Em resposta a este post, o João Pinto e Castro mostra que não acredita que seja possível uma rede partilhada de bicicletas em determinadas zonas de Lisboa. Não senhor, que isto é tudo a subir. Para corroborar deixa mesmo alguns exemplos. Entre eles, os “impensáveis” 600 metros que ligam a Praça de Londres ao cruzamento da Av. Roma com a dos EUA. Como a maioria dos leitores do Arrastão não tem a obrigação de conhecer a inclinação das ruas de Lisboa, deixo aqui um pequeno filme com o meu filho, quando tinha 2 anos e meio, a subir a mítica pendente da Avenida de Roma, ilustre representação de um Koppenberg à beira mar plantado. Que os hercúleos músculos de uma criança de 12 quilos, a arrastar 11 quilos com duas rodas, sejam capazes de locomover uma bicicleta não prova que o João Pinto e Castro seja contra a utilização pública de bicicletas em qualquer zona do planeta. Não senhor. Desde que se proceda previamente à terraplanagem de todos os declives superiores a cinco centímetros, o João Pinto e Castro aí estará para o defender.
* como diria o meu filho.

24 respostas ao post ““Por causa é a subir”*”  

  1. 1 1  Pacóvio

    Não será possivel organizar-se uma bicicletada ao estilo da critical mass nas zonas que iriam ser abrangidas por ciclovias e onde se planeavam colocar as primeiras / maior parte dos postos de aluguer de bicicletas para demonstrar a inanidade destas criticas que parecem resumir a questões teológicas/metafisicas sobre o que se pode ou não percorrer de bicicleta?

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  2. 2 2  Diogo

    A inclinação não sei, mas que o miudo vai todo giro com o capacete a condizer com a casaca isso é mais que certo

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  3. 3 3  João Pinto e Castro

    Boa piada. E parabéns ao miúdo: temos Joaquim Agostinho.

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  4. 4 4  Luis Moreira

    Olhe que não sei,não.Eu disse-lhe que o meu filho vai de bicicleta da Av. de Roma para o Arco Cego e ele perguntou-me se ainda “tinha rodinhas”!

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  5. 5 5  Gil Cavalheiro

    É a subir? Cansa? Então seremos sempre a cauda da Europa..
    Julgo que existe uma cidade na Noruega, onde a inclinação ainda é maior do que a existente em Lisboa, e que por acaso, é a cidade onde é registado o maior nível de precipitação em todo o Mundo. Mesmo assim, os seus residentes têm a capacidade de perceber que andar de bicicleta, não é uma questão de humor matinal, mas sim uma obrigação, (para mim é sempre um prazer e um privilégio andar de bicicleta), que tem consequências no desenvolvimento do país.
    Não fiquemos à espera de respostas por parte dos Políticos, pois a maior parte deles não tem qualidade suficiente para participar em projectos de transição.
    Comece-mos por ser nós próprios a agir.

    Não sei se já ouviram falar do Blog, mas o seu responsável prova que a elevada inclinação registada em Lisboa só corresponde a 15% da cidade, dando ele próprio o exemplo, deslocando-se todos os dias de Bicicleta na cidade de Lisboa: http://100diasdebicicletaemlisboa.blogspot.com/

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  6. 6 6  

    claro que é possivel.
    sales, és tu que pagas a ciclovia?
    sales, és tu que vais servir de policia sinaleiro enquanto as hipoteticas obras entupirem o transito todo?
    sales, és tu que vais colar placards a dizer “deixe o carro em casa e venha de bicicleta pela IC19?”
    sales, acabaram-se as causas fracturantes, sales?
    ó homem, vai la defender o aborto e os homossexuais e deixa-te de devaneios utopicos sem jeito nenhum.

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  7. 7 7  toulixado

    Esta das bicicletas ainda dura? Até parece o folhetim do Sá Fernandes com o Bloco…

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  8. 8 8  B Aranda

    Esta história dos declives da cidade é mesmo uma coisa cultural.

    Quando tentei explicar o debate das subidas, que nós cá em Lisboa temos, a um filandês, ele nem sequer estava a compreender bem onde é que eu queria chegar… Depois arrumou a questão com um argumento que para ele era óbvio: “Mas se tens uma subida, quer dizer que tens ao mesmo tempo uma descida igual. É verdade que te custa um pouco mais subir, mas quando estiveres a voltar é um descanço”

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  9. 9 9  Pedro Sales

    João Pinto e Castro,

    Já estou como o PSD. O que é preciso é ironia…

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  10. 10 10  João André

    Neste debate das bicicletas em Lisboa parece-meque há três lados. Um é o do Pedro Sales, em que se deveriam criar espaços para ciclovias e para andar de bicicleta. Outro é o do maradona, que acha que se deveriam criar condições para os transportes públicos. utro é um que ainda não vi referido no debate (foi-o noutras alturas) que é a necessidade de retirar automóveis de Lisboa.

    Combinando todas consegue-se a melhor opção, parece-me. E uma forma simples é colocando parques fora da cidade onde, em troca do pagamento do estacionamento para o dia inteiro (por exemplo) se recebe um bilhete para todos os transportes públicos em Lisboa. Quem residir em Lisboa pode usar no seu carro um dístico que permite pagar os custos habituais de estacionamento. Quem vier de fora e quiser levar o carro para Lisboa, tem de pagar nas zonas onde é livre para residentes e pagar a dobrar ou a triplicar nas zonas onde é pago habitualmente.

    Se calhar sou eu que sou lírico, mas isto parece-me lógico.

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  11. 11 11  Tarzan

    Experimenta pôr o puto a subir a Av. Estados Unidos da América e a das Forças Armadas. Aparecem a branco no mapa…

    É mito, é. Os lisboetas são todos estúpidos, é o que é. E preguiçosos.

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  12. 12 12  Pedro Sales

    João André,

    A minha posição resulta da conjugação das 3 ideias de que fala. Eu não quero mais bicicletas em Lisboa, quero que se deixe de encarar o transporte individual como o alfa e o ómega do planeamento urbano. Claro que isso passa por uma aposta nos transportes colectivos e em pensar em políticas que deixem de trazer carros para o centro da cidade (silos na baixa, túneis e viadutos a metro na entrada de Lisboa e, já agora, taxar os carros que entrem revertendo essas receitas para a rede pública de transportes).

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  13. 13 13  

    “Eu não quero mais bicicletas em Lisboa”

    dizer isto é o mesmo que um benfiquista ferrenho nao querer que o benfica seja campeao.
    realmente, haja paciencia.

    as pessoas PREFEREM andar de carro.
    fim.

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  14. 14 14  António Fonseca

    eu quero ver o Pedro Sales a viver em alverca a 3km da estacao de comboio. a pedalar ate à estacao p apanhar o comboio as 7h30 da manha c a sua bicicleta c o comboio a pinha, chegar a sete rios ou a entrecampos pegar na bicicleta e pedalar ate a um local de trabalho a 3km. quero ver depois a fazer o caminho inverso. mas n quero ver três meses, quero ver um ano.
    5milhoes p uns meninos andarem de bicicleta é um insulto (mas alguem acha q os engarrafamentos em lisboa sao de carros de quem mora na cidade?). Se os 5 milhoes por ano fossem p melhorar a carris e o metro (uma puta de uma vergonha de compradio c a especulacao imobiliaria) q sao os transportes de quem trabalha… Pensemos em ciclovias qd a generalidade das pessoas n tiver q andar contra a porta do metro tds os dias qd sai do trabalho.
    Para n virem as bocas do costume, eu n tenho carro, sou estudante no centro de lisboa, moro em rio de mouro e ando de transportes publicos.

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  15. 15 15  Pedro Sales

    António Fonseca,

    Se ler o meu post anterior sobre o assunto constatará que eu nunca refiro que as bicicletas são o meio de transporte para todas as pessoas e situações. Pelo contrário, serão sempre para uns quantos. MUito mais do que hoje, mas minoritários. Reparará, também, que eu nunca me pronunciei sobre a actual proposta, mais não seja pelo absurdo financeiro da mesma.

    Mas sobre as questões da mobilidade em Lisboa, incluindo as bicicletas, espero conseguir arranjar tempo para escrever ainda hoje.

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  16. 16 16  balburdio

    filho de trotskista sofre!!!!

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  17. 17 17  balburdio

    estamos a querer resolver um problema, o dos transportes e do transito em Lisboa, ou estamos com as habituais guerrilhas políticas?
    Quem é que acredita que as bicicletas sejam solução?
    E no pai natal também acredita???

    Não sejam ridículos, o percurso mediano individual em Lisboa é superior a 5 km, isto exclui 90% da população do universo desta solução.

    Ora toda a solução que não seja universal não é solução, apenas desperdício de dinheiro e entrave ao transito, para inglês ver!!

    Há ainda um outro problema, nas Finlândias as pessoas tem que pedalar…para não congelarem!! Por cá, com verões de 38ºC só pedalam insanos e masoquistas!!

    Mas por sinal o maior problema é outro, o da proibição de transito na cidade a viaturas de tracção animal !

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  18. 18 18  José Costa

    Antes de expressar a minha opinião, esclareço que sou portuense e que, das várias vezes que fui a Lisboa, não me pareceu que fosse assim tão inclinada (especialmente se comparada aqui com o burgo, que é todo a pique da Ribeira para Paranhos ou Campanhã, por exemplo), mas enfim.

    Mas o meu ponto é outro.

    A ideia das ciclovias e das bicicletas é boa por vários motivos que qualquer pessoa com senso comum defende, mas parece-me, sinceramente, que tem de vir depois da resolução do sistema de transportes publicos e das entradas de carros na cidade.

    Só depois disso estar resolvido é que se devem (sem parecer, aos olhos de muitos que sofrem com esta realidade, um capricho de meia dúzia de “burgueses” citadinos) implementar este tipo de soluções.

    Sem desmerecer esta causa, parece-me que aplicar este dinheiro num plano para realmente melhorar os sistemas de movimentação dentro da cidade seria muito mais lógico.

    Para finalizar (e para manter a imagem de resmungões que os tripeiros têm aí pela capital) e que tal começarem-se a discutir também (a um nível nacional) as bandalheiras e falcatruíces com o Metro do Porto?

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  19. 19 19  A.R.A

    Pedro Sales, algumas questões:

    E quem trabalha por turnos e vive na periferia da cidade, qual a solução?

    E será que (algo muito português)antes de se criarem alternativas viaveis se começaria logo a…”taxar os carros que entrem revertendo essas receitas para a rede pública de transportes”…

    …”uma aposta nos transportes colectivos e em pensar em políticas que deixem de trazer carros para o centro da cidade (silos na baixa, túneis e viadutos a metro na entrada de Lisboa”… Muito bem mas será que não se fará o mesmo que se tem feito até aqui, ou seja, por exemplo a criacção de parques de estacionamento junto ás estações de comboios cuja a taxa de parqueamento é de 5€ por 8h dia (pelo menos assim é na Amadora) que x 22 dias uteis perfaz a modica quantia de 110€ só em estacionamento pois ainda falta calcular o uso do passe combinado par os transportes publicos.

    Fora estas questões, sem duvida que Lisboa seria mais linda e aprazivel para se andar de bicicleta (sem rodinhas,eh eh eh :)

    Aquele Abraço
    A.R.A

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  20. 20 20  Gil Cavalheiro

    Resido no Porto e tenho notado que o número de portuenses a andar de bicicleta tem vindo a aumentar, devido a vários factores.
    Concordo absolutamente, quando muitos dos comentadores do Blog afirmam que antes de se mandar construir as ciclovias, é necessário e urgente ter soluções que tentem utilizar os recursos financeiros da Câmara de Lisboa para melhorar projectos que consigam atrair cada vez mais gente a utilizar os trasportes públicos.
    Para isso, como já foi referido, é preciso tomar medidas que empurrem e que “pressionem” aqueles cidadãos que podiam, mas não gostam, de andar de trasportes colectivos na cidade de Lisboa.
    Para mim, como no caso da bicicleta, é um prazer e um privilégio, andar de transportes públicos, sabendo que todos os dias estou a contribuir de diversas formas, para um melhoramente da minha qualidade de vida, dos cidadãos do país, dos cidadãos Europeus, e resumidamente de todo Mundo.
    Se existe gente, que não sente, nem pensa o mesmo que eu, usando trasportes poluidores todos os dias, ou em situações perfeitamente intoleráveis, deve ser de certa forma “combatida”, pois neste momento fazê-lo, já não pode ser opcional.

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  21. 21 21  Nom_de_Guerre

    Com estes portuenses entusiastas da bicicleta nas cidades é inexplicável que tantos lisboetas (?) se queixem dos nossos declives!

    Começo a achar que os tripeiros gozam com a moleza cá de baixo com razão…

    ;)

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  22. 22 22  João André

    Do A.R.A:

    «parques de estacionamento junto ás estações de comboios cuja a taxa de parqueamento é de 5€ por 8h dia (pelo menos assim é na Amadora) que x 22 dias uteis perfaz a modica quantia de 110€ só em estacionamento»

    Por um lado posso perguntar quanto custa em combustível, manutenção, tempo e até, suponho, às vezes estacionamento em Lisboa, levar o carro para a cidade e depois andar no trânsito e à procura de lugar. Seja como for, a lógica deveria ser muito simples: na posse de um bilhete de comboio, o estacionamento seria gratuito e vice-versa (estacionando o carro, o bilhete de comboio seria gratuito ou muito barato).

    A quem fale em tempo, só digo que se queixariam de tudo e mais alguma coisa. Ao idiota (sim, idiota) que fala das temperaturas baixas na Finlândia como razão apra andar de bicicleta, relembro que essas temperaturas baixas vão para lá dos 30 graus negativos. Ninguém no seu perfeito juízo andará de bicicleta nessas condições (mas que sei eu, não vivo lá). Na Holanda e na Alemanha, com as temperaturas a descerem aos 10 negativos de tempos a tempos, as pessoas evitam sair nesses picos. E são países onde chove frequentemente. Imagino que diriam as pessoas que usam o clima para serem contra a bicicleta se Portugal fosse chuvoso como a Holanda: «aqui chove muito, ninguém quer andar de bicicleta».

    Parvoíces puras, nada mais.

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  23. 23 23  Babalu

    Uma coisa curiosa é o direito inalienável que muitas pessoas vêm na ocupacão privada do espaco público que é para usofruto todos. Quem tem carro acha que tem direito a ocupar a via pública (ou o passeio) com o seu veículo. Um grande problema é esse, a ideia que é um direito. Não devia ser. Devia ser um previlégio pago. E quem estacionasse no passeio devia sofrer (uma grande multa, que existe na lei, mas raramente acontece). As leis até existem, a aplicacão é que é muito má (e no Porto ainda é pior)

    Depois há o egoísmo profundo. Veja-se o António Fonseca, não está disposto a fazer um pequeno esforco (sei do que falo, fiz o que ele sugere por quase 2 anos, curiosamente não me parece que demorasse mais, nem que sofresse mais que os meus colegas que usavam o carro e sofriam as filas e o stress).

    Depois há os esteriótipos que são dificeis de mudar: O carro enquanto meio rápido de transporte (que nas cidades não é). Os transportes públicos maus (O discurso mais parolo que conheco comeca assim: “Não temos os transportes públicos dos Europeus”, normalmente sem conhecimento de causa – se tivessem conhecimento de causa não diriam uma barbaridade dessas).

    Ah, e voltando ao egoísmo: É incrivel como as pessoas até do clima se queixam (chove e tal) no país com o melhor clima que eu conheco!

    Em Lisboa, as zonas antigas são problemáticas. Mas só quem vê a cidade do esteriótipo das “7 colinas” pode achar que é dificil fazer boa parte de bicicleta. Praticamente todas as zonas novas são cicláveis, com poucas excepcões. Isto inclui Benfica (o Alto dos Moínhos é a pequena e pouco elevada excepcão), Avenidas Novas (que são completamente planas), Lumiar, Alvalade, …

    Lisboa e Porto (aliás o problema até é mais grave no Porto) não são totalmente cicláveis, mas grande parte consegue ser, haja vontade.

    Resumindo: o povo é parolo e apático (e elege governantes na mesma linha e tolera elites ainda piores) e por ser assim é que somos um país pobre e atrasado.

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  24. 24 24  A.R.A

    João André

    Tem uma retórica simpatica mas não verdadeira!

    O problema do transito, a mim pessoalmente, não me aflige porque enquanto voçê se calhar ainda dorme ou esta a acordar, eu já estou a trabalhar (trabalho por turnos).

    Essa do bilhete sair mais barato com o estacionamento é ridiculo porque o proprio preço do estacionamento já de si é incoportavel e alem de comboio teria que recorrer a mais transportes (falo no singular mas existem mais pessoas na minha situação)

    Será que o J.André sabe de alguma medida tomada para existirem transportes 24H sob 24H?

    Aquele Abraço
    A.R.A

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