
O líder parlamentar do PS anunciou que o grupo socialista vai apresentar uma declaração de voto, onde “defende intransigentemente a igualdade dos direitos expressos na constituição e que não põe em causa o conteúdo programático dos diplomas” sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A declaração, claro, é para justificar o voto contrário às propostas que o PS considera um imperativo constitucional. Até a declaração de voto é imposta pela liderança da bancada, não vá algum deputado cometer a loucura de dizer que o que queria era mesmo votar a favor, sem um “mas” de conveniência.
Por Pedro Sales 9 Out 08 em PS, um disparate nunca vem só7 respostas ao post “Agarrem-me que eu queria votar”
- 1 Pingback on 10 Out 2008 às 0:49



Pedro Sales, um dos Tags deste seu post é ” um disparate nunca vem só” !
Brilhante, o Pedro Sales faz juízos de intenção à posteriori e à anteriori, de facto brilhante. Baseada numa noticia de jornal, até podia esperar por amanhã para ter razão, mas não joga por antecipação. em sempre uma boa oportunidade, contudo de resultados incertos. Quem é que acusa o PSD de ser mono temático?
Não acha que os portugueses gostariam de ver o dinheiro que despendem no seu vencimento de assessor parlamentar melhor empregue, com o seu esforço gasto em coisas realmente importantes?
Ibn Erriq,
O PS tem metido tanto os pés pelas mãos neste tema, desde a imposição de disciplina de voto até à argumentação de que a actual lei é inconstitucional mas votam contra o “oportunismo do Bloco”, que me parece mais do que correcto dizer que ” um disparate nunca vem só” .
Já agora aproveito para me poder indicar quais são as coisas realmente importantes a que eu me posso dedicar, para que me seja possível gerir de forma mais correcta o meu dia-a-dia.
é assim a partidocracia
se ela não funciona em termos de representatividade neste caso, obviamente tb não funciona em quase todos os outros - coitados dos pobres assessores; que hão-de fazer? passar o mais despercebidos possivel, claro
Tão hipócritas, ui, lembra a “Génese da Crise”,
em História breve:
“O grande aliado do capital foi a chamada flexibilização laboral e, em especial, a eliminação de restrições para despedir trabalhadores (o sistema ficou conhecido pela frase hire and fire, contrata e despede).”
http://resistir.info/crise/nadal_08out08.html
E diz o governo de Sócrates que apenas segue o mundo do progresso.
Neste Portugal saido do “25 do A” já não surpreende!
É tudo desnatural!!!
Pedro Sales, em vez de me pedir conselhos a mim, peça-os a si próprio, pois, pelo vistos há uns tempos sabia o que era realmente importante. Será que já se esqueceu, ou perdeu a vergonha?