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Luís Filipe Menezes é um homem culto. Sabe de história, de cinema e de literatura. E quando não sabe pesquisa e escreve sobre o assunto. É assim que deve ser. Só que, sendo um homem ocupado, facilita um pouco na escrita. Ou seja: não escreve. Leva o cursor ao texto que encontra, faz “copiar” e depois cola lá no blogue dele.

Sobre Torga diz, sem alterar uma virgula, o mesmo que a página Bragança ponto net. O post sobre Hiroshima foi busca-lo à wikipédia. E fez o mesmo com Antonioni e Bergman. E eu fui buscar esta interessante descoberta ao Publico.

Não estamos a falar de um plágio discutível, da cópia de ideias ou de recolha de informação pouco tratada. Estamos a falar de “copy/paste” sem alterar uma virgula e assinando no fim. Talvez não seja muito importante, até porque me irrita um pouco a obsessão da moda em relação ao plágio ou ao que dele levemente se aproxime. Mas não deixa de ser um pouco difícil levar a sério o autor de tamanha infantilidade.


Sem respostas ao post “O candidato Copy & Paste”  

  1. 1 1  nuno castro

    Sabes Daniel às vezes parece que te deixas engrolar com uma facilidade de menino da sacristia. Experimenta fazer a mesma aturada pesquisa a outras páginas, blogues e mesmo os insuspeitos senhores da imprensa, para ver o que é que te sai.
    O que me parece engraçado, é que os jornalistas do Público não tenham mais nada que fazer do que andar a catar os copy-paste do Filipe Menezes. É preciso não saber mesmo o que se fazer à vida. Como se não houvesse a Palestina para cobrir, ou as eleições americanas!
    Para além de que se alguém pensa que é o próprio candidato que escreve os textos da sua página, deve ter sido lobotomizado à relativamente pouco tempo.
    Já agora podias começar o teu texto fazendo referência ao Público, porque foi aí que encontraste os exemplos, já que estes não diferem nadinha daqueles que são noticiados no referido pasquim.

    N.B.- não gosto do Menezes, nem de nenhum candidato do PSD. Mas gostava de saber se um inquérito destes está a ser levado a cabo pelo pasquim público ao dr. Marques Mendes, esse poço de cultura e referência literária mundial.

    esperteza de jornalistas, pagos para serem bufos. é triste.

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  2. 2 2  rosario

    … e que ainda por cima, em sua defesa, vem dizer que se trata de um blogue pessoal… mas que é gerido por um seu assessor da Câmara Municipal de Gaia!

    http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=51695

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  3. 3 3  Daniel Oliveira

    castro, se já experimentou fazer isso com jornalistas e descobriu deve denunciar porque é uma coisa muito grave num jornalistas. Se não e é só um “achismo”, não o deve dizer.

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  4. 4 4  Ricardo Pereira

    a originalidade dá muito trabalho… e ser moderno, cibernético e blogar ao mesmo tempo, tambem.

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  5. 5 5  Luís Simões

    Muito gosta o Sr. Oliveira de ir buscar corda para ser enforcado, ou deve andar esquecido de um certo plágio feito precisamente pelo líder do seu partido numa página do suplemento de economia do Público…

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  6. 6 6  Daniel Oliveira

    Não baralhe as coisas. A discussão sobre a originalidade de uma ideia académica (sempre discutível) e o copy paste da wikipédia nada têm a ver uma com a outra.

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  7. 7 7  dass

    O autor é o assessor, o candidato está desculpado. Já agora quem é que paga o assessor? É tão difícil adivinhar a resposta a esta pergunta…

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