A moção de censura do PCP ao governo tem sido referida como uma forma de pressão junto da CGTP, para que esta não chegue a acordo com o governo em matéria de lei laboral. Acho a acusação injusta. Antes de mais, não acredito que haja espaço para um acordo. As posições estão muito distantes. E mesmo que elas existissem, o PCP continuaria a ter o direito a uma estratégia própria e à sua própria agenda. Ela não deve ser substituida pela agenda da maior central sindical. A acusação não pretende, aliás, diminuir o PCP. Pretende retirar credibilidade às criticas dos sindicatos, dando a entender que elas correspondem a uma estratégia partidária e que, no fundo, a CGTP está mais próxima das propostas do governo do que se quer fazer querer. Não é verdade.
Publicado por Daniel Oliveira 9 de Maio de 2008 em PCP, Sindicatos, Trabalho



Daniel: acredita mesmo que o PCP não usa e manipula a CGTP como ponta-de-lança da sua acção política?
Daniel,Daniel!!!!:acredita mesmo que o PCP não usa nem manipula a CGTP como ponta-de-lança da sua acção politica?
p.s. desculpem o plágio mas não resisti.
Daniel,acredita mesmo que o PS/PSD/PPD/Patronato não usa nem manipula a UGT como ponta de lança
da sua acção politica?
Desculpem o contra-plágio,mas não resisti