José Sócrates, na campanha eleitoral de 2005, diz que 7,1% de desemprego são a “marca de uma governação falhada” e de uma “economia mal conduzida”. Em Outubro de 2007, com José Sócrates como primeiro-ministro, Portugal tem 8,3% de desempregados e, pela primeira vez em quase 30 anos, a taxa de desemprego é superior à de Espanha.
Post Arrastão/Zero de Conduta
Por Daniel Oliveira 18 Out 07 em PS


Volto-lhe a perguntar : se o Daniel fosse 1º ministro (ou o BE) que medidas adoptaria para diminuir o desemprego de forma drástica, em pouco tempo ?
NOTA : Espero que não responda : “empregava-os a todos no Estado e nas Câmaras Municipais”, porque isso é batota…
Eu repito esta pergunta porque acho que um blogue, apesar de ser feito com a ligeireza de quem não tem responsabilidades de decisão, deve, ao invés de criticar, apresentar propostas.
NOTA 2 : Já que se refere a Espanha, lembre qual a taxa de desemprego que esse país teve, durante para aí uns 10 ou 15 anos.
NOTA 3 : Falando novamente de Espanha, compare o percurso dos 2 países desde 1974, nomeadamente ao nível da estabilidade poltica (nr. de governos de ambos os países nesse período), ao nível de PRECs, de medidas restruturantes do Estado e da economia, etc…
Voltando ao mesmo tema e a Espanha, reparo que o título do seu posto é : “A marca de uma governação falhada”, a propósito dos números do desemprego.
Os espanhóis estiveram com uma taxa de desemprego altíssima, muito superior a esta, durante vários anos. Não se deixaram impresionar por isso, mantiveram a estabilidade governativa, e prepararam-se a todos os níveis. Hoje a Espanha é o que é. E eu pergunto-lhe : os governos espanhóis que passaram por aqueles números do desemprego, tiveram “governações falhadas” ?
Estamos em presença da mais pura demagogia de Sócrates em 2005. Os novos empregos, q são criados, não são ocupados pelas mm pessoas q ficaram desempregadas, pois estas não têm as qualificações necessárias! Em Espanha o ajustamento da mão de obra foi feito à custa de txs de desemprego altíssimas q apenas recentemente entraram em tendência decrescente! Tb é demagogia alguém prometer taxas menores de desemprego! Votarei Sócrates de novo pq não vejo, ao contrário do blogger, qq alternativa válida à sua governação!
O Sócrates tem tanta facilidade em recorrer à mentira que nem sequer vale a pena dissecar tudo aquilo que ele diz ou disse. Ele é basicamente uma mentira em todo o seu esplendor.
“se o Daniel fosse 1º ministro (ou o BE) que medidas adoptaria para diminuir o desemprego de forma drástica, em pouco tempo ?”
qualquer “daniel” diria que o INVESTIMETO é necessário para fazer CRESCER a Economia, criando EMPREGO SUSTENTÁVEL, aumentando o RENDIMENTO disponível das famílias, dando origem a mais CONSUMO e consequentemente a crescimento dos LUCROS das empresas, que por sua vez investiam mais e pagariam mais IMPOSTOS, que voltariam a ser reinvestidos em …INVESTIMENTO.
Realmente este governo em 2 anos conseguiu perder mais empregos que todos os antecedentes.
Pois é, caro portela, mas para isso, para esse investimento todo, era preciso que o Estado tivesse disponibilidade financeira para tal, que não tem.
E depois, é muito duvidoso que tenha de ser o Estado a fazê-lo. Quem investe são as empresas, não é o Estado.
A menos que pretenda que a economia esteja toda estatizada, como pretendem muitos pseudo-progressistas, e aí, garanto-lhe, que o buraco era muito maior. Basta recuar ao tempo das nacionalizações para constatar isso.
Falar é fácil. Fazer demagogia ainda mais fácil é.
Este governo está a fazer o que deve de fazer : corrigir o défice, pôr as contas públicas em ordem, apostar nas pequenas e médias empresas, liberalizar as leis do trabalho, liberalizar a economia, melhorar o desempenho na cobrança de impostos, apostar na educação e na formação. E só assim as coisas mudarão. Não de um dia para o outro, mas mudarão; com realismo.
Agora, ir na conversa demagógia, trauliteira, de partidos extremistas e totalitários, como o BE e o PCP, só mesmo para burros !
Temos grandes economistas, grandes autarcas, grandes governantes, temos dinheiro que nos chega em valores astronómicos; que se faz com este dinheiro, uma vez que não se vê o incremento na economia para contrariar a subida do desemprego; faz-se uma vida à maneira:
VIDA À MANEIRA
Paga as dívidas, Rui Rio,
lá na Câmara do Porto;
enquanto isso, eu desfio
relatos dum País morto:
-
nesta cruz que carrego,
de em verso o analisar;
vejo cá o desemprego,
todos dias a aumentar!?
-
mas como sou sagorro,
sem pasta para investir;
os certificados d’aforro
não compro, deixo-os ir!?
-
e o nosso País tem boas,
notícias para vos contar;
cá traficam-se pessoas,
é negócio que está a dar!?
-
E o Benfica do Vieira,
perdeu com estudantes;
estudaram a maneira,
de dar três a gigantes!?
-
e no duelo que é eterno,
entre a águia e o dragão;
foi o Pinto pró Inferno,
desapareceu do caixão!?
-
vai-se fazer uma ponte,
para os lados de Chelas;
para qu’o António conte,
milhões, não bagatelas!?
-
Vejo os comboios da CP,
passarem sem ter gente;
mas vão fazer um TGV,
da Moita, no continente!?
-
e o Jardim na Madeira,
recebe lá nosso Cavaco;
e sai-lhe grossa asneira,
só dele qu’é um macaco!
-
Constâncio de ar sisudo,
faz o discurso em inglês;
diz qu’a crise afecta tudo,
até o bolso do Português!
-
Cá baixa o gás natural
p’ra nos melhorar a vida
já que ele é essencial
p’ra qu’haja cá comida:
-
muito se come em bares,
e pela via alternadeira;
para que haja nos lares,
a vida bem à maneira!?
-
Pisco