Mais concorrência desleal: os hospitais públicos às clínicas privadas, a escola pública aos colégios, a segurança social às seguradoras, as associações mutualistas à funerárias, os sindicatos aos advogados, a polícia aos seguranças privados, as forças armadas aos mercenários…
Não deixa de ser curioso ouvir os farmacêuticos, há anos com um mercado condicionado de forma quase feudal, a falar de posição dominante e de concorrência.
Por Daniel Oliveira 29 Nov 07 em Mercado e Liberais, Saúde


Sexo, meu caro amigo filho do grande Pai q
As farmácias hospitalares estarem proíbidas de vender ao público ( que na sua maioria vão ser os seus doentes ) é uma medida que mostra bem que neste país nunca interessa o bem das pessoas mas antes, o lucro e os interesses instalados das corporações!
Lembro uma madrugada,com o meu filho na urgência,em S.José, a precisar de tomar medicamentos e eu a correr Lisboa para encontrar uma farmácia aberta!Tive que me socorrer da polícia para obrigarem a abrir-me a porta!
5 horas da manhã! Como entender que um hospital,uma associação de apoio médico…não possa ter uma farmácia aberta ao público?
Concordo com as analogias. Só não percebi aquela dos sindicatos e advogado
Será que desconheces que o trabalho jurídico nos sindicato é, por regra, efectuado eplso advadvogado avençados?
P.S: ESTA CAIXA DE COMENTÁRIOS É VERDADEIRAMENTE INOPERACIONAL!!
eSTAMOS A ESCREVER E DEIXAMOS DE VER AS LETRAS!!
-Quem tiver que fechar, pois que feche, o que
não pode é continuar, o vergonhoso monopólio
das farmácias, e dos farmaceuticos, operando
em exclusivo, no mercado. Por que razão, eu
que não sou médico, posso abrir uma clínica,
exercer obviamente está fora de questão, mas
não sendo farmacêutico, hei-de estar impedido
de entrar no lucrativo negócio farmacêutico?
Sou pela liberalização do mercado, cumprindo
um caderno de encargos, cada farmácia deve ter
profissionais credenciados, mas existe uma Ordem,
para assegurar o cumprimento das regras deontologicas,
o resto, é com o mercado. Parabéns pelo novo visual!
Meu caro Daniel, o que é um facto é que eu já li preto no branco e várias vezes dizerem que existirem sistemas públicos de saúde, segurança social e educação é concorrência desleal face aos privados…
Mas se quiser ver bem onde chega a paranóia, vá ao Insurgente ler o post do BZ sobre o massacre de judeus.
As farmácias hospitalares infelizmente não serão públicas e estas serão mais um favor do PS aos grandes interesses, se tivéssemos a falar de farmácias hospitalares publicas seria o primeiro a concordar com o post do Daniel Oliveira, desta forma não percebo o sentido do mesmo, a não ser que o BE concorde com a entrega das farmácias hospitalares a privados, acho que ainda não chegaram aí.
Que maravilha ! Ao que nós chegámos !
Será caso para dizer : “Cordeiro de Deus que tirais os pecado do Mundo dá-lhes a Paz”.
Que é como que diz o retorno ao sistema feudal.
O melhor é fazermos um telefonems : Phone-Ix!
A questão não é ser públicas.A questão é que se pensarmos no cliente (doente) logo se percebe o interesse em ter farmácias abertas onde há mais necessidades delas!