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	<title>Comentários em: Os quatro</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
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		<title>Por: Statu Quo: Edição de Junho &#171; A Vila de Potemkin</title>
		<link>http://arrastao.org/psd/os-quatro/comment-page-1/#comment-37551</link>
		<dc:creator>Statu Quo: Edição de Junho &#171; A Vila de Potemkin</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jun 2008 16:49:52 +0000</pubDate>
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		<description>[...] um programa&#8221;, do Zero de Conduta &#8220;Passos Coelho? (2)&#8221;, do Small Brother &#8220;Os quatro&#8221;, do Arrastão &#8220;Sobre as eleições do PSD&#8221;, d&#8217; O Insurgente &#8220;Generation [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] um programa&#8221;, do Zero de Conduta &#8220;Passos Coelho? (2)&#8221;, do Small Brother &#8220;Os quatro&#8221;, do Arrastão &#8220;Sobre as eleições do PSD&#8221;, d&#8217; O Insurgente &#8220;Generation [...]</p>
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		<title>Por: Vitor Elias</title>
		<link>http://arrastao.org/psd/os-quatro/comment-page-1/#comment-35402</link>
		<dc:creator>Vitor Elias</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2008 12:24:16 +0000</pubDate>
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		<description>Não entendo as opiniões unânimes sobre a &#039;branca&#039; da Ferreira Leite quanto à definição de social-democracia. Acaso se perguntassem o mesmo a Cavaco Silva ele responderia, célere? O próprio Pacheco Pereira, ontem, comentando precisamente a  incapacidade de Ferreira Leite definir, em tempo recorde (como se estivesse num concurso do Malato) o que é a social-democracia, foi incapaz de a definir. O problema não é de Ferreira Leite. O problema é da social-democracia propriamente dita. Ao contrário do comunismo ou mesmo do socialismo, a social-democracia não é um programa político teórico. O próprio socialismo, convém lembrar, é uma espécie de comunismo moderado, enquanto a social-democracia é uma espécie - sempre foi - de socialismo moderado, com uns toques de humanismo cristão lá pelo meio. Sá Carneiro, lembre-se, apoiava a nacionalização das empresas e no programa original do PPD constava o caminho inexorável para a sociedade socialista. De facto, nem Manueela Ferreira Leite nem ninguém consegue definir, em dois segundos, o que é a social-democracia. A social-democracia não é uma teoria, é uma prática, e define-se, basicamente, pelo que não é: não é socialismo, mas também não é democracia-cristã. Não é assistencialista, mas também não é liberal. Daí a propensão dos sociais-democratas para os números e as estatísticas e a alergia a discussões ideológicas. Quanto a Passos Coelho, não me parece mal que tente arvorar-se em Fukuyama. Só não parece que essa aposta pegue em Portugal, onde a simples menção à ausência do Estado lança o pânico generalizado, desde o beneficiário do rendimento mínimo garantido cuja renda é paga pelo Estado ao empresário milionários cujos negócios são feitos precisamente com o Estado e dele dependem. Passos Coelho não tem ideologia, nem ideias? Sim, como também Cavaco Silva, quando foi eleito líder do PSD na Figueira da Foz, também não tinha. O que me leva ao mais alarmante. Exceptuando Santana Lopes, que não sabe falar de outra coisa que não seja o &#039;PPD-PSD&#039;, praticamente nenhum dos candidatos falou sobre o PSD. Quem ouvisse o debate de ontem poderia pensar que eles estavam a falar para o País. Os militantes do PSD, essa massa informe de difícil definição, não se importam com o que Passos Coelho pensa sobre a liberalização da economia nacional. O que querem saber é o que ele vai fazer para &#039;colocar a casa em ordem&#039;. Apenas Santana Lopes parece perceber isso. O que, do ponto de vista do PSD, é trágico. Quem deve ganhar o PSD? Como diria o Clark Gable, &#039;frankly, my dear, I don&#039;t give a damn&#039;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não entendo as opiniões unânimes sobre a &#8216;branca&#8217; da Ferreira Leite quanto à definição de social-democracia. Acaso se perguntassem o mesmo a Cavaco Silva ele responderia, célere? O próprio Pacheco Pereira, ontem, comentando precisamente a  incapacidade de Ferreira Leite definir, em tempo recorde (como se estivesse num concurso do Malato) o que é a social-democracia, foi incapaz de a definir. O problema não é de Ferreira Leite. O problema é da social-democracia propriamente dita. Ao contrário do comunismo ou mesmo do socialismo, a social-democracia não é um programa político teórico. O próprio socialismo, convém lembrar, é uma espécie de comunismo moderado, enquanto a social-democracia é uma espécie &#8211; sempre foi &#8211; de socialismo moderado, com uns toques de humanismo cristão lá pelo meio. Sá Carneiro, lembre-se, apoiava a nacionalização das empresas e no programa original do PPD constava o caminho inexorável para a sociedade socialista. De facto, nem Manueela Ferreira Leite nem ninguém consegue definir, em dois segundos, o que é a social-democracia. A social-democracia não é uma teoria, é uma prática, e define-se, basicamente, pelo que não é: não é socialismo, mas também não é democracia-cristã. Não é assistencialista, mas também não é liberal. Daí a propensão dos sociais-democratas para os números e as estatísticas e a alergia a discussões ideológicas. Quanto a Passos Coelho, não me parece mal que tente arvorar-se em Fukuyama. Só não parece que essa aposta pegue em Portugal, onde a simples menção à ausência do Estado lança o pânico generalizado, desde o beneficiário do rendimento mínimo garantido cuja renda é paga pelo Estado ao empresário milionários cujos negócios são feitos precisamente com o Estado e dele dependem. Passos Coelho não tem ideologia, nem ideias? Sim, como também Cavaco Silva, quando foi eleito líder do PSD na Figueira da Foz, também não tinha. O que me leva ao mais alarmante. Exceptuando Santana Lopes, que não sabe falar de outra coisa que não seja o &#8216;PPD-PSD&#8217;, praticamente nenhum dos candidatos falou sobre o PSD. Quem ouvisse o debate de ontem poderia pensar que eles estavam a falar para o País. Os militantes do PSD, essa massa informe de difícil definição, não se importam com o que Passos Coelho pensa sobre a liberalização da economia nacional. O que querem saber é o que ele vai fazer para &#8216;colocar a casa em ordem&#8217;. Apenas Santana Lopes parece perceber isso. O que, do ponto de vista do PSD, é trágico. Quem deve ganhar o PSD? Como diria o Clark Gable, &#8216;frankly, my dear, I don&#8217;t give a damn&#8217;.</p>
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		<title>Por: Nuno Góis</title>
		<link>http://arrastao.org/psd/os-quatro/comment-page-1/#comment-35359</link>
		<dc:creator>Nuno Góis</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2008 23:08:56 +0000</pubDate>
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		<description>Exactamente! 
A esquerda voltou a ganhar, tudo o mais foi mais uma vez muito pouco interessante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Exactamente!<br />
A esquerda voltou a ganhar, tudo o mais foi mais uma vez muito pouco interessante.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Mário Lopes</title>
		<link>http://arrastao.org/psd/os-quatro/comment-page-1/#comment-35349</link>
		<dc:creator>Mário Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2008 22:33:16 +0000</pubDate>
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		<description>A matriz do PSD parece-me óbvia: criar uma economia forte onde a iniciativa é dada ao sector privado, que aliás é um reflexo da sociedade civil. Adicionalmente, manter o cariz social-democrata e ajudar aqueles que realmente precisam.

Houve quem deixasse algumas ideias (soltas, reconheço) de como actuariam para tentar impulsionar a economia — a vigente foi a descida de impostos. No entanto, não compreendo como é possível descer impostos e, ao mesmo tempo, manter uma estrutura Estatal tão grande.

Mas reconheçamos, contraposto ao discurso da esquerda reaccionária ou da esquerda abundante em traulitadas, o PSD peca por defeito não esmioçando todas as medidas que visa implementar, mas ganha nas questão conjunturais — reconhecendo que é preciso uma economia forte para se manter um Estado social (ou então uns poços de petróleo e muito gás como na Noruega).

Portanto, embora eu saiba de cor e salteado todas as medidas propostas pelo BE ou PCP, nunca foi é explicado como é que essas medidas são efectivamente alcançáveis no plano real...

O que Portugal precisa é terminar com a dependência do Estado e entregar aos empreendedores, empresários e à sociedade civil os comandos da nação. O Estado deverá então dedicar-se a servir aqueles que realmente precisam — mas bem servidos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A matriz do PSD parece-me óbvia: criar uma economia forte onde a iniciativa é dada ao sector privado, que aliás é um reflexo da sociedade civil. Adicionalmente, manter o cariz social-democrata e ajudar aqueles que realmente precisam.</p>
<p>Houve quem deixasse algumas ideias (soltas, reconheço) de como actuariam para tentar impulsionar a economia — a vigente foi a descida de impostos. No entanto, não compreendo como é possível descer impostos e, ao mesmo tempo, manter uma estrutura Estatal tão grande.</p>
<p>Mas reconheçamos, contraposto ao discurso da esquerda reaccionária ou da esquerda abundante em traulitadas, o PSD peca por defeito não esmioçando todas as medidas que visa implementar, mas ganha nas questão conjunturais — reconhecendo que é preciso uma economia forte para se manter um Estado social (ou então uns poços de petróleo e muito gás como na Noruega).</p>
<p>Portanto, embora eu saiba de cor e salteado todas as medidas propostas pelo BE ou PCP, nunca foi é explicado como é que essas medidas são efectivamente alcançáveis no plano real&#8230;</p>
<p>O que Portugal precisa é terminar com a dependência do Estado e entregar aos empreendedores, empresários e à sociedade civil os comandos da nação. O Estado deverá então dedicar-se a servir aqueles que realmente precisam — mas bem servidos.</p>
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	<item>
		<title>Por: Daniela Major</title>
		<link>http://arrastao.org/psd/os-quatro/comment-page-1/#comment-35305</link>
		<dc:creator>Daniela Major</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2008 18:20:01 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com a análise. Discordo apenas do facto de que, apesar de MFL não ter muito jeito para a televisão, ela continua a ser é apesar disto, a candidata mais séria e credível.

Mas no entanto, tenho um feeling (ok isto é coisa de beta também) que vai haver alguma coisa inesperada, nas directas ou nas legislativas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com a análise. Discordo apenas do facto de que, apesar de MFL não ter muito jeito para a televisão, ela continua a ser é apesar disto, a candidata mais séria e credível.</p>
<p>Mas no entanto, tenho um feeling (ok isto é coisa de beta também) que vai haver alguma coisa inesperada, nas directas ou nas legislativas.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: fermelanidades</title>
		<link>http://arrastao.org/psd/os-quatro/comment-page-1/#comment-35295</link>
		<dc:creator>fermelanidades</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2008 16:59:13 +0000</pubDate>
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		<description>Uma análise do melhorio daquilo que realmente se passou no vidro do televisor.  Tentei uma outra abordagem de análise, digamos mais hilariante daquilo que foram os ultimos dias de campanha para ver aqui:

http://aviscosidades.blogspot.com/

Continuação</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma análise do melhorio daquilo que realmente se passou no vidro do televisor.  Tentei uma outra abordagem de análise, digamos mais hilariante daquilo que foram os ultimos dias de campanha para ver aqui:</p>
<p><a href="http://aviscosidades.blogspot.com/" rel="nofollow">http://aviscosidades.blogspot.com/</a></p>
<p>Continuação</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: altc</title>
		<link>http://arrastao.org/psd/os-quatro/comment-page-1/#comment-35294</link>
		<dc:creator>altc</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2008 16:53:26 +0000</pubDate>
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		<description>Da mesma maneira que puxou do curriculum do Prof. Pureza para valorizar o seu (economicamente) bizarro* artigo sobre a fome no mundo, haverá de convir que o Prof. Patinha Antão tem curriculum suficiente para saber alguma coisa de economia. 
Mais do que um sobranceiro &quot;dizer uns números&quot;.

Não conheço os (de)méritos do deputado Patinha (e interessa-me muito pouco a eleição no PSD) mas, no campo económico, sabe o que diz. O facto das pessoas não o perceberem chama-se iliteracia. É outro assunto.

*sei o suficiente para dizer isto sem receio. E também posso abanar curriculum.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Da mesma maneira que puxou do curriculum do Prof. Pureza para valorizar o seu (economicamente) bizarro* artigo sobre a fome no mundo, haverá de convir que o Prof. Patinha Antão tem curriculum suficiente para saber alguma coisa de economia.<br />
Mais do que um sobranceiro &#8220;dizer uns números&#8221;.</p>
<p>Não conheço os (de)méritos do deputado Patinha (e interessa-me muito pouco a eleição no PSD) mas, no campo económico, sabe o que diz. O facto das pessoas não o perceberem chama-se iliteracia. É outro assunto.</p>
<p>*sei o suficiente para dizer isto sem receio. E também posso abanar curriculum.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: agent</title>
		<link>http://arrastao.org/psd/os-quatro/comment-page-1/#comment-35274</link>
		<dc:creator>agent</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2008 13:51:25 +0000</pubDate>
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		<description>E vem aí um congresso!
Qualquer congresso de qualquer partido tem sempre a mesma atmosfera de depressão, ansiedade e euforia que une os participantes que escutam, horas seguidas, discursos que variam entre o monótono/conformado e o exaltado/lutador. É precisamente desta dualidade que os militantes se alimentam e, enquanto isso, resolvem, aparentemente, uma série de problemas que trazem cuidadosamente escondidos atrás da militância deles. Digamos que o congresso do PSD é, a este título, exemplar naquilo que tem de separação de sentimentos, mas muito original na forma como se apresenta ao público, sobretudo através dessa figura carismática chamada Santana Lopes. Este serve-se da realidade como argumento para o confronto político interno, o que, por um lado, é surreal quando exagerado, mas também pode ser muito exaltante e reconfortante quando doseado. No fundo SL serve-se da simbologia do inimigo interno para criar um efeito quase paranóide que lhe serve que nem uma luva. E é, precisamente, aqui que o PSD se revela enquanto partido com poucos recursos e ideias e ideais. Porque, em boa verdade, alguém retira destas laranjas secas muito mais que comportamentos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E vem aí um congresso!<br />
Qualquer congresso de qualquer partido tem sempre a mesma atmosfera de depressão, ansiedade e euforia que une os participantes que escutam, horas seguidas, discursos que variam entre o monótono/conformado e o exaltado/lutador. É precisamente desta dualidade que os militantes se alimentam e, enquanto isso, resolvem, aparentemente, uma série de problemas que trazem cuidadosamente escondidos atrás da militância deles. Digamos que o congresso do PSD é, a este título, exemplar naquilo que tem de separação de sentimentos, mas muito original na forma como se apresenta ao público, sobretudo através dessa figura carismática chamada Santana Lopes. Este serve-se da realidade como argumento para o confronto político interno, o que, por um lado, é surreal quando exagerado, mas também pode ser muito exaltante e reconfortante quando doseado. No fundo SL serve-se da simbologia do inimigo interno para criar um efeito quase paranóide que lhe serve que nem uma luva. E é, precisamente, aqui que o PSD se revela enquanto partido com poucos recursos e ideias e ideais. Porque, em boa verdade, alguém retira destas laranjas secas muito mais que comportamentos?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: j</title>
		<link>http://arrastao.org/psd/os-quatro/comment-page-1/#comment-35262</link>
		<dc:creator>j</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2008 12:01:40 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente análise.

Manuela Ferreira Leite, está a fazer um frete e &quot;morta&quot; por perder como forma de sair desta cena onde foi obrigada a se meter.

Passos Coelho, é um ponta de lança de certos interesses empresariais, ou seja, convém que seja &quot;insuflável&quot;  para depois encher.

De Patinha, fiquei a saber que é irrelevante estar morto desde que ainda se consiga assinar.

Santana Lopes, está a fazer pela vida, pelo que não &quot;desgruda&quot;, mas com a pateteira que por aí anda não me admiraria que haja surpresa, para azar meu, que vou ter que andar com o comando da TV na mão para o poder desligar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente análise.</p>
<p>Manuela Ferreira Leite, está a fazer um frete e &#8220;morta&#8221; por perder como forma de sair desta cena onde foi obrigada a se meter.</p>
<p>Passos Coelho, é um ponta de lança de certos interesses empresariais, ou seja, convém que seja &#8220;insuflável&#8221;  para depois encher.</p>
<p>De Patinha, fiquei a saber que é irrelevante estar morto desde que ainda se consiga assinar.</p>
<p>Santana Lopes, está a fazer pela vida, pelo que não &#8220;desgruda&#8221;, mas com a pateteira que por aí anda não me admiraria que haja surpresa, para azar meu, que vou ter que andar com o comando da TV na mão para o poder desligar.</p>
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	<item>
		<title>Por: Lololinhazinha</title>
		<link>http://arrastao.org/psd/os-quatro/comment-page-1/#comment-35260</link>
		<dc:creator>Lololinhazinha</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2008 11:42:20 +0000</pubDate>
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		<description>É uma excelente análise, sim senhor.
Diria mais: Quem ganhou o debate foram o PCP e o BE.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É uma excelente análise, sim senhor.<br />
Diria mais: Quem ganhou o debate foram o PCP e o BE.</p>
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