Falar de “cariz fascizante” para se referir ao governo de Sócrates não é tornar a oposição a um péssimo governo mais eficaz. É enfraquecer a oposição através do ridículo e banalizar palavras que um dia poderão vir a ser necessárias. De tanto gritar que aí vem o lobo…


41 respostas ao post “Fascizante”  

  1. 1 1  dsm

    Que bem prega frei Tomás!

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  2. 2 2  J

    De um ponto de vista histórico, o Estado Novo deu ao PCP uma plataforma excelente para as suas críticas – tivesse Portugal sido um regime democrático durante todo o século XX e o PCP seria uma migalha no panorama político nacional.

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  3. 3 3  Justicialista

    Estes comunistas não têm remédio. São vergonhosos. Nas Câmaras que governam são capazes de ser piores que PS ou PSD juntos. Basta a ir a uma câmara governada pela CDU no Alentejo ou em Setúbal para ver que aquilo é tudo feito para os amigos. Clientelismo à boa maneira soviética. Depois, o resultado de décadas de governação CDU em concelhos como Loures, Amadora, Vila Franca de Xira e concelhos do distrito de Setúbal é ainda mais vergonhoso, mas bastante visível: desordenamento do território total, especulação e construção imobiliária desenfriada, total desrespeito pelo ambiente.
    Quem vá a Almada ou ao Seixal vê bem o fosso social existente: ricos para um lado, pobres para outro. É pena que o comunismo nunca tenha dado certo em lado nenhum, porque os seus ideais até eram aliciantes.

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  4. 4 4  josé Manuel Faria

    Para a direcção actual do PCP quase todos são fascistas ou fazem o jogo dos fascistas, menos o Rui Rio, claro.

    São frases ultra-esquerdistas para provocar!

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  5. 5 5  João Gomes

    Daniel,

    Isso do PCP está muito bom, mas o comunicado do Ruptura/FER sobre a passada Greve Geral também:

    “(…)no reinício da actividade parlamentar, deve ser apresentada uma Moção de Censura ao governo PS/Sócrates. O Bloco de Esquerda, enquanto esquerda socialista em oposição ao governo Sócrates, deve tomar essa iniciativa.”

    Afinal no bloco também há muita gente a gritar aí vem lobo. Ou não?

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  6. 6 6  JV

    DO, parafraseando Vasco Pulido Valente, «puxe pela cabeça e diga-me uma pessoa ou instituição a quem o PCP ainda não tenha chamado fascista». Sócrates já está no poder há dois anos: começava a faltar…

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  7. 7 7  Samuel

    Faz-me pena que tenhas razão!
    Não por teres razão… imensas vezes dá-me imenso gozo que tenhas razão.
    É o raio do assunto em que resolveste neste post ter razão que me faz pena.
    Faço-me entender?

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  8. 8 8  João

    Para que cada um possa por si próprio ajuizar, junto excerto to texto de que se fala.

    Revista da Festa do Avante 2007, pág. 12-13, Editorial “A Festa de Abril”:

    “(…) O Governo PS/José Sócrates tem vindo a levar por diante a mais perigosa ofensiva até agora desferida contra o regime democrático. Fá-lo através da aplicação da política de direita, iniciada também por um governo do PS – neste caso presidido por Mário Soares – e prosseguida ao longo de mais de três décadas por sucessivos governos PS ou PSD, sozinhos ou de braço dado – uma política tão igual em tudo o que é essencial e aplicada com práticas tão iguais, que bem podemos referenciá-la como uma política única praticada por um único partido – o qual acrescenta ou retira um D à sua designação, consoante as necessidades de cada momento.

    O que há de novo na prática e no conteúdo da intervenção do Governo PS/José Sócrates é que ele leva essa ofensiva mais longe e mais fundo do que qualquer governo anterior e confere-lhe uma tónica crescentemente antidemocrática, em muitos casos atingindo o coração de Abril. Trata-se, com efeito, de uma política que, no seu ataque feroz aos direitos dos trabalhadores; às liberdades políticas, designadamente à liberdade de expressão de opinião; aos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos; à independência e à soberania nacional – tem como alvo prioritário os valores de Abril que venceram o fascismo.

    E, assim sendo e por isso mesmo, trata-se de uma política de cujo conteúdo essencial emergem sinais de iniludível cariz fascizante.

    Sublinhar esta realidade, não significa nem espalhar alarmismos infundados, nem pregar a resignação face à situação existente. Bem pelo contrário: os perigos que espreitam a democracia no nosso País são por demais evidentes no dia-a-dia da imensa maioria dos portugueses; e é imperioso que a luta das massas trabalhadoras e das populações continue a crescer, a ampliar-se e a fortalecer-se, já que ela se apresenta como factor determinante na resposta à situação actual. (…)”

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  9. 9 9  a.pacheco

    João não se fixe só no Avante.

    O Jeronimo de Sousa já por diversas vezes, utilizou a palavra para referir ás politicas de Socrates.

    E só quem não tem contacto com militantes do PCP, poderá dizer, que hoje no PCP,não é voz corrente, que PS e governo Socrates têm tendências fascizantes.

    Isto é um perigo, que deve merecer repulsa.

    O PS e Socrates ,têm é certo, com esta maioria absoluta, tiques autoritários.

    Estão a pôr a pratica uma politica que o PSD e o CDS não enjeitam .

    De socialismo, mesmo o da gaveta do Soares, já nada resta.

    Várias vozes do PS ,como o Alfredo Barroso ou o Arnaut, o mentor do Serviço Nacional de Saude, não escondem publicamente, as suas criticas.

    Mas daí a a acusar Socrates e o PS de tendências fascizantes, é PROSTITUIR AS PALAVRAS, e tirar-lhes o seu real significado.

    Infelizmente , parece que este tipo de discurso, tambem tem eco, em certos sectores minoritários, de outros partidos de esquerda .

    Mas o sectarismo radical disfarçado de esquerdismo, é há muito um dos piores vicios da esquerda.

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  10. 10 10  mama

    Eu sou do concelho de Loures e nunca um vereador do PCP bazou,tal como o José Luis Judas com os bolsos cheios,Menezes,Machados,Mata Cáceres,Abert John Garden,Isaltinos,Fátimas,Pimentas e a puta que os pariu.Eu também não gosto nada do desenfreado construir de caixotes.
    A republica de Weimar foi o tapete para o grande capital mandar fazer a guerra

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  11. 11 11  Pisca

    Ena tão amigos que nós somos !!!
    Está nas letras miudinhas do “acordo” este tipo de defesas ? Ou já está a caminho de ser “assessor” de algum Ministro, prática não lhe falta, já os vi começar por menos, esperemos para ver.
    Temos que comer todos os dias não é ?

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  12. 12 12  Daniel Oliveira

    O que eu mais vi na vida foi gente como o senhor passar da “minha esquerda” para a minha direita a chamar-me oportunista primeiro e esquerdista depois. Há 20 anos que há camaradas seus que acusam meio mundo de estar à procura de tacho no PS. Um dia acordamos e lá estão no PS a acusar meio mundo de cegueira ideológica. Por mim, vou estando onde quero estar e não preciso de aplaudir barbaridades idiotas para merecer medalhas de pureza e bom comportamento.

    A única coisa que me incomoda no seu comentário, caro anónimo que assina Pisca, é achar que se eu fosse para algum lado queria ser assessor de um ministro e não o próprio ministro. Isso sim é que é falta de respeito.

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  13. 13 13  M Costa

    Olha,olha, já temos o Daniel Oliveira e o Vital Moreira a afinar pelo mesmo discurso na defesa do Sócrates.

    Está bem senhores, em Portugal não há nenhum problema com as liberdades, aliás as coisas estão cada vez melhor; nos meios de comunicação, no local de trabalho podemos falar à vontade, inclusivé fazer greve sem medo de represálias, sem nos preocupar-mos com os “bufos”.
    Cada vez temos mais direito à saúde, à educação e principalmente ao trabalho sem aquela estranha sensação de sermos um mero objecto nas mãos do patrão, trabalho com direitos.
    Cada vez mais o poder politico afirma-se independente do poder económico, sim isto hoje em dia não é como no tempo da outra senhora em que quem impunha o rumo do país, eram uns tipos que se reuniam num qualquer convento do Beato.
    Vai tudo no bom caminho!

    Aqui há uns dias o Alfredo Barroso falava nuns “idiotas úteis” que escreviam na imprensa de referência para dar um ar mais compostinho à coisa, tenho a impressão que descobri um!

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  14. 14 14  Miguel F. Carvalho

    Quando se banalizam certo tipo de expressões estamos a ir por um mau caminho…

    e lembrando-me das palavras do passado do actuar líder parlamentar do PCP (“tenho dúvidas que a Coreia do Norte não seja um democracia”) começo a ficar arrepiado…

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  15. 15 15  Fado Alexandrino

    Posted by: Justicialista | setembro 7, 2007 10:25 PM

    Saia do passado e volte ao presente.
    governação CDU em concelhos como Loures, Amadora, Vila Franca de Xira
    Olhe que já são todas do PS há que anos!

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  16. 16 16  Justino Ferreira

    Eu não contesto a pouca felicidade da expressão usada no editorial do programa da Festa, mas ela não é que o DN disse que era, muito menos a que levou para título nem aquela que o Daniel aqui citou.

    Antes é exactamente esta : «Trata-se de uma política de cujo conteúdo essencial emergem sinais de iniludivel cariz fascizante».

    Conclusão: os «sinais» não estão aplicados nem ao Sócrates, nem ao Governo mas ao «conteúdo essencial» de uma «política».

    Espantoso é também que o Daniel não tenha denunciado que o titulo do DN « ELES JÁ CHAMAM “FASCISTA” A SÓCRATES» não corresponde sequer ao texto e que não tenha reparado que este uso do «ELES» num jornal é uma atitude de desprexo e hostilidade raramente vista no jornalismo português.

    Até parece que o Daniel não tem razões recentes para saber qual é o estilo do Pedro Correia do DN.

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  17. 17 17  Alexandre Viegas

    Como é possível que, depois de milhentos esclarecimentos colocados na blogosfera, o Daniel, tal e qual como o Ferreira Fernandes no DN de 2/9, venha escrever no «Expresso» que «o PCP voltou a convidar as FARC (…) para a Festa do Avante!».

    Será uma grande injustiça e violência escrever que quem diz isto é um mentiroso ?

    Será que o Daniel também acha que convidar o PC da Colômbia é a mesma coisa que convidar as FARC ?.

    Será que o Daniel também alinha nessa palermice de rotular o PC da Colômbia (nascido nos anos 20 do século passado) de «braço político» das FARC (que nasceram nos anos 60) ?

    Será que o Daniel se está a juntar ao grupo dos que sobre a Colômbia só sabem falar de FARC e Ingrid Bettancourt (que se supõe estar viva felizmente) e que não querem saber nem falar seja de grupos assassinos de paramilitares seja de milhares de sindicalistas e pessoas de esquerda (muitas do PC da Colômbia) assassinados ?

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  18. 18 18  Daniel Oliveira

    Justino, eu cito bem o texto e não uso esse título. Por isso, o argumento não colhe.

    Alexandre, os esclarecimentos não são vedadeiros. Um convite ao PCC é um conviste às FARC e o PCP deve assumir esse convite. Tem direito a faze-lo e eu tenho direito a critica-lo.

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  19. 19 19  João

    a.pacheco: desafio-o a apresentar um exemplo da utilização pelo Jerónimo da tal palavra.

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  20. 20 20  João

    Miguel F. Carvalho: aproveito a oportunidade para lhe lembrar o” Esclarecimento de Bernardino Soares” de 25.2.2003, a propósito da tal frase que menciona:

    Tendo sido questionado por vários órgãos de comunicação social, sobre questões de democracia, tenho a declarar o seguinte:
    As concepções de democracia e de socialismo que no PCP defendemos para Portugal estão inscritas no nosso Programa.
    Quanto à Coreia do Norte é uma evidência que as concepções de socialismo e de democracia que defendemos estão nos antípodas das deste País, e que rejeitamos vigorosamente quaisquer tentativas para “colar” o PCP a experiências ou práticas pelas quais não é responsável e que são estranhas às suas concepções.
    Para nós a democracia política tem um valor intrínseco, mas não limitamos a democracia a esta vertente, embora ela seja essencial. Ela deve concretizar-se e aprofundar-se nas suas várias dimensões: democracia política, económica, social e cultural.
    O PCP mantém actuais as análises e as críticas que fez no XIII Congresso e que reiterou nos Congressos seguintes ao inaceitável “modelo” de socialismo que se edificou e que levou ao seu colapso.
    É também uma evidência que a democracia no nosso País tem vindo a ser empobrecida no campo da democracia política e designadamente nas vertentes da democracia económica e social.”

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  21. 21 21  Justicialista

    Respondendo ao Sr. Fado Alexandrino:
    Eu sei que a CDU já não governa a Amadora, Loures e Vila Franca de Xira, mas o caos urbanístico que se vive nesses concelhos vem de há muito: e a CDU só perdeu a Amadora e VFX em 1997, e Loures em 2001.

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  22. 22 22  josé Manuel Faria

    Sr. João esse desmentido/comentário foi produzido pelo CC para tentar colmatar a “asneira” dita ao DN, todos estamos recordados.

    Internamente foi reconhecido o erro de B.S.

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  23. 23 23  João

    José Manuel Faria: esse esclarecimento foi imediatamente feito pelo Bernardino. Se se aceita como boa a entrevista do DN há que dar exactamente o mesmo tratamento ao esclarecimento e ambos são da responsabilidade do Bernardino.

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  24. 24 24  a.pacheco

    Sr. João leia as declarações de Jeronimo de Sousa nos ultimos DOIS MESES aos orgãos de comunicação social, se se der ao trabalho,
    está lá tudo escarrapachado preto no branco….

    Tambem não esqueço na decada de 70, que o MRPP chamava ao PCP SOCIAL-FASCISTA, frase com que certamente o caro João, tambem não está de acordo…

    É esse o dilema de certos dirigentes e de certos partidos, que não medem o real peso das palavras.

    Eu por mim ,denunciarei sem pejo todas as politicas de direita, atentatorias dos direitos dos trabalhadores, as tentativas de censura, que se começam a tornar habito, nestes ultimos tempos, o ataque ao SNS, e tantas outras medidas politicas, que o governo de Socrates, em conluio com a direita e o patronato, tem levado a cabo.

    Mas NUNCA confundirei essas politicas, e essas atitudes, com fascismo, porque quem sofreu na carne a ditadura, sabe que não se podem confundir as situações.

    Quanto aos militantes do PCP que estiveram em Camaras e não deixaram saudades, há vários, e um em especial em Loures Demetrio Alves, e as suas negociatas….

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  25. 25 25  João

    a.pacheco: Você é que fez a afirmação, é você que tem de a provar, como não a provou fiquei esclarecido que o Jerónimo não a fez.

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  26. 26 26  Daniel Oliveira

    a.pacheco, porque não deve ir a post antigos, esclareço que o Demétrio Alves respondeu-lhe recentemente a dois comentários seus em posts que já não estavam visíveis. Sei isso porque aprovei os respectivos comentários.
    Estão aqui e aqui. Faço este esclarecimento porque os espaços dos blogues devem ser de debate.

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  27. 27 27  a.pacheco

    O Demetrio Alves dirá o que muito bem entender….

    Se ele afirma que esteve em Setubal de BORLA…isso é uma afirmação dele, quem quiser que acredite….

    Demetrio Alves enquanto esteve na Camara de Loures, era voz corrente, que as adjudicações de encomendas eram feitas a empresas da area do PCP, e isso gerou várias reclamações.

    Demetrio Alves foi acusado de utilizar um cartão de credito a seu belo prazer para despesas pessoais…

    Demetrio Alves foi ilibado é certo, e eu não vou dizer, que não basta a mulher de Cesar ser honesta….

    Direi só que o PCP como é seu timbre, o despachou em grande velocidade….

    Aliás como se viu com o Sá Fernandes e a Braga Parques, o dificil é provar, basta ouvir as cassetes, para se perceber como certos autarcas se devem safar muito bem….

    Quanto ao João ,Jeronimo de Sousa , disse o que disse, e não é por trocadilhos rascas, que as palavras desaparecem por obra e graça.

    Mas anoto,que pelos vistos, até o PCP acha que se excedeu, quando falou em medidas fascizantes, em relação ao PS e a Socrates….

    È sempre bom saber que tambem o PCP, consegue assumir , as asneiras que lhe saiem por vezes pela boca fora….

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  28. 28 28  João

    Além de ter mentido em relação ao Jerónimo este a.pacheco sofre do mesmíssimo mal do Pedro Correia e de outros, isto é não sabe ler. O que está escrito na revista da Festa refere-se a políticas, não se refere nem ao PM, nem ao Governo. O texto está aí para os desmentir a todos. E fui eu quem o pôs para quem quiser conferir e para avaliarem como se deturpa o que é claro e simples. Mas quem quiser continuar a deturpar que continue a fazê-lo. Há burros que nunca tiram as palas, porque preferem continuar com palas toda a vida. Que continuem e que sejam muito felizes.

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  29. 29 29  Alexandre Reis

    Era só para avisá-lo que alguma coisa não está bem.
    Junto ao seu post sobre o «cariz fascizante» diz-se que há 28 comentários mas abre-se a caixa e só se conseguem descobrir 10.

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  30. 30 30  M.Costa

    PÉROLAS DAS BLOGOSFERA.

    “Eu por mim, denunciarei sem pejo todas as politicas de direita, atentatórias dos direitos dos trabalhadores, as tentativas de censura que se começam a tornar hábito, nestes últimos tempos”
    ”Mas NUNCA confundirei essas politicas, e essas atitudes, com fascismo,…”
    Posted by:a.pacheco

    Mas então a censura é coisa de regimes democráticos ou fascistas????? Estamos a falar de quê???
    Um bocadinho mais de cuidado com conceitos… e já agora, com as palavras!

    E aquele NUNCA, tão sublinhado e parolo!

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  31. 31 31  clara

    Pois é, o PCP fala, fala, fala, insulta, insulta, insulta, mas o povo continua a preferir o PS (com maioria absoluta-ver sondagem SIC/Expresso) ao PCP. Porque será?

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  32. 32 32  Miguel Cunha

    Não acompanhando eu o que Daniel Oliveira e A. Pacheco têm escrito nos últimos anos, só posso imaginar que usaram o mesmo tipo de crítica e de tom quando um dos bloquistas com maior responsabilidades no BE disse da Manuela Ferreiar Leite que era uma espécie de “Salazar de saias” (se bem me lembro a acusação até foi mais directa; nem sequer figurava a palavra “espécie”).

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  33. 33 33  miguel cunha

    Por alguma razão, um comentário por mim feito não aparece na página dos comentários (apesar de aparecer no “preview”). Com algumas alterações, envio este outro.

    Duas perguntas:
    Quando um dos bloquistas com maiores responsabilidades se referiu a Manuela Ferreira Leite como sendo um “Salazar de saias”, isso também enfraqueceu “a oposição através do ridículo”?
    Se por acaso a afirmação feita por José Casanova, no mesmo contexto, fosse dirigida a um governo PSD/CDS, também seria “enfraquecer a oposição através do ridículo”?

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  34. 34 34  Karl Macx

    Sócrates é um grandessíssimo…(por razões alheias à vontade do autor – que não têm absolutamente nada a ver com o facto de trabalhar numa entidade do Estado, nem com o facto de alguém poder, a qualquer momento, aprovar uma lei em que se gravem, por um período de um ano, todas as entradas e saídas e mensagens na Internet – esta parte da mensagem foi censurada. Mas foi uma censura de cariz pedagógico, não confundir com cariz fascizante…)

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  35. 35 35  Demétrio Alves

    É de gente, como o sr. Pacheco, com baixo perfil ético, que alicerça as suas teses em “bocas”, que se alimenta certa esquerda que se pretende muito rigorosa?

    Eu não fui “acusado” como mente o Pacheco. Fui difamado,através de uma “denúncia anónima”, estratégicamente difundida num canal de televisão, por acaso dirigido noticiosamente pelo irmão do António Costa, a poucos dias do acto eleitoral de 1997. E, com essa denúncia anónima de uma coisa que não existiu, se alimenteram alguns vermes que vivem de repetir cobardemente bocas nas costas dos visados. A coisa, aliás, não ficou por aí : perante a derrota os meus adversários, instalados no poder central (Cravinho, António Costa, o Alberto governador civil de então), e com a ajuda de “jornalistas” sem escrúpulos (movi por isso um processo contra a Helena Sanches Hosório, que ganhei aliás, tendo ela entretanto falecido antes de terminar o recurso para o supremo) puseram a circular que eu “tinha fugido com os votos”. Tal dislate, apoiado com “prontas decisões” de uma magistrada inenarrável, originaram três meses de ínvestigações e recontagens de votos, tentando-se com elas contornar a democracia. Acabei por ganhar ……ainda com mais votos.

    Claro que indíviduos sem escrúpulos como o Pacheco andariam, ao tempo, engrossando o caudal da mentira.

    A terminar: o Pacheco aldraba, mais uma vez sem qualquer pudor, quando diz que o PCP me correu a grande velocidade. Foi público e notório que o PCP não queria que eu saísse quando, em protesto pela criação de Odivelas como município daquela forma, eu renunciei ao mandato e regressei à minh vida profissional na EDP. Foi também claro para aqueles que têm alguma preocupação com o rigor, que “fui eu que quiz saír de Setúbal”, aliás, por motivos conhecidos.

    Anda, Pacheco, como diria a Hermínia, um bocadinho de seriedade, como o chá, não faz mal a ninguém.

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  36. 36 36  Demétrio Alves

    Tentei fazer comentário às difamações do Pacheco. Parece que veio regeitado! Há algum problema?

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  37. 37 37  Demétrio Alves

    O sr. Pacheco revela-se um individuo sem ética, completamente desprovido de escrúpulos, fazendo da sua intervenção política um almanaque de difamações, produzidas cobardemente nas costas dos visados.
    É este o paradigma de intervenção política de uma esquerda que se diz muito rigorosa e revolucionária?
    O sr. Pacheco deverá explicitar, de uma forma clara, quais foram as negociatas em que eu participei quando estive em Loures, caso contrário tenho que o colocar em tribunal para que isto fique esclarecido.

    É uma repugnante mentira que eu tnha sido “acusado” de ter usado indevidamente meios públicos. Não fui acusado e muito menos condenado. O que aconteceu, poucos dias antes das eleições de 1997, foi ter havido uma “denúncia anónima” publicitada num canal de televisão comandado, em termos noticiosos, pelo irmão do António Costa. Nunca ninguém politicamente deu a cara formulando acusações.
    O que então “foi denunciado” já tinha eu há muito tempo esclarecido na câmara. Tudo sempre foi feito da forma cobarde e rasteira que caracteriza as intervenções e afirmações do sr. Pacheco.
    Aliás, naquela altura, os meus adversários, derrotados nas eleições democráticas, não se ficaram por aí. Instalados no poder central ( Costa, Cravinho, o Alberto do governo civil, etc.,) e ajudados por “jornalistas” sem escrúpulos difundiram a ideia de que eu tinha “fugido com os votos” e viciado as eleições. Movi por isso um processo à Helena Sanches Osório ( muito chegada ao Cravinho) que ganhei em primeira instância tendo ela falecido antes da decisão do recurso. O meu advogado, José António Barreiros, sofreu na altura várias pressões do António Costa e do Cravinho. A maltosa sem vergonha, da estirpe do Pacheco, regalavam-se ajudando o PS a difundir a mentira.
    Com a ajuda de uma magistrada inenarrável houve até lugar a um largo inquérito e recontagem de votos : no entanto, como não poderia ser de outra forma, quatro meses depois ganhámos…..ainda com mais votos, dando uma lição nos golpistas do PS e na canzoada oportunista da laia do Pacheco.

    O Paceco tambémmente despudoradamente quando diz que fui corrido pelo PCP. Foi público e notório que, em 1999, o PCP não queria que eu saísse da CML, em protesto pela formação anómala do município de Odivelas, mas eu, pouco discioplinadamente, insisti em renunciar.
    E também é conhecido que, recentemente, fui eu que rescindi contrato em Setúbal por razões que foram tornadas públicas.
    Claro que eu não sou estimado por todos os membros do PCP. Mas quem o será?

    Os aldrabões que já referi puseram ainda a circular que eu seria detentor de uma grande fortuna designadamente em África, tendo sido por isso que saí de Loures. Por acaso é completamente falso porque vivo, e sempre vivi, do produto do meu trabalho remunerado.

    Como diria a Hermínia, anda Pacheco, veja lá se é mais rigoroso e honesto.

    [Responder]

  38. 38 38  Demétrio Alves

    O sr. Pacheco revela-se um indivíduo sem ética, completamente desprovido de escrúpulos, fazendo da sua intervenção política um almanaque de difamações, produzidas cobardemente nas costas dos visados.
    É este o paradigma de intervenção política de uma esquerda que se diz muito rigorosa e revolucionária?
    O sr. Pacheco deverá explicitar, de uma forma clara, quais foram as negociatas em que eu participei quando estive em Loures, caso contrário tenho que o colocar em tribunal para que isto fique esclarecido.
    É uma repugnante mentira que eu tenha sido “acusado” de ter usado indevidamente meios públicos. Não fui acusado e muito menos condenado. O que aconteceu, poucos dias antes das eleições de 1997, foi ter havido uma “denúncia anónima” publicitada num canal de televisão comandado, em termos noticiosos, pelo irmão do António Costa. Nunca ninguém politicamente deu a cara formulando acusações.
    O que então “foi denunciado” já tinha eu há muito tempo esclarecido na câmara. Tudo sempre foi feito da forma cobarde e rasteira que caracteriza as intervenções e afirmações do sr. Pacheco.
    Aliás, naquela altura, os meus adversários, derrotados nas eleições democráticas, não se ficaram por aí. Instalados no poder central (Costa, Cravinho, o Alberto do governo civil, etc.,) e ajudados por “jornalistas” sem escrúpulos difundiram a ideia de que eu tinha “fugido com os votos” e viciado as eleições. Movi por isso um processo à Helena Sanches Osório (muito chegada ao Cravinho) que ganhei em primeira instância tendo ela falecido antes da decisão do recurso. O meu advogado, José António Barreiros, sofreu na altura várias pressões do António Costa e do Cravinho. A maltosa sem vergonha, da estirpe do Pacheco, regalavam-se ajudando o PS a difundir a mentira.
    Com a ajuda de uma magistrada inenarrável houve até lugar a um largo inquérito e recontagem de votos: no entanto, como não poderia ser de outra forma, quatro meses depois ganhámos…..ainda com mais votos, dando uma lição nos golpistas do PS e na canzoada oportunista da laia do Pacheco.
    O Paceco também mente despudoradamente quando diz que fui corrido pelo PCP. Foi público e notório que, em 1999, o PCP não queria que eu saísse da CML, em protesto pela formação anómala do município de Odivelas, mas eu, pouco disciplinadamente, insisti em renunciar.
    E também é conhecido que, recentemente, fui eu que rescindi contrato em Setúbal por razões que foram tornadas públicas.
    Claro que eu não sou estimado por todos os membros do PCP. Mas quem o será?
    Os aldrabões que já referi puseram ainda a circular que eu seria detentor de uma grande fortuna designadamente em África, tendo sido por isso que saí de Loures. Por acaso é completamente falso porque vivo, e sempre vivi, do produto do meu trabalho remunerado.
    Como diria a Hermínia, anda Pacheco, veja lá se é mais rigoroso e honesto.

    [Responder]

  39. 39 39  Demétrio Alves

    O a. pacheco vem-se revelando um indivíduo sem ética, completamente desprovido de escrúpulos, fazendo da sua intervenção política um almanaque de difamações.
    Não me parece que isto seja o paradigma da intervenção política de uma esquerda que se diz muito rigorosa e revolucionária.
    O a. pacheco deverá explicitar, de uma forma clara, quais foram as negociatas em que eu participei quando estive em Loures, caso contrário tenho que o colocar em tribunal para que isto fique esclarecido.
    É uma repugnante mentira que eu tenha sido “acusado” de ter usado indevidamente meios públicos. Não fui acusado e muito menos condenado. O que aconteceu, poucos dias antes das eleições de 1997, foi ter havido uma “denúncia anónima” publicitada num canal de televisão comandado, em termos noticiosos, pelo irmão do António Costa. Nunca ninguém politicamente deu a cara formulando as acusações.
    O que então “foi denunciado” já tinha, havia muito tempo, sido esclarecido por mim na câmara. Tudo aquilo foi feito da forma cobarde e rasteira que caracteriza agora as intervenções e afirmações do a. Pacheco.
    Aliás, naquela altura, os meus adversários, apesar de tudo derrotados nas eleições, não se ficaram por aí. Instalados no poder central (Costa, Cravinho, o Alberto do governo civil, etc.,) e ajudados por “jornalistas” sem escrúpulos difundiram a ideia de que eu tinha “fugido com os votos”, e viciado as eleições. Movi por isso um processo à Helena Sanches Osório (muito chegada ao Cravinho) que ganhei em primeira instância, tendo ela falecido antes da decisão do recurso. O meu advogado, José António Barreiros, sofreu na altura várias pressões do António Costa e do Cravinho. A maltosa sem vergonha, da estirpe do a.pacheco, regalavam-se ajudando o PS a difundir a mentira.
    Com a ajuda de uma magistrada inenarrável houve mesmo lugar a um largo inquérito e recontagem de votos: no entanto, como não poderia ser de outra forma, quatro meses depois ganhámos…..ainda com mais votos, dando uma lição nos golpistas do PS e à canzoada oportunista da mesma laia.
    O a.pacheco também mente despudoradamente quando diz que fui corrido pelo PCP de Loures. Foi público e notório que, em 1999, o PCP não queria que eu saísse da CML em protesto pela formação anómala do município de Odivelas, mas eu, pouco disciplinadamente, aliás, insisti em renunciar, por não me conformar com aquilo que ainda hoje entendo ter sido uma golpada inconstitucional.
    E também é conhecido que, recentemente, fui eu que rescindi contrato em Setúbal por razões que foram tornadas públicas.
    Claro que eu não serei estimado por todos os membros do PCP. Mas quem o será?
    Os aldrabões que já referi anteriormente puseram ainda a circular que eu seria detentor de uma grande fortuna, designadamente em África, tendo sido por isso que saí de Loures. Por acaso é completamente falso porque vivo, e sempre vivi, do produto do meu trabalho remunerado.
    Como diria a Hermínia, anda Pacheco, veja lá se é mais rigoroso e honesto.

    [Responder]

  40. 40 40  Demétrio Alves

    O a. pacheco vem-se revelando um indivíduo sem ética, completamente desprovido de escrúpulos, fazendo da sua intervenção política um almanaque de difamações.
    Não me parece que isto seja o paradigma da intervenção política de uma esquerda que se diz muito rigorosa e revolucionária.
    O a. pacheco deverá explicitar, de uma forma clara, quais foram as negociatas em que eu participei quando estive em Loures, caso contrário tenho que o colocar em tribunal para que isto fique esclarecido.
    É uma repugnante mentira que eu tenha sido “acusado” de ter usado indevidamente meios públicos. Não fui acusado e muito menos condenado. O que aconteceu, poucos dias antes das eleições de 1997, foi ter havido uma “denúncia anónima” publicitada num canal de televisão comandado, em termos noticiosos, pelo irmão do António Costa. Nunca ninguém politicamente deu a cara formulando as acusações.
    O que então “foi denunciado” já tinha, havia muito tempo, sido esclarecido por mim na câmara. Tudo aquilo foi feito da forma cobarde e rasteira que caracteriza agora as intervenções e afirmações do a. Pacheco.
    Aliás, naquela altura, os meus adversários, apesar de tudo derrotados nas eleições, não se ficaram por aí. Instalados no poder central (Costa, Cravinho, o Alberto do governo civil, etc.,) e ajudados por “jornalistas” sem escrúpulos difundiram a ideia de que eu tinha “fugido com os votos”, e viciado as eleições. Movi por isso um processo à Helena Sanches Osório (muito chegada ao Cravinho) que ganhei em primeira instância, tendo ela falecido antes da decisão do recurso. O meu advogado, José António Barreiros, sofreu na altura várias pressões do António Costa e do Cravinho. A maltosa sem vergonha, da estirpe do a.pacheco, regalavam-se ajudando o PS a difundir a mentira.
    Com a ajuda de uma magistrada inenarrável houve mesmo lugar a um largo inquérito e recontagem de votos: no entanto, como não poderia ser de outra forma, quatro meses depois ganhámos…..ainda com mais votos, dando uma lição nos golpistas do PS e à canzoada oportunista da mesma laia.
    O a.pacheco também mente despudoradamente quando diz que fui corrido pelo PCP de Loures. Foi público e notório que, em 1999, o PCP não queria que eu saísse da CML em protesto pela formação anómala do município de Odivelas, mas eu, pouco disciplinadamente, aliás, insisti em renunciar, por não me conformar com aquilo que ainda hoje entendo ter sido uma golpada inconstitucional.
    E também é conhecido que, recentemente, fui eu que rescindi contrato em Setúbal por razões que foram tornadas públicas.
    Claro que eu não serei estimado por todos os membros do PCP. Mas quem o será?
    Os aldrabões que já referi anteriormente puseram ainda a circular que eu seria detentor de uma grande fortuna, designadamente em África, tendo sido por isso que saí de Loures. Por acaso é completamente falso porque vivo, e sempre vivi, do produto do meu trabalho remunerado.
    Como diria a Hermínia, anda Pacheco, veja lá se é mais rigoroso e honesto.

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  41. 41 41  Demétrio Alves

    O a. pacheco vem-se revelando um indivíduo sem ética, completamente desprovido de escrúpulos, fazendo da sua intervenção política um almanaque de difamações.
    Não me parece que isto seja o paradigma da intervenção política de uma esquerda que se diz muito rigorosa e revolucionária.
    O a. pacheco deverá explicitar, de uma forma clara, quais foram as negociatas em que eu participei quando estive em Loures, caso contrário tenho que o colocar em tribunal para que isto fique esclarecido.
    É uma repugnante mentira que eu tenha sido “acusado” de ter usado indevidamente meios públicos. Não fui acusado e muito menos condenado. O que aconteceu, poucos dias antes das eleições de 1997, foi ter havido uma “denúncia anónima” publicitada num canal de televisão comandado, em termos noticiosos, pelo irmão do António Costa. Nunca ninguém politicamente deu a cara formulando as acusações.
    O que então “foi denunciado” já tinha, havia muito tempo, sido esclarecido por mim na câmara. Tudo aquilo foi feito da forma cobarde e rasteira que caracteriza agora as intervenções e afirmações do a. Pacheco.
    Aliás, naquela altura, os meus adversários, apesar de tudo derrotados nas eleições, não se ficaram por aí. Instalados no poder central (Costa, Cravinho, o Alberto do governo civil, etc.,) e ajudados por “jornalistas” sem escrúpulos difundiram a ideia de que eu tinha “fugido com os votos”, e viciado as eleições. Movi por isso um processo à Helena Sanches Osório (muito chegada ao Cravinho) que ganhei em primeira instância, tendo ela falecido antes da decisão do recurso. O meu advogado, José António Barreiros, sofreu na altura várias pressões do António Costa e do Cravinho. A maltosa sem vergonha, da estirpe do a.pacheco, regalavam-se ajudando o PS a difundir a mentira.
    Com a ajuda de uma magistrada inenarrável houve mesmo lugar a um largo inquérito e recontagem de votos: no entanto, como não poderia ser de outra forma, quatro meses depois ganhámos…..ainda com mais votos, dando uma lição nos golpistas do PS e à canzoada oportunista da mesma laia.
    O a.pacheco também mente despudoradamente quando diz que fui corrido pelo PCP de Loures. Foi público e notório que, em 1999, o PCP não queria que eu saísse da CML em protesto pela formação anómala do município de Odivelas, mas eu, pouco disciplinadamente, aliás, insisti em renunciar, por não me conformar com aquilo que ainda hoje entendo ter sido uma golpada inconstitucional.
    E também é conhecido que, recentemente, fui eu que rescindi contrato em Setúbal por razões que foram tornadas públicas.
    Claro que eu não serei estimado por todos os membros do PCP. Mas quem o será?
    Os aldrabões que já referi anteriormente puseram ainda a circular que eu seria detentor de uma grande fortuna, designadamente em África, tendo sido por isso que saí de Loures. Por acaso é completamente falso porque vivo, e sempre vivi, do produto do meu trabalho remunerado.
    Como diria a Hermínia, anda Pacheco, veja lá se é mais rigoroso e honesto.

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