8 de Maio: 08 de Maio de 1968
O ministro da Educação, Alain Peyrefitte, anuncia na Assembleia Nacional a reabertura da Sorbonne e Nanterre “se a desordem não se repetir”. À noite, novas manifestações estudantis e barricadas no Quartier Latin reúnem mais de 30.000 pessoas.
Fonte

Apocalypse Now


5 respostas ao post “Sous les pavés, la plage [8]”  

  1. 1 1  Cindy Calista

    Esta história dos comentários terem, obrigatoriamente, que ( ou de ) ter um mail anexo cheira-me a …Big Brother.

  2. 2 2  Xico

    Gosto mais de comemorar a revolta estudantil de Tianamen. O poder que matou os estudantes era o defendido pelo participantes do Maio de 68!
    Outra revolta digna era dos estudantes americanos contra a guerra do Vietnam conduzida por Kennedy, outro ícone do Maio de 68 e dos betinhos portugueses, porque aquele era contra o Salazar e a sua guerra colonial. Guerras coloniais só as dos americanos são legítimas.
    Outro ícone, Che, que apesar de ser médico e dever dedicar a vida a salvar outras, passou a vida a fazer a guerra e a levar a guerra. E a matar companheiros!
    Ainda não percebi porque se comemora o Maio de 68, feito por estudantes cansados das liberdades que o seu país proporcionava, ao contrário dos poderes que defendiam e que espezinhavam a cultura e a liberdade de outros jovens e velhos, como essa ignomínia sem nome que foi a revolução cultural chinesa!
    Debaixo das calçadas os estudantes preferiam o chão dos cemitérios!

  3. 3 3  José Peixoto

    Senhor Xico, o senhor é, permita-me que lhe diga, o protótipo do fala-barato, que fala sobre tudo, sem se deter a pensar em nada, ou pior, sem saber do que está falando. Já ouviu falar de IS? Imagina os situacionistas a apoiar o Mao?
    Mas adiante, e já que quer comemorar e relembrar, comemore e glorifique a resistência dos socialistas checoslovacos, à ocupação soviética , na Primavera de 68.

  4. 4 4  Xico

    Senhor José Peixoto
    O senhor tem toda permissão para me dizer o que quiser!
    Gostaria no entanto que contestasse o que disse sobre as revoltas dos estudantes em Paris! Quanto à resistência checa só podia estar a favor!
    Posso compreender ou até simpatizar com o movimento estudantil de 68, em 68. Não tenho é paciência para a celebração do que se veio a verificar ser um aproveitamento de movimentos maoistas e de uma tropa fandanga que contestava porque era giríssimo!
    Falta-me a paciência para quem contesta a liberdade que tem para defender os poderes que as roubavam aos outros, em nome de verdades sagradas!
    Toda uma geração burguesa que frequentava a universidade, em plena liberdade e sem guerra, só tinha que esperar e aplicar na sua vida e nas empresas que iam gerir e nos governos que iam administrar, para aplicar as suas teorias, de liberdade, igualdade, solidariedade, etc. Viu-se…
    Geldof tem razão, mas muito do que ele se queixa deve-se a parte da geração de 68…

  5. 5 5  Pinto

    Sr. Xico tem toda a razão nos seus comentários. Os meninos do Maio de 68 nem sequer sabiam porque ali etavam. Muitos deles estavam ali porque era très chique participar.
    Desgraçados daqueles que ficaram feridos, daqueles que ficaram sem carro, daqueles que ficaram com as montras das suas lojas partidas. Mas desses ninguém se lembra. Eram a massa.

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