No PC, quem não comunga da cartilha, por norma leva sempre um chuto no c…
Mas o que mais confusão e irritação me faz, é que apesar das dissidências e expulsões várias, continuam sempre a acharem-se os arautos da defesa dos direitos dos cidadãos e dos trabalhadores.
Como quem diz: “em casa de pedreiro, espeto de pau”.
Nos outros partidos como é que as coisas funcionam? Quando um militante faz algo semelhante (não acatar uma indicação da direcção do partido a que pertence), o que é que os partidos democráticos fazem?
Rua com essa gentinha ressabiada que procura tachos! Então vai para um partido e não sabe os pricipios do mesmo?? Querem é tacho!! Rua com as Luisas e Zitas Seabras aproveitadoras..Não fazem falta nenhuma..PCP!
Até 1995 votei sempre no PC. Aí votei em Guterres. Depois disso nunca mais votei.
Do PC está tudo dito. Apesar disto continua, muitas vezes, com acções meritórias e sózinho. Gostaria, muito mais, de ver temas de discussão em torno das possições dos partidos, da educação, do Governo/PS, do Estado, da Comunidade Europeia, da China+India…. que, esses sim, condicionam a nossa vida quotidiana. Por exemplo discutir como independentemente das posições partidárias Portugal poderá aproximar-se do nível de vida dos paises centro da Europa
No PCP, os lugares institucionais devem servir o povo e não quem é eleito. A deputada L. Mesquita parece que ´militava no PCP à meia duzia de dias. Por favor acabem com o pliticamente correcto!. Foi expulsa e bem expulsa pois sabia as condições em que foi eleita, concordou com elas, sobe de casos semelhantes e que se saiba nunca achou estranho tal procedimento. Quando chegou a sua vez, agarra-se ao lugar como uma lapa. Deve estar em transição para a social democracia como alguns ilustres ex-Pcs.
Antes ter a coragem de cortar com os interesses pessoais, pondo à frente de tudo o projecto colectivo de um partido,do que ficar refem dos projectos pessoais de um qualquer Sá Fernandes,comoé o caso do BE em Lisboa.
Em Lisboa o BE está refem dos interesses pessoais de Sá Fernandes,assim foi com acriação da coligação e assim ficou demonstrado recentemente, com a humilhação do representante do BE na assembleia municipal.
Há partidos que defendem ideais, outros há não são mais que estruturas de gestão de interesses pessoais.
Vocês que são tão anti-comunistas até deviam ficar contentes por o PCP expulsar gente! Assim são cada vez menos.
É como aquela história do velho fascista que no leito de morte pediu ao filho para lhe trazer uma ficha de inscrição no PCP para assim morrer mais um filho da puta de um comunista…
rui, num só dia passa Luisa de bestial a besta. É extraordinário.
Pedro A., nos outros partidos se se pede a um deputado para sair de deputado e ele não sai o partido aceita a vontade do TITULAR do cargo político. Nos outos partidos os militantes e os deputados não são meros funcionários partidários. E em alguns partidos a expulsão é uma coisa extrema para ser usada em casos extremos.
Gostaria de deixar as seguintes questões:
Em Santarém os boletins de voto tinham a cara da candidata Luísa Mesquita, em vez da indicação de CDU?
O programa eleitoral em Santarém foi elaborado pela candidata Luísa Mesquita?
Em Santarém os eleitores votaram na candidata Luísa Mesquita e não numa Lista que incluía outros candidatos e que foi proposta pela CDU?
Em Santarém é possível distinguir entre os eleitores que votaram na CDU porque a lista era encabeçada pela candidata Luísa Mesquita e aqueles que votaram na CDU porque sabiam que estavam a votar no PCP/PEV?
Existe um projecto Luísa Mesquita e um projecto PCP?
Como devem ser diferentes as eleições em Santarém!
Daniel:
Continuo a perguntar: quando um militante de outro partido faz algo semelhante , o não acatar uma indicação da direcção do partido a que pertence, há ou não mecanismos disciplinares?
É só isto que está em causa! Como já aqui foi dito, a senhora deputada estava ciente das regras internas do seu partido quando integrou as listas em lugar elegível.
Não percebo esta filosofia tão colectivista que chega a ser desumana, é basicamente um culto de rebanho. O colectivo não tem de colidir com o pessoal, simplesmente tem de achar relações confluentes. Basicamente o “desrespeito” que Luísa Mesquita fez foi não acatar uma decisão injustificada ou pelo menos pobremente justificada de a afastar do seu cargo político. Ora, visto que nem sequer se pode falar de dissidência ideológica, Luísa Mesquita foi expulsa por não fazer, perdoem-me a expressão, “mé”.
Isto é gravoso não só pela concepção democrática interna do PCP, mas também pela irracionalidade estupidificante de que se estará a salvar o colectivo sacrificando uma deputada que exerceu o seu cargo condignamente e sem desrespeitar a linha ideológica de esquerda. Acho “muito bonito” esse idealismo de salvar o projecto do PCP arranjando carrascos individuais, mas tenho sérias dúvidas que estejam a salvar o que quer que seja…
Já agora, é favor não instrumentalizar a CGTP, agradecia que se mantivesse Carvalho da Silva à frente da mesma, cujo trabalho tem sido muito do meu agrado… pode ser…se faz favor…???
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
A LM deveria saber e sabe concerteza como funciona o PCP. Quem não diz que sim, sai ou é expulso.
O CC disse-lhe tens de deixar o lugar de deputada, ela deveria obdecer, não o fez rua.
Os militantes adoram expulsões.
Va lá o argumento para correrem com a Luisa Mesquita , não foi o de estar velha, o Barros Duarte da Marinha Grande teve menos sorte….
bOas…
No PC, quem não comunga da cartilha, por norma leva sempre um chuto no c…
Mas o que mais confusão e irritação me faz, é que apesar das dissidências e expulsões várias, continuam sempre a acharem-se os arautos da defesa dos direitos dos cidadãos e dos trabalhadores.
Como quem diz: “em casa de pedreiro, espeto de pau”.
Esta gente nao tem mesmo vergonha na cara… ” Assim se vê a força do PC”
Nos outros partidos como é que as coisas funcionam? Quando um militante faz algo semelhante (não acatar uma indicação da direcção do partido a que pertence), o que é que os partidos democráticos fazem?
mas isso já é antigo, ó Daniel, e vê como aquela nova presidente da CdSetúbal até resultou bem, é eficiente e bem parecida?!
eh, ao contrário do mero assalariado, militante quer-se assim devotado e disponível…
mas é tão evidente, tão lógico, tão natural e devido, que uma pessoa até espanta, não sendo a virgem maria…
Rua com essa gentinha ressabiada que procura tachos! Então vai para um partido e não sabe os pricipios do mesmo?? Querem é tacho!! Rua com as Luisas e Zitas Seabras aproveitadoras..Não fazem falta nenhuma..PCP!
Até 1995 votei sempre no PC. Aí votei em Guterres. Depois disso nunca mais votei.
Do PC está tudo dito. Apesar disto continua, muitas vezes, com acções meritórias e sózinho. Gostaria, muito mais, de ver temas de discussão em torno das possições dos partidos, da educação, do Governo/PS, do Estado, da Comunidade Europeia, da China+India…. que, esses sim, condicionam a nossa vida quotidiana. Por exemplo discutir como independentemente das posições partidárias Portugal poderá aproximar-se do nível de vida dos paises centro da Europa
No PCP, os lugares institucionais devem servir o povo e não quem é eleito. A deputada L. Mesquita parece que ´militava no PCP à meia duzia de dias. Por favor acabem com o pliticamente correcto!. Foi expulsa e bem expulsa pois sabia as condições em que foi eleita, concordou com elas, sobe de casos semelhantes e que se saiba nunca achou estranho tal procedimento. Quando chegou a sua vez, agarra-se ao lugar como uma lapa. Deve estar em transição para a social democracia como alguns ilustres ex-Pcs.
Antes ter a coragem de cortar com os interesses pessoais, pondo à frente de tudo o projecto colectivo de um partido,do que ficar refem dos projectos pessoais de um qualquer Sá Fernandes,comoé o caso do BE em Lisboa.
Em Lisboa o BE está refem dos interesses pessoais de Sá Fernandes,assim foi com acriação da coligação e assim ficou demonstrado recentemente, com a humilhação do representante do BE na assembleia municipal.
Há partidos que defendem ideais, outros há não são mais que estruturas de gestão de interesses pessoais.
Vocês que são tão anti-comunistas até deviam ficar contentes por o PCP expulsar gente! Assim são cada vez menos.
É como aquela história do velho fascista que no leito de morte pediu ao filho para lhe trazer uma ficha de inscrição no PCP para assim morrer mais um filho da puta de um comunista…
rui, num só dia passa Luisa de bestial a besta. É extraordinário.
Pedro A., nos outros partidos se se pede a um deputado para sair de deputado e ele não sai o partido aceita a vontade do TITULAR do cargo político. Nos outos partidos os militantes e os deputados não são meros funcionários partidários. E em alguns partidos a expulsão é uma coisa extrema para ser usada em casos extremos.
Sabe o que isso quer dizer, não sabe? Quer dizer que os eleitores votaram nele.
Gostaria de deixar as seguintes questões:
Em Santarém os boletins de voto tinham a cara da candidata Luísa Mesquita, em vez da indicação de CDU?
O programa eleitoral em Santarém foi elaborado pela candidata Luísa Mesquita?
Em Santarém os eleitores votaram na candidata Luísa Mesquita e não numa Lista que incluía outros candidatos e que foi proposta pela CDU?
Em Santarém é possível distinguir entre os eleitores que votaram na CDU porque a lista era encabeçada pela candidata Luísa Mesquita e aqueles que votaram na CDU porque sabiam que estavam a votar no PCP/PEV?
Existe um projecto Luísa Mesquita e um projecto PCP?
Como devem ser diferentes as eleições em Santarém!
Daniel:
Continuo a perguntar: quando um militante de outro partido faz algo semelhante , o não acatar uma indicação da direcção do partido a que pertence, há ou não mecanismos disciplinares?
É só isto que está em causa! Como já aqui foi dito, a senhora deputada estava ciente das regras internas do seu partido quando integrou as listas em lugar elegível.
Não percebo esta filosofia tão colectivista que chega a ser desumana, é basicamente um culto de rebanho. O colectivo não tem de colidir com o pessoal, simplesmente tem de achar relações confluentes. Basicamente o “desrespeito” que Luísa Mesquita fez foi não acatar uma decisão injustificada ou pelo menos pobremente justificada de a afastar do seu cargo político. Ora, visto que nem sequer se pode falar de dissidência ideológica, Luísa Mesquita foi expulsa por não fazer, perdoem-me a expressão, “mé”.
Isto é gravoso não só pela concepção democrática interna do PCP, mas também pela irracionalidade estupidificante de que se estará a salvar o colectivo sacrificando uma deputada que exerceu o seu cargo condignamente e sem desrespeitar a linha ideológica de esquerda. Acho “muito bonito” esse idealismo de salvar o projecto do PCP arranjando carrascos individuais, mas tenho sérias dúvidas que estejam a salvar o que quer que seja…
Já agora, é favor não instrumentalizar a CGTP, agradecia que se mantivesse Carvalho da Silva à frente da mesma, cujo trabalho tem sido muito do meu agrado… pode ser…se faz favor…???