chegou ao Arrastão uma bruta caganeira de bocados de muro de betão
Essa aí em baixo da Stasi é apenas outra bufa malcheirosa. O Daniel frequenta mais ou menos o DOC Lisboa mas só vê e divulga aquilo que tem programado na agenda: e que tal falar sobre o filme de Thomas Heise: “Material”?
Lá se viu que havia criticas ao papel da Stasi por insuficiência no combate ao banditismo. Como suspeitávamos tratava-se de um organismo de regulação do Estado para vigiar a corrupção, desvios de dinheiro das contas públicas, fiscalizar a adjudicação de obras, etc. E o mais grave de todos os delitos lesivos do Estado, a venda secreta de patentes e segredos industriais para o Ocidente. De todo, a Stasi não era a policia politica que nos quiseram (querem) fazer acreditar à conta da museolização capitalista do assunto. Mais tarde, toda a gente haveria de confessar a sua colaboração com o Ministério da Segurança Interna, cujas entrevistas não eram públicas. Lógico não?
e lá que tinham bastante poder será verdade, coisa que não acontece 20 anos depois no combate à corrupção em Portugal
xatoo, vi o excelente documentário. E procurei-o na Net. Infelizmente não está disponível.
Quanto ao que o senhor diz sobre a Stasi (não foi também a PIDE acusada de incompetência?), nem comento, tal o nojo que sinto. Vou partir do principio que se trata apenas de ignorância para não vomitar.
Pois é Cecília, tem toda a razão. Mas, como já disse que já vivi muito, a confusão é propositada.
Alemanha nazi com pogroms (A noite de cristal)?
Então se os pogroms já eram uma “tradição”, do tempo dos czares da Rússia, porquê falar disso?
Vamos lá esquecer os crimes cometidos “a meias” contra os judeus e concentrar-nos na “desgraça para a humanidade” que foi a queda do Muro de Berlim (mesmo que não seja o tema do “post”).
Pois é, S.A., STASI, KGB, PIDE… não dá mesmo para distinguir, quando a intenção é mesmo “baralhar e tornar a dar”.
O disco evocado como o “último” de Luis Cília data de 1983.
Efectivamente saíram depois deste outros 5 discos…
fica deste modo a correcção ao comentário de Calc.
P.S. Luis Cília também não é o autor do Hino do CGTP-IN.
Olha, lembrámo-nos do mm e quase ao mm tempo.
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chegou ao Arrastão uma bruta caganeira de bocados de muro de betão
Essa aí em baixo da Stasi é apenas outra bufa malcheirosa. O Daniel frequenta mais ou menos o DOC Lisboa mas só vê e divulga aquilo que tem programado na agenda: e que tal falar sobre o filme de Thomas Heise: “Material”?
Lá se viu que havia criticas ao papel da Stasi por insuficiência no combate ao banditismo. Como suspeitávamos tratava-se de um organismo de regulação do Estado para vigiar a corrupção, desvios de dinheiro das contas públicas, fiscalizar a adjudicação de obras, etc. E o mais grave de todos os delitos lesivos do Estado, a venda secreta de patentes e segredos industriais para o Ocidente. De todo, a Stasi não era a policia politica que nos quiseram (querem) fazer acreditar à conta da museolização capitalista do assunto. Mais tarde, toda a gente haveria de confessar a sua colaboração com o Ministério da Segurança Interna, cujas entrevistas não eram públicas. Lógico não?
e lá que tinham bastante poder será verdade, coisa que não acontece 20 anos depois no combate à corrupção em Portugal
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 9th, 2009 at 19:03
xatoo, vi o excelente documentário. E procurei-o na Net. Infelizmente não está disponível.
Quanto ao que o senhor diz sobre a Stasi (não foi também a PIDE acusada de incompetência?), nem comento, tal o nojo que sinto. Vou partir do principio que se trata apenas de ignorância para não vomitar.
Tenho que lhe tirar o chapéu, Daniel. Numa data, tão marcante como a da Queda do Muro, há outras coisas que convém relembrar.
Já agora, belíssimos documentários, tanto aquele que publicou sobre a Stasi, como este.
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Ao que isto chegou!!!
Luís Cilia (autor do Avante e do Hino da CGTP), no seu último álbum “Contradições”, “mostra tudo”.
Na composição “Inventário” canta :
“Vi uma bomba que é uma ofensa
Vi outra que é muito boa
Só não vi qual a diferença
Se uma delas cai em Lisboa”
Se calhar era, mais ou menos, a diferença entre a Pide e a Stasi…
Como já vivi muito, vou continuar a vomitar…
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Xatoo, aqui fala-se da Alemanha nazi. Mas o xatoo tem razão na confusão. Gestapo, Stasi…
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Acho que já estou um pouco melhor…
Pois é Cecília, tem toda a razão. Mas, como já disse que já vivi muito, a confusão é propositada.
Alemanha nazi com pogroms (A noite de cristal)?
Então se os pogroms já eram uma “tradição”, do tempo dos czares da Rússia, porquê falar disso?
Vamos lá esquecer os crimes cometidos “a meias” contra os judeus e concentrar-nos na “desgraça para a humanidade” que foi a queda do Muro de Berlim (mesmo que não seja o tema do “post”).
Pois é, S.A., STASI, KGB, PIDE… não dá mesmo para distinguir, quando a intenção é mesmo “baralhar e tornar a dar”.
Cumprimentos, minha cara Cecília.
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Vou fazer link, Daniel. Obrigado.
Abraço
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Nem de propósito na mesma data o inicio e o fim das 2 maiores calamidades dos século XX
A diferença é que uma já está proibida, mas a outra ainda se julga democrata.
Para a fogueira com as duas…
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O disco evocado como o “último” de Luis Cília data de 1983.
Efectivamente saíram depois deste outros 5 discos…
fica deste modo a correcção ao comentário de Calc.
P.S. Luis Cília também não é o autor do Hino do CGTP-IN.
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http://ruadopatrocinio.wordpress.com/2009/11/09/alemanha-09-11-1938/
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Leonardo Verde
Tem razão, meu amigo.
Obrigado pela correcção e, já, agora (o seu a seu dono), o texto do Hino da Intersindical é do grande Mário Vieira de Carvalho.
Um abraço.
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