Foram iguais e são iguais.
Tanto os srs. da fotografia como eu, como qualquer português podemos casar, desde que seja, como o próprio conceito de casamento implica, com uma pessoa de sexo diferente.
Cumprimentos
Luís
Pelo parte que me toca eu escolheria o menor dos males e se tivesse que ser comparado com alguém preferia ser comparado ao Alberto Martins e não ao George Michael, mas cada um sabe de si!
Pedro, nos últimos tempo tem-me assaltado uma dúvida, apelo à sua bondade para me esclarecer.
EU sempre me achei de esquerda, aliás, o meu primeiro voto foi para o PSR. Agora sou contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas não sou contra o casamento de homossexuais. Será que mesmo assim sou de esquerda?
Nunca entendi bem esta questão dos homens casarem com homens e as mulheres casarem com mulheres, eu até sou contra o casamento, dá-me vontade de rir, muitos daqueles que querem agora casar já foram contra o casamento de géneros diferentes, o mundo está sempre a mudar, tou para ver quando o BE acabar as suas bandeiras o que vai fazer a seguir, dilui-se no PS concerteza.
Deixem-nos casar,é bem feito, e depois impeçam-nos de se divorciarem.:-)
Não envolve terceiros não me faz diferença nenhuma,mas não deixa de ter piada que os que sempre lutaram contra o casamento são os que lutam agora a favor dele!
Uma sugestão:
Estabelecer uma modalidade de casamento, para a igualdade de género, por ex,
e considerando o termo «casamento» clássico,
o «associamento».
O par decide fazer um «associamento» equivalente ao casamento. Passam à categoria de “associados”.
Pois.
Tantos e tantos anos a lutar contra tal instituição e agora pimba casamentos para tod@s!
Que sejam muito felizes até que a sorte os separe!
Eh…Ehhh…Ehhhhhh…..
A opinião que eventualmente cada um de nós tenha sobre o casamento não tem nada a ver com a reivindicação de igualdade de direitos, permitindo a cada pessoa, independentemente da sua orientação sexual, decidir se pretende ou não exercer o seu direito individual. É só uma questão de igualdade de direitos, deixando de ser o Estado a decidir quem é tem o direito a querer casar. Se depois o faz ou não é com cada um.
Ibn Erriq,
Quem sou eu para decidir quem é que é ou não de esquerda, mas quer-me parecer que existe tanta gente de esquerda que se opõe ao casamento entre duas pessoas do mesmo sexo como as de direita que o defendem.
Não tem o Estado o dever de definir as regras que definem os nosso comportamentos em sociedade?
Ui, a sua quantificação carece de comprovação!
Essa dos direitos é gira! Por exemplo porque não me deixam inscrever na Fac de medicina só pelo facto de não ter os requisitos necessários? Estarei a ser descriminado?
Luís, se um filho teu alguma vez casar com uma mulher que afinal descobre que “uups, sou lésbica” vai ser giro. Tipo daquelas cenas irónicas altamente prá malta rir e gozar.
Ibn, “Essa dos direitos é gira! Por exemplo porque não me deixam inscrever na Fac de medicina só pelo facto de não ter os requisitos necessários? Estarei a ser descriminado?”. Se desconversar pagasse imposto com essa já pagavas o défice…
Eu só perguntei qual dos dois da foto é a Maria. Tanta censura por nada? Caramba, segundo DO, que a todos nós continua a educar e a dar lições várias vezes ao dia, já um gajo não se pode chamar Maria? Pronto, homem, então algum dos dois se chama Valdemar? Ou Ruben? Ó DO, ora aqui estão dois nomes bem de gajo…
/me Consegue lidar com este assunto de outra forma?
Mas não é desconversar, é tentar demonstrar que é necessário reunir uma série de requisitos para obter algumas coisas. Quer outro exemplo, os que se candidatam às academias e não entram só por lhes falta um dedo, não estão a ser descriminados?
Não se deve descriminar ninguém por causa dos seus handicaps, certo?
/me
se o filho de alguém casar com uma mulher que depois descobre que é lésbica, o tipo pode vir a torna-se um sortudo se conseguir convencê-la(s) a brincadeiras tripartidas Não é esse o sonho da maioria dos homens? Heterossexuais, claro está
Essa dos direitos é gira é, direitos humanos, direitos no acesso a contratos.
È que se for direitos humanos como cidadãos para não haver descriminação com base no sexo existe o artigo 13 CRP.
Se for direitos como cidadãos para acesso a contratos que exigem determinadas características que pressupõe a fisiologia e qualidade dos sujeitos que os integram é outra coisa. E não há descriminação quando as coisas não são iguais. Só pode haver direitos iguais em situações iguais, realidades diferentes não podem ter o mesmo tratamento, se são diferentes tem que ter tratamento diferenciado logo como os direitos se destinam a disciplinar situações jurídicas semelhantes não pode ter os mesmos direitos em situações jurídicas diferentes, realidades diferentes.
O sentido do principio da igualdade, consiste na proibição da descriminação e privilégios, a igualdade não pode ser considerada juridicamente em termos negativos tem que ser tomada em termos positivos implicando por isso tratamento igual de situações iguais e tratamento semelhante de situações semelhantes e que não existem no caso de um casal ser hetero e outro homo a celebrar o contrato, e tratamento desigual de situações desiguais, mas substancial ou objectivamente desiguais impostas pela diversidade das circunstancias ou pela natureza das coisas , um casal é homem /mulher e outro pode ser homem/homem ou mulher/mulher e não criadas ou mantidas artificialmente pelo legislador.
A igualdade é pelas partes iguais que celebram o contrato, o igual aos iguais e o desigual aos desiguais, a lei atribui ou exige conformidade com o atributo que designa como relevante, o sexo, para identificar semelhança ou diferença.
Mas temos frases como, todos os homens devem ser tratados por igual, não exprime a absurda ilação de que todos sejam iguais, mas que as desigualdades de facto são irrelevantes para o tratamento dos homens, isto refere-se aos direitos humanos.
O princípio de que cada caso particular deva ser tratado como tal, uma lei que implicasse que todos devem ser tratados de forma igual nada diz sobre o conteúdo desse tratamento, aplicada a qualquer que fosse, conduziria a consequências absurdas,
Quando os indivíduos são iguais, mais precisamente quando os indivíduos e as circunstâncias externas são iguais devem ser tratados igualmente, quando os indivíduos e as circunstâncias externas são desiguais, devem ser tratados desigualmente. Por isso os seres que são iguais a respeito de certas características essenciais define-se um princípio segundo o qual os seres de uma mesma categoria essencial devem ser tratados da mesma forma.
A politização que se quer fazer da lei é para abalar o princípio de igualdade e criar um principio da igualdade sui generis
Por outro lado, esse direito igualizador por vezes torna-se um direito de privilegiamento, porque a razão justificadora da distinção não é uma diferença real, ou a diferenciação não obedece à relação entre meio e fim que a poderia justificar, porque os casais são diferentes, mas é ditada, ou deformada, em decorrência de interesses exclusivamente políticos.
A igualdade de essência dos homens, os chamados direitos humanos estão protegidos pela não descriminação através do sexo na constituição art 13, a constituição de familia desses casais homo não esta proibida, alias há casais que não são casados e pessoas solteiras que tem e formaram familia, o que lhes esta proibido é o acesso a um tipo de contrato porque eles por natureza não são iguais aos casais que o contrato tem em vista e não podem constituir a familia que esse tipo de contrato tem em vista e essa é a heterosexual.
Por isso a esta igualdade de essência soma-se a desigualdade individual e social que os impede de poder ser iguais no acesso ao contrato de casamento com casais hetero e esta não é nem pode ser descriminátoria, nós como cidadãos por esse prisma estamos impedidos de fazer muita coisa, mas aqui o estado claro poderá tratar igualmente todos os indivíduos e a todas as situações iguais e desiguais, numa lógica liberal individualista, ou seja nós queremos que seja assim e pronto, mesmo que não tenhamos fundamento e os argumentos que temos não concordem com a realidade, nos queremos que seja assim ponto final.
Adoro mulheres! Se pudesse casava e amava com uma diferente todos os dias, melhor a toda a hora…
Sou daqueles que tem fantasias sexuais com 5 mulheres ao mesmo tempo…
Mas se há um homem que só pense em homens e queira casar com um não vejo problema nenhum. O que realmente interessa é a liberdade de escolha. Direitos e deveres iguais para todos. Nada mais simples.
Fora de brincadeiras: eu já fiz essa proposta aqui neste blogue, aumentando até, em casos especiais como o meu e o do Quintanilha, para 4.
Vamos a isso? Será que o DO vai abrir aqui este debate? E a JS, levará o rojecto á A R ? Caramba, também é uma causa fracturante!
Era eu e o Quintanilha termos dinheiro e amanhã, em vez do Ruben e do amigo, Lisboa ficava cheinha de cartazes com a minha foto e 4 gajas, mais o Quintanilha com duas. Ah, catano!!
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Foram iguais e são iguais.
Tanto os srs. da fotografia como eu, como qualquer português podemos casar, desde que seja, como o próprio conceito de casamento implica, com uma pessoa de sexo diferente.
Cumprimentos
Luís
A segunda interpretação do cartaz é terrivel e nada esquerdista… lol
Pelo parte que me toca eu escolheria o menor dos males e se tivesse que ser comparado com alguém preferia ser comparado ao Alberto Martins e não ao George Michael, mas cada um sabe de si!
Pedro, nos últimos tempo tem-me assaltado uma dúvida, apelo à sua bondade para me esclarecer.
EU sempre me achei de esquerda, aliás, o meu primeiro voto foi para o PSR. Agora sou contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas não sou contra o casamento de homossexuais. Será que mesmo assim sou de esquerda?
Desde já grato pelo seu esclarecimento.
Nunca entendi bem esta questão dos homens casarem com homens e as mulheres casarem com mulheres, eu até sou contra o casamento, dá-me vontade de rir, muitos daqueles que querem agora casar já foram contra o casamento de géneros diferentes, o mundo está sempre a mudar, tou para ver quando o BE acabar as suas bandeiras o que vai fazer a seguir, dilui-se no PS concerteza.
Deixem-nos casar,é bem feito, e depois impeçam-nos de se divorciarem.:-)
Não envolve terceiros não me faz diferença nenhuma,mas não deixa de ter piada que os que sempre lutaram contra o casamento são os que lutam agora a favor dele!
Uma sugestão:
Estabelecer uma modalidade de casamento, para a igualdade de género, por ex,
e considerando o termo «casamento» clássico,
o «associamento».
O par decide fazer um «associamento» equivalente ao casamento. Passam à categoria de “associados”.
Pois.
Tantos e tantos anos a lutar contra tal instituição e agora pimba casamentos para tod@s!
Que sejam muito felizes até que a sorte os separe!
Eh…Ehhh…Ehhhhhh…..
E porque não o Estado deixar de se intrometer na vida privada e íntima de cada um de nós reconhecendo direitos iguais para todos?
A opinião que eventualmente cada um de nós tenha sobre o casamento não tem nada a ver com a reivindicação de igualdade de direitos, permitindo a cada pessoa, independentemente da sua orientação sexual, decidir se pretende ou não exercer o seu direito individual. É só uma questão de igualdade de direitos, deixando de ser o Estado a decidir quem é tem o direito a querer casar. Se depois o faz ou não é com cada um.
Ibn Erriq,
Quem sou eu para decidir quem é que é ou não de esquerda, mas quer-me parecer que existe tanta gente de esquerda que se opõe ao casamento entre duas pessoas do mesmo sexo como as de direita que o defendem.
PS,
Não tem o Estado o dever de definir as regras que definem os nosso comportamentos em sociedade?
Ui, a sua quantificação carece de comprovação!
Essa dos direitos é gira! Por exemplo porque não me deixam inscrever na Fac de medicina só pelo facto de não ter os requisitos necessários? Estarei a ser descriminado?
Luís, se um filho teu alguma vez casar com uma mulher que afinal descobre que “uups, sou lésbica” vai ser giro.
Tipo daquelas cenas irónicas altamente prá malta rir e gozar.
Ibn, “Essa dos direitos é gira! Por exemplo porque não me deixam inscrever na Fac de medicina só pelo facto de não ter os requisitos necessários? Estarei a ser descriminado?”. Se desconversar pagasse imposto com essa já pagavas o défice…
Eu só perguntei qual dos dois da foto é a Maria. Tanta censura por nada? Caramba, segundo DO, que a todos nós continua a educar e a dar lições várias vezes ao dia, já um gajo não se pode chamar Maria? Pronto, homem, então algum dos dois se chama Valdemar? Ou Ruben? Ó DO, ora aqui estão dois nomes bem de gajo…
/me Consegue lidar com este assunto de outra forma?
Mas não é desconversar, é tentar demonstrar que é necessário reunir uma série de requisitos para obter algumas coisas. Quer outro exemplo, os que se candidatam às academias e não entram só por lhes falta um dedo, não estão a ser descriminados?
Não se deve descriminar ninguém por causa dos seus handicaps, certo?
/me
Não é esse o sonho da maioria dos homens? Heterossexuais, claro está 
se o filho de alguém casar com uma mulher que depois descobre que é lésbica, o tipo pode vir a torna-se um sortudo se conseguir convencê-la(s) a brincadeiras tripartidas
Essa dos direitos é gira é, direitos humanos, direitos no acesso a contratos.
È que se for direitos humanos como cidadãos para não haver descriminação com base no sexo existe o artigo 13 CRP.
Se for direitos como cidadãos para acesso a contratos que exigem determinadas características que pressupõe a fisiologia e qualidade dos sujeitos que os integram é outra coisa. E não há descriminação quando as coisas não são iguais. Só pode haver direitos iguais em situações iguais, realidades diferentes não podem ter o mesmo tratamento, se são diferentes tem que ter tratamento diferenciado logo como os direitos se destinam a disciplinar situações jurídicas semelhantes não pode ter os mesmos direitos em situações jurídicas diferentes, realidades diferentes.
O sentido do principio da igualdade, consiste na proibição da descriminação e privilégios, a igualdade não pode ser considerada juridicamente em termos negativos tem que ser tomada em termos positivos implicando por isso tratamento igual de situações iguais e tratamento semelhante de situações semelhantes e que não existem no caso de um casal ser hetero e outro homo a celebrar o contrato, e tratamento desigual de situações desiguais, mas substancial ou objectivamente desiguais impostas pela diversidade das circunstancias ou pela natureza das coisas , um casal é homem /mulher e outro pode ser homem/homem ou mulher/mulher e não criadas ou mantidas artificialmente pelo legislador.
A igualdade é pelas partes iguais que celebram o contrato, o igual aos iguais e o desigual aos desiguais, a lei atribui ou exige conformidade com o atributo que designa como relevante, o sexo, para identificar semelhança ou diferença.
Mas temos frases como, todos os homens devem ser tratados por igual, não exprime a absurda ilação de que todos sejam iguais, mas que as desigualdades de facto são irrelevantes para o tratamento dos homens, isto refere-se aos direitos humanos.
O princípio de que cada caso particular deva ser tratado como tal, uma lei que implicasse que todos devem ser tratados de forma igual nada diz sobre o conteúdo desse tratamento, aplicada a qualquer que fosse, conduziria a consequências absurdas,
Quando os indivíduos são iguais, mais precisamente quando os indivíduos e as circunstâncias externas são iguais devem ser tratados igualmente, quando os indivíduos e as circunstâncias externas são desiguais, devem ser tratados desigualmente. Por isso os seres que são iguais a respeito de certas características essenciais define-se um princípio segundo o qual os seres de uma mesma categoria essencial devem ser tratados da mesma forma.
A politização que se quer fazer da lei é para abalar o princípio de igualdade e criar um principio da igualdade sui generis
Por outro lado, esse direito igualizador por vezes torna-se um direito de privilegiamento, porque a razão justificadora da distinção não é uma diferença real, ou a diferenciação não obedece à relação entre meio e fim que a poderia justificar, porque os casais são diferentes, mas é ditada, ou deformada, em decorrência de interesses exclusivamente políticos.
A igualdade de essência dos homens, os chamados direitos humanos estão protegidos pela não descriminação através do sexo na constituição art 13, a constituição de familia desses casais homo não esta proibida, alias há casais que não são casados e pessoas solteiras que tem e formaram familia, o que lhes esta proibido é o acesso a um tipo de contrato porque eles por natureza não são iguais aos casais que o contrato tem em vista e não podem constituir a familia que esse tipo de contrato tem em vista e essa é a heterosexual.
Por isso a esta igualdade de essência soma-se a desigualdade individual e social que os impede de poder ser iguais no acesso ao contrato de casamento com casais hetero e esta não é nem pode ser descriminátoria, nós como cidadãos por esse prisma estamos impedidos de fazer muita coisa, mas aqui o estado claro poderá tratar igualmente todos os indivíduos e a todas as situações iguais e desiguais, numa lógica liberal individualista, ou seja nós queremos que seja assim e pronto, mesmo que não tenhamos fundamento e os argumentos que temos não concordem com a realidade, nos queremos que seja assim ponto final.
Adoro mulheres! Se pudesse casava e amava com uma diferente todos os dias, melhor a toda a hora…
Sou daqueles que tem fantasias sexuais com 5 mulheres ao mesmo tempo…
Mas se há um homem que só pense em homens e queira casar com um não vejo problema nenhum. O que realmente interessa é a liberdade de escolha. Direitos e deveres iguais para todos. Nada mais simples.
Ó Ricardo M., afinal qual é que é o Ruben? Você sabe tanto de gajas…
Já que estamos abertos a modernices:
- E que tal a possibilidade de um homem poder casar com 2 mulheres?
Vamos discutir isto?
Fora de brincadeiras: eu já fiz essa proposta aqui neste blogue, aumentando até, em casos especiais como o meu e o do Quintanilha, para 4.
Vamos a isso? Será que o DO vai abrir aqui este debate? E a JS, levará o rojecto á A R ? Caramba, também é uma causa fracturante!
Era eu e o Quintanilha termos dinheiro e amanhã, em vez do Ruben e do amigo, Lisboa ficava cheinha de cartazes com a minha foto e 4 gajas, mais o Quintanilha com duas. Ah, catano!!
“E que tal a possibilidade de um homem poder casar com 2 mulheres?”
Oh meu amigo… venham daí esses bravos! Coragem não lhes falta!