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	<title>Comentários em: Big Brother, S.A.</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 22:17:36 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Arrastão: Dois anos</title>
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		<dc:creator>Arrastão: Dois anos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 23:11:47 +0000</pubDate>
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		<description>[...] selectiva: os liberais Liberais de conveniência: o Compromisso Portugal Robôs nipónicos e Big Brother, S.A., As empresas, o Estado, os liberais e a liberdade individual O Mao Invisível e Quando a ideologia [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] selectiva: os liberais Liberais de conveniência: o Compromisso Portugal Robôs nipónicos e Big Brother, S.A., As empresas, o Estado, os liberais e a liberdade individual O Mao Invisível e Quando a ideologia [...]</p>
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		<title>Por: tina</title>
		<link>http://arrastao.org/mercado-e-liberais/big-brother-sa/#comment-33905</link>
		<dc:creator>tina</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 20:43:56 +0000</pubDate>
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		<description>Tivessemos nós tantos emigrantes como os USA e teriamos o mesmo número de presos. Basta ver como noutro dia os polícias foram recebidos no bairro social da Horta Nova. Pelos vistos, o social não ajudou muito aqui.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tivessemos nós tantos emigrantes como os USA e teriamos o mesmo número de presos. Basta ver como noutro dia os polícias foram recebidos no bairro social da Horta Nova. Pelos vistos, o social não ajudou muito aqui.</p>
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		<title>Por: anonimo</title>
		<link>http://arrastao.org/mercado-e-liberais/big-brother-sa/#comment-33758</link>
		<dc:creator>anonimo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2008 18:42:42 +0000</pubDate>
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		<description>Percebe-se que o Daniel nunca leu o Daniel Patrick Moynihan.


Percebese que o Sr. Daniel Patrick Moynihan ainda nao tivo tempo de interessarse por algúm outro pais que nao fosse...os USA !


Beyond the Melting Pot, an influential study of American ethnicity, which he co-authored with Nathan Glazer (1963)

The Negro Family: The Case for National Action otherwise known as the Moynihan Report (1965) 
Maximum Feasible Misunderstanding: Community Action in the War on Poverty (1969) ISBN 0029220009 

Violent Crimes (1970) ISBN 0807660531 
Coping: Essays on the Practice of Government (1973) ISBN 0394483243 

The Politics of a Guaranteed Income (1973) 

The Politics of a Guaranteed Income: The Nixon Administration and the Family Assistance Plan (1973) ISBN 0394463544. 

Business and Society in Change (1975) ISBN 0884390022 

A Dangerous Place (1978) ISBN 0316586994 

Best Editorial Cartoons of the Year, 1980 (1980) ISBN 1565545168 

Family and Nation: The Godkin Lectures (1986) ISBN 0156301407 
Came the Revolution (1988) 
On the Law of Nations (1990) ISBN 0674635760 
Pandaemonium: Ethnicity in International Politics (1994) ISBN 0198279469 
Miles to Go: A Personal History of Social Policy (1996) ISBN 0674574419 
Secrecy: The American Experience (1998) ISBN 0300080794 
Future of the Family (2003) ISBN 0871546280</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Percebe-se que o Daniel nunca leu o Daniel Patrick Moynihan.</p>
<p>Percebese que o Sr. Daniel Patrick Moynihan ainda nao tivo tempo de interessarse por algúm outro pais que nao fosse&#8230;os USA !</p>
<p>Beyond the Melting Pot, an influential study of American ethnicity, which he co-authored with Nathan Glazer (1963)</p>
<p>The Negro Family: The Case for National Action otherwise known as the Moynihan Report (1965)<br />
Maximum Feasible Misunderstanding: Community Action in the War on Poverty (1969) ISBN 0029220009 </p>
<p>Violent Crimes (1970) ISBN 0807660531<br />
Coping: Essays on the Practice of Government (1973) ISBN 0394483243 </p>
<p>The Politics of a Guaranteed Income (1973) </p>
<p>The Politics of a Guaranteed Income: The Nixon Administration and the Family Assistance Plan (1973) ISBN 0394463544. </p>
<p>Business and Society in Change (1975) ISBN 0884390022 </p>
<p>A Dangerous Place (1978) ISBN 0316586994 </p>
<p>Best Editorial Cartoons of the Year, 1980 (1980) ISBN 1565545168 </p>
<p>Family and Nation: The Godkin Lectures (1986) ISBN 0156301407<br />
Came the Revolution (1988)<br />
On the Law of Nations (1990) ISBN 0674635760<br />
Pandaemonium: Ethnicity in International Politics (1994) ISBN 0198279469<br />
Miles to Go: A Personal History of Social Policy (1996) ISBN 0674574419<br />
Secrecy: The American Experience (1998) ISBN 0300080794<br />
Future of the Family (2003) ISBN 0871546280</p>
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	<item>
		<title>Por: mdn</title>
		<link>http://arrastao.org/mercado-e-liberais/big-brother-sa/#comment-33732</link>
		<dc:creator>mdn</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2008 03:42:53 +0000</pubDate>
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		<description>"A lógica não é essa, como é evidente no texto. É: mais Estado Social, menos crime - menos crime, menos polícia."

Percebe-se que o Daniel nunca leu o Daniel Patrick Moynihan.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A lógica não é essa, como é evidente no texto. É: mais Estado Social, menos crime - menos crime, menos polícia.&#8221;</p>
<p>Percebe-se que o Daniel nunca leu o Daniel Patrick Moynihan.</p>
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	<item>
		<title>Por: Sebastião Dias</title>
		<link>http://arrastao.org/mercado-e-liberais/big-brother-sa/#comment-33599</link>
		<dc:creator>Sebastião Dias</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 11:53:56 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Sérgio,

Claro que deve assegurar o mínimo de dignidade ao seu povo. E não disse que «eles não querem é trabalhar». Questiono sim se aqueles que optaram por nunca fazer descontos para a segurança social devem reclamar os mesmos direitos sociais dos que optaram por faze-lo. Não me parece justo.

Quanto à minha vida, como a maioria das pessoas que escolheu trabalhar por conta própria, é incerta. Esforço-me verdadeiramente para que o meu trabalho valha o que me pagam, se assim não for corro sérios riscos de perder trabalho. até agora tudo tem corrido bem. Quando vejo pessoas com emprego garantido que se recusam a ser avaliadas fico incomodado. À conta dessas pessoas há outra geração completamente adiada, que não ganha dinheiro suficiente, que não tem trabalho certo, que não pode ter casa e continua a viver com os pais, que não casa nem tem filhos. A velha história dos direitos adquiridos que a esquerda (sempre) conservadora quer manter à custa dos mais fracos.

E já agora, voltando ao tema deste post, não concordadndo com as medidas que vão ser impostas às empresas japonesas (ridiculas), penso que devem ser tomadas medidas de modo a influenciar os cidadãos a seguirem modos de vida mais saudáveis quando se trata de problemas graves de saúde pública. Este é, sem qualquer dúvida, um papel importante do que chamamos o Estado Social. Claro que se vão ouvir sempre vozes dos fumadores barrigudos que acham que se estão a imiscuir nas suas vidas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Sérgio,</p>
<p>Claro que deve assegurar o mínimo de dignidade ao seu povo. E não disse que «eles não querem é trabalhar». Questiono sim se aqueles que optaram por nunca fazer descontos para a segurança social devem reclamar os mesmos direitos sociais dos que optaram por faze-lo. Não me parece justo.</p>
<p>Quanto à minha vida, como a maioria das pessoas que escolheu trabalhar por conta própria, é incerta. Esforço-me verdadeiramente para que o meu trabalho valha o que me pagam, se assim não for corro sérios riscos de perder trabalho. até agora tudo tem corrido bem. Quando vejo pessoas com emprego garantido que se recusam a ser avaliadas fico incomodado. À conta dessas pessoas há outra geração completamente adiada, que não ganha dinheiro suficiente, que não tem trabalho certo, que não pode ter casa e continua a viver com os pais, que não casa nem tem filhos. A velha história dos direitos adquiridos que a esquerda (sempre) conservadora quer manter à custa dos mais fracos.</p>
<p>E já agora, voltando ao tema deste post, não concordadndo com as medidas que vão ser impostas às empresas japonesas (ridiculas), penso que devem ser tomadas medidas de modo a influenciar os cidadãos a seguirem modos de vida mais saudáveis quando se trata de problemas graves de saúde pública. Este é, sem qualquer dúvida, um papel importante do que chamamos o Estado Social. Claro que se vão ouvir sempre vozes dos fumadores barrigudos que acham que se estão a imiscuir nas suas vidas.</p>
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	<item>
		<title>Por: rónepôl</title>
		<link>http://arrastao.org/mercado-e-liberais/big-brother-sa/#comment-33594</link>
		<dc:creator>rónepôl</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 10:58:19 +0000</pubDate>
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		<description>A questão cultural pesa muito aqui. Temos casos de países muito liberais (ex: Suécia) e muito estatistas (ex: Dinamarca) que funcionam bem. 
A questão relevante aqui é:
No nosso caso português e para os portugueses: uma forte intervenção do Estado através de regulamentação e prestação de serviços leva a uma sociedade mais justa e mais geradora de riqueza? Na minha opinião (e é apenas isso) a resposta é não. Eu não acho que o liberalismo seja uma varinha de condão pois tem muitos problemas associados. Agora o que nós vivemos actualmente é um autêntico imperialismo estatal. Estamos nas mãos de:
- um pequeno grupo de pessoas que desempenham cargos públicos e têm um poder desmesurado;
- dos empresaros que têm boas relações com essas pessoas.
O estado português em quase todos os casos presta o mesmo serviço que prestaria um privado com um custo 3 a 4 vezes maior.
O dinheiro do estado não é uma torneira com armazenamento infinito. O estado deveria tomar opções perante recursos limitados - na minha opinião deveria manter-se em áreas como saúde, estradas e sair IMEDIATAMENTE de áreas como cultura, média (a RTP é provavelmente o caso mais escandaloso de gasto inútil de dinheiro público - DE TODOS - que conheço).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A questão cultural pesa muito aqui. Temos casos de países muito liberais (ex: Suécia) e muito estatistas (ex: Dinamarca) que funcionam bem.<br />
A questão relevante aqui é:<br />
No nosso caso português e para os portugueses: uma forte intervenção do Estado através de regulamentação e prestação de serviços leva a uma sociedade mais justa e mais geradora de riqueza? Na minha opinião (e é apenas isso) a resposta é não. Eu não acho que o liberalismo seja uma varinha de condão pois tem muitos problemas associados. Agora o que nós vivemos actualmente é um autêntico imperialismo estatal. Estamos nas mãos de:<br />
- um pequeno grupo de pessoas que desempenham cargos públicos e têm um poder desmesurado;<br />
- dos empresaros que têm boas relações com essas pessoas.<br />
O estado português em quase todos os casos presta o mesmo serviço que prestaria um privado com um custo 3 a 4 vezes maior.<br />
O dinheiro do estado não é uma torneira com armazenamento infinito. O estado deveria tomar opções perante recursos limitados - na minha opinião deveria manter-se em áreas como saúde, estradas e sair IMEDIATAMENTE de áreas como cultura, média (a RTP é provavelmente o caso mais escandaloso de gasto inútil de dinheiro público - DE TODOS - que conheço).</p>
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		<title>Por: Pedro Sá</title>
		<link>http://arrastao.org/mercado-e-liberais/big-brother-sa/#comment-33586</link>
		<dc:creator>Pedro Sá</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 08:51:30 +0000</pubDate>
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		<description>O João Miranda não se importava de passar fome se as empresas estivessem todas em situação financeira invejável.

É essa a ideologia dele. Tudo às empresas e os cidadãos que se lixem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O João Miranda não se importava de passar fome se as empresas estivessem todas em situação financeira invejável.</p>
<p>É essa a ideologia dele. Tudo às empresas e os cidadãos que se lixem.</p>
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		<title>Por: Sérgio</title>
		<link>http://arrastao.org/mercado-e-liberais/big-brother-sa/#comment-33584</link>
		<dc:creator>Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 07:42:28 +0000</pubDate>
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		<description>Sebastião, desejo-lhe sinceramente toda a sorte do mundo.
Suponho que seja um quadro médio ou superior de uma qualquer empresa ou que tenha uma vida confortável. 
Mas acredito que o Sebastião, como tantos, tantos e tantos outros, rapidamente mudaria de opinião se por circunstancias da vida caísse em desgraça.
Para já, veria que aquela do "eles não querem é trabalhar" é das patranhas mais vis que se dizem por aí. E depois perceberia que a única "pessoa" que começou por engraxar sapatos para mais tarde ser um multimilionário, apenas pelo trabalho, foi o Tio Patinhas. Não digo que não existam pessoas que consigam evoluir acima do seu meio, mas estes são a excepção, não a regra.
Não me choca o capital, não me chocam as grandes fortunas, carambam, nem sequer venho aqui reclamar a igualdade e afins... Mas reclamo que qualquer Estado, qualquer Nação digna desse nome deve assegurar um mínimo de conforto e dignidade ao seu Povo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sebastião, desejo-lhe sinceramente toda a sorte do mundo.<br />
Suponho que seja um quadro médio ou superior de uma qualquer empresa ou que tenha uma vida confortável.<br />
Mas acredito que o Sebastião, como tantos, tantos e tantos outros, rapidamente mudaria de opinião se por circunstancias da vida caísse em desgraça.<br />
Para já, veria que aquela do &#8220;eles não querem é trabalhar&#8221; é das patranhas mais vis que se dizem por aí. E depois perceberia que a única &#8220;pessoa&#8221; que começou por engraxar sapatos para mais tarde ser um multimilionário, apenas pelo trabalho, foi o Tio Patinhas. Não digo que não existam pessoas que consigam evoluir acima do seu meio, mas estes são a excepção, não a regra.<br />
Não me choca o capital, não me chocam as grandes fortunas, carambam, nem sequer venho aqui reclamar a igualdade e afins&#8230; Mas reclamo que qualquer Estado, qualquer Nação digna desse nome deve assegurar um mínimo de conforto e dignidade ao seu Povo.</p>
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	<item>
		<title>Por: Sebastião Dias</title>
		<link>http://arrastao.org/mercado-e-liberais/big-brother-sa/#comment-33575</link>
		<dc:creator>Sebastião Dias</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 23:50:40 +0000</pubDate>
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		<description>«Se querem menos Estado social terão mais Estado policial (o que não quer dizer que a inversa seja verdadeira). Talvez não seja por acaso (apesar de haver outras razões) que a democracia mais liberal do Mundo, os EUA, seja a democracia com mais presos no Mundo». 

Com este nível de argumentação é-me realmente impossível discutir.

«Adoro que haja pessoas que preferem que o Estado diga o que elas fazem do que lhes garantam tratamento na doença. Tem de me as apresentar».

Mas quem está contra a garantia de tratamento na doença? Onde leu isso? Leu isso de mim? Do Miranda?

De facto posso apresentar-lhe inúmeras pessoas que acham que o estado deve fazer mais campanhas de prevenção contra a droga, ao mesmo tempo que realmente tenta curar os doentes desse vício, e que são absolutamente contra a ideia do estado fornecer gratuitamente as mesmas drogas em casas de chuto, ideia esta tão cara ao «seu» estado social. Precisa de mais exemplos? Noutro assunto, conheço também pessoas que acham que todos aqueles que não descontaram para a segurança social não devem ter direito a pensões de reforma, entre as quais eu me incluo.

Mas presumo que o Daniel esteja preocupado com aquilo que o estado possa fazer pelos cidadãos, mais do que o que os cidadãos podem fazer pelo estado. O que vale é que pouca gente quer o seu partido, o PCP ou outros partidos de extrema esquerda a governar. Como se costuma dizer, o povo é sábio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«Se querem menos Estado social terão mais Estado policial (o que não quer dizer que a inversa seja verdadeira). Talvez não seja por acaso (apesar de haver outras razões) que a democracia mais liberal do Mundo, os EUA, seja a democracia com mais presos no Mundo». </p>
<p>Com este nível de argumentação é-me realmente impossível discutir.</p>
<p>«Adoro que haja pessoas que preferem que o Estado diga o que elas fazem do que lhes garantam tratamento na doença. Tem de me as apresentar».</p>
<p>Mas quem está contra a garantia de tratamento na doença? Onde leu isso? Leu isso de mim? Do Miranda?</p>
<p>De facto posso apresentar-lhe inúmeras pessoas que acham que o estado deve fazer mais campanhas de prevenção contra a droga, ao mesmo tempo que realmente tenta curar os doentes desse vício, e que são absolutamente contra a ideia do estado fornecer gratuitamente as mesmas drogas em casas de chuto, ideia esta tão cara ao «seu» estado social. Precisa de mais exemplos? Noutro assunto, conheço também pessoas que acham que todos aqueles que não descontaram para a segurança social não devem ter direito a pensões de reforma, entre as quais eu me incluo.</p>
<p>Mas presumo que o Daniel esteja preocupado com aquilo que o estado possa fazer pelos cidadãos, mais do que o que os cidadãos podem fazer pelo estado. O que vale é que pouca gente quer o seu partido, o PCP ou outros partidos de extrema esquerda a governar. Como se costuma dizer, o povo é sábio.</p>
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	<item>
		<title>Por: portela menos um</title>
		<link>http://arrastao.org/mercado-e-liberais/big-brother-sa/#comment-33570</link>
		<dc:creator>portela menos um</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 22:00:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=2913#comment-33570</guid>
		<description>"Proveitos ... privados,  Custos ... socializados"

o lema dos nossos liberais...zinhos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Proveitos &#8230; privados,  Custos &#8230; socializados&#8221;</p>
<p>o lema dos nossos liberais&#8230;zinhos!</p>
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