O Partido Socialista vai impor a disciplina de voto à sua bancada parlamentar para garantir que o casamento entre pessoas do mesmo sexo é chumbado, alegando que o assunto “não consta do actual programa do Governo”. Das duas uma. Ou Alberto Martins toma todos por parvos, ou toma todos por parvos. Vir invocar que os deputados se limitam a votar de acordo com o que vem no programa do governo, no mesmo dia em que o PS aprova (e bem) um novo regime do divórcio sobre o qual não há uma linha no tal programa, é um insulto à inteligência das pessoas. Fica ainda por saber, claro, o que aconteceu à preocupação com o cumprimento do programa e das promessas eleitorais em votações como o referendo europeu ou o aumento do IVA (como se pode ver no vídeo).
Por Pedro Sales 18 Set 08 em PS, Querido programa, aceitam-se apostas
É sempre assim. As promeças feitas, ficam na gaveta. O que importa são os assuntos de relevância actuais. Querem lá saber o que prometeram em tempo de eleições, nem se lembram!
O post baseia-se numa premissa falsa.
O deputado é escolhido pelo partido e tem, portanto, a obrigação de respeitar as orientações desse partido, ainda para mais num assunto tão delicado.
Se quer ser independente deve apresentar-se às eleições ou como independente ou dentro das listas partidárias como independente.
Se eu fosse primeiro-ministro, sempre que houvesse uma dessas nojentas Marchas de Lésbicas, Gays e Transsexuais a emporcalhar as ruas desta bela cidade, tratava de fornecer a cada um dos participantes um espelho, a expensas do Orçamento de Estado, para eles se mirarem e verem as aberrações que são.
É óbvio que isto é um país livre e ninguém os persegue, mas fazer leis especiais para essa gente, querer tornar normal o que é aberrante, isso é gozar com os contribuintes, especialmente numa altura destas.
E torno a dizer, este é o primeiro passo desses auto proclamados “progressistas” da porcaria para algo bem mais grave e completamente inaceitável e insuportável : a adopção de crianças por parte dessa gente.
Espero que o PS tenha o bom senso de respeitar o que a maioria dos portugueses sente sobre isto e de não enveredar por aberrações legislativas desse tipo porque aí, as pessoas passariam a olhar para eles com outros olhos, se é que voltariam a olhar para eles, eu pessoalmente não, e os sacrificios que estão sempre a ser pedidos muito dificilmente seriam aceites.
Com uma pitada de ironia. Com este governo tão cumpridor dos objectivos e com o programa quase executado, fica difícil, escrever um novo programa para as próximas eleições. Assim guardam umas medidas para o próximo.
“querer tornar normal o que é aberrante”
Caro Chico da Tasca,
Para mim aberrante é a sua opinião, por exemplo.
É tão boa a liberdade de expressão não é?
Se é permitida uma opinião como a sua num espaço público, não acha lícito que os referidos grupos se manifestem? Não são propriamente manifestações violentas, pois não?
Mas se o incomoda (a si e à maioria dos portugueses, como defende) devíamos ir a referendo não só pelo casamento ou adopção, mas pelo simples facto de existirem tais pessoas que estragam a vista da sua bonita cidade, o que lhe parece?
Acho um acontecimento triste e lamentavel por parte do PS, este debate era urgente na sociedade portuguesa e benefico do meu ponto de vista; afinal interessa promover a igualdade ou….? Pessoalmente nao consigo olhar durante muito tempo para dois homens a beijarem-se sem me sentir enojado e dai? Não e por termos sentimentos de reprovaçao seja por questoes morais ou religiosas ou simplesmente porque nao gostamos que devemos impor a nossa vontade às pessoas que so querem seguir a sua vida, sejam do mesmo sexo ou nao.
Ja a adopçao de crianças e outra historia por motivos psico-sociais; nao pondo totalmente em causa que um casal homossexual possa fornecer uma educaçao correcta a uma criança, ponho em causa a aceitaçao q isso teria na sociedade sendo a criança alvo de escarnio dos colegas, professores, enfim da maioria das pessoas, imaginem uma legião de crianças semi perturbadas por nao terem pais (orfãos) e perturbadas ainda mais por ninguem aceitar os seus pais adoptivos, o que se poderia fazer era um apadrinhamento ou acompanhamento por parte de um casal gay de uma criança numa instituiçao, com direito a passeios, etc isto pelo menos numa fase inicial, porque a sociedade nao ia permitir mais do que isso e mesmo ja isto…
Lá estão os sociais democratas feitos comadres zangadas…eu queria é uma resposta a isto:
http://suckandsmile.wordpress.com/2008/09/18/lata-hipocrisia-propaganda-falta-de-senso-cinismo-e-outros-arrivismos/
Abraço K’mrds.
Rui Afonso
“Se é permitida uma opinião como a sua num espaço público, não acha lícito que os referidos grupos se manifestem?”
Não leu bem o que eu disse. Eu disse explicitamente que essa gente não deve (nem pode) ser perseguida, uma vez que estamos numa sociedade live.
Mas precisamente por estarmos numa sociedade livre, eu tenho todo o direiro a não gostar dessa malta e tenho todo o direito a afirmá-lo publicamente.
Não sou obrigado a alinhar pelo dogmatismo do Politicamente Correcto que caracteriza os “progressistas” da treta e muito menos a embarcar nas ditas causas “fracturantes” dos que têm pouco que fazer .
Fazer um referendo sobre os Castelos-Brancos deste país ? Em primeiro lugar não somos a Noruega que tem dinheiro a rodos para esbanjar em actos circenses, em segundo lugar, há que ter a noção do ridiculo.
Parece-me só que o PS está a jogar na defensiva. Se der liberdade de voto aos seus deputados arrisca-se a aprovar a lei. Lei que não é deles (e isso custa-lhes) e que os pode prejudicar junto do eleitorado de centro. Preferem passar a imagem de falta de pluralismo e de imposição de voto do que melindrar susceptibilidades dos “votinhos” que em Portugal fazem a diferença. Pura aritmética…
Esse Chico entascado o que tem é saudade do Hitler para mandar para o forno crematório os “aberrantes”.
Cure-se, homem! Aberrante é o seu pensamento fascista!
Manuel Monteiro
Pedro Sales,
Diga-nos para mim é normal que quando não temos posição não devemos mudar o que está? Parece-me uma questão de bom senso.
Até que enfim, já não era sem tempo que eu concordava com qq coisa do Alberto Martins e do PS.
Vá lá já nos vai chegando de pseudo progressismo!
PS,
A sua crítica tem razão de ser. A incoerência da argumentação do líder da bancada parlamentar do PS é manifesta. A verdade é que o PS não está interessado em aprovar esta lei neste momento. As eleições estão a chegar e este é um tema difícil para um partido que disputa a esquerda mas também o centro e o centro-direita. Mais do que uma oposição de fundo, parece-me que o PS rejeita apenas o timing. E este é o ponto, da minha perspectiva, que importa discutir. A JS tem feito uma campanha - mais ou menos séria - no sentido de abrir a discussão pública no que toca à aprovação de uma lei sobre as matérias do casamento, adopção e procriação medicamente assistida relativamente a casais homossexuais. A ideia, penso eu, será lançar a discussão pública (leia-se mediatização)destes assuntos, esperando dessa forma contribuir para pressionar o PS e a sua direcção a aprovarem na AR uma lei ou a promoverem um qualquer referendo sobre esta questão. Reconheçamos os resultados do trabalho da JS, por exemplo, no referendo do aborto. Muito beneficiou o SIM com esse envolvimento. Temos, então, que o PS não está para já interessado nesta questão, estando contudo, a JS a preparar o caminho.
Neste quadro, a questão que eu coloco é a seguinte: fez bem o BE em avançar com este assunto nesta altura? Sabendo que sem o PS e com o PC encolhido nesta matéria, a proposta está votada ao fracasso, qual o objectivo? Concerteza que todas as oportunidades são boas para exigir a igualdade de direitos de todos independentemente da sua orientação sexual, mas, e digo-o com pena, cheira-me a oportunismo político da parte do BE. As eleições estão aí e se para o PS lançar-se nesta discussão pode ser prejudicial, com o BE ocorre precisamente o contrário. Aliás, desde sempre o BE surgiu como o partido que fez desse tema e de outros igualmente relacionados com os costumes as suas bandeiras. Mas o que tem feito o BE nos últimos tempos sobre esta matéria? Pouco, pelo menos, que se veja. Sinceramente, a apresentação desta proposta parece-me mais campanha para 2009 do que política séria em defesa dos direitos dos homossexuais.
Mas esse Alberto Martins, e mais o Santos Silva, e mais o Vitalino Canas (por exemplo), não enganam ninguém: aquilo abrem a boca, fazem aquela colocação da voz, trejeitam a face e tira-se-lhes logo a pinta.
Então o Santos Silva … consegue irritar um santo.
Caro Chico da Tasca,
Parece-me que talvez conseguisse ser primeiro-ministro num regime hitleriano.
Depois, ninguém pretende leis especiais apenas que lhes seja reconhecido o mesmo direito: o livre acesso ao casamento civil.
Incomodam-no as marchas gays? Acha que emporcalham a nossa cidade?
Não o incomodam muito mais os “graffiti’s” que destroem os nossos monumentos e as cidades (recorrendo à expressão que utilizou-emporcalhar)?
Não o incomoda que cidadãos cumpridores, que pagam impostos, vejam negados direitos essenciais?
Não considera humilhante descriminar pessoas porque têm orientações sexuais diferentes?
Sou a favor da igualdade e da liberdade, casei-me e foi um dos dias mais felizes da minha vida. Pessoalmente, incomoda-me que outras pessoas que desejam viver essa experiência não a possam concretizar, apenas porque são descriminadas!
Caro Chico, li o seu “post” e fiquei envergonhada, como é que alguém consegue verbalizar tanto disparate de uma só vez e de uma forma tão ofensiva? Provavelmente um espelho poderia ser um bom investimento no seu caso, já que fala em aberrações!
«Como não temos posição, obrigamos todos a votar contra»
faz todo o sentido. Uma vez que se prevê que a larga maioria das pessoas seja contra, é preferível votar contra esta mudança e mais tarde referendá-la. Só pelas cabeças dos meninos do bloco é que passaria simplesmente aprovar uma lei desta natureza.
Sebastião Dias,
Tem a certeza que o Parlamento só aprova leis que merecem a concordância da maioria da população, ou que vêm no programa do Governo? Pois…
Pedro Sales, quando essas leis são, como se costumam dizer, fracturantes, pelo simples facto de dividirem apaixonadamente dois grupos de cidadãos de forma irreconciliável, assim deve ser, recomenda a prudência.
Mas parece que no que toca à homossexualidade parece que a prudência não impera.
Por acaso acho tão aberrante o comentário do Chico como os comentários ao comentário do Chico; é tudo farinha do mesmo saco.
Claro que teriamos que definir aberrante; mas passemos por alto; vamos partir do princípio de o conceito é límpido.
Em tempos, era normal as crianças não irem à escola para, em vez disso, trabalharem; hoje é aberrante.
Em tempos, regavamos as alfaces com a água putrida da fossa séptica, hoje é aberrante.
Em tempos, queimavam-se pessoas em fogueiras, hoje é aberrante.
Em tempos, as meninas em idade de bonecas eram prometidas em casamento (e não só), hoje é aberrante.
Adicionemos uma variável espacial àquela temporal e todas aquelas coisas podem deixar de fazer sentido.
Parece que aberrante é coisa de evolução; e tenho sérias dúvidas que evolução seja adjectivo.
Mas continuemos a discutir todas essas coisas importantes, uma vez que não há mais nada para discutir.
Para o ” Chico da Tasca”, e a proposito da sugestão dos espelhos…
Faço nossas as palavras de “Bianca Castafiori”:
“Rio-me de me ver tão bela neste espelho”
Claro que para si, o hinozito do “Cá vamos cantando e rindo” seria mais apropriado, mas é políticamente incorrecto…
Que novidade !!!!!!!!!!!!!!
Utilizar (video) temas mais que vistos e revistos, que quer se goste ou não,foram já copiosamente “explicados”, é sem dúvida “mais do mesmo”.
A expectativa sobre o Novo Arrastão era justificada, vamos dar tempo ao tempo e esperar não sair desfraudado,mas com exemplos destes não ajuda nada, para isto o Daniel chegava e sobrava.
Por acaso já imaginaram o que será ser gay ou lésbica e ser filho ou filha, irmão ou irmã, sobrinho ou sobrinha, neto ou neta, prima ou primo,afilhada ou afilhado,mãe ou pai,cunhada ou cunhado ou simplesmente parente afastado de um “Chico da Tasca”?
Livra!
Maria Franco
“Parece-me que talvez conseguisse ser primeiro-ministro num regime hitleriano.”
Pois… já cá faltava. É “hitleriano” como podia ser “fascista”. Curiosamente, nestas situações, nunca nos insultam com o epíteto de “comunista” que, para todos os efeitos práticos, é bem pior que os atrás referidos. Mas pronto… safei-me do “homofóbico”, já não é mau… . Passemos à frente.
“Sou a favor da igualdade e da liberdade, casei-me e foi um dos dias mais felizes da minha vida. Pessoalmente, incomoda-me que outras pessoas que desejam viver essa experiência não a possam concretizar, apenas porque são descriminadas!”.
Vá lá, não me faça chorar… Imaginar 2 panilas de mútuo olhar ternurento, a partirem para a lua de mel, debaixo de uma chuva de arroz e pétalas, sob o olhar cumplice dos convidados, é de um lirismo que faz dó.
«Por acaso já imaginaram o que será ser gay ou lésbica e ser filho ou filha, irmão ou irmã, sobrinho ou sobrinha, neto ou neta, prima ou primo,afilhada ou afilhado,mãe ou pai,cunhada ou cunhado ou simplesmente parente afastado de um “Chico da Tasca”?»
Humasãoverdes, desgraça grande era mesmo ser gay.
Livra porquê?
(não é uma pergunta de retórica; é mesmo um genuíno querer saber)
Se puder(em) responder, agradecia.
PS: Eu não sou nem Chico nem estou numa Tasca.
David Fernandes, prazer em conhece-lo.
Somos lésbicas ( e felizes, e por acaso não uma com a outra, mas com a vida em geral) e conhecemos muita gente que passa as “passinhas do algarve” porque é gay ou lésbica e infelizmente tem em casa um “Chiquinho” destes que lhes faz a vida negra que não se ensaia nada de dar uma carga de “porrada” (desculpe o termo, mas nas tascas utiliza-se) quando “descobre” …
Para bem de todas e todos nós, gays e lésbicas, geralmente estes “Chicos das Tascas”, tão espertinhos em blogues , são “tapadinhos” dentro da sua coutada.
Por isso se utiliza a frase: “tem pai que é cego”

Sebastião Dias …andamos aterrorizadas de sermos umas “desgraçadas”!
;)
;)
;)
;)
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Uma de nós já teve uma namorada de apelido Dias… Será que a “desgraça” já lhe bateu à porta?
Olhe que tinha graça…
;),
(casalinhos de desgraçadinhas)
Chamem-me ingénuo, mas nos dias que correm o “português corrente” está-se a c*gar para se os gays casam ou não casam, fazem manifestações ou não fazem, são gays ou não são… Não acho sinceramente que esse seja um tema fracturante. Basta ver tantos meninos ditos de direita que, sendo homossexuais ou não, não têm qualquer pejo em vir assumir a defesa de tal abertura legislativa. E ainda bem que o fazem, para ver se o tema perde de vez este caracter pesudo-fracturante.
O yupieboy aflorou para mim a questão essencial : o problema do PS (e sobretudo de Sócrates) é que, mesmo concordando com certas coisas, não aprova ideias que surgem na praça pública por iniciativa dos outros. Querem melhor exemplo do que o Código do trabalho? Quando era o tempo de Bagão Félix eram tudo propostas hediondas, apanham-se no poder e como é proposta deles - sendo muitas idênticas e porventura outras indo “mais à direita” ainda- já é uma maravilha dum Código de Trabalho.
Alguma vez Sócrates perderia a oportunidade de não ser o PM “vanguardista” e tão open-minded que até foi por mão dele que o casamento entre pessoas do mesmo sexo passou a ser legal em Portugal? Alguma vez deixaria fugir esses “louros” de esquerdice para Louçã ou para o PCP? Nunca. Esses pontos têm de ser para ele. mas como -acha ele e a meu ver mal - esses são pontos que agora são arriscados de tentar ganhar, por estarmos em véspera de eleições, então anula-se a inciativa dos outros, usando argumentação bacoca e ridícula, para daqui por alguns tempos vir tentar vender a grande ideia e o grande avanço social que se deu em portugal por sua mão e iniciativa. No fundo nada diferente do que se passa com o “Magalhães” - pintar um quadro que não é nosso como se o fosse.
O comentário da Maria Franco é tao pungente que faz chorar as pedras da calçada…snif…snif
Você chico da tasca é um fascista insensível, bushista capitalista e participou na cimeira dos Açores
Bom, parece que temos aqui uma ameaça velada, ou no minimo um julgamento de caracter, baseado em estereotipos.
Como é ? Começamos a enveredar pela descriminação dos que são contra e desatamos a apontar o dedo a torto e a direito, quais pequenos Louçãs de trazer por casa ?
Mas eu vou dar essa ao desprezo. Sei perfeitamente quão longe pode ir o Dogmatismo e a tendência para a Verdade Absoluta, mascarada sob capa do “Progressismo”, dos adeptos do Politicamente Correcto.
Caro Chico da Tasca
Não lhe chamei fascista, mas já que lê tão bem nas entre-linhas deveria ter percebido que o considero absolutamente homofóbico.
Fascista ou comunista não interessa para nada, a expressão “Hitler” é uma metáfora recorrente para definir actos crueis contra seres humanos. Mas se preferir “leninista”, acenta-lhe igualmente bem!
Acho-lhe graça Chico da Tasca, ao mesmo tempo que afirma não querer saber de “paneleirices”, não deixa de perder algum tempo a comentar esse mesmo assunto, pelo que depreendo que: ou não há jogos de futebol com interesse ou o ambiente na Tasca está fraco.
“quais pequenos Louçãs de trazer por casa”
Ah “Chico da Tasca”, não me diga!
Já se vendem na “Loja dos Chineses” ? De plástico ou loiça?
Adoravamos ter um na estante…
Concordamos com a Maria Franco.
O tempo que você perde com “paneleirices”
Olhe, dizem cá no nosso bairro que “quem desdenha quer comprar”…
Ps, não pense que somos do Bloco por querermos o “LL” (vulgo Louçã de Loiça), nã nã nã. É que fazemos coleccção de pequenos líderes… ainda nos falta o Marques Mendes em esmalte.
E por favor, please, não nos “obrigue” a responder mais às suas hilariantes opiniões… não somos pagas pelo Inimigo Público!
«Uma de nós já teve uma namorada de apelido Dias… Será que a “desgraça” já lhe bateu à porta?»
Não bateu porque eu não tenho «Mulher a Dias».
Quanto à desgraça de se ser ou não ser gay, não sou a pessoa mais indicada para avaliar. Os gays que aqui postam gostam muito de mostrar que não é uma desgraça, apesar de acharem uma desgraça serem discriminados, não poderem casar, não poderem adoptar, etc. Enfim, é desgraça mas não é desgraça.
Essa era boa, minha cara sapatao verde, mal o inimigo-público brincasse com vocês caía o carmo e a trindade
Hamasãoverdes
Você são “elas” ? Não me tinha apercebido, o que não espanta dados os tempos conturbados que atravessamos em matéria de definição sexual.
A propósito do “quem desdenha quer comprar” sempre lhe(s) confesso o seguinte : com a larilagem de mão quebrada não quero absolutamente nada, a não ser distância, mas em relação às lésbicas devo confessar que, de tempos a tempos, invadem o meu universo onirico, seja pelo exotismo da coisa, seja por uma vontade absolutamente altruista de tentar que pelo menos não se perca tudo.
A julgar pela esmagadora maioria dos comentarios ( neste e noutros blogues) que andam a esvoaçar pelo espaço ate percebo que o Ps tenha decidido impor tal disciplina e contençao.
Ao que parece as pessoas por ca , o chamado pais real ( se bem que para mim isso do pais real continue a ser um misterio) nao se entendem la muito bem com os conceito de uma sociedade moderna onde todos possam escolher livremente o seu clube , o seu partido e muito menos a sua opçao sexual. Ja em relaçao a clubes, partidos e religioes se veem os maiores escolhos navegando ao sabor dos ventos de opinioes e certezas.
Agora quando toca a opçoes sexuais , a cena aumenta de grandeza e no pior sentido.
Sobretudo no que toca a homossexualidade masculina .
Aparecem logos os que se enojam quando imaginam 2 homens a beijar-se( o valha-nos deus! que vergonha ) mas que ficam com um sorriso bacoco sempre que imaginam 2 mulheres a beijar-se.Lol.
Aparecem os que entendem que ser homossexual e sinonimo de doença ou de falta de inteligencia, os que acham que homossexuais nao tem direito a ter afecto, amigos familia direitos e regalias.
O mar fica encapelado e a falta de capacidade de pensamento e abertura sao tais que na realidade qualquer partido que se afoite a tocar no assunto se vera enredado em tais malhas que compreendo que decida o -” passo a passo e devagar que tenho pressa “.
O casamento e um direito.
Numa sociedade evoluida e democratica todos tem direitos.
Todos os direitos sao para todos.
Independentemente da sua cor, credo, espaço social ou opçoes sejam elas quais forem.
Tudo o que for dito ou escrito contra isto e contra a moral contra a liberdade e contra as pessoas, sejam essas pessoas homossexuais ou nao.
«não pense que somos do Bloco por querermos o “LL” (vulgo Louçã de Loiça), nã nã nã.»
Esta frase é digna do Sebastian Love.
http://br.youtube.com/watch?v=-TdoOh7vh4Y&feature=related
Chico da Tasca:
Inclinações sexuais áparte: parece-me que o senhor é apenas parvo!
Von
e infelizmente tem em casa um “Chiquinho” destes que lhes faz a vida negra
Espera lá, estarão as “senhoras” a dizer que são casadas e que andam lá fora a dar a coisinha a outras?
Eh lá…
Ò Fado Alexandrino, este comentário deve ter feito corar o Chico da Tasca…
Quando não se têm argumentos a conversa desce de nível não é?
Ena tantos! Vamos lá então:
1 -Ainda bem que nos identificam com o humor britanico!
2 -Quanto ao “Inimigo Publico”… somos mais novitas, temos “jogo de cintura”, coisa que falta a Maria Teresa Horta (é só feminista, não tem como nós o maravilhoso vício grego) e antes pelo contrário se se metessem connosco significava que eramos visíveis, o que nos tempos que correm nos interessa e muito.
Ah… e levar com a Carmo e a Trindade em cima poderia ser aliciante!
3 - Quanto a “sapatões verdes”, o melhor é fazer uma actualização, isso é um pouco antiquado, somos mais na linha “sandalinha”, “havaina”, quiça um belo “Tod’s” para uma ocasião mais selecta.
4 -Imaginamos tb o queridíssimo “Chico da Tasca”, de tempos a tempos claro, a “sonhar” connosco.Um must. Adoramos ser “Madres Teresas” de Calcutá!
Tudo respondido? Ai que nos falta responder aquela da “mulher a dias”! Ok, apanhou-nos desprevenidas, não estavamos à espera que tivesse um “homem a dias”! Os nossos parabéns, se pudessemos ofereciamos-lhe o “Prémio da Paridade na Limpeza”!
Temos de confessar que nunca pensamos em ter tanta “saída” e muito menos forçar o neurónio com tanta “chalaça” com assuntos sérios.
Mas, como nas Selecções, a revistinha não a nacional, “Rir é o melhor Remédio”
Já se sente a falta da censura do Daniel. Esta caixa de comentários fede… Como eu previ, independentemente da qualidade dos novos autores do blogue, seria inevitável que este entrasse em decadência.
Ai Alexandrino, de-nos descanso!
O “Chiquinho” pode ser um paizinho, um maninho, ou outro imbecilzinho aparentado.
Fazer a “vida negra” não tem conotação sexual, muito pior é o terrorismo mental.
Mentezinha perversa a sua! Mas tem razão, há muita rapariguinha casada que prefere a nossa companhia!
Até temos um hino…
“Comigo aconteceu, gostar da namorada um amigo meu”
Geralmente, pouco tempo depois, o namorado vai à vida.
E por hoje encerramos a loja!
Com calma: homossexuais sempre existiram. Só que não davam nas vistas. Viviam a sua vida, como solteiros (mesmo quando compartilham a mesma casa). Vestiam-se normalmente, fugiam ao exibicionismo. Havia pessoas que sabiam, outras que não. Não eram descrimidados. Faziam uma vida normal.
O que acontece agora é que lhes deu na cabeça dar nas vistas, numa atitude de puro exibicionismo. E aí as pessoas já não gostam. Não gostam de ver homens vestidos e com tregeitos de mulher e vive-versa. Não gostam de os ver aos beijinhos na rua. E muito menos aquelas “procissões” que, descupem lá, mas mais parecem de palhaços(as).
Se querem saber o que é descriminação, ponham-se na pele de uma mulher (hetrossexual) com um chefe maricas. Nunca mais é promovida, fica definitivamente “na prateleira”, porque tudo é para os “amiguinhos” do chefe.
O lobby gay é extremamente poderoso, e há sectores em que eles(as) é que mandam.
Querem casar-se, para quê? Isso estimula-os sexualmente? Se a questão é económica, fiquem sabendo que os casais são muitíssimo prejudicados nos impostos. A soma dos rendimentos dos dois fá-los subir de escalão, no IRS, por exemplo.
A vossa luta pelo casamento, é um acto de hipocrisia. Faz-se lembrar aqueles casais ateus que se vão casar à igreja. E baptizam os filhos!
O casamento, por definição, é uma união entre dois seres de sexo diferente. E não me venham dizer que é por uma questão reprodutiva. Sempre houve casamentos entre casais estéreis. E ninguém, nem mesmo a igreja, levantou algum problema com isso.
Por isso, acalmem-se: não se excitem. Façam lá a vossa vida que ninguém os chateia, desde, claro, não chateiem os outros.
Agora, ter ou adoptar crianças: nem pensem!
AS CRIANÇAS NÃO TÊM CULPA!.
Desculpem, mas tenho que lhes contar um história, que li há uns temps nos jornais. Passou-se, num desses sítios onde é permitido o casamento de homossexuais.
Duas irmãs, já bastante velhotas, que se tinham mantido sempre solteiras, e viviam desde sempre uma com a outra, deu-lhes na cabeça que haviam de ter os mesmos privilégios das lésbicas, meteram os papéis para se casarem. Ora o casamento foi-lhes probido, com a desculpa que seria incestuoso!
Quem é que foi descriminado? quem foi?
Maria Franco
18 Set 2008 às 18:50
que lhes faz a vida negra que não se ensaia nada de dar uma carga de “porrada” (desculpe o termo, mas nas tascas utiliza-se) quando “descobre” …
Minha senhora, o português dificil de aprender é facil de ler.
Cá para mim só se descobre uma coisa quando ela é feita.
Precisa que lhe faça um desenho?
Fado Alexandrino,
As interpretações ficam ao critério de cada um…
Mantenho o meu comentário!
«Mas tem razão, há muita rapariguinha casada que prefere a nossa companhia! Até temos um hino… “Comigo aconteceu, gostar da namorada um amigo meu”. Geralmente, pouco tempo depois, o namorado vai à vida»
Quando oiço homossexuais fazer comentários desta natureza, o que, infelizmente, acontece com bastante frequência, penso na possibilidade de uma criança ter a infelicidade de poder vir a ser educada gente assim. Nada pior para uma criança do que ser educada por um imbecil mal formado.
Acredito que estas meninas são a excepção e não a regra.
Isabel Coutinho:
Vamos por partes: a história que conta é de uma idiotice extrema. E com ela justificar (ou neste caso, injustificar) o casamento entre pessoas do mesmo sexo, é de uma patetice ainda mais extrema. Por outro lado, o casamento entre pessoas do memso sexo poderá criar as condições sérias e concretas para a sucessão de bens, acompanhamento do conjuge (por exemplo em caso de doença) ou até no direito de morada após morte do conjuge. Não se trata de exibicionismos, nem questões meramente sexuais, portanto. Resumir a uma eventual questão de estímulo sexual é francamente obtuso.
Ah, ainda um pormenor: não sou homossexual, sou casado pela Igreja e tenho dois filhos. E sou bastante feliz.
Cumprimentos
Von
Sebastião Dias:
Existem muitos imbecis mal formados… heterosexuais. E pais de crianças…
Von
A culpa é vossa. Vossa por ainda mencionarem o Alberto Martins sem o dizerem apenas parvo e atrasado como um qualquer fascista prepotente. A ele e ao seu bando inteiro, praticamente.
Que as meninas Hamasãoverdes não prestam um serviço muito bom à sua causa é inegável. Depois queixam-se que as pessoas são preconceituosas. Porq
Quase 50 comentários e é impressão minha ou ainda ninguém usou a contraproposta de um casamento com o cãozinho ou o gatinho lá de casa ou a que permitisse dar o nó com as duas vizinhas boazonas do piso de cima?
Porque nesta coisa chata de discutir assuntos polémicos e fracturantes nada como servirmo-nos do disparate para dar a volta à conversa. Ou então do umbiguismo agudo.
Sou leitor do Arrastão há muito tempo, e pela primeira vez faço um comentário: como é possível que alguns comentários aqui feitos por alguns leitores - como o Chico da Tasca - não sejam censurados?! Como permitem que puros insultos homofóbicos sejam aqui publicados? É que não percebo mesmo…
[i]“Por outro lado, o casamento entre pessoas do memso sexo poderá criar as condições sérias e concretas para a [u]sucessão de bens[/u], [u]acompanhamento do conjuge (por exemplo em caso de doença)[/u] ou até no [u]direito de morada após morte do conjuge”[/u] [/i]
Von:
1 - [u]sucessão de bens[/u] - Chama-se a isto dar o “golpe do baú”. O que é que impede o seu amigo de fazer um testamento a seu favor? Isto se não tiver (por lei) herdeiros forçados, que nesse caso seriam deserdados (contra a lei). Mesmo nesse caso, há sempre uma parte da herança de que cada um pode dispôr livremente.
2 - [u]acompanhamento do conjuge (por exemplo em caso de doença)[/u] - O que é que o impede de acompanhar o seu amigo em caso de doença? Todo o doente, mesmo internado, tem direito a um acompanhante, que não tem forçosamente de ser seu familiar.
3 - [u]direito de morada após morte do conjuge[/u] - Este truque é velhinho. Faz-me lembrar os jogadores de futebol que casam para mudar de nacionalidade. Também há aqueles que andam à procura de um velhote(a), com uma boa casa, de renda barata, para casar em troca de qualquer coisa, e lhe ficarem com a casa depois de baterem a bota.
Tem mais argumentos?
É que estes parecem-me muito materialistas.
O verdadeiro amor não é interesseiro.
Desculpem aqueles letrinhas. Quiz fazer itálicos e sublinhados, mas parece que aqui não é desta maneira.
Culpa minha e não do PEdro. Aprovei sem ler com atenção, coisa que deveria fazer tendo em conta a boçalidade habitual dos comentários deste senhor.
nuno
19 Set 2008 às 1:22
A censura, seja ela qual for, é sempre censura.
Se o senhor fizer merda e pisar a mesma é no seu sapato que ela se vai colar e não no meu.
Acresce que quanto mais o senhor a tentar tirar do sapato mais vai emporcalhar as mãos.
Estas metáforas deveriam abrir um clarão de tolerância inteligente na sua, na cabeça do senhor Daniel Oliveira e na do PEdro.
Temo que não.
Hamasãoverdes, obrigado pela resposta.
Não responde mas ainda assim agradeço. Percebo a ideia.
Repare que o que diz sobre gays poderia dizer sobre qualquer outro grupo (posso dizer grupo??).
Concordará que quando alguém “passa as passas do algarve” é, normalmente, por ser o que é.
O que não entendi, por isso perguntei, é como conseguem passar do comentário do ChicodaTasca (que não conheço nem me encomendou nenhum sermão) para uma caracterização do homem capaz de isto e daquilo: de violência física, por exemplo.
O que não entendo é como é que já se fala em censura e insultos e tal.
Por isso fiz a pergunta que fiz, à qual não respondeu; nenhum problema.
Culpa? Daniel, Culpa? Mas o que interessa a culpa?
Aliás é o caso para dizer a culpa fica divorciada!
Isabel Coutinho
O único argumento válido, já que insiste em desvalorizar todos os outros, é o de que estamos a descriminar pessoas: uns têm direito e os outros não!
A que propósito se fazem juízos de valor sobre o carácter das pessoas apenas por questões de orientação sexual?
Já agora, tenho que lhe dizer que não é verdade que qualquer doente possa ser acompanhado por uma pessoa qualquer, experimente tentar saber de um amigo que está no hospital e facilmente verificará que os laços de amizade não têm valor nenhum.
O casamento não passa de um contrato entre 2 pessoas, se a alteração à Lei vier a permitir casamentos entre 2 pessoas do mesmo género: fantástico!
Sabe Isabel? A mim não me incomoda a felicidade dos outros, mas a descriminação incomoda-me e muito!
Isabel Coutinho:
Algo lhe passou ao lado. Sou casado, pai de dois filhos e bastante feliz. Sou heterosexual. Não tenho esses amigos que pretende assinalar. Porém, não me choca e acho perfeitamente normal a homossexualidade.
A sua rejeição de argumentos perfeitamente normais num contrato de casamento, rejeita ao mesmo tempo as mesmas condições para pessoas heterosexuais. Ou os tais golpes de bau são exclusivos dos homossexuais? Se acha, então para além de terrívelmente mal informada, o seu senso comum necessita de uma reciclagem.
E se o argumento do amor volta a ser a chave, então qual o problema de admitir sentimentos de amor entre pessoas do mesmo sexo, que os levem a desejar uma vida em comum com o laço matrimonial?
Sabe, quando desejamos ser respeitados pelas nossas convicções e ideais, talvez seja essencial respeitar as dos demais. É o mesmo exercício que deve ser feito, quando a nossa fé nos aproxima de um determinada religião, e ao mesmo tempo respeitar qualquer outra religião que não a nossa. O sagrado de uns não deve destruir o sagrado de outros.
Von
Cara Isabel Coutinho
Concordo consigo, e vou mais longe.
1- Ele ha panilas que durante 20 anos vivem com outro panilas, e que em conjunto juntam uma porrada de graveto e bens, só para quando o panilas 2 morrer ficar-lhe com o graveto e não dar nepia à famelga.
2- Pior o gajo ainda quer ficar com direito a suceder no arrendamento que tava só em nome do outro, e depois faz-se de vitima só porque durante 20 anos ajudou a pagar a renda;
Ainda lhe vou dar mais um exemplo;
3- Como o panilas morreu, o gajo ainda quer ir feito viuva sacar uma pensão ao estado. Pensão essa paga só pelos impostos dos hetero. Sim porque os gays são gente que não trabalha nem paga impostos;
Eles só falam de direitos, amor não lhes interessa, aquilo é malta que so se junta para dar a queca, tipo os bichos.
Queca e dinheiro é o que lhes interessa.
Nada como nós bons hetero, que casamos todos em separação de bens, pois só o amor nos interessa.
Tenha juizo!!!!!!!!!!!!!!
Von e Maria Franco:
Leiam com atenção o que eu escrevi, e ponderem se os vossos comentários têm razão de ser.
Só para o Von: não fale em “matrimónio”, que é um sacramento, portanto do foro religioso.
Para a Maria: não confunda um visitante de um doente com a figura de acompanhante (não tem de ser forçosamente de família). Este último é escolhido pelo doente. Pode entrar, sair, acompanhar o doente, falar com os médicos, saber notícias, etc. Eu já fiz esse papel com uma pessoa que não me era nada.
Graça a deus, a Isabel
Coutinho é, de certo PS,
atrasadinha da silva que
baste. E isso se deve já
aos gays, que deus lhes
pague, entre as mais
coisas nobres da seita.
O nuno defende a censura? Não se devia censurar quem defende a censura?
55 Isabel Coutinho
19 Set 2008 às 1:27
“O verdadeiro amor não é interesseiro.”
————————————————
—O que e o verdadeiro amor?
Como se define o que e a verdade no amor?
O que e a verdade?
O que e o amor?
Qual e a relaçao amor/ interesse e como se definem principios?
Como se estabelece a fronteira entre amor e interesse?
Quem ama deixa de ter interesses a defender?
Quem ama deixa de ter direito a defender os seus interesses?
Isabel Coutinho:
Já reparou que ao invés de argumentar, apenas avançou com uma correcção vocabular? E embora matrimónio seja o termo católico para casamento, se consultar alguns dicionários verá que para além da união entre homem e mulher, também é sinónimo da palavra casamento, que era o que aqui se debatia. Poratnto apenas uma divergência vocabular. Mas admito o reparo.
Mas já agora uma pergunta? Se a senhora é heterossexual, casada eventualmente pela Igreja, eventualmente ainda feliz no seio da sua família, porquê argumentar e se tiver oportunidade impedir o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. O que faz com que esse tipo de casamento interfira com a sua vida? Aliás, o que faz com que os homessexuais interfiram com a sua vida?
A mim não interferem.
Von
Isabel Coutinho
Sou por princípio uma pessoa ponderada, tolerante e sem preconceitos!
Aos Chicos das Tascas:
Quem desdenha quer comprar!
Isabel Coutinho:
nos hospitais, por princípio, ninguém chateia muito se o acompanhante do doente não for familiar. Agora, o patrão do acompanhamente é capaz de se chatear… Se calhar, com uma regulamentação legal, a situação alterava-se.
E se o dito doente morrer? Coitado do “paneleiro” que tem de ir trabalhar no dia seguinte. Sim, porque sem casamento, não há cá dias de luto.
E sim, acho óptimo que se deixe ao “paneleiro” apenas a parte disponível da herança. Ao fim de anos de vida em comum, leva 6 cd´s, 2 camisas e 300 euros.
Quanto a questão do “preocupem-se com o amor e não com os materialismos”, acho maravilhoso. Espero que todos os heterossexuais deste mundo tenham lido essa frase. Eu sou heterossexual, não sou casada, mas já me sinto uma mercenária, só por alguma vez na vida ter pensado em dinheiro.
A homossexualidade não é considerada doença por nenhuma entidade competente há quase 20 anos. Logo, a questão das aberrações e da normalidade não se pode colocar. O casamento é um contrato entre 2 pessoas que têm um projecto de vida em comum. Os homossexuais podem perfeitamente ter um projecto de vida em comum. Logo, podem-se casar. Parece-me óbvio.
Por último, recordo que todas as instituições sociais (como o casamento) estão sujeitas a mutações conforme a evolução das sociedades onde estão inseridas. Ainda há bem pouco tempo atrás não havia divórcio, e acho que hoje em dia ninguém contesta esse direito.
Pena que tenhamos perdido a tradição de país progressista em matéria legislativa: para quem não sabe, fomos o primeiro país da Europa a abolir a pena de morte.
Desculpem-me a pergunta, mas não vos parece que, estando consagrada constitucionalmente a não discriminação em razão da orientação sexual, a norma que determina que o casamento só é possível entre pessoas do mesmo sexo será inconstitucional? (a dita norma está no Código Civil e, por curiosidade, já tem mais anos que a democracia).
Será que isto não é assunto para se deixar os próprios interessados resolverem, se querem ou não casar?
E não venham com a questão dos filhos, porque anda por aí muito boa gente sem capacidade para a paternidade/maternidade e ninguém põe em causa o direito a conceberem.
Princípio, meus caros, é tudo uma questão de princípio!
(“O casamento não passa de um contrato entre 2 pessoas, se a alteração à Lei vier a permitir casamentos entre 2 pessoas do mesmo género: fantástico! “)
Casamento é o contrato celebrado entre duas pessoas de sexo diferente que pretendem constituir familía mediante uma plena comunhão de vida.
Nesse caso deixaria de ser casamento, o casamento (contrato ) é o encontro de vontades solenemente formalizado de duas pessoas de sexo diferente que pretendem constituir família mediante uma plena comunhão de vida. O sexo neste conceito é que muda tudo, é preciso mudar o sexo para que tudo continue na mesma.
É preciso ter arrojo pretender chamar essa comunhão de vida, família. Quando se apresentam perante um notário, dois homens ou duas mulheres para celebrar esse contrato (casamento), o que eles pretendem mesmo é constituir família derivada dessa união entre eles e elas, ele notário, topa logo isso. Está-se mesmo a ver que dali vai sair família, mais dia menos dia, há gravidez pela certa.( È claro que o objectivo de constituir família é virtual, isto é, basta existir essa possibilidade, mas para a lei é fundamental existir essa possibilidade que pode ser concretizada ou não, mas esta na vontade das pessoas que celebram o contrato casamento, e não excluída a partida, não é a constituição de família em si que conta na lei para o casamento entre homem e mulher, isso depende de quem casa querer isso e quando quiser, e se quiser, mas o objectivo é essa possibilidade existir e por isso existindo ser valorizada socialmente. Ao contrario dos outros casais que so por si são estereis) É exactamente igual a apresentação de um homem que quer casar com uma mulher e que pretendem constituir família mediante uma plena comunhão de vida, ou dois homens e duas mulheres.
Claro que o objectivo é deturpar o conceito, Todos nós que habitamos este planeta terra somos filhos de um pai e de uma mãe e não de dois pais ou de duas mães. O Estado pode mudar a legislação e legislar contra este facto da natureza, mas é arrogante e prepotente pensar que pode ser alterado na sua essência, porque só é alterado o conceito formalmente.
Porque há descriminação? Pois, e grave, gravíssima, um homem e uma mulher são exactamente iguais a um casal homem / homem ou mulher / mulher, por isso devem ter os mesmos direitos. (O art 13 nº2 da CRP concede-lhos enquanto não descriminação com base no sexo em todas as actividades. Mas o art 36 nº2 que diz respeito exclusivo a família acha que eles não tem essa possibilidade de acordo com o art 1577 do código civil.) E situações iguais devem passar a ter direitos diferentes, cá esta um novo conceito de justiça.
Que não casem? Não, nada disso, que arranjem um novo conceito e estatuto jurídico o casamento já tem patente heterosexual. O deles? chamem –lhe o que quiserem
Claro que a família podem ser só os dois, mais os parentes de cada um dos homosexuais ou como por aqui dizem alguns para tornear a questão, podem ter filhos já antes do casamento ou até depois do casamento, neste caso torneando a relação entre eles, mas como precisam de “adoptar “ não é? ( como se chama isso infidelidade não é? continuemos, mas para esta gente isto não tem problema nenhum isso é algum valor?) arranja-se um filho por fora da relação imitando os heterosexuais, mas porque condenar isto, se já nem é condenável para os heterosexuais, o uso do sexo fora dos limites de toda a razão e moral. Mas no fundo a natureza determina isso para ELES, não são reprodutivos, sem uma fêmea nickles, portanto se não tinham filhos tem que cometer infidelidade, a adopção ainda tem que lutar mais. excepto para ELAS que podem recorrer a ciência e conseguir uma gravidez a preceito em tubo de ensaio, género ir ao shopping, mas tudo muito frio.
Mas não é esse o objectivo da lei quando fala em família. Esta família que a lei fala pressupõe um núcleo que por si só seja reprodutivo ou seja tem em si essas potencialidades sem recursos a terceiros não violando assim a moral (infidelidade) e possa renovar a sociedade e as gerações, é claro que também há casos onde isso não é possível devido a problemas de infertilidade, a natureza também é madrasta, mas lá esta só se sabe se um casal hetero pode ou não ter filhos a posteriori, e pode ou não constituir a tal pretendida família, nos outros casos sabe-se sempre a priori a natureza assim o determina, só criou machos e fêmeas.
(“Já agora, tenho que lhe dizer que não é verdade que qualquer doente possa ser acompanhado por uma pessoa qualquer, experimente tentar saber de um amigo que está no hospital e facilmente verificará que os laços de amizade não têm valor nenhum”)
Já agora isto não é bem, assim os comentários deviam ser mais concisos e precisos nessa afirmação pois isso depende do regulamento hospitalar de visitas. E que como não sendo obrigatório por lei são os próprios hospitais que decidem. É de louvar quanto a mim uma decisão que quer tornar isso obrigatório por lei e que não fique assim a descrição das administrações hospitalares em que as situações de admissão ou proibição poderiam variar de hospital para hospital. Só que lá esta, para solucionar um mal não sabemos se criamos outro. Até agora deixou-se esse critério as administrações porque são elas que sabem do espaço físico do hospital e das pessoas que pode comportar, porque o abrir as portas a um implica abrir as portas a todos, será que a lei sabe destas coisas hospital a hospital ou formula um conceito genérico para todos que depois na aplicação prática cria dificuldades aos próprios médicos e pessoal que necessita de tratar os doentes.
Mas exemplificando com o caso de um hospital, podemos ver que nem familiares nem amigos estão impedidos do acompanhamento, não podem é fazer “comício” lá dentro, sendo proibidas as aglomerações.
O alargamento do período de presença de um acompanhante poderá ser facilitado, caso o estado clínico do doente o justifique e as instalações e o funcionamento do serviço o permitam.
Acompanhamento de Doentes Internados
Regime geral
Horário - Das 11 às 15 horas
Destinado a um, e só um familiar ou amigo que deseje acompanhar o doente ou falar com o médico assistente, não sendo permitida a rotatividade de pessoas.
Pediatria
Horário - Das 9 às 15 horas
Neste Serviço, um dos progenitores, pode ficar as 24 horas junto da criança. É permitida a entrada do outro progenitor ou quem o substitua, não sendo permitida a rotação de pessoas.
Neonatologia
Os pais podem permanecer entre as 8 e as 24 horas.
Quartos Particulares
Neste Serviço, o doente pode ter um acompanhante durante 24 horas.
Mas o que é engraçado com estas leis, aborto a pedido a mulher, repare-se o outro elemento não conta para nada, divorcio, unilateralmente e sem culpa da violação dos deveres cunjugais mesma que a haja, violação de compromissos, eutanásia etc. é tornarmos e formarmos uma sociedade mais “livre” mais individualista, mais egoísta e adaptada ao mercado de dispor das pessoas, traduz-se na consagração do princípio do “usa e deita fora” e depois admiram-se com a liberalização do mercado de trabalho, vai tudo na mesma onda a mobilidade a livre circulação de pessoas bens e serviços, a família filhos e tudo o mais deve adaptar-se a isso , nada disto tem a ver com a família com os valores da família e com os sentimentos e afectos, estamos bem, a caminho da globalização de sentimentos, a sociedade caminha bem é de bater palmas. Depois não se admirem da sociedade delinquente e sem valores que estão a criar.
É claro que depois fazem posts a dizer que alguns tiques ditatoriais voltam, e falam de Itália e outros locais, mas é claro que sim, nem todos gostam de uma sociedade de bicharada sem quaisquer valores e esses que defendem certos valores sociais caminham para o lado daqueles que propõe essa protecção, não se admirem por isso de ver certos partidos de direita ou extrema direita em vez de diminuir aumentar, vocês estão a transferi-los.
“(sociedade) …. mais egoísta e adaptada ao mercado de dispor das pessoas”
lapidar caro anonimo.
é uma socidade de direitos; deveres? quanto menos melhor; é uma sociedade de “Friends” e “Sexo e a Cidade” onde responsabilidade é um conceito “fascista” e retrógrado.
uma sociedade onde ter filhos é, cada vez mais, um altruísmo de uns quantos atrasados mentais.
Portanto, um casal de heterossexuais que não pretendam ter filhos, não poderá casar, pois o seu contrato de casamento não terá como último objectivo constituir família, não é?…
Von
(“Portanto, um casal de heterossexuais que não pretendam ter filhos, não poderá casar, pois o seu contrato de casamento não terá como último objectivo constituir família, não é?…
Von”)
O Von você leu o que eu escrevi ou não entendeu e precisa que lhe expliquem.
Disse eu
(“Quando se apresentam perante um notário, dois homens ou duas mulheres para celebrar esse contrato (casamento), o que eles pretendem mesmo é constituir família derivada dessa união entre eles e elas, ele notário, topa logo isso. Está-se mesmo a ver que dali vai sair família, mais dia menos dia, há gravidez pela certa.( È claro que o objectivo de constituir família é virtual, isto é, basta existir essa possibilidade, mas para a lei é fundamental existir essa possibilidade que pode ser concretizada ou não, mas esta na vontade das pessoas que celebram o contrato casamento, e não excluída a partida, não é a constituição de família em si que conta na lei para o casamento entre homem e mulher, isso depende de quem casa querer isso e quando quiser, e se quiser, mas o objectivo é essa possibilidade existir e por isso existindo ser valorizada socialmente. Ao contrario dos outros casais que só por si são estéreis) É exactamente igual a apresentação de um homem que quer casar com uma mulher e que pretendem constituir família mediante uma plena comunhão de vida, ou dois homens e duas mulheres.”)
O caso que você menciona, se não percebeu o que eu disse, é o seguinte, claro que podem casar, são géneros sexuais diferentes, podem ter filhos ou não ter, mas tem a possibilidade em aberto de os ter se decidirem mudar de opinião posteriormente a qualquer altura, desde que o relógio biológico da mulher ainda funcione, pois complicam-se as coisas com o passar do tempo para a mulher e quanto mais tarde pior, a percentagem de graus de deficiência na criança aumenta. Mas depende deles e só deles essa decisão, coisa que nenhum dos outros casais tem por si sós de constituir qualquer família isso sabe-se sempre a priori. Como eu tinha dito também, a natureza só criou machos e fêmeas
Tinha dito eu. Esta família que a lei fala pressupõe um núcleo que por si só seja reprodutivo ou seja tem em si essas potencialidades sem recursos a terceiros não violando assim a moral (infidelidade) e possa renovar a sociedade e as gerações.
Analise você o caso e decida se a partida, sendo o celebrante da cerimónia não topava a questão dessa possibilidade entre os vários casais. Basta só olhar não é, nem precisa saber das intenções.
O casamento é em primeiro lugar, e em lugar definitivo para muitos casais, um laço de amor, afectividade, cumplicidade e união. E em primeiro lugar, porque o centro do casamento na sua formação, é em regra o próprio casal. A questão da família (filhos entenda-se), que possam resultar desse casamento, por muito importante e essencial, um segundo impulso ou fase desse casamento. Muitos casais nunca chegam a essa fase: ou por não o desejarem ou por impossibilidade física ou até material.
Mas o casamento é na essência a união entre duas pessoas. A união entre o amor de duas pessoas. Pessoas! Porque há-de ser o sexo (género) um entrave? Porquê esta forma redutora de referência aos homossexuais como pessoas que só se interessam por relações sexuais? Porque esta teimosia de não entender como natural o afecto e o amor entre pessoas do mesmo sexo?
E sinceramente, as intenções? Se se preocupa com as intenções de dois homossexuais que desejem casar-se (coisa que nem me preocupa, nem me interessa, visto não dever, não ter direito, nem sequer o interesse de analisar as motivações individuais de quem se casa) então muito mais o deviam preocupar as intenções de quem se casa e abusa dos próprios filhos, quem violenta o(a) companheiro(a), quem provoca declínios malignos insanáveis numa relação.
Duas pessoas independentemente do seu sexo (género) amam-se. E? Não seria este o horizonte perfeito no mundo caótico onde vivemos? Precisamos também de regular em extremo e reprimir o amor?
Von
(“Mas o casamento é na essência a união entre duas pessoas. A união entre o amor de duas pessoas.”)
ai é? Olhe que não, o casamento é mais do que isso é passar a integrar um estado civil e social com os consequentes direitos e deveres pessoais filiais e patrimoniais. É isto que interessa ao estado a regularização desses direitos e deveres, não o amor. O amor é uma questão das pessoas que pretendem casar não do estado que não tem nada a ver com isso. Quando o estado se preocupar com o nosso amor preocupe-se de facto o senhor também com isso,
Sabe antigamente as professoras primárias para casar e as enfermeiras por exemplo precisavam de ter a aprovação superior, suponho que até do ministro da tutela para saber se o pretendente servia e era adequado. Enfim tempos que já lá vão
Mas de facto há aqui quem se preocupe muito com o amor dos outros.
76 anonimo
22 Set 2008 às 9:52
1-”(Quando se apresentam perante um notário, dois homens ou duas
mulheres para celebrar esse contrato (casamento), o que eles
pretendem mesmo é constituir família derivada dessa união entre eles
e elas, ele notário, topa logo isso. ”
2-”Está-se mesmo a ver que dali vai sair família, mais dia menos dia,
há gravidez pela certa.( È claro que o objectivo de constituir
família é virtual, isto é, basta existir essa possibilidade, mas para
a lei é fundamental existir essa possibilidade que pode ser
concretizada ou não, mas esta na vontade das pessoas que celebram o
contrato casamento, e não excluída a partida, não é a constituição de
família em si que conta na lei para o casamento entre homem e mulher,
isso depende de quem casa querer isso e quando quiser, e se quiser,
mas o objectivo é essa possibilidade existir e por isso existindo ser
valorizada socialmente. Ao contrario dos outros casais que só por si
são estéreis)”
3-” Esta família que a lei fala pressupõe um núcleo que por si só
seja reprodutivo ou seja tem em si essas potencialidades sem recursos
a terceiros não violando assim a moral (infidelidade) e possa renovar
a sociedade e as gerações.”
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
1–Bestial.
Entao e as pessoas que decidem casar-se e que ha partida nao querem ter filhos ?
E como e que o notario topa esses??
E se os topar , nao os casa??
2–Onde e que num contrato de casamento entre duas pessoas, esta a
clausula de que virao necessariamente a ser pais??
Na vontade dos proprios?
Mas e a vontade dos que casam e nao querem ter filhos??….O tal
notario arguto nao tem que respeitar a vontade desses e casa-los ?
3-Entao e os inumeros casos de rebentos nascidos de relaçoes
transversais ao casamento??
E os casos de infidelidade apos o casamento?
Se essas sao as justficaçoes para iluminar razoes contra o casamento
entre pessoas do mesmo sexo, sao no minimo pouco razoaveis e
despachadas para o limbo das razoes inuteis , uma vez que a realidade
demonstra que o casamento entre pessoas de sexo diferente esta
recheado de exemplos de infertilidade, infidelidade
e faltas a moral instituida .
Nao senhor.
O casamento tem muitas razoes para acontecer e as pessoas tem muitas
razoes para desejar casar-se.
Nao e o desejo de se constituir familia( gravidezes adopçoes etc etc)
a unica razao que as leva a faze-lo, existem inumeras outras
consideraçoes de ordem moral e afectiva, de ordem economica e social
que entram nessa decisoes.
E sejam elas quais forem , pense o tal singelo notario o que pensar ,
a verdade e que o que ele pensa ou supoe pensar nao tem a minima
relevancia.
Portanto a luz da lei e dos direitos, os homossexuais tem tanto
direito a casar-se como outra pessoa qualquer.
O que incomoda a maioria das pessoas e que nao conseguem acomodar-se
a ideia de que um filho ou filha , um sobrinho um primo ou alguem da
familia, entre na familia de aliança no dedo, ou mesmo
de mao dada com outra figura de sexo igual.
E portanto e apenas uma questao de ordem social
e familiar .
Percebo, compreendo, mas acho que seria muito melhor por as cartas na
mesa e assumir que e disso que se trata.
Porque e fundamentalmente disso que se trata.
Agora notarios.
(“Onde e que num contrato de casamento entre duas pessoas, esta a
clausula de que virao necessariamente a ser pais??
Na vontade dos proprios?
Mas e a vontade dos que casam e nao querem ter filhos??….O tal
notario arguto nao tem que respeitar a vontade desses e casa-los ?”)
Faltava a Maria para atrapalhar tudo, ai Maria Maria você não entendeu nada do que eu escrevi, leia mais vezes pode ser que consiga ou então veja o que eu escrevi em relação ao Von.
Você é uma trapalhona. A si só explicando-lhe frase a frase pois não consegue apanhar as ideias,
Desisto
Fique em paz
80 anonimo
22 Set 2008 às 16:27
“Faltava a Maria para atrapalhar tudo, ai Maria Maria você não entendeu nada do que eu escrevi, leia mais vezes pode ser que consiga ou então veja o que eu escrevi em relação ao Von.
Você é uma trapalhona. A si só explicando-lhe frase a frase pois não consegue apanhar as ideias,
Desisto
Fique em paz”
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Prontos.
A verdadeira luz do seu debate tambem ja ca chegou sr anonimo.
Mas olhe que nem por isso se ve melhor.
E para lhe apanhar as ideias meu caro, nem com uma rede.
E uma luz fraquita a sua.
Quanto a paz e mesmo onde estou.
Fique bem.
Maria**
A que adora a paz e atrapalhar maus argumentos;)
(“Onde e que num contrato de casamento entre duas pessoas, esta a
clausula de que virao necessariamente a ser pais??
Na vontade dos proprios?
Mas e a vontade dos que casam e nao querem ter filhos??….O tal
notario arguto nao tem que respeitar a vontade desses e casa-los ?”)
O Maria você não entendeu nada do que eu escrevi e quer que esteja aqui a discutir consigo o que? que me explique para você entender?
Quer uma prova de que você não entende nada, fica aqui neste meu comentário e sabe que mais vá dar uma volta
Ok vamos lá, explique lá onde é que casais homossexuais só por si com os seus próprios recursos podem ter filhos e constituir família como diz o artigo do código civil “que pretendem constituir família”, aqui é outra variante da lei fala em família.
Não podem não é verdade, nem com toda a sua trapalhada consegue dar a volta a questão é uma impossibilidade da natureza que qualquer pessoa sabe. Não é preciso ser oficializante, nenhum notário. E não vá busca filhos por ai as voltas, e no momento da celebração do contrato que eu falo, da avaliação no momento, e da possibilidade de os elementos que o celebram por si sós constituírem família.
A segunda hipótese casais heterossexuais, podem não é verdade, portanto se quiserem podem constituir a tal família “ que pretendem constituir família” de que fala a lei, podem não querer, mas a lei não tem que saber das suas intenções ou não de não quererem ter filhos em concreto, a lei tem que formalizar um conceito genérico e abstracto que englobe todos os casais heterossexuais e como sabe esta na natureza destes casais e na sua possibilidade se não houver impedimento (infertilidade ) ou não quererem por vontade própria que pode ser mudada a qualquer altura, poder ter filhos.
No momento da celebração do contrato não se pergunta isso as pessoas, mas pelos elementos que o integram e ao contrario dos elementos que integram o outro tipo de casais sabe-se se há ou não há essa possibilidade que fica ao critério dos cônjuges
Uns não podem ter e sabe-se logo, outros podem, só que podem não querer e então na lógica engraçada da Maria, acho que para ela ficaria contente a lei devia ter também um contrato de casamento para os casais heterosexuais que não quisessem ter filhos ou então também não poderiam casar, o contrato de casamento seria uma espécie de menu.
Limitei-me a dar-lhe uma ultima resposta espero que respeite o direito de não voltar a responder para não lançar ataques baixos ou insinuações.
82 anonimo
22 Set 2008 às 17:18
“Limitei-me a dar-lhe uma ultima resposta espero que respeite o direito de não voltar a responder para não lançar ataques baixos ou insinuações.”
Lol.
Olhe que voce ai por debaixo da carpete confortavel de um anonimato feliz tem muita lata.
Qual direito de nao o que??
Ja lhe disse e repito, os seus argumentos sao demasiado confusos para serem pescados.
A partir do momento em que mistura notarios supervidentes com direitos a ter direitos esta tudo tramado e nao e la porque nao gosta que se oponham ao que escreve que deixa de merecer resposta.
Sobretudo quando e tao arrogante que ate entende que pode calar os outros.
Quem e voce; primo direito de algum ditador menos famoso?E depois meu caro que prosapia.
Em algum lado do discurso lhe pedi que se explicasse?
Para que?
Que voce detesta pessoas diferentes de si esta-se a ver. Que nem sequer e capaz de imaginar que sejam pessoas iguais a si na sua humanidade ficou bem explicito, ate demais.
Quanto ao topico.
Quer voce goste , quer nao, os homossexuais podem constituir familia.
Os hetero tambem.
Para isso nenhum deles precisa sequer de ter filhos , seja por adopçao seja como for.
A partir do momento em que duas pessoas se casam ou passam a viver juntas ja constituiram familia homem.
A familia nao depende do numero , depende do amor e do respeito.
E nao se amofine tanto
Nem sequer lhe vale a pena.
Passar bem;)
Inte.
Caro Anónimo
Tem as suas razões e muito bem fundamentadas, é o seu ponto de vista, são as suas convicções e respeito-as, claro!
Mas a sociedade está em constante mutação, a nossa realidade social não é a mesma de há 100 anos atrás.
As minhas convicções dizem-me que devemos reconhecer a todas as pessoas, todas sem excepção, a igualdade de direitos e independentemente do conceito original do valor juridico do casamento, a verdade é que a nossa sociedade mudou.
O Anónimo, desculpe tratá-lo(a) assim, resolveu alargar a discussão ao conceito de familia e tem razão, a base da discussão é essa mesma: o novo conceito de familia ( se lhe quisermos chamar assim). Acha, muito sinceramente que a Lei actual impede homosexuais ou lésbicas de adoptarem crianças e de terem filhos? Porque se é isso que o(a) preocupa, está fora de questão, isso já acontece.
A questão que se coloca é o Estado reconhecer a existência destas familias, que já existem, protegendo-as, como protege todas as outras.
No meio de reconhecidas disfuncionalidades familiares, muitas vezes noticiadas pela comunicação social, estamos a ser preconceituosos ao não reconhecermos o direito a estas pessoas de constituirem familia.
As crianças precisam, acima de tudo, de ser amadas e educadas e falo-lhe com conhecimento de causa porque também sou mãe. Em relação à hostilidade do meio e de virem a ser descriminadas entre os colegas, cabe à sociedade civil reeducar-se e ser tolerante com as escolhas de cada um.
Relativamente ao comentário que fiz sobre o acompanhamento hospitalar, confesso que estava a pensar em casos extremos: o doente não poder indicar o nome e o companheiro(a) ver-se impedido de o visitar, nem sempre os familiares dos homosexuais ou não (não é uma situação exclusiva do grupo bem sei), são compreensivos com os companheiros(as).
Já agora permita que lhe faça um elogio, conseguiu vincar o seu ponto de vista sem o recurso à ofensa, às vezes esquecemo-nos que estamos a falar de pessoas.
(“Acha, muito sinceramente que a Lei actual impede homosexuais ou lésbicas de adoptarem crianças e de terem filhos? Porque se é isso que o(a) preocupa, está fora de questão, isso já acontece.”)
Atenção a adopção por homossexuais não acontece, terem filhos eu não disse o contrario, em relações aos casais homossexuais o que eu disse foi.
(“Podem ter filhos já antes do casamento ou até depois do casamento, neste caso torneando a relação entre eles, mas como precisam de “adoptar “ não é? ( como se chama isso infidelidade não é? continuemos, mas para esta gente isto não tem problema nenhum isso é algum valor?) arranja-se um filho por fora da relação imitando os heterosexuais, mas porque condenar isto, se já nem é condenável para os heterosexuais, o uso do sexo fora dos limites de toda a razão e moral. Mas no fundo a natureza determina isso para ELES, não são reprodutivos, sem uma fêmea nickles, portanto se não tinham filhos tem que cometer infidelidade, a adopção ainda tem que lutar mais. excepto para ELAS que podem recorrer a ciência e conseguir uma gravidez a preceito em tubo de ensaio, género ir ao shopping, mas tudo muito frio.”)
se a senhora esta a falar de outra coisa não pode ser um casal homossexual adoptar em Portugal
Artigo 7.º Adopção
Nos termos do actual regime de adopção, constante do livro IV, título IV, do Código Civil, é reconhecido às pessoas de sexo diferente que vivam em união de facto nos termos da presente lei o direito de adopção em condições análogas às previstas no artigo 1979.º do Código Civil, sem prejuízo das disposições legais respeitantes à adopção por pessoas não casadas.
mas isto levaria a outro rumo a conversa que é se a homosexualidade ou as orientações sexuais são produto da educação.
Fazendo um parentesis
Há uma corrente da esquerda que na esteira do filosofo foulcault considera que a orientação sexual é produto da sociedade e da pressão social em que se vive e a pessoa é reprimida nos seus impulsos sexuais, sendo orientada principalmente para a heterossexualidade, sendo ele homossexual foulcault atacava o orientação contraria como produto da sociedade,e no seu próprio caso ate a família,