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	<title>Comentários em: Longa espera</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 23:58:56 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Giga</title>
		<link>http://arrastao.org/lgbt/como-ser-contra/#comment-37691</link>
		<dc:creator>Giga</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 21:23:00 +0000</pubDate>
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		<description>Senhor anónimo, já parava de se repetir, seja mais humilde, todo o seu discurso, por sinal fracamente construído do ponto de vista lógico (já nem digo moral), resume-se ao seguinte fraco argumento:

1- "Os casais heterossexuais têm em si mesmo um potencial de desenvolvimento e acréscimo e de renovação geracional, os casais homosexuais não tem por si mesmos este potencial"
2-Os homosexuais não devem ter o direito de casar.

Como já diversos utilizadores lhe tentaram explicar, da afirmação 1 não se conclui logicamente a 2, a sua conclusão 2 é uma extrapolação  e não uma consequência lógica. Portanto não se faça de esperto, que isso aparenta ser pouco.

Para si o direito de casar está intrinsecamente ligado à renovação geracional, dentro do próprio casal, para outros, quiça moralmente mais evoluídos, não. 

A renovação geracional pode ser feita fora do casal e o número de vezes que se quiser. 
Neste preciso momento, os meus casais de amigos homosexuais têm mais filhos que os meus casais de amigos heterosexuais. 

Qualquer gay pode ser dador de esperma para qualquer lésbica, a inseminação faz-se em casa, basta uma simples seringa, não é preciso qualquer contacto sexual heterosexual. 

A herança genética dos filhos não é idêntica para os dois elementos do casal, mas a renovação geracional está lá. Se só existissem gays e lésbicas no mundo, a espécie perpetuava-se na 
mesma, mas de outra forma. Logo esse não é um argumento válido.

Se o que o preocupa é a renovação geracional não ser feita unicamente dentro do casal, então sugeria que se fosse preocupar com outra coisa, a quem deve preocupar isso, é ao casal e não a si.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Senhor anónimo, já parava de se repetir, seja mais humilde, todo o seu discurso, por sinal fracamente construído do ponto de vista lógico (já nem digo moral), resume-se ao seguinte fraco argumento:</p>
<p>1- &#8220;Os casais heterossexuais têm em si mesmo um potencial de desenvolvimento e acréscimo e de renovação geracional, os casais homosexuais não tem por si mesmos este potencial&#8221;<br />
2-Os homosexuais não devem ter o direito de casar.</p>
<p>Como já diversos utilizadores lhe tentaram explicar, da afirmação 1 não se conclui logicamente a 2, a sua conclusão 2 é uma extrapolação  e não uma consequência lógica. Portanto não se faça de esperto, que isso aparenta ser pouco.</p>
<p>Para si o direito de casar está intrinsecamente ligado à renovação geracional, dentro do próprio casal, para outros, quiça moralmente mais evoluídos, não. </p>
<p>A renovação geracional pode ser feita fora do casal e o número de vezes que se quiser.<br />
Neste preciso momento, os meus casais de amigos homosexuais têm mais filhos que os meus casais de amigos heterosexuais. </p>
<p>Qualquer gay pode ser dador de esperma para qualquer lésbica, a inseminação faz-se em casa, basta uma simples seringa, não é preciso qualquer contacto sexual heterosexual. </p>
<p>A herança genética dos filhos não é idêntica para os dois elementos do casal, mas a renovação geracional está lá. Se só existissem gays e lésbicas no mundo, a espécie perpetuava-se na<br />
mesma, mas de outra forma. Logo esse não é um argumento válido.</p>
<p>Se o que o preocupa é a renovação geracional não ser feita unicamente dentro do casal, então sugeria que se fosse preocupar com outra coisa, a quem deve preocupar isso, é ao casal e não a si.</p>
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	<item>
		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://arrastao.org/lgbt/como-ser-contra/#comment-37614</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 13:23:17 +0000</pubDate>
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		<description>"
Já que o coito - diz Morgado -
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.
Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou - parca ração! - uma vez.
E se a função
faz o órgão - diz o ditado -
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado."

Natalia Correia
 
"«o acto sexual é para fazer filhos»

Disse na Assembleia da República, o então deputado do CDS.

A resposta de Natália Correia, em poema fez rir todas as bancadas parlamentares, sem excepção, tendo os trabalhos parlamentares sido interrompidos por isso"</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8221;<br />
Já que o coito - diz Morgado -<br />
tem como fim cristalino,<br />
preciso e imaculado<br />
fazer menina ou menino;<br />
e cada vez que o varão<br />
sexual petisco manduca,<br />
temos na procriação<br />
prova de que houve truca-truca.<br />
Sendo pai só de um rebento,<br />
lógica é a conclusão<br />
de que o viril instrumento<br />
só usou - parca ração! - uma vez.<br />
E se a função<br />
faz o órgão - diz o ditado -<br />
consumada essa excepção,<br />
ficou capado o Morgado.&#8221;</p>
<p>Natalia Correia</p>
<p>&#8220;«o acto sexual é para fazer filhos»</p>
<p>Disse na Assembleia da República, o então deputado do CDS.</p>
<p>A resposta de Natália Correia, em poema fez rir todas as bancadas parlamentares, sem excepção, tendo os trabalhos parlamentares sido interrompidos por isso&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: anonimo</title>
		<link>http://arrastao.org/lgbt/como-ser-contra/#comment-37606</link>
		<dc:creator>anonimo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 09:37:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=3203#comment-37606</guid>
		<description>Demos um nome as coisas.

o cazamento seria um contrato exactamente igual ao casamento, mas com a diferença  de se tratar de duas pessoas do mesmo sexo, dando acesso   exactamente  a alguns direitos comuns e não a todos os direitos porque as situaçoes  dos sujeitos não são iguais para se aplicar o principio da igualdade.  Apenas o nome difere. 

Provavelmente o cazamento assim dito não existe no dicionário por isso ainda não tera sido  objecto de adopção, pelo que podemos presumir que os homossexuais o podem usar e abusar.

Temos as pac´s francesas que se distinguem das palhaçadas a espanhola por exemplo.

O PACS é um "contrato firmado entre duas pessoas físicas maiores, de sexo diferente ou do mesmo sexo, para organizar a vida comum", precisa o artigo 1º da lei.

Paralelamente, o legislador optou por definir também, além do PACS, o concubinato, que passou a constar explicitamente do Código Civil como "união de fato, caracterizada por uma vida comum com características de estabilidade e continuidade, entre duas pessoas de sexo diferente ou do mesmo sexo que vivem como casal" (artigo 3 da lei).

Desse modo, se ao mesmo tempo proporciona direitos significativos aos casais não casados e comporta certos limites, o PACS por outro lado em nada altera o direito da família. Ele é, deste ponto de vista, um acto neutro. Não modifica as regras em matéria de filiação e adopção nem as regras sobre reprodução assistida ou autoridade paterna. Em matéria de filiação, o PACS não tem qualquer efeito; o mesmo quanto à adopção, proibida a dois signatários do pacto tal como o é a dois concubinos existe, entretanto, um procedimento de adopção para pessoas solteiras.

Até mesmo nos outros países  a iniciativa francesa esta a  fazer  escola. Na Alemanha, e nos Estados Unidos decidiu-se  conferir direitos aos casais homossexuais segundo um modelo semelhante  a espécie de "PACS à americana". Um exemplo que poderia disseminar-se por outros estados americanos, após os sucessivos fracassos dos referendos sobre o casamento gay. 

Quem tem medo de tratar diferente o que é diferente assumindo a diferença.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Demos um nome as coisas.</p>
<p>o cazamento seria um contrato exactamente igual ao casamento, mas com a diferença  de se tratar de duas pessoas do mesmo sexo, dando acesso   exactamente  a alguns direitos comuns e não a todos os direitos porque as situaçoes  dos sujeitos não são iguais para se aplicar o principio da igualdade.  Apenas o nome difere. </p>
<p>Provavelmente o cazamento assim dito não existe no dicionário por isso ainda não tera sido  objecto de adopção, pelo que podemos presumir que os homossexuais o podem usar e abusar.</p>
<p>Temos as pac´s francesas que se distinguem das palhaçadas a espanhola por exemplo.</p>
<p>O PACS é um &#8220;contrato firmado entre duas pessoas físicas maiores, de sexo diferente ou do mesmo sexo, para organizar a vida comum&#8221;, precisa o artigo 1º da lei.</p>
<p>Paralelamente, o legislador optou por definir também, além do PACS, o concubinato, que passou a constar explicitamente do Código Civil como &#8220;união de fato, caracterizada por uma vida comum com características de estabilidade e continuidade, entre duas pessoas de sexo diferente ou do mesmo sexo que vivem como casal&#8221; (artigo 3 da lei).</p>
<p>Desse modo, se ao mesmo tempo proporciona direitos significativos aos casais não casados e comporta certos limites, o PACS por outro lado em nada altera o direito da família. Ele é, deste ponto de vista, um acto neutro. Não modifica as regras em matéria de filiação e adopção nem as regras sobre reprodução assistida ou autoridade paterna. Em matéria de filiação, o PACS não tem qualquer efeito; o mesmo quanto à adopção, proibida a dois signatários do pacto tal como o é a dois concubinos existe, entretanto, um procedimento de adopção para pessoas solteiras.</p>
<p>Até mesmo nos outros países  a iniciativa francesa esta a  fazer  escola. Na Alemanha, e nos Estados Unidos decidiu-se  conferir direitos aos casais homossexuais segundo um modelo semelhante  a espécie de &#8220;PACS à americana&#8221;. Um exemplo que poderia disseminar-se por outros estados americanos, após os sucessivos fracassos dos referendos sobre o casamento gay. </p>
<p>Quem tem medo de tratar diferente o que é diferente assumindo a diferença.</p>
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	<item>
		<title>Por: anonimo</title>
		<link>http://arrastao.org/lgbt/como-ser-contra/#comment-37598</link>
		<dc:creator>anonimo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 07:23:50 +0000</pubDate>
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		<description>Procurando responder a todas num unico comentario, pois não me merecem mais consideraçoes diria que não enfiei carapuça nenhuma, mas também não interesa dizer agora que  a má educação evidenciada não era para um anonimo, porque era, ponto final. 

Depois há outra coisa que este pessoal não entende que é a familia matrimonizada que deriva da constituição e do casamento ao longo dos tempos,  o que é isso, não percebem o conceito e pensam que um casal homosexual é a mesma coisa, paciencia.

(“O que é que no casamento um homosexual faz de diferente que um heterosexual,
Justificar a existência do casamento apenas à luz da reprodução e do poder paternal é demagógico e lamento que lhe diga não passa da sua opinião”)

O que é que faz? De diferente ? o casamento existe enquanto aliança efectiva? 

Voce mesmo disse a reprodução e renovação social é das mais evidentes, só  isso já marca uma diferença se deixar numa ilha incomunicaveis um casal hetero e um casal homo vera ( se não existir infertilidade ) diferenças mais que obvias. Mas isso também é um valor social geracional. Deixando de lado isso.

O casamento introduz a pessoa num outro estatuto social, um outro estado social, com correspondentes direitos e deveres, qual aliança afectiva qual carapuça,  para isso não é preciso casamento nenhum,  para isso o estado não mexe um dedo,  o que interessa são os direitos dai advindos  a nova situação ou estatuto social é isso que esta nas leis não a afectividade dos seus elementos.

É mesmo esta gente não percebe mais tristeza,  vem então com moralidades, cada um ter a sua vivencia sexual  e como é que é? A sim “consegue responder à altura e atreve-se a explicar” explicar explica-se é facil  entende-lo não é para todos.

A Constituição da República Portuguesa não consagra um direito dos homossexuais a contrair casamento. 

 O casamento não é a única forma de constituir família; as uniões de facto, registadas ou não,  entre pessoas do memo sexo são também uma forma de constituir família. O artigo 36.º da Constituição  consagra dois direitos  e não um só,  o direito de constituir família e o direito a contrair casamento, não sendo a mesma coisa e portanto incorrecta a afirmação de que, à face da lei portuguesa, os homossexuais não podem constituir entre si uma relação familiar ou um agregado familiar.

 O artigo 36º da constituição da república portuguesa não contém normas fechadas, remetendo para o legislador ordinário a regulamentação dos requisitos e efeitos do casamento e até a sua forma de celebração. Ao autonomizar o casamento, o legislador constitucional considera  integrativo do seu núcleo essencial a celebração do contrato de casamento por pessoas de sexo diferente artigo 1577.º do Código Civil considerando juridicamente inexistente o casamento contraído por duas pessoas do mesmo sexo  artigo 1628.º ,alínea e) do Código Civil.

O princípio da liberdade contratual consagrado no artigo 405.º do Código Civil não é um princípio absoluto, o próprio preceito prescreve que a faculdade de celebrar contratos e de fixar livremente o respectivo conteúdo deve exercer-se  dentro dos limites da lei. Um dos campos em que avultam restrições ao princípio da liberdade de contratar é exactamente o campo do direito de família, área em que predominam normas imperativas e inderrogáveis por vontade das partes, resultando tal circunstância do interesse público, vejam bem interesse publico,  atinente à vida familiar, no direito das obrigaçoes e nos contratos a liberdade contratual  é regra mas não  no direito da familia por exemplo, onde existe maior liberdade contratual no direito da familia é nas convençoes antenupciais antes de celebração  do casamento, onde a pessoa pode impor restriçoes e modelar mais ou menos  a sua vontade em relação a sua vivencia futura matrimonial  e seu patrimonio mas não nos outros direitos, no casamento em si, na adopçao, na filiação, no poder paternal,  etc.  etc. 

A consagração constitucional do princípio da igualdade não impede, que o legislador ordinário proceda a distinções; (como eu tenho vindo a dizer comentario apos comentario) o que tal princípio constitucional impede é que o legislador proceda a diferenciações de tratamento sem fundamento material bastante, isto é, impede as discriminações arbitrárias. Ao não poder celebrar casamento, não lhe esta vedado a ninguém o direito de constituir família, o nº 1 do artigo 13º da CRP consagra dois direitos e não um só, os quais consistem,  no direito a constituir família e no direito a contrair casamento e esses dois direitos não se confundem. Niguém fica impossibilitado/a   de constituir família, o que se pode afirmar é que ficam impedidas de constituir família matrimonializada.

Mas a Constituição da República Portuguesa admite outras formas de constituir família para além daquela que resulta do casamento e daí  poder –se afirmar,  que as uniões de facto entre pessoas do mesmo sexo são também uma forma de constituir família. Por isso o casamento não é a única forma de constituir família,  na ordem jurídica portuguesa, a norma do artigo 1577º do Código Civil está conforme os princípios constitucionais 

E é isto, e para além disto são as pessoas que dao origem a isto que também são diferentes e atrevo-me a explica-lo sim e voce a não percebe-lo,   a haver quem não entenda .

 As soluções adoptadas nos ordenamentos jurídicos europeus não passaram só pela admissão da celebração de casamento por parte de pessoas do mesmo sexo, mas também  essencialmente pelas uniões registadas que não casamentos.  Os quatro países escandinavos passaram a admitir o registo de uniões homossexuais com efeitos idênticos aos do casamento  apenas se excluindo as normas sobre adopção, guarda de menores e procriação assistida; a Holanda, que também já conhecia desde 1998 as registered partnerships, passou a admitir em 2001 o casamento entre pessoas do mesmo sexo; na Alemanha, a Lebenspartnerschaftsgesetz, deu à “convivência registada” dos homossexuais efeitos muito semelhantes aos do casamento, e o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi admitido na Bélgica. 

Portanto o dar efeitos semelhantes na maioria dos casos não significa que se desvalorizou e abriu o casamento a toda a gente, alias nos aqui em portugal também  se estendeu o regime das unioes de facto e da economia em comum aos homosexuais.

Mas deixem e esperem ate chegarem la outros que pensem como voces, como escreveu alguém  num comentario mais atrás, depois sim é que vai ser.

Cuidem-se,  que o caminho ja vai longo ( nos comentários,  e assim não chegam a netos/as)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Procurando responder a todas num unico comentario, pois não me merecem mais consideraçoes diria que não enfiei carapuça nenhuma, mas também não interesa dizer agora que  a má educação evidenciada não era para um anonimo, porque era, ponto final. </p>
<p>Depois há outra coisa que este pessoal não entende que é a familia matrimonizada que deriva da constituição e do casamento ao longo dos tempos,  o que é isso, não percebem o conceito e pensam que um casal homosexual é a mesma coisa, paciencia.</p>
<p>(“O que é que no casamento um homosexual faz de diferente que um heterosexual,<br />
Justificar a existência do casamento apenas à luz da reprodução e do poder paternal é demagógico e lamento que lhe diga não passa da sua opinião”)</p>
<p>O que é que faz? De diferente ? o casamento existe enquanto aliança efectiva? </p>
<p>Voce mesmo disse a reprodução e renovação social é das mais evidentes, só  isso já marca uma diferença se deixar numa ilha incomunicaveis um casal hetero e um casal homo vera ( se não existir infertilidade ) diferenças mais que obvias. Mas isso também é um valor social geracional. Deixando de lado isso.</p>
<p>O casamento introduz a pessoa num outro estatuto social, um outro estado social, com correspondentes direitos e deveres, qual aliança afectiva qual carapuça,  para isso não é preciso casamento nenhum,  para isso o estado não mexe um dedo,  o que interessa são os direitos dai advindos  a nova situação ou estatuto social é isso que esta nas leis não a afectividade dos seus elementos.</p>
<p>É mesmo esta gente não percebe mais tristeza,  vem então com moralidades, cada um ter a sua vivencia sexual  e como é que é? A sim “consegue responder à altura e atreve-se a explicar” explicar explica-se é facil  entende-lo não é para todos.</p>
<p>A Constituição da República Portuguesa não consagra um direito dos homossexuais a contrair casamento. </p>
<p> O casamento não é a única forma de constituir família; as uniões de facto, registadas ou não,  entre pessoas do memo sexo são também uma forma de constituir família. O artigo 36.º da Constituição  consagra dois direitos  e não um só,  o direito de constituir família e o direito a contrair casamento, não sendo a mesma coisa e portanto incorrecta a afirmação de que, à face da lei portuguesa, os homossexuais não podem constituir entre si uma relação familiar ou um agregado familiar.</p>
<p> O artigo 36º da constituição da república portuguesa não contém normas fechadas, remetendo para o legislador ordinário a regulamentação dos requisitos e efeitos do casamento e até a sua forma de celebração. Ao autonomizar o casamento, o legislador constitucional considera  integrativo do seu núcleo essencial a celebração do contrato de casamento por pessoas de sexo diferente artigo 1577.º do Código Civil considerando juridicamente inexistente o casamento contraído por duas pessoas do mesmo sexo  artigo 1628.º ,alínea e) do Código Civil.</p>
<p>O princípio da liberdade contratual consagrado no artigo 405.º do Código Civil não é um princípio absoluto, o próprio preceito prescreve que a faculdade de celebrar contratos e de fixar livremente o respectivo conteúdo deve exercer-se  dentro dos limites da lei. Um dos campos em que avultam restrições ao princípio da liberdade de contratar é exactamente o campo do direito de família, área em que predominam normas imperativas e inderrogáveis por vontade das partes, resultando tal circunstância do interesse público, vejam bem interesse publico,  atinente à vida familiar, no direito das obrigaçoes e nos contratos a liberdade contratual  é regra mas não  no direito da familia por exemplo, onde existe maior liberdade contratual no direito da familia é nas convençoes antenupciais antes de celebração  do casamento, onde a pessoa pode impor restriçoes e modelar mais ou menos  a sua vontade em relação a sua vivencia futura matrimonial  e seu patrimonio mas não nos outros direitos, no casamento em si, na adopçao, na filiação, no poder paternal,  etc.  etc. </p>
<p>A consagração constitucional do princípio da igualdade não impede, que o legislador ordinário proceda a distinções; (como eu tenho vindo a dizer comentario apos comentario) o que tal princípio constitucional impede é que o legislador proceda a diferenciações de tratamento sem fundamento material bastante, isto é, impede as discriminações arbitrárias. Ao não poder celebrar casamento, não lhe esta vedado a ninguém o direito de constituir família, o nº 1 do artigo 13º da CRP consagra dois direitos e não um só, os quais consistem,  no direito a constituir família e no direito a contrair casamento e esses dois direitos não se confundem. Niguém fica impossibilitado/a   de constituir família, o que se pode afirmar é que ficam impedidas de constituir família matrimonializada.</p>
<p>Mas a Constituição da República Portuguesa admite outras formas de constituir família para além daquela que resulta do casamento e daí  poder –se afirmar,  que as uniões de facto entre pessoas do mesmo sexo são também uma forma de constituir família. Por isso o casamento não é a única forma de constituir família,  na ordem jurídica portuguesa, a norma do artigo 1577º do Código Civil está conforme os princípios constitucionais </p>
<p>E é isto, e para além disto são as pessoas que dao origem a isto que também são diferentes e atrevo-me a explica-lo sim e voce a não percebe-lo,   a haver quem não entenda .</p>
<p> As soluções adoptadas nos ordenamentos jurídicos europeus não passaram só pela admissão da celebração de casamento por parte de pessoas do mesmo sexo, mas também  essencialmente pelas uniões registadas que não casamentos.  Os quatro países escandinavos passaram a admitir o registo de uniões homossexuais com efeitos idênticos aos do casamento  apenas se excluindo as normas sobre adopção, guarda de menores e procriação assistida; a Holanda, que também já conhecia desde 1998 as registered partnerships, passou a admitir em 2001 o casamento entre pessoas do mesmo sexo; na Alemanha, a Lebenspartnerschaftsgesetz, deu à “convivência registada” dos homossexuais efeitos muito semelhantes aos do casamento, e o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi admitido na Bélgica. </p>
<p>Portanto o dar efeitos semelhantes na maioria dos casos não significa que se desvalorizou e abriu o casamento a toda a gente, alias nos aqui em portugal também  se estendeu o regime das unioes de facto e da economia em comum aos homosexuais.</p>
<p>Mas deixem e esperem ate chegarem la outros que pensem como voces, como escreveu alguém  num comentario mais atrás, depois sim é que vai ser.</p>
<p>Cuidem-se,  que o caminho ja vai longo ( nos comentários,  e assim não chegam a netos/as)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: x-pressiongirl</title>
		<link>http://arrastao.org/lgbt/como-ser-contra/#comment-37595</link>
		<dc:creator>x-pressiongirl</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 23:01:56 +0000</pubDate>
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		<description>Finalmente o sembikini consegue responder à altura e atreve-se a explicar 

"por que é que os homossexuais não devem reivindicar o casamento".

http://sembikini.blogspot.com/2008/06/por-que-que-os-gays-no-devem.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente o sembikini consegue responder à altura e atreve-se a explicar </p>
<p>&#8220;por que é que os homossexuais não devem reivindicar o casamento&#8221;.</p>
<p><a href="http://sembikini.blogspot.com/2008/06/por-que-que-os-gays-no-devem.html" rel="nofollow">http://sembikini.blogspot.com/2008/06/por-que-que-os-gays-no-devem.html</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: anonimo</title>
		<link>http://arrastao.org/lgbt/como-ser-contra/#comment-37585</link>
		<dc:creator>anonimo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 14:04:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=3203#comment-37585</guid>
		<description>O frida tal como eu previa, as orvalhadas do s. joão melhoraram um bocadinho  mais e fizeram florescer a estupidez congénita, era falta de agua. Voce nem se apercebe dos recados não é?

Está  preocupada com a minha vida própria? Acho que sim, acho que esta, senão não se dava ao trabalho de vir aqui e ler a verborreia de 3.500 palavras, leu-as contou-as? Valha-me s. dircineu, esta expressão aprendi-a aqui ja é alguma coisa,  eu não mereço tanta imbecilidade a ccntar as minhas palavras. 

Deixe la a minha vida propria que esta boa e recomenda-se para mim claro e so por isso ja é mais que suficiente.
 
cuide-se</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O frida tal como eu previa, as orvalhadas do s. joão melhoraram um bocadinho  mais e fizeram florescer a estupidez congénita, era falta de agua. Voce nem se apercebe dos recados não é?</p>
<p>Está  preocupada com a minha vida própria? Acho que sim, acho que esta, senão não se dava ao trabalho de vir aqui e ler a verborreia de 3.500 palavras, leu-as contou-as? Valha-me s. dircineu, esta expressão aprendi-a aqui ja é alguma coisa,  eu não mereço tanta imbecilidade a ccntar as minhas palavras. </p>
<p>Deixe la a minha vida propria que esta boa e recomenda-se para mim claro e so por isso ja é mais que suficiente.</p>
<p>cuide-se</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana</title>
		<link>http://arrastao.org/lgbt/como-ser-contra/#comment-37583</link>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 13:51:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=3203#comment-37583</guid>
		<description>Só casa quem quer. No caso dos gays  e  lésbicas não é uma questão de querer, mas de poder. Eles e elas não podem. Será assim tão difícil de perceber? Parece-me que existe é muita gente que está em panico porque ao poderem casar, os gays ou as lésbicas podem querer fazê-lo.
E o drama é o Sr. Silva ou a Sra Silva (que me desculpem os Silvas, é só um exemplo) ter um filho gay ou uma filha lésbica, mas dormir descansado, porque lá na mercearia do bairro o unico comentário que fazem é: "A filha do Silva não casou, menhum lhe pegou", ou " O rapaz do Silva não casou, é muito dedicado ao trabalho". Agora imaginem a cara do Silva, que só tem uma filha, se o merceeiro lhe diz" Então Sr Silva, que tal é a sua nora?  ou se só tiver um filho " Então sr Silva, apartir de agora tem um belo genro...leva mais uma gillette?"
O "Silva" nunca mais dorme descansado!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só casa quem quer. No caso dos gays  e  lésbicas não é uma questão de querer, mas de poder. Eles e elas não podem. Será assim tão difícil de perceber? Parece-me que existe é muita gente que está em panico porque ao poderem casar, os gays ou as lésbicas podem querer fazê-lo.<br />
E o drama é o Sr. Silva ou a Sra Silva (que me desculpem os Silvas, é só um exemplo) ter um filho gay ou uma filha lésbica, mas dormir descansado, porque lá na mercearia do bairro o unico comentário que fazem é: &#8220;A filha do Silva não casou, menhum lhe pegou&#8221;, ou &#8221; O rapaz do Silva não casou, é muito dedicado ao trabalho&#8221;. Agora imaginem a cara do Silva, que só tem uma filha, se o merceeiro lhe diz&#8221; Então Sr Silva, que tal é a sua nora?  ou se só tiver um filho &#8221; Então sr Silva, apartir de agora tem um belo genro&#8230;leva mais uma gillette?&#8221;<br />
O &#8220;Silva&#8221; nunca mais dorme descansado!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Arquiduquesa de Grayskull</title>
		<link>http://arrastao.org/lgbt/como-ser-contra/#comment-37582</link>
		<dc:creator>Arquiduquesa de Grayskull</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 13:47:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=3203#comment-37582</guid>
		<description>A realidade juridica pode valorizar e deve valorizar pela igualdade não pela orientação sexual. O que é que no casamento um homosexual faz de diferente que um heterosexual, e que não deva ser valorizado, nada por isso o acesso ao casamento com toda a razão deve ser extendido aos homosexuais. 

Justificar a existência do casamento apenas à luz da reprodução e do poder paternal é demagógico e lamento que lhe diga não passa da sua opinião. O casamento não existe para garantir a renovação geracional. Existe enquanto aliança afectiva e institucional entre duas pessoas. Que podem querer ter filhos ou não. Afirmar que o casamento é destinado aos heterosexuais procriadores é uma opinião. Não passa de uma opinião. O casamento é uma instituição bio-convencionada pela Humanidade e destina-se a quem a Humanidade entender que se destina, como resultado de um dado momento social e histórico. Apenas isso.

Quanto ao meu primeito comentário [verdadeiramente vernacular]: enfiou a carapuça foi? É que não o dirigi a si especificamente. Mas já que o incomodou...  

&lt;i&gt;mas se sentiu magoada&lt;/i&gt; :
Anónimo, ó anónimo: não seja ridículo... deus me dê a burrice necessária para continuar a ter santa paciência para os seus absurdos comentários.

Bom domingo de páscoa para si também e escusa de responder: vai obrigar-me a ignorá-lo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A realidade juridica pode valorizar e deve valorizar pela igualdade não pela orientação sexual. O que é que no casamento um homosexual faz de diferente que um heterosexual, e que não deva ser valorizado, nada por isso o acesso ao casamento com toda a razão deve ser extendido aos homosexuais. </p>
<p>Justificar a existência do casamento apenas à luz da reprodução e do poder paternal é demagógico e lamento que lhe diga não passa da sua opinião. O casamento não existe para garantir a renovação geracional. Existe enquanto aliança afectiva e institucional entre duas pessoas. Que podem querer ter filhos ou não. Afirmar que o casamento é destinado aos heterosexuais procriadores é uma opinião. Não passa de uma opinião. O casamento é uma instituição bio-convencionada pela Humanidade e destina-se a quem a Humanidade entender que se destina, como resultado de um dado momento social e histórico. Apenas isso.</p>
<p>Quanto ao meu primeito comentário [verdadeiramente vernacular]: enfiou a carapuça foi? É que não o dirigi a si especificamente. Mas já que o incomodou&#8230;  </p>
<p><i>mas se sentiu magoada</i> :<br />
Anónimo, ó anónimo: não seja ridículo&#8230; deus me dê a burrice necessária para continuar a ter santa paciência para os seus absurdos comentários.</p>
<p>Bom domingo de páscoa para si também e escusa de responder: vai obrigar-me a ignorá-lo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: frida</title>
		<link>http://arrastao.org/lgbt/como-ser-contra/#comment-37572</link>
		<dc:creator>frida</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 21:04:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=3203#comment-37572</guid>
		<description>olá sr. anónimo !
que não deve ter vida própria....
pois que fui dár uma volta.. e imagine. não chove lá fora !!!
aqui a sua verborreia continua... e sinceramente não me interessa a sua opinião com mais de 3 e 500 caracteres a justificar o mesmo...
numa coisa estamos de acordo! é realmente uma lei ordinária !!!!
bem haja</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>olá sr. anónimo !<br />
que não deve ter vida própria&#8230;.<br />
pois que fui dár uma volta.. e imagine. não chove lá fora !!!<br />
aqui a sua verborreia continua&#8230; e sinceramente não me interessa a sua opinião com mais de 3 e 500 caracteres a justificar o mesmo&#8230;<br />
numa coisa estamos de acordo! é realmente uma lei ordinária !!!!<br />
bem haja</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: anonimo</title>
		<link>http://arrastao.org/lgbt/como-ser-contra/#comment-37571</link>
		<dc:creator>anonimo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 20:22:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=3203#comment-37571</guid>
		<description>(“O argumento vá-se catar é upa upa, mas dizer que os homosexuais são ‘desestruturados sociais’ oiça… é que é fora de série”)

 Arquiduquesa, sem complexos arquiduquesa, o desestruturação é precisamente eles não terem nenhuma estrutura e pretenderem imiscuir-se ou ter acesso através de um contrato chamado casamento, que não feito para eles para acederem a um outro estatuto social. O casamento permite o acesso a um outro estado social percebe. E é destinado aos heterosexuais,  por isso eles são desestruturados sociais neste aspecto ou você pensou a que aspectos eu me referia? não seja burra.  Mas também não lutam por um estatuto próprio que defina a sua inclinação sexual e social e que não seja a mesma que define o estado social dos heterosexuais, complexo de se identificar socialmente por uma posição que os identifique. Não sei nem me interessa, mantenho o que tinha dito e vejo-me na necessidade de ter que explicar o que você não entende, não vale a pena. Não perca o seu ioga, a espiritualidade e o saber  preencher  a espiritualidade é o caminho para a felicidade, não perca o seu..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(“O argumento vá-se catar é upa upa, mas dizer que os homosexuais são ‘desestruturados sociais’ oiça… é que é fora de série”)</p>
<p> Arquiduquesa, sem complexos arquiduquesa, o desestruturação é precisamente eles não terem nenhuma estrutura e pretenderem imiscuir-se ou ter acesso através de um contrato chamado casamento, que não feito para eles para acederem a um outro estatuto social. O casamento permite o acesso a um outro estado social percebe. E é destinado aos heterosexuais,  por isso eles são desestruturados sociais neste aspecto ou você pensou a que aspectos eu me referia? não seja burra.  Mas também não lutam por um estatuto próprio que defina a sua inclinação sexual e social e que não seja a mesma que define o estado social dos heterosexuais, complexo de se identificar socialmente por uma posição que os identifique. Não sei nem me interessa, mantenho o que tinha dito e vejo-me na necessidade de ter que explicar o que você não entende, não vale a pena. Não perca o seu ioga, a espiritualidade e o saber  preencher  a espiritualidade é o caminho para a felicidade, não perca o seu..</p>
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