19 respostas ao post “Não esquecer o crime”  

  1. 1 1  João Gomes

    Lamentáveis e cruéis as perseguições católicas aos judeus…
    Lamentáveis e cruéis as perseguições judias aos palestinos…
    No passado e no presente…

  2. 2 2  Joana D

    Meu caro Joao Gomes, temos de esperar mais 500 anos!

  3. 3 3  Dinis

    Convém, obviamente, ter memória, o que, aliás, só o conhecimento dos acontecimentos históricos confere.Mas..não prescreveu o crime?
    E que tal um memorial aos cidadãos injustamente condenados ontem? Ou a passar por penas privativas de liberdade exageradas hoje?…Enfim, eu, preferia concentrar energias a tentar resolver problemas CONTEMPORÂNEOS, daqueles que afectam pessoas com quem me vou cruzando na rua.
    Aí esta esquerda caviar…ou Lux, ou iphone, tão alheada que está e que falta fazia que não estivesse!

  4. 4 4  Isabel Coutinho

    Francamente, já não há pachorra.

  5. 5 5  Bernardo Kolbl

    Logo que não haja só “memória selectiva”, celebre-se.
    Já agora lembrem todos.

  6. 6 6  Sérgio

    Bem, falta o monumento às vitimas moçambicanas, às vitimas angolanas, às vitimas guineenses, às vitimas de s. tomé e principe, às vitimas do…

    Enfim, acho que um monumento destes não faz muito sentido. A morte de milhares de pessoas às mãos da Inquisição, e não só, durante a idade média é um dado adquirido. Querem fazer um monumento por algo que apesar de bárbaro era normal na mentalidade da época, tudo bem, mas façam-no em honra de todas as vítimas e não apenas em nome de uma minoria vocal que já gritou o suficiente para que todo o mundo os considere os eternos coitadinhos…

  7. 7 7  Sérgio

    Escrevi um pouco cedo de mais.
    Este incidente não teve nada que ver com a inquisição, que ainda não existia à altura.
    Porém, D.Manuel 1 puniu os responsáveis e envolvidos chegando mesmo a executar os monges incitadores do massacre. Hoje em dia há mais culpas a morrerem solteiras…

  8. 8 8  Kiki Anahory Garin

    Olá

    Primeiro que tudo, parabéns por ter falado deste Monumento que por acaso além de tudo é lindo.

    Em relação a alguns dos comentários que aqui li e apesar de nada ter a ver com eles, não resisto a dizer algo:

    Não há realmente paciência para o género de argumentos que alguns têm: como e as outras vítimas???!!!!

    Não me parece que as vítimas da maravilhosa descolonização tenham algo a ver com isto.

    Trata-se de um Monumento que relembra um acto horrendo que infelizmente faz parte da nossa história.

    E é fundamental relembrarmos a História.

    Shalom

    Kiki

  9. 9 9  fidel

    então e os judeus mortos pela religião da paz não contam ?

  10. 10 10  JS

    Que sentido faz isto agora?
    Não sei porquê mas tudo isto me cheira a estranho.
    Me cheira a velho.
    E me lembra que o ser humano continuará sempre a fazer perseguições. Sejam duras ou mais suaves. Sejam físicas ou psicológicas. Directas ou indirectas. Seja a Judeus, ou a Cristãos, a fieis ou a infieis.
    Essa tendência está na nossa natureza; e esconde-se atrás de ideologias. Só o Espírito de Bem nos pode salvar.

    Logo agora que a visita do Papa aos EUA, que o Daniel ignorou, mostra uma renovada face da Igreja, há quem insista em ignorar o presente e avivar fantasmas dum passado mais que muito velho e enterrado.

  11. 11 11  Sérgio

    @Kiki Anahory Garin

    Estás a falar do quê? Eu referia-me às vitimas da colonização, já que estamos a falar de acontecimentos de à 500 anos atrás.

    E de momentos horrendos está a história do mundo cheia. Apenas acho estranho que sejam sempre os mesmos a serem lembrados, chorados e vitimizados.

  12. 12 12  Isabel

    Espero que logo que possível, para que não se perca a memória e se faça justiça, se erija um monumento em honra dos mouros, barbaramente assassinados e expoliados dos deus bens, por D. Afonso Henriques, o Malandro o Grande, e seus exércitos.

  13. 13 13  Xico

    O Isabel, vá ler a história antes de dizer que Afonso Henriques expoliou quem quer que seja. Afonso Henriques tinha os mouros da lusitãnia como aliados e deu foral à mouraria para que não tivesse de viver de acordo com os costumes cristãos.
    Quanto à expoliação que os mouros fizeram aos godos? Esqueceu-se?
    Quanto ao memorial é engraçado ver como as notícias são dadas. Foi o Sá Fernandes, foi a Câmara. Não se diz que o monumento foi executado em conjunto e de acordo com a comunidade judaica, o patriarcado de Lisboa e a câmara municipal.
    E os espoliados das ex-colónias por culpa do partido comunista e seus aliados? Qual a diferença para os judeus????!!!!

  14. 14 14  Kiki Anahory Garin

    Olá de novo

    Acabei de vir do Largo de São DOmingos onde fui fotografar o Monumento já que não consegui estar na Cerimónia de Inauguração, e por alguns dos comentários que ouvi enquanto o fotografei e por alguns dos comentários aqui deixados, estou cada vez mais convicta que Monumentos em memória da Intolerência de uns por todos os que são diferentes são cada vez mais necessários.

    Além disso, é com uma enorme tristeza que noto que infelizmente ainda existe no Povo Português um sentimento de anti-judaismo.

    Termino, dizendo de novo
    Shalom

    Kiki Anahory Garin

  15. 15 15  Isabel Coutinho

    “Eu referia-me às vitimas da colonização, já que estamos a falar de acontecimentos de à 500 anos atrás.”

    Sérgio
    Há quinenhos anos atrás não se pode falar em “colonização” portuguesa. A presença dos portuguêses quase se limitava ao litoral, onde se estabeleciam tendo o comercio como primeiro objectivo (os Portugueses sempre foram comerciantes, e, se calhar era aí mesmo que deviamos apostar).
    É claro que um dos principais produtos comerciáveis eram os escravos. Que aliás nos eram fornecidos pelos próprios sobas e chefes tribais, que também praticavam a escravatura entre eles.
    Foi só em meados do séc. XIX que passámos a colonizadores. Aliás por pressão dos Ingleses que nos acusaram de não o sabermos ser.
    Nessa alturas a maioria dos países europeus tinha colónias (e os que não as tinham ambicionavam tê-las). Onde os povos indígenas eram bem mais mal tratados que nas nossas.
    Há fenómenos históricos que não podem ser vistos à luz do séc. XXI.
    A Inquisição é um deles.

  16. 16 16  O Psiquiatra de serviço

    Não havia nexexidade. Cheira-me a mais um frete. Desses 500 anos pra cá quantas coisas susceptíveis de identica prostração aconteceram? Monumentos pra todas?-ridículo. Simplesmente ridículo.

  17. 17 17  Sérgio

    @Kiki Anahory Garin

    Como não podia deixar de ser, segue a vitimização…
    O que tem a ver a discordancia em relação a um monumento com ser anti-judaismo?

    Quando é que os prós e os próprios se habituam a debater assuntos sem sacar dos rótulos?

    Já não há pachorra….

  18. 18 18  Kiki Anahory Garin

    Em resposta ao último comentário respondo:

    Realmente não há pachorra e como estou “em casa alheia” vou.me ficar por aqui.

    Shalom

    Beijos
    Kiki

  19. 19 19  Fado Alexandrino

    É preciso muito cuidado com estas homenagens.
    Eu gosto de todas mas se estamos em tempo de recordações então convêm recordar que o primeiro martirizado foi Abel.
    E a estes os outros se seguiram.
    Não era boa altura de o recordar?

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