Se outros méritos não tivesse havido, a queda do muro, livrou-nos do aparecimento de “pérolas” como esta. Todos os músicos talentosos têm direito ao seu momento “Tony Carreira”, o grande Elton John não é excepção, e só pelo facto de ter feito coisas como o Yellow Brick Road, está perdoado.
Quando penso em música relacionada com guerra fria e comunismo vem-me logo à cabeça os Joy Division, que detesto, e que têm sido lembrados a propósito da morte do António Sérgio. Deve ser certamente das bandas mais sobreavaliadas em Portugal. Soam hoje tão mal, tão pobres, tão pouco musicais, tão sem chama, tão datados e tão deprimentes.
“para não vomitar?”
é o que eu digo Daniel, vc comeu merdas estragadas e agora anda à rasquinha… escusava de trazer esse incómodo para aqui.
Repito: a Stasi tinha funções principalmente de controlo económico
veja lá não se engasgue ao ter de engolir os vómitos, caso não consiga provar que quase tudoo que vê no “museu da Stasi” é pura propaganda.
Além do mais o Daniel nem liga pêva ao que escrevem os seus próprios correlegionários (não sobre este assunto especifico mas sobre todo o seu trabalhinho mural destas boladas de berlim: ora vá lá ler o artigo de Bernard Umbrecht que vem publicado no Le Monde Diplomatique deste mês!
e cure-se, porque a continuar assim não há cu que aguente
Daniel
não fala porque vc é intelectualmente limitado… mas lá para rotular os outros está bem habilitado;
aposto que não viu o doc do Thomas Heise, mas soube cagar a posta… para desviar a conversa.
ps
se o “alemão decente” for da sua estirpe, estamos conversados…
aposta mal, porque vi. As cenas da prisão e dos guardas prisionais, o ataque neo-nazi a uma projecção de cinema, as imagens com maquetes, o encenador da peça de teatro, quer continue com flashes? A ver se percebe: eu não minto sobre o que leio e vejo. Temo é que o senhor não tenha pescado nada do filme. Mas isso são outros quinhentos. Quanto à minha inteligência, vindo de si…
1. aposto que não viu. O que está aí a reproduzir contaram-lhe, viu no site do filme, ou leu no meu blogue…
porque se tivesse visto o “Material” rebatia a parte da Stasi que foi a parte que originalmente veio à conversa; a qual nem pelo diabo na cruz vc menciona…
2. o Nuno Ramos de Almeida faz-lhe um desafio no 5D: “O Daniel defende que o comunismo é igual a estalinismo, embora haja alguns comunistas que não são estalinistas. Importa discutir seriamente a tese e levar as suas conclusões até ao fim”
estamos todos ansiosamente à espera de ver destilar as suas capacidades… sem ser para arregimentar nabos
Xatoo, agora eu defendo a capitalismo liberal? Quanto ao filme, acho que o senhor bate mal. Mas porque raio havia eu de inventar que vi um filme? Está maluco? Não rebato nada porque não discuto com negacionistas. Andem eles de cabeça rapada ou não. Compreende. Eu à defesa da Stasi ou mando umas piadas ou ignoro. Acho que nada o distingue de um fascista. Não conheço nenhum comunista, nenhum, que defenda a Stasi. Como lhe disse, viu o filme como vê tudo. Se espera conversa sobre o assunto pode esperar sentado. Há debates que não tenho com certas pessoas.
Desculpem lá mas, o problema do xatoo é o elevador avariado. Ele bem carrega nos botões mas, nunca vai parar ao andar certo.
Ele queria ir para o “andar Stasi” e foi parar ao “andar A noite de Cristal” (às 19h).
Tentou outra vez e às (20h50) chegou a este “andar”.
Por este andar, ainda vai parar ao Arquivo.
É impressão minha ou o Daniel está a ficar um bocadinho “lé lé da cuca”….. O homem dorme com a Stasi, acorda com o Stalin, sonha com o terrivel mundo comunista…… não sei não mas já os vi na casinha amarela por bem menos……
Daniel, como vê vc está rodeado da pior escumalha neo-fascista que o defende com unhas e dentes e também não viram nem sabem nada. Mas fica só mais um aparte à laia de despedida. Repito, vc nem os seus lê:
Bernard Umbrecht, (decerto outro perigoso “fascista” como eu) no Le Monde Diplomatique em 2 páginas inteirinhas expica bem o que foi a queda de 1989, cita também Thomas Heise e nem por uma vez se refere à Stasi nesses termos criminalizantes. No tribunal fantoche que o governo RFA/EUA conduziram também julgaram e condenaram a prisão o ex-primeiro ministro comunista, mas isso nada prova; é apenas a “justiça” dos vencedores.
Festeja-se a queda do muro, mas não o facto de um povo se ter declarado soberano perante a vagatura do poder, nem, subsquentemente, o facto de não ter ocorrido uma reunificação, mas sim uma anexação, o restabelecimento de uma ordem pela destruição das utopias; a RFA não poderia aceitar a existência de um povo soberano numa parte da Alemanha, não teriam sobrevivido a isso. O Muro foi aberto para impedir qua a revolução acontecesse” (Umbrecht)
e diz mais, resumindo:
Todos os vestigios da Alemanha do Leste tiveram de ser apagados. Ao mesmo tempo que se obstinaram em destruir o Palácio da República, dissolver a Academia das Ciências e destruir a editora Aufbau Verlag (que publicou Brecht, Mann, Zweig e os melhores autores da RDA, mandaram restaurar o Estádio Nazi dos jogos Olímpicos de 1936 para aí se realizar o campeonato do mundo de futebol e mandaram ocupar os escaparates das livrarias com livros de culinária, de viagens, esoterismos e de conselhos de gestão de vida no capitalismo. Ter restabelecido a taxa de câmbio de 1 marco ocidental por 2 marcos orientais acima dos 4000 marcos foi uma decisão economicamente absurda que arruinou os fundamentos da economia nesta parte da Alemanha. Com o capital privado há uma completa inversão de valores; em vez de avaliar se as decisões servem o Estado que representa as populações e a sociedade, se são úteis às empresas ou aos trabalhadores, a primeira questão a saber é como é que as decisões servem o banco. Tudo o que havia sido criado na RDA foi posto de lado. O vice-presidente do banco de Estado foi empossado na tarefa de desmantelamento, transferindo os valores para um novo banco privado e acabando nomeado para os escalões mais altos do Deutsche Bank
Detlev Rohwedder, o director do Instituto Treuband para a reconversão da Economia viria mesmo a ser assassinado, por não concordar com o desmantelamento de todo o potencial industrial da RDA. Assistimos ao triunfo da estupidez. Segundo o editor Elmar Faber de Leipzig “iniciou-se uma processo de a-historização: quiseram pôr no olvido por que razão nós desejávamos uma outra Alemanha. Isso poderá explicar a ausência de qualquer rasgo nos debates actuais, que reescrevem a história começando pelo fim. “Se os dirigentes se tornam mais parvos do que os dirigidos, caminhamos para a catástrofe”. Foi o que se passou na RDA. Agora as coisas repetem-se, com a ressalva todavia, de que o embrutecimento da classe politica é paralelo ao da população.
Mas é que tenho mesmo. Você já reparou que, se não houvesse arquivos, o xatoo podia não ser “rebatido” quando tenta “vender” a ideia de que a Stasi era a ASAE lá do sítio?
E, como diria Marx, olhe “de cada um segundo o seu fetiche…”.
Abraço.
Então ! Vá lá !
Tenham um pouco de paciência e compreensão com o xatoo !
Já pensaram na infelicidade dos seus dias (e noites !) com aquela permanente e incurável azia dogmático-ideológica ?
E não lhe falem do elevador ! Ele ainda é capaz de carregar no botão para o terraço, e com a avaria…entra em órbita !!!!!
Se outros méritos não tivesse havido, a queda do muro, livrou-nos do aparecimento de “pérolas” como esta. Todos os músicos talentosos têm direito ao seu momento “Tony Carreira”, o grande Elton John não é excepção, e só pelo facto de ter feito coisas como o Yellow Brick Road, está perdoado.
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Os muros têm dois lados
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Não sei se o video não será pior que a canção.
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Quando penso em música relacionada com guerra fria e comunismo vem-me logo à cabeça os Joy Division, que detesto, e que têm sido lembrados a propósito da morte do António Sérgio. Deve ser certamente das bandas mais sobreavaliadas em Portugal. Soam hoje tão mal, tão pobres, tão pouco musicais, tão sem chama, tão datados e tão deprimentes.
[Responder]
“para não vomitar?”
é o que eu digo Daniel, vc comeu merdas estragadas e agora anda à rasquinha… escusava de trazer esse incómodo para aqui.
Repito: a Stasi tinha funções principalmente de controlo económico
veja lá não se engasgue ao ter de engolir os vómitos, caso não consiga provar que quase tudoo que vê no “museu da Stasi” é pura propaganda.
Além do mais o Daniel nem liga pêva ao que escrevem os seus próprios correlegionários (não sobre este assunto especifico mas sobre todo o seu trabalhinho mural destas boladas de berlim: ora vá lá ler o artigo de Bernard Umbrecht que vem publicado no Le Monde Diplomatique deste mês!
e cure-se, porque a continuar assim não há cu que aguente
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 9th, 2009 at 21:28
Xatoo, consigo falo como falo com um fascista. Ou seja, não falo. Va dizer isso a um alemão decente e verá como sairá da conversa.
nem mais.
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Daniel
não fala porque vc é intelectualmente limitado… mas lá para rotular os outros está bem habilitado;
aposto que não viu o doc do Thomas Heise, mas soube cagar a posta… para desviar a conversa.
ps
se o “alemão decente” for da sua estirpe, estamos conversados…
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 9th, 2009 at 22:54
aposta mal, porque vi. As cenas da prisão e dos guardas prisionais, o ataque neo-nazi a uma projecção de cinema, as imagens com maquetes, o encenador da peça de teatro, quer continue com flashes? A ver se percebe: eu não minto sobre o que leio e vejo. Temo é que o senhor não tenha pescado nada do filme. Mas isso são outros quinhentos. Quanto à minha inteligência, vindo de si…
1. aposto que não viu. O que está aí a reproduzir contaram-lhe, viu no site do filme, ou leu no meu blogue…
porque se tivesse visto o “Material” rebatia a parte da Stasi que foi a parte que originalmente veio à conversa; a qual nem pelo diabo na cruz vc menciona…
2. o Nuno Ramos de Almeida faz-lhe um desafio no 5D: “O Daniel defende que o comunismo é igual a estalinismo, embora haja alguns comunistas que não são estalinistas. Importa discutir seriamente a tese e levar as suas conclusões até ao fim”
estamos todos ansiosamente à espera de ver destilar as suas capacidades… sem ser para arregimentar nabos
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 10th, 2009 at 0:21
Xatoo, agora eu defendo a capitalismo liberal? Quanto ao filme, acho que o senhor bate mal. Mas porque raio havia eu de inventar que vi um filme? Está maluco? Não rebato nada porque não discuto com negacionistas. Andem eles de cabeça rapada ou não. Compreende. Eu à defesa da Stasi ou mando umas piadas ou ignoro. Acho que nada o distingue de um fascista. Não conheço nenhum comunista, nenhum, que defenda a Stasi. Como lhe disse, viu o filme como vê tudo. Se espera conversa sobre o assunto pode esperar sentado. Há debates que não tenho com certas pessoas.
10 xatoo
Voce é mesmo anormal, porra.
Como é possível existir alguém tão tapado ?
Existem comunistas inteligentes com quem se pode ter uma conversa, mas você é de uma anormalidade gritante.
Ó Homem vá dar sangue…. !!!!!
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O xatoo anda nervoso este dias…
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10 xatoo 9 Nov 2009 às 23:11
“…ou leu no meu blogue…”
É ele, é ele (o Daniel) o leitor do seu blogue!
Xatoo, você já experimentou começar a tomar benzodiezepinas em vez de persistir nas anfetaminas?
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xatoo-(5)
“A Stasi tinha funções principalmente de controle económico”?
Utilizando a sua linguagem escatológica, ESTE VÓMITO QUE VOCÊ TÊVE…FOI UM VOLVO !
(E não é o automóvel sueco…)
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Desculpem lá mas, o problema do xatoo é o elevador avariado. Ele bem carrega nos botões mas, nunca vai parar ao andar certo.
Ele queria ir para o “andar Stasi” e foi parar ao “andar A noite de Cristal” (às 19h).
Tentou outra vez e às (20h50) chegou a este “andar”.
Por este andar, ainda vai parar ao Arquivo.
[Responder]
É impressão minha ou o Daniel está a ficar um bocadinho “lé lé da cuca”….. O homem dorme com a Stasi, acorda com o Stalin, sonha com o terrivel mundo comunista…… não sei não mas já os vi na casinha amarela por bem menos……
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Daniel, como vê vc está rodeado da pior escumalha neo-fascista que o defende com unhas e dentes e também não viram nem sabem nada. Mas fica só mais um aparte à laia de despedida. Repito, vc nem os seus lê:
Bernard Umbrecht, (decerto outro perigoso “fascista” como eu) no Le Monde Diplomatique em 2 páginas inteirinhas expica bem o que foi a queda de 1989, cita também Thomas Heise e nem por uma vez se refere à Stasi nesses termos criminalizantes. No tribunal fantoche que o governo RFA/EUA conduziram também julgaram e condenaram a prisão o ex-primeiro ministro comunista, mas isso nada prova; é apenas a “justiça” dos vencedores.
Festeja-se a queda do muro, mas não o facto de um povo se ter declarado soberano perante a vagatura do poder, nem, subsquentemente, o facto de não ter ocorrido uma reunificação, mas sim uma anexação, o restabelecimento de uma ordem pela destruição das utopias; a RFA não poderia aceitar a existência de um povo soberano numa parte da Alemanha, não teriam sobrevivido a isso. O Muro foi aberto para impedir qua a revolução acontecesse” (Umbrecht)
e diz mais, resumindo:
Todos os vestigios da Alemanha do Leste tiveram de ser apagados. Ao mesmo tempo que se obstinaram em destruir o Palácio da República, dissolver a Academia das Ciências e destruir a editora Aufbau Verlag (que publicou Brecht, Mann, Zweig e os melhores autores da RDA, mandaram restaurar o Estádio Nazi dos jogos Olímpicos de 1936 para aí se realizar o campeonato do mundo de futebol e mandaram ocupar os escaparates das livrarias com livros de culinária, de viagens, esoterismos e de conselhos de gestão de vida no capitalismo. Ter restabelecido a taxa de câmbio de 1 marco ocidental por 2 marcos orientais acima dos 4000 marcos foi uma decisão economicamente absurda que arruinou os fundamentos da economia nesta parte da Alemanha. Com o capital privado há uma completa inversão de valores; em vez de avaliar se as decisões servem o Estado que representa as populações e a sociedade, se são úteis às empresas ou aos trabalhadores, a primeira questão a saber é como é que as decisões servem o banco. Tudo o que havia sido criado na RDA foi posto de lado. O vice-presidente do banco de Estado foi empossado na tarefa de desmantelamento, transferindo os valores para um novo banco privado e acabando nomeado para os escalões mais altos do Deutsche Bank
Detlev Rohwedder, o director do Instituto Treuband para a reconversão da Economia viria mesmo a ser assassinado, por não concordar com o desmantelamento de todo o potencial industrial da RDA. Assistimos ao triunfo da estupidez. Segundo o editor Elmar Faber de Leipzig “iniciou-se uma processo de a-historização: quiseram pôr no olvido por que razão nós desejávamos uma outra Alemanha. Isso poderá explicar a ausência de qualquer rasgo nos debates actuais, que reescrevem a história começando pelo fim. “Se os dirigentes se tornam mais parvos do que os dirigidos, caminhamos para a catástrofe”. Foi o que se passou na RDA. Agora as coisas repetem-se, com a ressalva todavia, de que o embrutecimento da classe politica é paralelo ao da população.
leia, leia e não faça figuras tristes…
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“Por este andar, ainda vai parar ao Arquivo”
Você tem um fetiche qq com o arquivo !!!!!
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Meu caro António Cunha
Mas é que tenho mesmo. Você já reparou que, se não houvesse arquivos, o xatoo podia não ser “rebatido” quando tenta “vender” a ideia de que a Stasi era a ASAE lá do sítio?
E, como diria Marx, olhe “de cada um segundo o seu fetiche…”.
Abraço.
[Responder]
xatoo
Veja lá se “gosta” só um bocadinho de “provar” a sua própria linguagem:
xatoo, você é um “porco revisionista”, um “social-fascista”, a soldo do (ex) “imperialismo soviético”.
É tão “bonito” argumentar assim, nâo é?
Vá lá, resolva o problema do elevador. Depois, carregue para o r/c e vá ao “S’tôr da Mona”.
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Então ! Vá lá !
Tenham um pouco de paciência e compreensão com o xatoo !
Já pensaram na infelicidade dos seus dias (e noites !) com aquela permanente e incurável azia dogmático-ideológica ?
E não lhe falem do elevador ! Ele ainda é capaz de carregar no botão para o terraço, e com a avaria…entra em órbita !!!!!
[Responder]