Presidente da Câmara de Setúbal, presidente da Câmara da Marinha Grande e deputada Luísa Mesquita. Três casos de recentes de pessoas que, vá-se lá saber porquê, estavam convencidas que tinham sido eleitas.
Por Daniel Oliveira 24 Out 07 em PCPPresidente da Câmara de Setúbal, presidente da Câmara da Marinha Grande e deputada Luísa Mesquita. Três casos de recentes de pessoas que, vá-se lá saber porquê, estavam convencidas que tinham sido eleitas.
Por Daniel Oliveira 24 Out 07 em PCP
Tudo o que diga respeito, pela negativa ao PCP estás sempre na primeira linha, quantos se pudessem não tinham corrido com a Joana Amaral, quando se entra para um partido deve ler-se os estatutos, a senhora já sabia com o que contava.
Toino, pegou num excelente exemplo. Foi reeleita para a Mesa nacional. Está a ver a diferença, não está?
Eu conheço os estatutos do PCP. Diga lá onde é que elas os violou?
Tou a ver tou Daniel, ela (senhora) e o seu movimento ajudaram a eleger o Dr. Cavaco, é isso que eu estou a ver, e tb estou a ver que um dos seus objectivos é tentar denegrir o PCP, conte-nos lá o que lhe fizeram enquanto militante do PCP, mágoa não Daniel.
Quando se soube que o presidente da Câmara de Gaia tinha no bolso (pessoalmente) as cartas de demissão dos vereadores, ficou tudo a assobiar para o lado.
Agora que o PCP decidiu colectivamente renovar a bancada, é o fim da democracia?
Olhem para o espelho e vejam se estão a ser sérios.
Toino, não me fizeram nada. Saí pelo meu pé. Tenho muitos amigos no PCP e nada tenho contra o PCP que não seja político. E os militantes do PCP deviam habituar-se a isso: a debater política em vez de chorar cada vez que são atacados. É com quem não é do PCP não têm outro remédio. Não os podem expulsar.
Roberto, ficou tudo a assobiar para o lado? Foi comentadissimo. Com uma pequena diferença: ele não usou essa prerrogativa ilegitima.
Deixa-te de merdas Daniel,isto sim è do foro interno dos partidos e dos seus eleitores,nao me parece que encaixes em qualquer destas categorias.
Eu julgo entender as partes aqui em diálogo. Mas diga lá Daniel no que é que beneficiaria se o PCP (os comunistas)se portassem bem?
Fui candidato a deputado pelo PCP em 2001 e não assinei documento nenhum.
Talvez porque sabiam que não seria eleito.
O que tive de esclarecer era o proposta: PCP, Verde ou independente - CDU.
O Sr.Daniel é tão previsivel que sinceramente me decepcionou. Quando hoje vi algures escrito algo relacionado com a Sr. Mesquita, disse para os meus botões: Será que o Daniel vai aproveitar para nos deliciar com os seus habituais comentários cheios de moralismo pseudodemocrático??? Não acho que desta vez vai ficar calado. Ups, enganei-me… lá está no seu melhor, do alto do seu grande pedestal democrático a ditar verdades eternas. Como bom evangelista, só vé pecados nos outros, os da sua capela são todos uns santos. Enfim temos que ter paciência e agradecer ao divino que este senhor já não milite no PCP.
mais uma vez, pela enésima vez: “pessoas que pensavam que tinham sido eleitas”?
Não são “pessoas” que seria suposto elegermos - mas sim programas politicos - ora se a pessoa a meio do mandato vira o bico ao prego, sempre será melhor se existirem meios colectivos de rectificação dos desvios. Assim pudéssemos nós fazer o mesmo ao Sócrates - mas esse é considerado estar a ser eleitoralmente um grandecissimo democrata. Irremovivel. Salvo, na óptica dos “liberais de esquerda” nova campanha de manipulação eleitoral
Para o Sr.Daniel que conhece os estatutos:
Capítulo VIII
Os eleitos do Partido para Cargos Públicos
Artº 54º
1. Os membros do Partido eleitos para cargos públicos (Assembleia da República, Assembleias Legislativas Regionais, órgãos das Autarquias e das Áreas Metropolitanas, Parlamento Europeu e outros órgãos ou instituições) em listas promovidas ou apoiadas pelo Partido conduzem, no exercício dos seus cargos, uma actividade de acordo com a orientação política definida pelo Comité Central e, aos diversos níveis territoriais, pelos organismos dirigentes respectivos, e têm o dever político e moral de prestar contas da sua actividade e manter sempre os seus mandatos à disposição do Partido.
… foi com copy paste
Daniel, todos nós temos amigos em todos os partidos em portugal, para mim não é essa a questão mais importante, cada vez que a imprensa escrita e televisiva fala do PCP é sempre para o colocar em desvantagem ou tem dúvidas sobre este assunto, é melhor não ter, raramente o PCP é citado num contexto positivo, e vós senhor Daniel Oliveira, ajudam na festa, foi assim e será sempre assim no futuro, já estamos habituados a este esquema, Daniel, não me pergunte qual é o esquema, você sabe muito bem qual é, Esquerdismo doença infantil do comunismo, ou não será mesmo, vamos derrotar aqueles que têm projecto de sociedade.
Só por curiosidade eu sei que o Daniel é uma pessoa de cultura e bem conhecedora da situação politica portuguesa, que na gíria se diz analista politico, dizia eu, sabe dizer-me porque carga de razão nenhum comunista pelo menos muito próximo do PCP não consta no programa a quadratura do circulo, ou tb não consta nenhum militante do PCP no eixo do mal, se estiver engando peço desculpa Daniel Oliveira.
Discutir política, eheh
ciao até nunca, quanto é q te paga o amigo Balsemão ?, nem é muito nem é pouco, o suficiente.
O debate interno á maneira do PCP.
Quem não obedece rua…
Caro Daniel,
A sua incompreensão e discordância com a forma dos comunistas se organizarem é conhecida e bem expressa em vários dos seus post.
No entanto, permita que os comunistas portugueses tenham em relação ao exercício de cargos políticos (como em relação a muitas outras matérias) um entendimento muito diferenciado daquele que é partilhado pelos partidos do sistema.
Os eleitos comunistas não são eleitos pela cor dos seus olhos e não trabalham por si ou para si.
São escolhidos para integrar listas pelo e em representação do colectivo partidário, cumprem uma tarefa de Partido.
E não há um único eleito comunista que não conheça esta realidade e esta forma de funcionar do seu Partido.
Ao contrário de outros, funcionamos como um todo e estamos conscientes que a nossa força reside na força do conjunto.
O PCP está habituado a ser criticado quando não muda os seus dirigentes e eleitos, já se habituou a ser criticado quando muda.
Aquilo que nesta situação, como noutras, está em causa é o facto de o colectivo ter chegado a uma solução após analisar o trabalho desenvolvido e as necessidades existentes e um eleito ficar «supreendido» por compreender que o seu trabalho também é avaliado, que os votos recairam sobre uma lista e não sobre uma qualquer vedeta, que o mandato é exercído em representação de um colectivo e de um projecto de sociedade. Outros assim não pensam, mas tal é natural, esses outros não são comunistas.
O Barros Duarte da Marinha Grande foi corrido porque estava a cair da tripeça.
Mas a Luisinha ainda está ali para as curvas….
E que raio ,antão não é que mulher fez-se cara, e não aceitou um TACHO numa Camara do PCP.
Tudo isto existe
Tudo isto é triste
Tudo isto é aquilo em que se transformou o PCP….
Se calhar a senhora não denunciou as actividades anti-revolucionárias de um esbirro do grande capital lá de Santarém e a postura do PCP é perfeitamente jutificável. Já agora, conseguem lembrar-me porque é que os tipos do PCP não estão presos?
Daniel Oliveira quer discutir politica acerca da retirada de confiança politica à deputada Luísa Mesquita????
É política que quer discutir, ou pura e simplesmente quer dar ares de abutre a aproveitar qualquer cadáver político para uma refeiçãozinha?
Realmente princípios são coisa que começa a rarear no Bloco de Esquerda.
E já agora, uma coisa que você devia conhecer:
Estatutos do Partido Comunista Português
Capítulo VIII - Os eleitos do Partido para Cargos Públicos
Art.º 54º
1. Os membros do Partido eleitos para cargos públicos (Assembleia da República, Assembleias Legislativas Regionais, orgãos das Autarquias e das Áreas Metropolitanas, Parlamento Europeu e outros orgãos ou instituições) em listas promovidas ou apoiadas pelo Partido (…) têm o dever político e moral de prestar contas da sua actividade e manter sempre os seus cargos à disposição do Partido.
(…)
4. No desempenho dos cargos para que foram eleitos, os membros do Partido não devem ser beneficiados nem prejudicados financeiramente por tal facto.
Quem diria que os 2 partidos que estiveram na vanguarda da liberdade e contra a ditadura salazarista transformar-se-iam em autoritários e repressivos. É à esquerda, com o PS e o PCP que o autorismo ganha vida nos dias de hoje!
Para vários comentadores: aos cargos electivos aplica-se a lei portuguesa e a Constituição. São os eleitos que são titulares dos cargos e não os partidos políticos. O PCP fará o que entender e a sociedade )eu incluido) tem todo o direito de não gostar e criticar. Os cargos electivos não são um assunto interno do PCP.
Sim, discordo profundamente da forma como o PCP resolve as suas divergências internas e esse é um assunto politico que merece atenção pública. Discordo agora e discordava quando era militante. Muito antes de qualquer divergência ideológica, essa foi a razão de quase todas criticas que fiz internamente. Até ser para mim evidente que este comportamento de intolerância, incapacidade de viver com a divergência e opção por resolver administrativamente as discordâncias não podia ser desligado de questões bem mais profundas.
A Luísa Mesquita disse ontem na SIC Notícias que tinha sido ingénua. Disse-o por várias vezes.
É claro que se não fosse ingénua, nunca teria justificado e apoiado processos idênticos que o PCP aplicou a outros militantes (agora chegou a vez dela). Nunca teria dito que a ex URSS era o sol do mundo, nunca teria negado a existência de campos de concentração na Sibéria, não teria negado o pacto Germano-Soviético, não teria negado o massacre de Katyn, não teria apoiado a invasão da Hungria e da Checoslováquia, não andaria a dar loas ao regime de Fidel, etc, etc, etc. Enfim, nunca teria aderido ao PCP.
Há quem chame a estes ingénuos, idiotas úteis.
O PCP propôs nas legislativas, aos habitantes do Distrito de Santarem Luisa Mesquita como cabeça de Lista, agora retira-lhe a confiança politica, e qual é a opinião daqueles que votaram no PCP em Santarem…
O PCP propôs nas autarquicas, como cabeça de lista Carlos Sousa á Camara de Setubal, e Barros Duarte á Camara da Marinha Grande.
um já foi á vida, o outro não alinhou na jogada, e o que pensam aqueles que em Setubal votaram em Carlos Sousa ,ou na Marinha Grande em Barros Duarte , para serem Presidentes das respectivas Camaras….
Mas isto não interessa aos comentadores afectos ao PCP.
Corvo, a mim interessa-me tudo e mais alguma coisa, o que me interessa mesmo é o facto de falarem no PCP sempre que alguma situação o possa atingir (pcp) pela negativa, é mais que óbvio que a senhora Mesquita já está de abalada faz muito tempo, o que a senhora deseja é protagonismo e vamso dar tempo ao tempo e veremos onde a senhora vai acabar os seus dias politicos, falem do PCP pela positiva pelo que o PCP tem para dar a Portugal.
Desculpem lá, mas esta discussão é a sério? Estão mesmo a meter PCP e democracia num mesmo parágrafo?????
A mesma linguagem a mesma cegueira, a mesma incapacidade de lidar com a divergência, eis o PCP.
Luisa Mesquita era a melhor militante para há dois anos, encabeçar a lista de Santarem ás Legislativas.
Foi a melhor militante para encabeçar a lista do PCP á Camara de Santarem.
Dois anos passados é Luisa Mesquita é lixo….
Que credito pode ter o PCP, a funcionar desta maneira.
O PCP é e será sempre o que os seus militantes quiserem e não aquilo que alguns acham que deve ser o PCP, aqueles que antigamente atacavam o PCP sao os mesmo que ainda hoje o fazem, no PCP não existe uma personalização mas sim um colectivo e é aí que são debatidos os problemas se eles existirem, essa linguagem é conhecida muito conhecida aguentem-se que ainda não é desta vez que o PCP vai acabar.
Bem já tinha aqui tentado responder ao Corvo, quanto ao que pensam os eleitores de santarém, mas algo correu mal. Se quer que lhe diga, só posso falar a título pessoal,é absolutamente indiferente para a esmagadora maioria das pessoas o candidato que os partidos apresentam no distrito de Santarém. As pessoas votasm essencilamente no partido e não na Luísa Mesquita, no Miguel Relvas (PSD) ou no Jorge Lacão (P”S”). Talvez com a candidata do Bloco, Joanan Amaral Dias a coisa não tenha sido exactamente assim e se tenha tentado aproveitar o seu mediatismo, mas os restantes candidatos não são particularmente notados por este tipo de projecção. Se critico o PCP pela falta de transparência nestas decisões, também critico a posição de Luísa Mesquita, que tinha assumido um compromisso com o partido através do qual foi eleita e sem cujos votos nunca teria ido parar ao parlamento. Como eleitor se Santarém, estou muito longe de a considerar uma das melhores deputadas do partido, mas também é como lhe digo, não voto nas pessoas mas sim nos projectos e programas. Se votasse nas pessoas teria talvez escolhido outro dos candidatos com mais projecção - sei lá talvez o sexy Pires de Lima -, mas preferia dar mais força à esquerda, votando onde era mais fácil eleger a referida esquerda. (Não falo quanto à câmara de Santarém pois não conheço a situação.) Quanto às críticas do Daniel Oliveira, acho que não tem moral nenhuma para falar e repesco o que disse ao Pedro Sales “O BE é um partido onde os deputados são rotativos. E a constituição também não prevê o deputados em carrossel. Assim, o Bloco também não é dono desses lugares para os rodar quando dá jeito. Dirá que os eleitos têm sempre aceitado ser substituídos: é verdade, mas pode chegar o dia em que o não queiram fazer! Dirá que os eleitores também conhecem esse príncípio do Bloco: É verdade, tal como po conhecem no PCP.”
Nuno, pode chegar? Como sabe se nunca chegou? É que a rotatividade no BE é mesmo feita (nas datas, no tempo e em tudo) com o acordo e a vontade dos deputados eleitos, que são os titulares do cargo. E não tenha sobre isso qualquer dúvida. Se um deputado do BE não quiser sair para dar lugar a outro isso nem chega a ser um debate. Não sai e assunto encerrado.
Falou de Joana Amaral Dias. O que acha que teria acontecido no PCP depois de uma dirigente apoiar um candidato contra o secretário geral do partido? É que por acaso acho mesmo que, sobre esta matéria, o BE tem toda a autoridade para falar.
Daniel, No PCP, pelos vistos essa acordo para ser substituído é expresso logo antes das eleições. Pelos visto há quem aceite as regras, para depois recuar. A Joana amaral Dias não tem nada a ver com este assunto. O Saramago lançou a confusão ao apoiar dois candidatos à presidência e também não lhe aconteceu nada. Eu que não sou militante de partido nenhum, não vejo qual é o problema da disciplina partidárias, e do cumprimento de regras da associação à qual escolhemos pertencer.
Não tem moral, mantenho, em vir criticar estas regras internas muito menos acenando com o cumprimento da constituição. Se estamos numa de ser estritamente legalistas, isso dos deputados rotativos do BE é uma eleição baseada em falsas premissas, e também fora do espírito da Constituição. Mesmo que o deputado “aceite” sair a meio. A Luísa Mesquita também tinha “aceitado”, e depois deu o dito por não dito. Se o PCP fica mal por explicar muito mal estas situações, ela fica mal porque não tem palavra e o BE fica mal por tentar aproveitar-se, ainda para mais tendo telhados de vidro.
Daniel não me diga que ainda tem ilusões quanto ao carácter anti-democrático do PCP!?Então o anafado lider para lamentar não afirmou que a Coreia do Norte era uma democracia?E não apoia esta gente aquele movimento assassino da Colombia?
Eu não sou do BE mas neste caso defendo-o porque o Daniel é um democrata com D grande ao contrário dos Toinos e quejandos.
Para mim o Mário Nogueira é o espelho fiel do que é o PCP.
Sempre foi para mim uma questão não muito perceptivel o facto de as pessoas terem necessidade quando escrevem dizerem, ai de mim eu não sou daquele nem daqueloutro partido por isso posso dizer o que eu acho que está certo, sempre que me perguntam de força politica sou digo, se não me perguntarem não tenho que dizer, adorei a parte do carácter antidemocrático do PCP a facilidade com que estes senhores têm em ofender os demais sem os conhecerem, se alguém tinha dúvidas que o Daniel era um (D)emocrata a partir de agora deixaram de ter dúvidas, o PCP é uma espinha encravada na garganta do “Capital” concerteza que é.
Desculpe-me Daniel, esqueceu-me de dizer ao senhor franciscovieira que os “quejandos” são pessoas e seres humanos com qualidades e defeitos como qq mortal.
Na vã tentativa de tentar lançar poeira para o olhos , os comentadores do PCP, disparam em todas as direções, trazem á baila o nome de Joana Amaral Dias, o que só serve para os enterrar ainda mais.
O proximo será certamente o Carvalho da Silva, e as justificações serão nessa altura as mesmas.
O PCP não sabe resolver as divergências, a pluralidade de opiniões, a discordância.
Impõe, e depois diz que são os estatutos as normas, a linha, em suma, a ditadura da direcção.
Mas nem vale a pena tentar rebater os argumentos, pois este tipo de militantes do PCP, têm um esquema mental, que é incapaz de perceber uma argumentação que vá no sentido contrario , á sua forma formatada de pensar.
Ler o livro da Zita Seabra, e perceber porque é que ela chegou onde chegou, no Partido Comunista, é a melhor maneira de se enteder o tipo de argumentos do um militante do PCP.
E quando começam a pensar pela sua propria cabeça, entram imediatamente em rotura…..
«Para vários comentadores: aos cargos electivos aplica-se a lei portuguesa e a Constituição. São os eleitos que são titulares dos cargos e não os partidos políticos. O PCP fará o que entender e a sociedade )eu incluido) tem todo o direito de não gostar e criticar. Os cargos electivos não são um assunto interno do PCP.»
Nesta questão o Daniel procura esconder a verdade dos factos. O PCP não obrigou ninguém a deixar os seus cargos. Os deputados, os presidentes de câmara e outros eleito que renúnciam ao seu mandato fazem-no pelo seu punho.
O Daniel pretende é retirar ao PCP o direito de falar com os seus eleitos e representantes.
O Daniel e outros comentadores não podem obrigar o PCP a manter nas suas fileiras (entenda-se como representantes do PCP em cargo públicos) aqueles que faltam à sua palavra e ao acordo afirmado e assinado. São os casos de Luísa Mesquita e Barros Duarte.
A primeira sabe que a condição de ser cabeça de lista foi aceitar a possibilidade da sua substiuição a meio do mandato.
O segundo acordou com o PCP renunciar ao mandato e participar na conferência de imprensa que anunciava a sua substituição, despediu-se dos trabalahdores e faltou à dita conferência de imprensa…
É do entendimento do PCP que estes seus militantes deixaram de ter condições para, enquanto eleitos, representarem e falarem em nome do PCP.
Isto é verdadeiro e indesmentível. Isto nada tem a ver com o desrespeito da lei e da democracia.
Se o Zé faltasse ao acordado co o BE em Lisboa é claro que o BE reagiria.
É claro que a decisão é democrática e dos organismos de direcção política dos respectivos partidos ouvidos os militantes e organismos que os partidos assim o entenderem.
Ou o Daniel nega que houve debate interno no BE com o acordo que foi feito em LIsboa e que sectores houve que sentiram um grande desconforto em ver o BE associado ao ex-vice primeiro ministro?
Então Daniel?!Não publicou o meu comentário?Não me diga que ainda são resquícios de quando era membro do PCP?Porque me censurou o comentário?
Os meus comentários não são anónimos nem censuráveis!
Ricardo: inteiramente de acordo.
Daniel Oliveira tem um historial reles de se aproveitar dos factos que à primeira vista, e apenas com uma análise superficial e sensasionalista, parecem ser contra o PCP.
Digna de um 24 horas, ou do mais reaccionário ou ordinário pasquim. É triste, triste.