do dogma dos homossexuais serem infelizes para fazer deduções que nunca poderão ser aceites por quem não parte desse dogma, ou o homem cria o dogma como conclusão dos seus trabalhos, mas aí é pouco sério. Cientista que se preze, mesmo que não seja numa área de ciências exactas, tem de ter a noção de que o que diz é rebatível. Assim avança a ciência… Ah claro, a menos que o homem não queira fazer ciência.
Talvez não seja mal ler esta entrevista ao psicólogo, para perceber que a opinião dele está extremamente limitada por preconceitos, e não pode ser considerada científica: “http://www.mscperu.org/homosexual/homosex_castidad.htm”.
Interessante como vai batendo na tecla do homossexual ser uma criança mimada e egocêntrica. Vou também bater na minha tecla, da mesma forma dogmática que o nosso amigo psicólogo. E provo a afirmação que farei do mesmo modo que ele: exemplificando. Pois bem, afirmo que os ex-gays não são mais que pessoas frustradas que não conseguiram alcançar felicidade nos seus relacionamentos, tal como um pessoa heterossexual pode decidir-se a relacionar-se amorosamente com pessoas do mesmo sexo depois de muitas desilusões. Vejam bem o que diz este “ex-gay”:
“He vivido mi homosexualidad durante unos diez años. He sufrido constantes angustias, infidelidades, traiciones y celos. Desde hace un año he cortado con esas relaciones y procuro salir con chicas y cambiar de ambiente. Cada vez me encuentro más feliz y no quiero caer en los errores pasados. Creo considerarme un ex gay. Aviso a navegantes: ¡ser gay no es tan rosa como lo pintan!”
Quanto aos psicólogos que pugnam pelas terapias de conversão de gays ,diria que são antiquados e ultrapassados. Ainda citam Freud e os seus discípulos, ainda comungam das mesmas ideias, e mais, confundem causas e consequências.
Posted by: Karl Macx | outubro 24, 2007 09:52 AM
Eu não sei se o senhor consegue compreender, mas eu não o insultei nesta troca de ideias e o senhor conseguiu ser boçal.
É esta a diferença entre direita e esquerda.
Passe bem.
Boa tarde,
Uma pequena nota de um heterosexual: Sr. Fado Alexandrino, já tenho ouvido pessoas a dizer disparates incriveis sobre o tema da homossexualidade, mas confesso que nunca tinha lido tantos de forma tão continuada e insistente. Parabéns Sr. Fado….quase, quase a entrar no Guiness na categoria “Maior número de idiotices ditas no menor curto espaço de tempo”.
Posted by: Henrique | outubro 24, 2007 03:28 PM
Parabéns, acaba de ser a milésima pessoa hoje a escrever Guinness mal.
O resto da sua resposta vale o mesmo.
Bem isto é a coisa mais .. mais.. sei la nem há palavras para descrever! this is PRECONCEITO! DESCRIMINAÇÃO! as pessoas julgam-se superiores aos outros só por causa da sua homosexualiade?! que coisa mais estúpida! não é uma doença.. as pessoas não escolhem ser ou não homosexuais.. quem precisa de tratamento são os ditos “heteros - sociedade em geral” que julgam as pessoas pela sua sexualidade.. oh por amor de deus! eu que vim aqui parar sem querer.. porque estava a fazer um trabalho sobre a homosexualidade (preconceitos).. ate fiquei de queixo caído com o que li.. enfimm.. agora vou esforçar-me tanto para este trabalho que vou TER UM 20! devemos tratar todos da mesma maneira.. sejam eles homosexuais ou não! são pessoas e também tem sentimentos.. tais como todas as outras pessoas que não são.. mas pronto hoje em dia a (sociedade) é tão limitada.. que ate mete impressão.
bem vou continuar a fazer o trabalho.
adeusinho
Cheguei a este post com alguns meses de atraso.
E o que li arrepiou-me!
À pobre senhora que escreveu o texto e ao Fado Alexandrino, só poderei dizer que falam do que verdadeiramente não sabem.
Quando, ainda muito criança me apercebi que era homossexual, travei uma luta terrível comigo mesmo.
Uma luta que acredito, que a quase totalidade dos jovens na mesma situação tenham que travar.
Se há algo ligado à homossexualidade que seja doentio é essa situação de isolamento, de perplexidade interior, de medo, de vergonha imensa que se sente na altura em que menos preparados e mais indefesos estamos na vida.
Nenhum pai, nem nenhuma mãe. Nenhum heterossexual, compreensivo ou homofóbico pode imaginar o quanto custa essa luta, o quanto custam esses momentos de solidão imensa.
Alguns chegam ao suicidío, outros pura e simplesmente entram em negação e sua vida irá ser uma farsa!
Uma sociedade civilizada não deveria deixar que isto acontecesse. Percebo a incompreensão pelo que não se conhece, que afinal é a raiz de se pensarem coisas despropositadas.
Não percebo é porque é que pessoas com “bons sentimentos” se transtornam tanto com algo que só diz respeito aos outros e não a eles próprios.
Nasci e sou por natureza homossexual, tal como tenho os olhos castanhos e não azuis.
Talvez a sociedade me achasse mais bonito se os meus olhos tivessem uma cor diferente, mas não me envergonha, acusa ou discrimina por isso.
É a sociedade que é doente e imperfeita, e eu também o poderei ser, mas não por ser homossexual.
A minha luta comigo mesmo já a terminei há muito. Agora terei que lutar o resto da vida para evitar ser discriminado.
Viver sempre em combate é o meu e o destino de muitos como eu. Não é coisa de gente doente! É coisa para a qual é necessária muita energia e muita lucidez.
Quem não nos entende deveria pelo menos pensar um pouco nisto.
A melhor “quote ” da semana!

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A ser considerada uma doença poderei portanto meter baixa por homosexualidade!!
Posted by: João | outubro 21, 2007 02:35 PM
Adorei.
Agora o artigo e subsequentes divagaçoes sobre o tema.
O Cesariny dizia que Burgueses somos nos todos.
Assim sendo poder-se-ia acrescentar que ja agora doentes tambem somos todos, quanto mais nao seja uma vez por outra.
Acho que mais doentes do que a maioria sao aqueles que nao aceitam diferenças e o direito a diferença.Todos temos o direito a procura da felicidade e esteja ela onde estiver quando a encontramos, temos o direito de a desfrutar livremente.
Quanto aos que ainda pretendem “curar” os que querem ser felizes, eles que inventem e tomem uma pilula que lhes permita abrir os olhos e ver que o mundo e maravilhoso quando se conseguem ver nele todas as cores.
Apesar desta posta já ter uns meses largos, não queria deixar de contribuir com a minha opinião.
O mundo de Fado Alexandrino é um mundo a preto e branco, seguindo uma lógica binária (verdadeiro vs. falso, certo vs. errado, 0 vs 1). Por muito que essa lógica seja interessante para um computador, não o é numa vida real. Há caminhos diversos, e não simplesmente o “caminho da rectidão” (que inclui um homem tentar chegar ao recto de uma senhora, pelos vistos) e o caminho do pecado (que inclui o mesmo, mas no recto de um homem).
O livre arbítrio, em que a minha liberdade de fazer o que eu quiser com quem eu quiser, desde que não fira a liberdades dos intervenientes, é das maiores conquistas da sociedade moderna, e que o Sr. Fado se esquece, assim como João César das Neves e afins.
Juntando livre arbítrio, rectidão e Fado Alexandrino, temos a frase:
“Eu, gosto muito de ir ao cú a uma dama (se ela assim estiver disposta, claro)não quero é que me vão ao cú.”
Parabéns. Fez a sua escolha (a minha é igual à sua, já agora). O que me intriga é que não consiga compreender que outros façam escolhas diferentes, que não envolvam a sua pessoa. Isto porque para si há o “certo” e o “errado”.